Ranilson se despede da Agricultura dia 3. TCE é sua nova casa

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O ministro Fernando Bezerra Coelho anunciou nesta quinta, em Surubim, dia e local da despedida do secretário de Agricultura, Ranilson Ramos, da pasta.

Será numa reunião sobre ações de combate à seca, no dia 3 de maio, em Petrolina, “terra natal e berço político” dele, como frisou FBC.

Até o dia 10, Ranilson será escolhido conselheiro do Tribunal de Contas de Pernambuco. Ocupará vaga de Romário Dias, que se aposentará.

Organizações agem contra extinção da Secretaria da Mulher do Cabo

imagem do site do CMC

Imagem retirada do site do CMC

A possibilidade de extinção da Secretaria Executiva da Mulher no município do Cabo de Santo Agostinho está preocupando e muito as organizações sociais do município.

Tanto que nesta sexta-feira, uma comissão formada por diversos segmentos do Movimento de Mulheres do Cabo de Santo Agostinho irá ao gabinete do prefeito Vado da Farmácia (PSB), às 8h30, ouvir explicações.

Querem esclarecer comentários que se referem ao encerramento das atividades da pasta.

A notícia foi divulgada na última terça-feira em segundo a assessoria do Centro das Mulheres do Cabo, tem gerado a preocupação.

“Queremos um esclarecimento sobre o porquê da extinção da Secretaria da Mulher, que será um retrocesso na história do movimento de mulheres e para as cabenses. Vamos exigir a permanência desse órgão que é tão importante para o fortalecimento das políticas públicas para as mulheres”, diz a coordenadora geral do Centro, Nivete Azevedo.

Se confirmada a extinção da secretaria, as feministas avisam que procurarão instâncias maiores.

“Estamos dispostas a procurar a Secretaria Estadual da Mulher, Cristina Buarque a Ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República, Eleonora Menicucci, ou até mesmo a presidenta Dilma Rousseff, uma vez que as políticas para mulheres devem ser implementada de forma articulada entre as esferas”, destaca Nivete Azevedo.

O CMC foi março de 1984, como resultado de um trabalho de mobilização por direitos e melhores condições de vida.

A ação do CMC contribuiu para  interiorizar o movimento de mulheres feministas em Pernambuco, além de ter ampliado e fortalecido as organizações autônomas de mulheres.

O Centro tem compromisso com a promoção e defesa dos direitos humanos das mulheres.

Nesse sentido mobiliza e articula as mulheres por  políticas públicas que garantam a autonomia, econômica e política da população feminina. Veja AQUI mais sobre o CMC.

Com informações do Centro das Mulheres do Cabo.

Heraldo Selva e Elias bateram de frente em Jaboatão e o vice decidiu migrar para a gestão de Geraldo Julio, no Recife

Aqui estão as informações que explicam o fato de Heraldo Selva (PSB) ter deixado a vice de Jaboatão dos Guararapes, duas semanas após a posse, para virar presidente da URB no Recife.

O tema pauta o comentário da coluna Diario Político, de Marisa Gibson, publicada nesta quinta-feira no Diario. Mais uma história de como os camarins do poder se agitam quando cargos estão em jogo. Confira:

Por uma secretaria

Um desentendimento entre o prefeito de Jaboatão Elias Gomes (PSDB) e o vice-prefeito Heraldo Selva (PSB), pelo comando de uma secretaria, fez com que o socialista manifestasse o desejo de deixar o cargo e o seu partido o amparou na presidência da URB – Empresa de Urbanização do Recife.

O que se conta é o seguinte: na composição do secretariado, Selva cobrou de Elias o comando de uma secretaria – Educação ou Infraestrutura – que seria exercido cumulativamente com a vice, o que teria sido acertado na aliança entre o PSDB e PSB para a eleição do ano passado.

O prefeito teria negado a existência de tal acordo e, como não cedeu, Selva, já sem condições de trabalhar com Elias, optou por se licenciar do cargo antes mesmo de completar 30 dias de governo. O PSDB e o PSB estão tratando o caso como se fosse algo absolutamente normal, mas não é.

A versão oficial da saída de Selva é a do convite para a URB e, a propósito, tem socialistas se referindo ao cargo de vice de Jaboatão com certo desprezo, como se fosse algo pequeno para a qualificação de Selva e o partido precisou dele para tarefa mais importante.

Para mostrar que está tudo bem, PSB e PSDB já concordaram que socialistas de Jaboatão ocuparão duas secretarias – Saneamento e Mobilidade. E o PSDB tem que engolir.

O partido deve muito ao governador. Só para lembrar: a indicação de Selva para vice de Jaboatão percorreu este caminho: no início de  2012, quando Elias, já em campanha para reeleição, não creditou em sua publicidade institucional as parcerias com o governo estadual nas obras realizadas no município, o governador Eduardo Campos ficou uma arara e desta irritação surgiu a candidatura do deputado estadual João Fernando Coutinho (PSB) a prefeito de Jaboatão, que não decolou.

Conversa vai, conversa vem, o PSB terminou apoiando a candidatura à reeleição de Elias colocando Selva na vice. E a história termina assim: a Lei Orgânica de Jaboatão foi alterada para permitir que Selva se licenciasse da vice para ocupar um cargo no Recife, podendo portanto reassumir quando for conveniente para o PSB. Enquanto isso, o município fica sem vice-prefeito. Não é interessante?

PSD ocupará IRH e não a secretaria estadual de Esportes, como o blog informou

É o Instituto de Recursos Humanos do estado e não a secretaria de Esportes o espaço destinado ao PSD na gestão do governador Eduardo Campos.

O Blog errou. Ou foi induzido ao erro. Faz parte do jogo.

O partido indicará o nome que ficará na vaga de Manoel Carneiro, que assumirá o Reciprev (fundo previdenciário do Recife) na gestão do prefeito eleito Geraldo Julio. Portanto, a ex-deputada Ana Cavalcanti, do PP, segua na pasta de Esportes.

Novo escândalo foi gestado na cozinha do Planalto. Mais um. Hasta cuando?

corrupcaoNem bem o país comemorou os novos tempos proporcionados pelo julgamento do mensalão no  STF, nos deparamos com um novo escândalo gestado no governo federal. Mais precisamente na cozinha do poder.

E a comandante do novo esquema de corrupção descoberto pela Polícia Federal é mais uma herança do ex-presidente Lula – mantida na função por Dilma Rousseff a pedido do próprio.

A senhora Rosemary de Noronha, chefe de gabinete da Presidência da República em São Paulo, impressiona pela desenvoltura com que se utilizava do cargo para se beneficiar.

Aliás, a mesma conduta cínica observada em outros assessores próximos de Lula que se envolveram em casos similares. E a corrupta da vez, até então desconhecida do brasileiro comum, era poderosa.

Foi acompanhante do ex-presidente nas suas muitas viagens internacionais. Pois agora a ilustre servidora recoloca o governo nas páginas policiais e nos faz pensar: os comandantes – o padrinho Lula e afilhada Dilma – são perfeitos inocentes? Por que continuam sendo enganados?

E mais: até quando criaturas merecedoras de tanta confiança dos nossos líderes seguirão armando suas redes de “malfeitos” nas barbas do poder?

Ficaremos sempre à mercê de delatores magoados ou de operações da Polícia Federal? Passou da hora de se adotar critérios mais rígidos para selecionar o estafe que orbita em torno dos eleitos.

Também já não dá mais para se portar como o marido traído – sempre o ultimo a saber. Afinal, estamos falando de recursos públicos.

E ainda tem quem ache que o Supremo Tribunal Federal exagerou ou julgou o mensalão com critérios demasiadamente políticos (ou partidários).

Passada a eleição, PSB desce do palanque de Haddad e retorna à base do governo de Alckmin

O PSB apoiou a candidatura de Fernando Haddad (PT) em São Paulo, contrariando o diretório estadual, que queria subir no palanque de José Serra (PSDB).

Para que a aliança acontecesse, o governador Eduardo Campos, presidente nacional da sigla, negociou ao extremo e não economizou nos argumentos até convencer seus correligionários.

No final, falou mais alto a decisão do diretório municipal. E o PSB, integradíssimo ao governo de Geraldo Alckmin (PSDB), deu uma guinada em direção ao PT.

Pois agora, passada a eleição, os socialistas voltarão a se inserir na gestão tucana. Eduardo Campos informou, na tarde desta segunda-feira, que o PSB “continuará na base do governo do PSDB”, apesar da aliança com o PT na capital.

Aliás, sobre a possível participação do partido na gestão petista na Prefeitura de São Paulo, o governador demonstrou não ter pressa alguma sobre a questão. Afirmou que isso não está em pauta.

A postura é esquisita para um partido que chegou a apresentar um nome para a vice – a deputada Luiza Erundina (PSB-SP), que acabou desistindo por discordar do apoio de Maluf à candidatua de Haddad.

A retomada da aliança com os tucanos em nível estadual inibiria uma eventual presença de socialitas no governo dse Haddad? Tudo indica que sim.

Antes da campanha, o PSB ocupava a secretaria estadual de Turismo no governo de Geraldo Alckmin.  A expectativa é que este espaço seja retomado.

Aliás, quando esteve no Recife participando da campanha de Daniel Coelho (PSDB), o senador Aécio Neves (PSDB-MG) afirmou ter certeza de que, passada a eleição, os socialistas voltariam para a base de Alckmin.

Acertou na mosca. Amigo de Eduardo, o mineiro demonstrou conhecer bem o partido presidido pelo governador pernambucano.

Há que se destacar que em Campinas, segundo maior colégio eleitoral de São Paulo, situado há poucos quilômetros da capital, PSB e PSDB estiveram juntos e derrotaram o PT.

Com informações de Rosália Rangel, do Diario

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PSD à espera de convite para alguma secretaria

psdO PSD nasceu grande.

Há pouco mais de ano, atraiu quadros de outros partidos que se abrigaram na nova sigla sem risco de perder os mandatos.

Agora, após viver sua primeira eleição, ganhou contornos próprios.

Elegeu 494 prefeitos que foram às urnas com o número 55.

Com o quarto melhor desempenho do país, concluiu que chegou a hora de algum protagonismo.

Quer deixar a condição de mero apoiador para ocupar efetivamente espaços nas mesas das casas legislativas e, principalmente, nos governos que respalda.

No âmbito nacional, já se fala na possibilidade de o partido ficar com um ministério da gestão da presidente Dilma Rousseff (PT).

No Recife, onde foi aliado de primeira hora da candidatura do prefeito eleito Geraldo Julio (PSB), existe a expectativa de indicação para uma secretaria.

Já no que diz respeito ao governo de Eduardo Campos (PSB), a ordem é aguardar uma provável rearrumação administrativa e colocar-se à disposição.

O presidente estadual da sigla, André de Paula diz não ter dúvida do quinhão do PSD na divisão do bolo administrativo da capital.

“Fomos parceiros nesse processo. Concordamos com o prefeito Geraldo Julio, que já declarou que não abrirá mão da meritocracia. Temos quadros de sobra para assumir secretarias e ajudar na administração. Temos a clara noção de que o prefeito conhece a situação (os nomes capacitados dentro do PSD)”, destaca.

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Se o “monitoramento” apontou desempenho ruim de Humberto, por que Geraldo manteve o petista no governo?

Mais um debate se foi e a repercussão diz muito desse novo confronto – promovido pela RedeTV.

Sem falar no dia, domingo, e horário, 22h, o conteúdo discutido também não seduziu os  eleitores.

Por outro lado, estimulou a produção de “análises” bem humoradas sobre declarações e perfomances dos candidatos à Prefeitura do Recife.

Nas redes sociais, um painel de opiniões foi exposto rapidamente sobre o que os diletos concorrentes propuseram para a cidade.

Ex-secretário de Turismo do Recife, deputado petista Andre Campos resumiu bem o ocorrido por meio de um questionamento:

“Quem assistiu o debate com isenção? Mudou alguma coisa ? Teve fato novo ? Acho que não alterou absolutamente nada”, escreveu no Twitter e no Facebook.

Ao que tudo indica, uma declaração feita pelo candidato do PSB, Geraldo Julio, em relação ao candidato do PT, Humberto Costa, foi o “episódio” de maior repercussão.

Ao responder indagação do petista, o socialista afirmou: “Eu te monitorei. Sei bem do seu desempenho”.

Geraldo se referia ao período em que foi secretário estadual de Planejamento e, Humberto, secretário das Cidades.

Ambos integraram a equipe do primeiro governo de Eduardo Campos (PSB).

O candidato do PSB tinha uma função de coordenação da gestão e quis passar a ideia de que Humberto não foi competente como secretário.

Trocas de “gentilezas” à parte, o fato é que se Humberto desagradou deveria ter sido tirado do cargo pelo governo do PSB.

Afinal, Eduardo Campos não trabalha com metas e exige resultados positivos dos secretários? Se era assim, Geraldo não falhou como ”monitor”?

O próprio Humberto, ao comentar a declaração, ressaltou:

“É uma história contraditória, porque se eu tivesse sido mau secretário não teria tido o apoio do governador para ser (candidato a) senador e certamente se meu desempenho fosse ruim a obrigação do governador era ter modificado o secretariado. Então, na verdade, ele não agrediu a mim, mas ao próprio governador”.

Aliás, a postura do candidato socialista foi interpretada como deselegante e arrogante por muitos internautas.

No mais, mais do mesmo.

Com informações da repórter Ana Luiza Machado, do Diario.

Geraldo Julio exagera na defesa do currículo de gestor capacitado e acaba se repetindo

geraldoGeraldo Julio, candidato do PSB à Prefeitura do Recife, não perde a oportunidade de ressaltar os seus feitos como secretário da gestão do governador Eduardo Campos.

Ao responder perguntas sobre seu programa de governo ou soluções para os problemas do Recife ele responde fazendo uma conexão automática a projetos que comandou nas pastas de Planejamento e Desenvolvimento Econômico.

Foi assim na tarde desta segunda-feira, durante entrevista à Rádio Clube AM.

Ao que parece, o socialista deve estar seguindo alguma orientação do marketing da campanha.

Estreante em disputas eleitorais, é nome desconhecido e por isso mesmo é preciso que se apresente como um gestor qualificado.

E nada como ter no cartão de visita a execução de iniciativas que marcam a gestão de Eduardo.

Ele cita, por exemplo, a viabilização da vinda da fábrica da Fiat, o comando do Pacto Pela Vida (queda dos índices de violência), a construção dos equipamentos que darão novo sentido ao Porto do Recife (central de artesanato, museu Luiz Gonzaga), os três hospitais na Região Metropolitana, as 14 Unidades de Pronto Atendimento, etc, etc…

A postura, como já dito, é plenamente justificável. Até mesmo porque o próprio governador atribui a Geraldo a gerência da sua gestão. O problema é que de tanto repetir a extensa lista de obras o candidato não dá a ênfase necessária às ideias que tem para o Recife.

E, ao associar as linhas gerais do seu programa de governo às ações da administração estadual – com declarações feitas em ritmo acelerado – peca pela falta de objetividade.

Óbvio que se entende a importância de se incensar o currículo de quem é calouro numa disputa do porte da sucessão no Recife.  Mas tamanha repetição do mesmo raciocínio tem tudo para provocar cansaço em quem ouve.

Mesmo sem debate, não faltará emoção para o PT nesta quarta-feira. Os olhos estarão voltados para o TCE

Sem debate entre os concorrentes da prévia do PT, os olhos dos petistas estarão voltados nesta quarta-feira para o Tribunal de Contas do Estado.

O pleno do Tribunal julga o recurso em que o prefeito Joao da Costa pede que seja revista a decisão que rejeitou contas de 2005 da secretaria de Planejamento da Prefeitura do Recife.

Na época João era o secretário da pasta. Agora, prefeito em meio à disputa da prévia que pode lhe garantir o direito de concorrer à reeleição, ele enfrenta o juri do TCE.

O pleno vai avaliar se confirma ou não o relatório do conselheiro Carlos Porto que, em 2009, recomendou a rejeição das contas por entender que o gestor cometera improbidade administrativa.

Porto se baseou numa auditoria do TCE que apontou irregularidades de controle interno num contrato firmado pela secretaria e uma empresa de engenharia.

Se acatarem a recomendação, os conselheiros confirmarão a culpa do secretário que se converteu em prefeito. Se rejeitarem o veredito de Porto estarão atendendo ao recurso de João da Costa.

Se o pleno confirmar a improbidade o prefeito correrá o risco de ficar inelegível. A sentença seguirá para o Ministério Público Eleitoral que deve oferecer denúncia ao Tribunal Regional Eleitoral.

Preocupado, o prefeito entrou com pedido de adiamento do julgamento no TCE. Tenta evitar possíveis prejuízos para a prévia marcada para o próximo domingo. Este pedido será julgado pelo pleno antes da avaliação do recurso.