No mesmo palanque, mas em carros distintos: Tony Gel manterá distância regulamentar de oponentes em carreata

blogdomarioflavio.com.br

blogdomarioflavio.com.br

O deputado Tony Gel (PMDB) comunga do apoio a Paulo Câmara com adversários históricos em Caruaru.

Porém, na carreata que a Frente Popular realiza neste domingo (03) na cidade, pretende manter distância regulamentar do prefeito José Queiroz (PDT), do vice Jorge Gomes (PSB) e do governador João Lyra (PSB).

Também não quer muito assunto com os deputados Wolney Queiroz (federal), Raquel Lyra e Laura Gomes (estaduais).

“Não daria para ir todo mundo num único carro mesmo. Só se fosse um ônibus e ou um pau-de-arara”, comenta, com bom humor.

PMDB defende reeleição de Jarbas para o Senado. Vai caber na chapa majoritária eduardista?

facebook-reprodução

facebook-reprodução

E se os cenários apontam para uma eventual falta de espaço para Jarbas Vasconcelos concorrer à reeleição do Senado, o PMDB dá o sei recado.

Quer o senador na chapa majoritária a ser montada pela aliança liderada pelo governador Eduardo Campos (PSB).

Embora tenha chegado por último à frente de partidos que apoiam o governo socialista, pretende ter o pleito atendido.

As informações da assessoria do próprio Jarbas, o encontro regional do partido realizado neste domingo. Veja:

Parlamentares e lideranças do PMDB de Pernambuco aproveitaram o último encontro regional do partido este ano, realizado neste domingo (1º de dezembro), em Vitória de Santo Antão, para defender a renovação do mandato do senador Jarbas Vasconcelos.

“Jarbas não é apenas o senador de Pernambuco. É o senador do Brasil”, afirmou o deputado estadual Tony Gel.

“Me acostumei a ver a luta de Jarbas pela redemocratização do Brasil”, completou Ricardo Costa. Tony e Ricardo – que se filiaram em outubro ao PMDB – fizeram suas estreias nas reuniões oficiais da legenda.

Em entrevista à Imprensa, Jarbas Vasconcelos foi mais comedido, afirmando que o comando do processo de escolha da chapa majoritária da Frente Popular está com o governador Eduardo Campos (PSB).

“Eu coloco o meu nome. Tenho a minha atuação no Senado ressaltada como positiva por muitos. Mas acho que esse ainda não é o momento, a gente ainda está no final de 2013.”

E ressaltou: “Eu vou lutar para permanecer onde estou”.

…Continue lendo…

Com a filiação de Tony Gel ao PMDB, “a política” de Caruaru está de “um lado só”: o lado do governador

Foto: Jaqueline Maia/DP

Foto: Jaqueline Maia/DP

A filiação do deputado Tony Gel ao PMDB sela um realidade inédita em Caruaru. Os principais grupos políticos da cidade estão de um lado só.

Todos sob o mesmo guarda-chuva do eduardismo. O neopeemedebista se junta agora aos rivais históricos: os Queiroz (prefeito José e deputado federal Wolney), os Gomes (vice-prefeito Jorge e secretária Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, Laura) e os Lyra (vice-governador João e deputada estadual Raquel).

Além do deputado, sua esposa, ex-deputada estadual Miriam Lacerda deixou o DEM e assinou a ficha do PMDB.

Maior colégio eleitoral do interior, município de peso econômico e valor político estratégicos no estado, Caruaru tem influência sobre mais de 50 localidades do Agreste.

Além de atestar a inexistência de oposição em Pernambuco, a unanimidade surgida por lá é entendida como mais um entrave criado pelo Palácio das Princesas para a pré-candidatura de Armando Monteiro (PTB) ao governo do estado.

O petebista, em ruptura iminente com o PSB, terá de furar o forte bloqueio do status quo palaciano montado por aquelas bandas.

PSB (Eduardo) e PTB (Armando) polarizam do mercado de filiações

PTB

PTB

A matéria abaixo trata das muitas migrações partidárias que vem ocorrendo no mercado de filiações em Pernambuco.

Revela que a movimentação gerou a polarização entre PSB, do governador Eduardo Campos, e PTB, do senador Armando Monteiro.

O texto é da repórter Aline Moura e está publicado no Diario de Pernambuco nesta quarta-feira:

Disputa por terreno político – PSB e PTB travam uma batalha direta para reforçarem suas bases partidárias visando 2014

psb

psb

O troca-troca partidário em Pernambuco deve ser grande até sábado, data limite para as mudanças de legenda, e já envolveu pelo menos 17 nomes de lideranças políticas.

Mas existe outra disputa de bastidores que está movimentando a filiação e desfiliação em velocidade recorde.

Ela está sendo travada entre o senador Armando Monteiro Neto, presidente do PTB, e o governador Eduardo Campos, comandante nacional do PSB e responsável direto pelos rumos socialistas no estado.

Os dois estão medindo forças para ver quem atrai mais nomes nessa reta final.

O motivo é simples: Armando não acredita que será escolhido pelo governador para a sucessão de 2014, e Eduardo, como presidenciável, reforça seu partido para não perder o pleito no seu maior reduto eleitoral.

…Continue lendo…

Se confirmar apoio a Eduardo, DEM fará revival pefelista

dem.org.br

dem.org.br

Se confirmada a adesão do DEM à candidatura e governo de Eduardo Campos, os ex-pefelistas protagonizarão um revival dos melhores dias do antigo partido nascido da Aliança Renovadora Nacional e do Partido Democrático Brasileiro (PDS).

logo PFL -arquivo

logo PFL – arquivo

Os deputados Mendonça Filho, Augusto Coutinho e Tony Gel se encontrarão no palanque com Joaquim Francisco, André de Paula, Inocêncio Oliveira, Sebastião Rufino, e tantos outros ex-parceiros dos tempos áureos do pefelê que já estão abigados sob o guarda-chuva eduardista.

A diferença é que, bem distante de momentos em que dava as cartas na Prefeitura do Recife e tinha espaço nobre no governo estadual, o partido pode ser mais um a se agarrar ao palanque socialista para tomar novo fôlego.

Governismo sem fronteiras visto em Pernambuco mata o debate e deixa órfã a democracia

Presidido nacionalmente pelo governador Eduardo Campos, o PSB se consolida em Pernambuco como desaguadouro de insatisfeitos com as legendas de origem.

Pouco interessa a coloração ou ideologia (?) política, a sigla socialista, sinônimo de poder no estado, é o destino preferido dos descontentes. E o partido, por sua vez, abriga, sem constrangimento algum, quem lhe pede guarida.

Na coluna Diário Político deste domingo a informação de que “o deputado estadual Tony Gel (DEM) já definiu com o governador Eduardo Campos o seu ingresso, junto com sua mulher, a ex-deputada Miriam Lacerda (DEM), no PSB”, só ratifica o potencial de sedução da legenda.

Até mesmo o ex-vereador do PT Josenildo Sinésio, um ex-humbertista, já acertou a adesão com Sileno Guedes, presidente estadual do PSB, segundo a coluna.

Do DEM já tinham sido atraídos para a sombra do poder, o ex-governador Joaquim Francisco e o ex-deputados Sebastião Rufino e Ciro Coelho, entre outros.

Na órbita do socialismo pernambucano estão também ex-democratas que hoje formam no estado o PSD do ex-prefeito Gilberto Kassab. Já entre os petistas, Josenildo deve ser um dos primeiros casos de migração para o PSB.

Como se constata, não faltam exemplos a confirmar que partidos são agrupamentos de interesses muito mais privados do que públicos. E que convicções e ideários não resistem à distância do poder.

Diante da transformação da política pernambucana em samba de nota só, uma velha observação merece ser sublinhada: o governismo sem fronteiras impede o debate, mata o contraditório e deixa órfã a democracia.

Tamo junto! – E nesta história toda de troca de partido, há que se lembrar que o vice-governador João Lyra está deixando o PDT para se filiar também ao PSB.

A mudança lhe tornará automaticamente companheiro de legenda do deputado Tony Gel, seu adversário histórico nas disputas eleitorais de Caruaru.

Queiroz demarca terreno na aliança eduardista para se diferenciar de Tony Gel e Miriam, caso eles entrem no PMDB

O prefeito reeleito de Caruaru, José Queiroz (PDT), já desenvolveu uma tese para demarcar espaços dentro da Frente Popular caso o deputado Tony Gel e a ex-deputada Miriam Lacerda, ambos do DEM, se filiem mesmo ao PMDB.

Adversário político do casal democrata, o prefeito avalia que as pessoas saberão identificar as diferenças ideológicas e a linha histórica de cada um. “Apesar de ninguém mais acreditar, existe ideologia na política sim”, disse.

Miriam concorreu à Prefeitura de Caruaru e foi derrotada pelo pedetista. Após as eleições foi divulgada a informação de que ela e o esposo estariam entrando no PMDB.

O partido, que em Pernambuco era oposição, aderiu à aliança governista ao declarar apoio à candidatura de Geraldo Julio à Prefeitura do Recife – sob a liderança do senador Jarbas Vasconcelos.

Pois José Queiroz já deixou claro que o casal pode até vir, mas há que se salientar a diferença de origem. Aliás, o prefeito informou que o PSD seria o destino preferido de Tony e Miriam.

No entanto, segundo o pedetista, o presidente da legenda, ex-deputado André de Paula, teria rejeitado a adesão. Diz Queiroz que André teria dito que em Caruaru o PSD tem compromisso com o governo dele.

Com informações de Tércio Amaral, do Diario

Êxito do DEM no eixo Sergipe/Bahia será suficiente para manter Coutinho, Mendonça e Priscila no partido?

Fundindo-se com PSDB ou não, festejando as vitórias em Aracaju em Salvador ou não, o certo é que o DEM não tem futuro promissor em Pernambuco.

O partido, que elegeu apenas um prefeito no estado, deve perder o deputado estadual Tony Gel e sua esposa, ex-deputada Miriam Lacerda, que disputou a Prefeitura de Caruaru.

Ambos migrarão para uma legenda da base do governo de Eduardo Campos, provavelmente o PMDB.

Diante desta realidade, o êxito no eixo Sergipe/Bahia será suficiente para fazer com que os deputados federais Augusto Coutinho e Mendonça Filho e a vereadora Prisicila Krause permaneçam no partido? Aguardemos.

Vitórias em Aracaju e Salvador fazem DEM tirar da pauta projeto de fusão. Por enquanto

Comentário de Marisa Gibson, da coluna Diario Político, publicado nesta quarta-feira, no Diario. Confira:

demO que era dado como certo – o início das negociações da fusão do DEM com outro partido após o término do segundo turno – entra numa fase de banho-maria em consequência das vitórias dos democratas em Salvador, Aracaju e Vila Velha.

E as atenções agora se voltam para o PSD, de Gilberto Kassab, que já está praticamente na base do governo e cuja possível fusão com o PP, de Paulo Maluf, entra na ordem do dia.

O DEM deu um recuo para ver como as peças vão se movimentar, até porque muita água ainda vai rolar, havendo inclusive a eleição para a presidência da Câmara dos Deputados, que dependendo do grau de acirramento da disputa pode determinar um redirecionamento dos partidos.

Os democratas estão convictos de que, se a fusão do PSD com o PP se concretizar, haverá parlamentares insatisfeitos que poderão migrar para outras siglas, inclusive o DEM.

Há também a questão dos benefícios do tempo de televisão e do fundo partidário em casos de fusão, que deve ser revista pela própria Câmara e pode limitar bastante os passos nesse sentido.

Vistas como tábua de salvação para legendas em estado terminal, as fusões não são fáceis, a começar pela conciliação dos interesses nacionais e as necessidades locais.

Além disso, uma fusão implica em divisão de espaços de poder, prevalecendo evidentemente a precedência do partido mais representativo.

A fusão do DEM, se acontecer, ficará entre o PMDB e o PSDB, mas a esta altura não dá para apostar em nenhum dos dois casos.

Em Pernambuco já houve conversas de democratas com peemedebistas e socialistas, mas ficou por aí, persistindo apenas o desejo externado pelo deputado estadual Tony Gel e sua mulher, a ex-deputada Miriam Lacerda, de mudar para um partido da base do governo Eduardo.

Este assunto, no entanto, ainda não foi tratado com o presidente estadual do DEM, o deputado federal Mendonça Filho.

“Para mim, Tony Gel é assunto encerrado”, diz Guerra

guerraEm campanha para reeleger-se presidente nacional do PSDB, o senador Sérgio Guerra está envolvido em polêmicas barulhentas.

No âmbito nacional, é acusado de ter agido em benefício próprio no episódio que resultou na moção de apoio de 54 parlamentares tucanos ao seu projeto de renovação de mandato.

No estado, é apontado como mentor da iniciativa que pretende levar o deputado Daniel Coelho (PV) à liderança da oposição na Assembleia Legislativa, mesmo sendo o PSDB dono de metade da bancada oposicionista.

Ele rechaça ambas acusações. Diz que o respaldo dos deputados foi espontânea e que nada tem a ver com um eventual embate entre o senador eleito Aécio Neves (MG) e o ex-governador de São Paulo José Serra.

Informa ainda que o apoio do PSDB a Daniel significa o acolhimento a um deputado que, embora seja de um partido que acaba de aderir ao governo, está decidido a integrar a ala oposicionista – hoje com dez integrantes contra 39 governistas.

Guerra destaca que não é verdade que esteja agindo contra o deputado Tony Gel (DEM), também interessado em ficar com a liderança da oposição.

“Para mim esse é um assunto encerrado”, diz, referindo-se a desentendimentos que teve com o democrata na campanha de 2010.

Antes de embarcar para São Paulo, onde, nesse sábado, grava programa de TV que o PSDB levará ao ar na próxima quarta-feira, Guerra concedeu a seguinte entrevista:

Por que o PSDB, mesmo sendo o partido com maior bancada oposicionista na Assembleia, está abrindo mão da liderança da oposição?

Não sou deputado estadual, mas o que posso dizer é o seguinte: com Daniel Coelho a oposição cresce. A oposição é pequena e terá mais um parlamentar. É um parlamentar urbano, com grande capacidade de comunicação e vai defender as causas da oposição. Daniel nos procurou se propondo a liderar a oposição. Nossa bancada achou por bem apoiá-lo.

O que o senhor acha do posicionamento da Mesa da Alepe que considera inviável a pretensão de Daniel?

Há uma discussão agora se ele tem conteúdo legal para ser líder da oposição. Na minha opinião, tem. Mas essa é uma questão do parlamento. Na minha opinião, Daniel devia ser líder.

…Continue lendo…