Transar ou não transar? Eis um drama do próximo TUF…

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Transar ou não transar? A queridinha do UFC e campeã do peso-galo, única categoria feminina na franquia, quer as comandadas distante do sexo. Ronda Rousey mandou aviso à equipe feminina com quem deve trabalhar no TUF 18, primeira edição do reality show de MMA dos EUA com mulheres no time de participantes: vocês querem ficar conhecidas como quem “trepou” no programa ou atletas de alto nível?

O carão de Ronda é compreensível. Pela primeira vez em 18 edições do reality, as mulheres vão participar. É a conseqüência direta da evolução do MMA nas últimas duas décadas e do desempenho da própria lutadora – consagrada no Strikeforce e importada para o Ultimate com status de celebridade. Um “deslize” dentro da casa, dividida com outros lutadores, e a reputação das meninas pode ir por água abaixo – com base, claro, na ideia generalizada e machista pela qual garotas nunca podem ser “bem relacionadas” como os homens.

É uma prevenção de Ronda, escalada ao lado de Cat Zingano como técnica do programa. Mas falta conexão com a realidade. E é subestimar os instintos humanos. O confinamento em uma residência com a convivência tão próxima pode ensejar, claro, a formação de laços afetivos e, por que não, sexuais? É normal e plenamente aceitável o relacionamento permitido pelo acaso.

E sequer há indícios de prejuízo à performance por parte de quem pratica sexo antes das competições. Longe disso. Jogadores de futebol famosos fazem questão de enaltecer o desempenho no jogo depois pular a cerca das concentrações e transar. Fisicamente, nada impede a “jornada dupla”.

Mas Ronda se mantém firme. Quer a castidade dentro da casa enquanto durar o programa. Até jogou no ar as conseqüências de possíveis patrocínios com o sucesso nas lutas e – diz ela – a reclusão sexual, algo em torno de cem mil dólares. Às lutadoras da casa, resta o dever de ponderar: o prazer por um momento e a cara feia da treinadora ou a abstinência e a chance de evoluir sob o comando dela? Transar ou não transar?

 

 

Patrocinador abandona UFC depois ter lutador cortado

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A marca Ryu (Respect Your Universe) deixará de patrocinar o Ultimate Fighting Championship (UFC). A principal justificativa seria a dificuldade de conquistar espaço em meio às demais franquias de retaguarda das artes marciais mistas. Em entrevista, o CEO da empresa classificou o mercado de MMA como pequeno e sem oportunidade. Há outra explicação possível. A Ryu era a patrocinadora do lutador Jon Fitch, dispensado recentemente pela franquia por conta das lutas amarradas. A saída do cenário do MMA estaria atrelada ao desfecho do principal garoto-propaganda. A marca ainda tinha no time Cheick Kongo, Ben Askren e Jamie Verner.

UFC sai em defesa da causa gay e suspende lutador

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Quando uma situação embaraçosa ameaça manchar a imagem do UFC, os dirigentes da franquia agem rápido para sanar o problema e apagar qualquer vestígio capaz de comprometer a opinião da sociedade. Uma declaração polêmica sobre um tema controverso feita por um lutador é rapidamente avaliada – e geralmente rebatida – pelos empresários para evitar um desgaste no empenho de anos de popularizar o MMA. Se as palavras constrangeram a marca diante da comunidade internacional, o remédio é punir quem fugiu do código de conduta de bom moço e distribuiu antipatia a troco de nada.

O atleta Matt Mitrione provou da ira da cúpula da franquia depois de soltar petardos contra um lutador transsexual – e, por tabela, cutucar os defensores da causa LGBTT mundo afora. O lutador, vitorioso no UFC On Fuel 9, quando derrubou Philip de Fries em apenas 19 segundos, tropeçou na língua e detonou Fallon Fox. Em entrevista, declarou: “Aquilo é uma doente, mentirosa, aberração nojenta. E digo sério. Porque você mentiu na sua licença para bater em mulheres. Isso é nojento. Você devia se envergonhar”.

Custou caro.

O UFC divulgou uma nota e se mostrou solidário à causa gay. A franquia se disse chocada com os termos utilizados pelo lutador. Considerou o teor ofensivo e inaceitável. E anunciou a suspensão dele até concluir a investigação sobre o episódio. De quebra, deixou um recado para os demais 450 atletas com os quais mantém contrato: “O UFC é amigo e aliado da comunidade LGBT, espera e exige que seus atletas tratem os outros com dignidade e respeito”.

O posicionamento é, na mesma medida, digna de elogios e um exemplo para modalidades esportivas nem sempre claras quanto à conduta pública dos atletas. A homossexualidade ainda é tabu, por exemplo, dentro dos gramados da atividade mais popular do país. Embora real sob a penumbra das câmeras e da mídia, é condenada pela arquibancada e satirizada entre os demais jogadores – cenário hostil à revelação das preferências sexuais.

A intransigência do UFC em relação à intolerância acena para um convívio pacífico entre lutadores heteros e homossexuais. As qualidades de cada um devem ser medidas pelo caráter dentro e fora do ringue. As competências profissionais precisam ser dimensionadas a partir do desempenho fruto do treinamento e da confiança. Ninguém merece ser julgado pelas escolhas afetivas. Na luta pela igualdade, o UFC golpeou bem o preconceito.

O Cachorro Louco entra em cena

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ATUALIZAÇÃO: tudo não passou de um 1º de abril de Wanderlei ///

Ninguém recebe o apelido de Cachorro Louco à toa. É preciso ter sangue em ebulição, coragem desenfreada e garra desmedida para encarar desafios sem temer o inesperado. O brasileiro Wanderlei Silva, ex-campeão do Pride e um dos nomes sagrados do MMA mundial, é digno do epíteto: mal esfriou os músculos depois de bater Brian Stann no início de março, no Japão, ele já se candidatou a uma luta contra um casca-grossa. O lutador se lançou como substituto de um atleta lesionado para salvar o UFC On Fuel 9, realizado em menos de seis dias.

A responsabilidade transborda o octógono. Wanderlei pode subir ao ringue no lugar de Alexander Gustafsson, na luta principal da noite. O atleta lesionado, um dos principais lutadores do país, carregaria a missão de expandir os horizontes do MMA na nação européia – em obediência à estratégia do UFC de escalar competidores da casa para protagonizar os combates mais importantes nas sedes dos eventos.

Dentro do ringue, o páreo é duro. O adversário, Gerard Mousasi, tem 33 vitórias e apenas três derrotas na profissão. Perdeu uma das últimas dez lutas. Aos 27 anos, o ex-campeão do Strikeforce anota 18 nocautes na carreira. Cartel impressionante. Não para Wanderlei:

“Não tem nenhum louco que aceite enfrentar o Mousasi com uma semana de preparação. O Joe Silva deu a entender que o único louco que aceitar seria eu (risos). Ele disse que ligou para três caras, que não vou revelar os nomes, e ninguém quis pegar o Mousasi com poucos dias de preparação”, declarou o brasileiro ao Sportv.

O impasse seria o valor do contrato. Mas o brasileiro tem a favor o pouco tempo para a luta e a preocupação do UFC de salvar um evento condenado ao fracasso de público e pay-per-view sem a presença da estrela principal.

Pelo Twitter, o oponente aceitou o novo desafiante. E venerou Wanderlei. “É uma honra para mim. Tenho muto respeito por você”, ele escreveu, em resposta ao interesse do brasileiro. Se o UFC confirmar o combate, a reverência tem dia e hora para acabar. Está na hora de Gerard Mousasi saber por que o brasileiro é tido como Cachorro Louco.   

Anderson Silva vs. Jon Jones: em 2013?

O discurso do campeão do médio do UFC, Anderson Silva, é uma paródia do filme sobre os bastidores da luta dele contra Chael Sonnen: as palavras são feito água. Moldam-se ao interlocutor e variam de acordo com o momento. Principalmente quando o tema é superluta – desafio de peso combinado contra oponente de outra categoria.

O Aranha sempre se esquivou de enfrentar George St-Pierre, dono do cinturão do meio-médio, e Jon Jones, do meio-pesado. Diz-se amigo de Jones e se mostra indisposto a enfrentá-lo. Até admite lutar contra GSP, mas esquiva-se de uma data. Em uma palestra em Las Vegas, no entanto, o brasileiro escorregou na firmeza e confessou interesse em um duelo com Jon. Até ventilou a chance de o combate ser realizado neste ano, em Nova York, sem valer cinturão e com ambos em um peso em torno de 87 quilos.

O duelo estaria condicionado à autorização para a localidade sediar eventos de MMA – uma liberação perseguida há anos pelo UFC. Mas a predisposição de Silva em lutar é um sinal positivo. Ele é imbatível e sem adversários no peso médio. Aos 37 anos, está invicto há 17 lutas e, apesar querer continuar na ativa, se aproxima da aposentadoria. Os fãs e a cúpula do Ultimate querem vê-lo em ação contra outros ícones do esporte antes de pendurar as luvas. A superluta é questão de um acerto com o tempo.

O confronto contra Jones é uma dos mais aguardados. O campeão do meio-pesado desfruta do status de estrela depois de destroçar nomes consagrados do esporte. A desenvoltura no octógono o coloca como um dos expoentes do MMA e um lutador difícil de ser batido pelos próximos anos por atletas comuns. O tira-teima contra Anderson revela quem é maior nas artes marciais mistas da atualidade. E a pressão pelo duelo é natural.

A insistência dos fãs e de Dana White, chefão do UFC, parece ter surtido efeito. Anderson começou a mudar as declarações. A água mudou de curso. De tanto bater, ensina a vida, uma hora furaria a pedra dura.

Lyoto Machida: o dragão precisa cuspir fogo novamente

O dragão brasileiro precisa cuspir mais fogo. A baforada anda fraca, tosca, insuficiente para amedrontar os adversários. O desempenho apresentado pelo carateca Lyoto Machida frente a Dan Henderson, no UFC 157, serviu apenas para credenciá-lo à disputa do cinturão. Mas preocupou pelo rendimento longe do ideal para quem sonha em ser o melhor da categoria. Principalmente quando o posto de número um é ocupado pelo imbatível Jon Jones.

O atleta do Pará é conhecido pela esquiva e estratégia do contra-ataque. Estuda os adversários e só arrisca com a certeza de atingi-los. É uma tática eficiente: rendeu-lhe um cinturão nos meio-pesados e só três derrotas na carreira de dezenove vitórias. Mas é pouco para o espetáculo do MMA e um risco quando a luta desemboca na decisão dos juízes.

Diante de Dan Henderson, o brasileiro economizou na agressividade, guardou os golpes e venceu pela margem mínima de diferença na avaliação dos árbitros. Passou maus momentos de costas para o chão e enfrentou sufoco em socos desferidos pelo oponente. Uma sequência bem encaixada do veterano mudaria o desfecho do combate e ameaçaria até mesmo a permanência de Machida no UFC – porque o chefão Dana White é intolerante com duelos sem a garra, trocação ou o jogo de solo inerentes aos confrontos mais empolgantes.

Lyoto já demonstrou destreza e agilidade em outras lutas. Derrubou Randy Couture com um chute cinematográfico, nocateou Rashad Evans com inteligência e até ameaçou o reinado de Jones. Mas no duelo com Henderson travou. Escondeu o ímpeto e exagerou no estudo do adversário. A concentração era visível, mas a gana pela vitória sumiu.

O maior desafio de Machida é interno. A luta é na cabeça. O ex-campeão carece de se portar com mais garra no octógono. Arriscar. Atacar. Sacar do repertório a variedade de golpes com os quais chegou ao topo da categoria e obteve prestígio na comunidade do MMA. A reconquista do cinturão é uma tarefa para quem cede à agressividade, derrama sangue nos olhos, investe na ousadia. A chance ressurgiu: contra Jon Jones, Lyoto precisa mostrar mais. Ao dragão, cabe voltar a cuspir fogo.

 

O dragão:

Idade: 34 anos
Cartel: 19 vitórias e 3 derrotas
À frente: Jon Jones ou Chael Sonnen

Mulheres no octógono: por que demorou tanto, UFC?

Exibição de gala de Ronda x Liz o quanto as mulheres faziam falta ao UFC

Era incompleto, imperfeito, aleijado. E o tempo escondia os defeitos. A aparência até iludia: os melhores lutadores do mundo, a audiência mais expressiva para um evento de luta, a movimentação financeira de dar inveja a qualquer modalidade atlética. Mas faltava um pedaço. Um fragmento de sentido. Um molho na essência. A carência levou quase vinte anos para ser diagnosticada – e curada. Apenas quando Ronda Rousey partiu para cima de Liz Carmouche, no início do combate principal da noite do sábado, o UFC se deu conta: o MMA feminino é vital aos torneios. É a parte indispensável do todo sonegada anos a fio pela indiferença dos dirigentes e do público.

A ausência das mulheres empobrecia o octógono. Deixava-o à sombra de uma lógica machista pela qual somente os homens detêm o poder das artes marciais mistas. Tolo engano. A presença delas equaliza a disputa, pluraliza a prática e confere ao Ultimate a saúde social necessária a qualquer campo de atuação profissional.

O despertar para o equilíbrio se deu com uma aula de técnica dentro do ringue: dona de uma performance irretocável, a campeã Ronda Rousey lançou mão de todas as habilidades para vencer a adversária e manter uma escrita difícil de ser apagada. Saiu de uma finalização e trabalhou a resistência de Liz até conseguir imobilizá-la. Em sete lutas, derrotou as oponentes no primeiro round com uma chave de braço. Só duas passaram do minuto inicial do duelo. Bela, carismática e eficiente, a loira tem o perfil ideal para se tornar ícone dentro e fora do octógono. Encarna a publicidade positiva necessária para garantir a vitalidade do MMA feminino na maior franquia de lutas do planeta.

A vitória com um show de intensidade apresentado no ringue invalidou a desconfiança em torno da reação dos espectadores a uma luta entre mulheres. A platéia aplaudiu, vibrou e celebrou o desfecho do combate. Ronda e Liz se equipararam – e até foram superiores – ao alto nível apresentado em outros confrontos da noite. A performance deve atiçar outras lutadoras e os próprios dirigentes, agora pressionados a promover novas lutas para movimentar a categoria do peso-galo – e quem sabe criar novos patamares na modalidade feminina.

Até o sábado, o UFC parecia ter construído a história de um torneio completo. Mas a exibição de gala de Ronda e Liz envergonhou o lapso arrastado no tempo. E mostrou o quanto a franquia capengava sem a inclusão das mulheres no octógono. Era, na verdade, um torneio incompleto, deficiente pela omissão corrigida até mesmo em campeonatos de artes marciais mistas menos expressivos mundo afora. Aleijado de igualdade, agora vira bandeira e exemplo para quem apoia o esporte.

O show das duas atletas expôs a necessidade da incluir um capítulo definitivo na trajetória do MMA: uma seção escrita pelas mãos femininas de atletas sintonizadas com a democracia do esporte. Espaço para apresentações irretocáveis como a da campeã Ronda Rousey na edição de número 157. Os fãs de luta podiam nem imaginar, mas sentiam vontade de vê-las em ação. A dúvida é: por que demorou tanto?

Lutador do UFC promove palestra sobre jiu-jitsu no Recife

Exímio finalizador no jiu-jitsu, o lutador Sérgio Moraes, o Serginho, vem ao Recife para ministrar um seminário sobre a arte suave. O atleta é uma referência no esporte por conquistar quatro títulos mundiais. Em 2008, fez uma luta memorável: venceu o jovem Kron Gracie, filho da lenda Rickson Gracie, o experiente dono de um cartel com 486 vitórias e apenas uma derrota.

Embora o tempo sobre o tatame tenha obtido mais destaque na carreira, Serginho ganhou popularidade depois de participar da primeira edição do reality show do UFC no país, o The Ultimate Fighter Brasil (TUF). O lutador ficou em segundo lugar na categoria dos médios. Só perdeu para Cézar Mutante, cria de Vítor Belfort. Contratado pelo UFC, enfrentou e venceu Reneé Forte com um mata-leão na edição de número 153, promovida no Rio de Janeiro.

O seminário do atleta será realizado no Centro de Treinamento Arena Fight (Estrada do Encanamento, 807, Casa Forte, Recife), nos dias 2 e 3 de março. As entradas custam R$ 100 (se feitas até o dia 28) e R$ 120 (entre 1º e 3 de março). Os interessados devem ligar para o telefone 3265.4034 ou enviar um email para ctarena@hotmail.com. As palestras começam às 16h no sábado e às 10h no domingo.

UFC: a um passo de fazer história

Em quase vinte anos de história, o Ultimate Fighting Championship (UFC) realizou mais de 220 eventos. Reuniu milhares de pessoas. Deu guariada a campeões das mais distintas escolas das artes marciais mistas. Expandiu a audiência para 145 países e se tornou esporte com representatividade suficiente para vencer os limites dos Estados Unidos, onde nasceu. Apenas uma barreira permanecia intransponível ao maior torneio de MMA do mundo: a abertura do octógono para lutadoras, espaço já concedido por organizações de menor expressão.

A fronteira caiu.

Quando Ronda Rousey e Liz Carmouche pisarem o ringue em Anaheim, na Califórnia, neste sábado, o UFC dá passo decisivo para se tornar uma franquia democrática. Sem predileção de sexo entre os atletas. A estreia oferece o melhor do MMA feminino: a ex-campeã do peso-galo do Strikeforce, Ronda Rousey, conhecida por entortar os braços das adversárias em tempo recorde (sempre no primeiro round), enfrenta Liz Carmouche.

A loira parte para a disputa com status de campeão. Título carinhosamente – e a única justificativa é o sentimento – concedido pelo chefão do UFC, Dana White. Impressionado pelo desempenho dela nas lutas – invencibilidade em seis combates -, ele lançou mão da generosidade: além do cinturão, deu-lhe patrocínio da franquia.

Ronda aceitou o título. Mas prefere a cautela. Atenta às críticas por ser chamada de campeã sem lutar pelo torneio, cedeu ao desconforto: “Só vou me sentir campeã quando vencer no octógono”. O bom senso exigia a prudência.

A atenção dispensada à primeira luta feminina da história do UFC ofuscou em parte um confronto histórico na franquia: o duelo de Dan Henderson, nome conhecido desde o Pride, e o carateca brasileiro Lyoto Machida, ex-campeão do meio-médio do UFC. Quem vencer ganha a oportunidade de lutar contra o dono da categoria, o imbatível Jon Jones.

Veja o card completo:

UFC 157

Sábado, 23 de fevereiro
Ronda Center, Anaheim, Califórnia

Card principal

Ronda Rousey x Liz Carmouche – pelo cinturão do peso galo feminino
Dan Henderson x Lyoto Machida
Urijah Faber x Ivan Menjivar
Court McGee x Josh Neer
Josh Koscheck x Robbie Lawler

Card preliminar

Lavar Johnson x Brendan Schaub
Mike Chiesa x Anton Kuivanen
Dennis Bermudez x Matt Grice
Caros Fodor x Sam Stout
Brock Jardine x Kenny Robertson
Neil Magnv x Jon Manley
Nah-Shon Burrell x Yuri Villefort

Pernambucano ex-lutador do UFC tem nova luta

Junior Assunção enfrentará Chris Jones em abril

Ex-lutador do Ultimate Fighting Championship, o pernambucano Junior Assunção já tem desafio pela frente no MMA. Ele enfrenta o norte-americano Chris Jones em um dos confrontos do Legacy Fighting Championship, evento de artes marciais mistas do Texas, nos Estados Unidos. O adversário carrega um cartel de destaque, com oito vitórias e apenas uma derrota. Os dois lutam no dia 12 de abril.

Demitido do UFC em condições surpresas – como também aponta a reportagem do MMA Junkie -, o pernambucano vem de oito vitórias nos últimos dez combates. Entre elas, um resultado positivo e outro negativo no UFC (vitória sobre Eddie Yagin e derrota diante de Ross Pearson). Irmão de Rapha Assunção, lutador do UFC, e de Freddy Assunção, também lutador de MMA, Junior acabou afastado do maior torneio de lutas do mundo sem uma justificativa plausível. O adversário derrotado por ele – Eddie Yagin – continuou nos quadros do torneio.

O próximo desafio do atleta é o primeiro após deixar a franquia de Dana White. Aos 31 anos, o pernambucano radicado nos EUA precisa voltar a vencer de forma convincente se ainda quiser disputar espaço entre a elite do MMA mundial. É o primeiro passo para a possibilidade de retornar ao UFC.

CARD do Legacy FC 19:

MAIN CARD (AXS TV, 10 p.m. ET)

- Champ Will Campuzano vs. Alan Nascimento – for flyweight title
- Junior Assuncao vs. Chris Jones
- Matt Hobar vs. Nelson Salas
- Sean Spencer vs. Roy Spoon
- Ryan Benoit vs. opponent TBA
- Eli Tamez vs. opponent TBA

PRELIMINARY CARD (Untelevised, 7 p.m. ET)

- Sean Holden vs. Armando Servin
- Kirk Gibson vs. Clay Hantz
- Angelus McFarlane vs. Evan Thompson
- Bull Lawal vs. Jabari Shakur
- Bobby Moore vs. Lior Shporen