Ah, um centro de treinamento…

quarta-feira, 16 de maio, 2012 por Celso Ishigami às 13:51

Cheick Kongo é o próximo adversário de Rodrigo Minotauro. O brasileiro vai encarar o francês em 21 de julho, no UFC 149, no Canadá. O combate marcará o retorno de Minotauro aos ringues, após fraturar o braço no encontro com Frank Mir, em dezembro, também no Canadá.

Kongo sabe que uma vitória o lança alguns degraus acima entre os Pesados do Ultimate e tem se empenhado bastante nos treinamentos. O que poucos sabem, é que o francês cogitou realizar um camp no Recife.

Kongo treina com atletas como Michael Bisping e Quinton “Rampage” Jackson na Wolfslair. E por lá, um paraibano com raízes em Pernambucano é muito bem conceituado. Dividindo seus dias entre João Pessoa e Recife, Mário Sukata é considerado um dos principais treinadores de MMA do mundo e foi procurado por Kongo.

O francês está tão empenhado em ter Sukata como seu head coach que cogitou realizar o intensivo aqui no Recife. Por tudo o que esta luta representa, o treinamento seria uma excelente oportunidade de incentivar o crescimento do MMA local.

Infelizmente, o camp não será realizado e, território recifense. E a justificativa não poderia ser mais frustrante. A cidade não oferece nenhum local com estrutura capaz de atender às demandas de um treinador do UFC. Não há uma só academia com octógono em tamanho oficial para os treinos de sparrings, por exemplo.

Mas a contribuição de Sukata para o treinamento de Kongo ainda não está descartada. Ao que tudo indica, o brasileiro deverá passar um período na Inglaterra comandando os treinamentos do francês.

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Ingressos esgotados para ver José Aldo no Canadá

segunda-feira, 14 de maio, 2012 por tiago barbosa às 18:05

Venda recorde de ingressos coloca país em disputa silenciosa com o Brasil pela atenção do UFC

O título de segunda casa do UFC – torneio de MMA criado por um brasileiro nos Estados Unidos – vagueia entre duas nações de apaixonados pelo esporte: Canadá e Brasil. Os países travam uma batalha silenciosa para mostrar ao mundo quem tem mais afinidade com as artes marciais mistas fora das fronteiras ocupadas pelo norte-americanos. A estratégia de combate de ambos inclui empunhar números relacionados a eventos promovidos como peças de propaganda para impressionar o universo do esporte. Cada recorde quebrado simboliza uma prova de sucesso, cada marca alcançada traduz a certeza de se sobrepor ao oponente. E o alarde, claro, se impõe como ferramenta necessária à auto-promoção.

A venda de ingressos para o UFC 149, no Canadá, configura mais uma bandeira hasteada pelos canadenses no terreno da competição internacional. A organização do Ultimate anunciou, no fim de semana, o consumo relâmpago das entradas disponibilizadas ao público: os 18 mil tickets acabaram em menos de dois dias. O público deve assistir ao combate entre José Aldo, campeão dos pesos-penas, e Eric Koch, recém-chegado ao UFC – ele lutou apenas uma vez no Ultimate e venceu o pernambucano Raphael Assunção na edição de número 128.

O fenômeno da venda quase instantânea de ingressos remonta à realização do UFC Rio, em agosto do ano passado, quando os fãs brasileiros engoliram quase 17 mil unidades em poucas horas. À época, o esgotamento dos bilhetes em tempo recorde validou perante o mundo do MMA a decisão dos organizadores do torneio de voltar a promover um evento no Brasil após década e meia. De quebra, atraiu o olhar do mercado para a possibilidade de ganhar com as artes marciais mista  e ajudou a popularizar o esporte no país.

A dimensão do sucesso atiçou o próprio UFC. O presidente da franquia anunciou logo em seguida a realização de mais uma edição do torneio em terras tupiniquins e afagou a torcida brasileira, chamada por ele de a mais apaixonada. A atenção dispensada ao país despertou ciúmes entre canadenses. Em coletiva do último UFC de 2011, jornalistas questionaram o card formado por três brasileiros nas lutas principais. Dana White rebateu e definiu a escolha como aleatória, com base no tempo e ranking dos lutadores.

A prestação de contas é necessária. O Canadá registra, até hoje, o maior público em um evento do UFC: 55 mil pessoas. É um mercado acolhedor ao MMA e, assim, ignorá-lo constitui um equívoco. O país já recebeu nove torneios. No UFC 149, levará os competidores a Calgary, cidade mais populosa do país, pela primeira vez. A quarta edição no Brasil só será promovida em junho, em Minas Gerais, com o confronto entre os vencedores do TUF.

A disputa entre as duas nações é benéfica para o UFC e, por extensão, o MMA. A queda de braço por atenção obriga os dois países a lançarem mão de estratégias de marketing, preparo dos atletas, profissionalização da arbitragem e infraestrutura para atrair os dirigentes do torneio. O resultado é mais lutas de qualidade para os fãs.

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TUF Brasil: episódio 8 – Francisco Massaranduba vs. Thiago Bodão

segunda-feira, 14 de maio, 2012 por tiago barbosa às 1:08

Equipe de Belfort vence mais uma contra o time de Wanderlei Silva

O lutador Francisco Massaranduba carimbou a entrada no TUF Brasil com performance de favorito. Encheu de marretadas o adversário na luta eliminatória, impôs um nocaute avassalador e deixou impressionados Wanderlei Silva, Vitor Belfort e o presidente do UFC, Dana White. Entre os médios do reality show, parecia fadado à final. Virou aposta do treinador na primeira chance da equipe azul de escolher os combatentes da noite – monopólio até então do time verde. Mas sucumbiu à expectativa. Tropeçou na determinação de Thiago Bodão. E perdeu a chance de, por enquanto, pavimentar o caminho rumo ao contrato com o Ultimate Fighting Championship.

O confronto terminou de forma humilhante para o pupilo de Wanderlei. Depois de dois rounds bastante disputados – com uma vitória para cada lado -, Massaranduba foi ao chão e se mostrou impossibilitado fisicamente de continuar o combate. A fraqueza orgânica expôs, no mínimo, uma deficiência de treinamento da equipe do lutador. Enquanto Thiago Bodão esbanjava vitalidade, vontade de permanecer no octógono e chavama o oponente para o duelo, Massaranduba babava, se ajoelhava e sequer reunia forças para pedir o encerramento do combate ao juiz Mario Yamasaki.

Antes da decisão do árbitro, o representante do time azul dominou o primeiro round da luta. Aplicou socos de esquerda e segurou o ímpeto do adversário. O segundo round foi de Thiago Bodão. Mais preparado, conseguiu levar o oponente à lona e o castigou com cotoveladas e socos.

O fracasso de Massaranduba ampliou a distância entre o número de vitórias da equipe de Belfort e derrotas dos comandados de Wanderlei. Agora, o placar mostra seis resultados favoráveis ao time verde contra apenas um sucesso dos azuis. A última luta da fase inicial do programa colocará Pé de Chumbo (azul) diante de Serginho (verde).

RIVALIDADE

O contraste no placar dos combates acirra a rivalidade entre os dois técnicos, exacerbada na preleção de Wanderlei antes de escolher os integrantes da luta deste domingo. Inconformado  com a decisão do treinador adversário de colocar dois amigos (Gaspar e Jason) para lutar no episódio anterior, Wanderlei passou um sermão público em Belfort e o empurrou à contradição diante de todos os atletas. Vitor negou saber da indisposição dos competidores de se enfrentar. Mas a edição do programa exibiu o pedido de Jason feito a ele para não lutar contra o colega. O TUF Brasil caminha para a fase final e consegue alimentar a revanche entre os dois técnicos, marcada para o mês de junho, em Minas Gerais.

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Ex-lutador do UFC falta a luta contra pernambucano

segunda-feira, 14 de maio, 2012 por tiago barbosa às 0:10

Nick Diaz alega calote para deixar de comparecer a combate com Braulio Estima

Pernambucano ficou revoltado

 

O bad boy da luta Nick Diaz mantém o mal comportamento com o qual ficou conhecido durante a passagem pelo Ultimate Fighting Championship (UFC). Punido por boicotar compromissos da franquia e afastado das competições após ser flagrado no exame antidoping por uso de maconha, o lutador segue incorrigível. A mais recente trapalhada fora dos ringues ocorreu no sábado passado. Ele ignorou uma luta exibição marcada contra o pernambucano Braulio Estima, tricampeão mundial de jiu-jitsu, pelo World Jiu-Jitsu – evento para troca de experiência entre lutadores da modalidade, patrocinadores e representantes comerciais de produtos destinados a atletas.

O lutador alegou calote por parte da organização do evento para faltar ao combate. No Facebook, postou: “O organizador não doou o dinheiro para a caridade e mudou as regras para beneficiar o colega brasileiro”. Nick repassaria o valor da bolsa a entidades beneficentes. No duelo da noite, enfrentaria o pernambucano em um duelo de jiu-jitsu sem quimono.

Braulio condenou a ausência do ex-lutador do UFC e reiterou a vontade de encará-lo. “Eu gostaria de enfrentá-lo nas artes marciais mistas e tenha certeza de que eu estaria lá”, afirmou a repórtere à beira do tatame. O pernambucano é um lutador reconhecido no universo do Brazilian Jiu-Jitsu. Nasceu no Recife e fez carreira sob a tutela da Academia Gracie Barra. Aos 31 anos, ostenta, além dos três títulos mundiais, medalhas de ouro no Campeonato Panamericano de 2006 e Europeu de 2007.

Nick Diaz espera um abrandamento da pena no UFC para retomar o sonho de enfrentar o canadense George St-Pierre – detentor do cinturão dos meio-médios da franquia – e conquistar o cinturão da categoria.

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Jungle Fight in Rio consagra baiano. Veja os resultados

domingo, 13 de maio, 2012 por tiago barbosa às 12:51

Em uma das lutas, o “impostor” Jaime Marcelo perdeu de Armando “Polêmico”

Texto do Jungle Fight:

A arquibancada do Clube Municipal ficou lotada neste sábado, dia 12, na 39ª edição do Jungle Fight, maior evento de MMA da América Latina. Oito lutas comandaram o espetáculo, intitulado de ‘’Jungle in Rio’’. No combate principal da noite, o baiano Neilson Gomes derrotou o paraense Rafael da Silva Alves, e com isso, reeditará a disputa de cinturão da categoria até 70 kg contra o campeão Adriano Martins. O torneio contou ainda com a participação especial da ex-BBB Monique Amin, atuando como Ring Girl.

No primeiro confronto do dia, Armando ‘’Polêmico’’ e Jaime Marcelo foram com tudo para a trocação franca. Polêmico acertou duros golpes e abriu um grande ferimento no rosto de seu adversário, que ocasionou uma paralisação na luta para atendimento médico. Jaime voltou para o combate, mas foi derrubado e não resistiu aos diversos socos desferidos por Polêmico. O segundo duelo foi o mais rápido da noite. Magno Alexandre ‘’Magu’’ precisou apenas de 31 segundos para acertar um belo golpe de esquerda, que entrou em cheio no queixo de seu oponente, Marco Bailune, que apagou no mesmo instante. No terceiro embate, Tiago ‘’trator’’ vinha em desvantagem, até conseguir uma excelente finalização no final da luta, sobre Sílvio ‘’Pantera’’. Na sequência, Douglas Silva fez muito bem o dever de casa contra André Muniz. Derrubou, montou e não parou de golpear até o momento da intervenção do árbitro.

Geisa e Monique fizeram o "duelo" das musas

 

No quinto combate, Eduardo Kiko e Antenor Pereira travaram uma batalha disputadíssima. Antenor saiu vitorioso com decisão dividida dos juízes. Em seguida, foi a vez do confronto internacional do dia. No segundo round, o americano Doug Kulbis colocou o peruano Martin Obregon para baixo e disparou inúmeros socos, obrigando a intervenção do árbitro. Na penúltima luta, Fabiano ‘’Soldado’’ sentiu as mãos pesadas e velozes de Edmilson ‘’Kevin’’. Abalado com os golpes, Soldado ficou apenas se protegendo e virou presa fácil para Edmilson que golpeou até o juiz intervir. No embate mais aguardado da noite, o baiano Neílson Gomes não deu chances para o paraense Rafael da Silva Alves. Conseguiu cair por cima, ganhou as costas, ajustou a posição e, por fim, finalizou com um katagatame. Neílson agora terá uma nova chance de conquistar o cinturão da categoria até 70 kg na revanche contra seu algoz, Adriano Martins. ‘’Eu ganhando ou perdendo, com certeza a luta não será igual à anterior. Ele precisará suar muito para me vencer’’, declarou o baiano

 

Resultados – Jungle in Rio

Neílson Gomes venceu Rafael Alves por finalização (katagatame) aos 3m30s do round 1

Edmilson Kevin venceu Fabiano Soldado por nocaute técnico aos 2m18s do round 1

Doug Kulbis venceu Martin Obregon por nocaute técnico aos 4m40s do round 2

Antenor Peixe venceu Eduardo Kiko por decisão dividida dos jurados

Douglas Silva venceu André Muniz por nocaute técnico aos 2m51s do round 1

Thiago Trator venceu Silvio Pantera por finalização (triângulo de mão) aos 2m37s do round 3

Magno Magu venceu Marco Bailune por nocaute aos 31s do round 1

Armando Polemico venceu Jaime Marcelo por nocaute aos 2m34s do round 1

 

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Musas do Ringue: Geisa Vitorino

quarta-feira, 9 de maio, 2012 por tiago barbosa às 17:57

Nem só de pancada vive o MMA. E em torno do octógono existem mais atrativos do que treinadores com gritos para orientar os comandados. Duvida? Então saboreie as curvas da ring girl oficial do Jungle Fight, o maior torneio de artes marciais mistas da América Latina. Geisa Vitorino, que enlouqueceu o público pernambucano na última edição do Recife Fighting, fez um ensaio (muito) sensual para promover a MMA TV. A musa é literalmente capaz de parar um combate e nocautear qualquer admirador da beleza feminina. Detalhe para o cinturão do UFC (totalmente obsoleto diante da perfeição de Geisa). Veja o ensaio completo:

 


 

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Lutador desmente revista Veja

quarta-feira, 9 de maio, 2012 por tiago barbosa às 16:47

Cigano negou suposto calote da Pretorian

O lutador Junior Cigano dos Santos, brasileiro campeão dos pesos-pesados do UFC, utilizou o Twitter para desmentir informação veiculada pela revista Veja. A publicação havia divulgado, agora à tarde, um suposto calote da Pretorian no atleta. A coluna Radar acusou a patrocinadora oficial do empregado do UFC de atrasar o pagamento do cachê de R$ 70 mil referente ao mês passado. A Pretorian, especializada em comercializar equipamentos esportivos, é uma das principais marcas dentro do MMA.

Pelo Twitter, Junior Cigano rebateu: “Galera, gostaria de esclarecer que não são verdadeiras as informações que andam circulando por aí sobre meu patrocínio com a @pretorianhard”. Todos os pagamentos estão em dia, e a concentração é total para a próxima luta. Agradeço aos amigos da @pretorianhard pelo apoio de sempre!”. Cigano defende o cinturão dos pesados diante do ex-campeão do UFC Frank Mir no UFC 146.

 

 

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Ranking – os melhores do MMA

quarta-feira, 9 de maio, 2012 por Celso Ishigami às 14:46

Ringue Diario divulga o ranking dos lutadores mais bem avaliados no MMA mundial

 

Futebol, vôlei, basquete, hóquei. Qualquer modalidade esportiva séria possui um ranking para estabelecer quem ocupa a melhor (e a pior, claro) posição no universo dos competidores. As artes marciais mistas, aspirantes à paixão mundial, seguem caminho semelhante. A partir de hoje, o Ringue Diario passa a publicar todos os meses a relação elaborada pelo jornal USA Today, considerada a mais atualizada do MMA. O jornal monta a lista com base na avaliação dos 20 melhores sites especializados na cobertura da prática e o divide nas sete categorias mais populares entre os torneios de elite mundo afora. Confira abaixo a relação completa com os atletas mais temidos. O Brasil tem três campeões no topo.

 

Pesados

Posição Lutador Pontos Organização Pos ant
1 Júnior Cigano 350 UFC 1
2 Alistair Overeem 330 UFC 2
3 Cain Velasquez 327 UFC 3
4 Frank Mir 290 UFC 5
5 Fabrício Werdum 287 UFC 4
6 Shane Carwim 256 UFC 7
7 Josh Barnett 252 Strikeforce 6
8 Daniel Cormier 250 Strikeforce 8
9 Rodrigo Minotauro 241 UFC 9
10 Antônio Pezão 218 UFC 10

Meio-pesados

Lutador Pontos Organização Pos ant
1 Jon Jones 350 UFC 1
2 Dan Henderson 331 UFC 2
3 Rashad Evans 323 UFC 3
4 Maurício Shogun 310 UFC 4
5 Lyoto Machida 293 UFC 5
6 Phil Davis 259 UFC 6
7 Alexander Gustafsson 239 UFC 9
8 Ryan Bader 233 UFC 7
9 Quinton Jackson 229 UFC 8
10 Forrest Griffin 194 UFC 10

Médios


Lutador Pontos Organização Pos ant
1 Anderson Silva 350 UFC 1
2 Chael Sonnen 336 UFC 2
3 Mark Muñoz 308 UFC 3
4 Vitor Belfort 297 UFC 4
5 Michael Bisping 273 UFC 5
6 Luke Rockhold 244 Strikeforce 7
7 Tim Boestsch 236 UFC 6
8 Yushin Okami 235 UFC 8
9 Chris Weidman 232 UFC 9
10 Brian Stann 216 UFC 10

Meio-médios

Lutador Pontos Organização Pos ant
1 George St-Pierre 350 UFC 1
2 Carlos Condit 336 UFC 2
3 Jake Ellenberger 311 UFC 3
4 Nick Diaz 291 UFC 4
5 Johny Hendricks 278 UFC 6
6 Josh Koscheck 269 UFC 5
7 Jon Fitch 255 UFC 7
8 Jake Shields 250 UFC 8
9 Martin Kampmann 231 UFC 9
10 B.J. Penn 185 UFC 10

Leves

 

Lutador Pontos Organização Pos ant
1 Ben Henderson 1 UFC 1
2 Frankie Edgar 2 UFC 2
3 Gilbert Melendez 3 Strikeforce 3
4 Gray Maynard 4 UFC 4
5 Jim Miller 6 UFC 6
6 Clay Guida 7 UFC 7
7 Nate Diaz 8 UFC 8
8 Anthony Pettis 9 UFC 9
9 Michael Chandler 10 Bellator 10
10 Shinya Aoki 5 Bellator 5

Penas


Lutador Pontos Organização Pos ant
1 José Aldo 350 UFC 1
2 Hatsu Hioki 328 UFC 2
3 Chad Mendes 304 UFC 3
4 Pat Curran 291 Bellator 4
5 Marlon Sandro 262 Bellator 5
6 Dustin Poirier 239 UFC 7
7 Kenny Florian 231 UFC 8
8 Dennis Siver 211 UFC NR
9 Erik Koch 191 UFC 9
10 Diego Nunes 172 UFC 6

Galos

Lutador Pontos Organização Pos ant
1 Dominick Cruz 350 UFC 1
2 Urijah Faber 335 UFC 2
3 Renan Barão 315 UFC 3
4 Brian Bowles 302 UFC 4
5 Michael McDonald 279 UFC 8
6 Scott Jorgensen 271 UFC 5
7 Brad Pickett 233 UFC 9
8 Miguel Torres 227 UFC 6
9 Bibiano Fernandes 215 Dream 7
10 Eduardo Dantas 200 Bellator 11


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Werdum rebate crítica de Mutante com acusação polêmica

quarta-feira, 9 de maio, 2012 por Celso Ishigami às 11:26

As pegadinhas entre os participantes fazem parte da cultura do The Ultimate Fighter. Pelo menos, nas edições realizadas nos Estados Unidos. O episódio mais recente do TUF Brasil mostrou que por aqui as reações às brincadeiras são encaradas de maneira diferente.

Um dos treinadores do Time Azul, comandado por Wanderlei Silva, Fabrício Werdum fez esta “arte” ao lado com o cartaz do treinador adversário, utilizando fita adesiva. Assim que chegou no ginásio, o próprio Vitor Belfort encarou com bom-humor e até caiu na gargalhada.

Alguns de seus discípulos, entretanto, não entenderam desta forma e apesar da reação de treinador, ficaram bastante chateados com a brincadeira. Um dos que mostrou mais indignação foi Cezar Mutante, pupilo de Belfort desde antes do programa.

Um dos favoritos ao título dos médios do reality show, Mutante disparou: “isso é ridículo! Uma tremenda falta de respeito. Tenho pena de quem fez aquilo. Vergonha!”

Provavelmente imaginando que o autor da brincadeira era algum dos adversários do Time Azul – e não um dos treinadores – Mutante levou um duro contragolpe. Através de seu twitter, Werdum mandou uma declaração pra lá de polêmica, questionando o caráter do pupilo de Belfort. “vergonha é levar as coisas dos outros por ‘ENGANO’ não é, Mutante? Sabe do que estou falando e a produção também! Está filmado!”

Diante da repercussão da acusação, Mutante resolveu responder também pelo twitter, pouco antes de apagar o seu perfil no microblog. “Fala Fabrício, você é um cara legal, e acho que eu não tive esportiva com a brincadeira. Eu gostaria de pedir desculpas. Oss.”

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Nova York: entre a vontade e a proibição

terça-feira, 8 de maio, 2012 por tiago barbosa às 17:51

Dirigentes do UFC encontram dificuldade para furar o bloqueio local ao esporte

Cigano no alto, à direita. Foto de Fred Figueiroa

 

Nova York é a cobiça dos sonhos do Ultimate Fighting Championship (UFC). O estado, um dos poucos com as portas fechadas para as artes marciais mistas nos Estados Unidos, se tornou praça de guerra travada entre dirigentes da franquia e legisladores avessos ao esporte. A batalha disputada nas casas legislativas se desdobra em capítulos recheados de propagandas contra e a favor da prática. De um lado, atletas comandados pelo presidente da franquia, Dana White, dispostos a defender a esportividade do MMA e as regras adotadas para situá-lo no rol de atividades toleráveis. Do outro, críticos da modalidade, influentes no meio político, com um discurso montado para associar as lutas à barbárie.

O cenário produz contradições a olhos nu. Enquanto a celeuma vagueia na indefinição, o marketing arrisca golpes para divulgar o esporte. Em plena Times Square, a avenida mais famosa da capital da Big Apple, um enome cartaz exibe para os novaiorquinos uma luta inacessível a eles (pelo menos fisicamente). O clique (no alto, à direita) foi feito pelo colega Fred Figueiroa, editor do Diario de Pernambuco: uma imagem do lutador Junior Cigano dos Santos no UFC 146 – evento no qual enfrenta Frank Mir.

O caminho para validar o esporte em NY se alongou nesta semana. Reportagem publicada no jornal New York Daily News salienta a dificuldade para a aprovação do MMA na assembleia local. A matéria entrevista Sheldon Silver, porta-voz da entidade, e crava: o processo deve esperar até o próximo ano para ser apreciado. A proposta já naufragou três vezes na Casa, vale frisar.

Apenas no Senado houve desdobramento satisfatório. Um tímido progresso, é bom ponderar. Os congressistas aprovaram texto cujo teor flertava com a legalização da prática esportiva na cidade. Mas nada de concreto. De positivo, a sensação de mudança no ar. Silver declarou à reportagem sentir avanço na conscientização sobre as artes marciais mistas. A tônica é de um entendimento construído de forma lenta, gradual, sobre a esportividade do MMA.

A votação entre os parlamentares na assembleia marcou 60 votos contra a prática e apenas 25 a favor. A portas-fechadas, a reunião registrou, de acordo com Silver, uma preocupação generalizada dos membros sobre a possibilidade de abrir paasagem para o UFC. Mesmo diante do potencial de lucro a reboque do torneio. O Ultimate estima em R$ 16 milhões os benefícios da movimentação econômica local caso a permissão para realizar eventos de luta seja aprovada. No ano passado, Dana White e companhia fizeram uma ação estratégica em NY com o objetivo de listar as vantagens do esporte e dar a garantias quanto à adoção de métodos para proteger a integridade física dos atletas.  A tática ainda patina na resistência. Mas o lobby continua.

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