Rio, de novo, a casa do UFC

Cidade recebe pela terceira vez uma edição do maior torneio de MMA do planeta

O Brasil se prepara para sediar mais uma disputa do Ultimate Fighting Championship, o maior evento de artes marciais mistas do mundo, no próximo fim de semana. Desde o retorno ao país, após um período de quase década e meia de afastamento – o único torneio havia sido realizado em 1998, em São Paulo -, o UFC promove a quarta edição em terras tupiniquins no século 21. É o terceiro campeonato organizado no Rio de Janeiro, o destino preferido por aqui aos olhos de turistas estrangeiros.

O card, salvo em cima da hora pelo campeão brasileiro do peso médio, Anderson Silva, e pela lenda do MMA Rodrigo Minotauro, é composto na maioria por lutadores do país: eles estão em todos os doze combates e protagonizam duelos nacionais em três disputas.

O UFC Rio 3 flertou com o fiasco depois de duas das estrelas do torneio se machucarem: o campeão dos penas, José Aldo (impossibilitado por conta de uma lesão fruto de uma queda de moto) e o norte-americano Rampage Jackson (contundido quando fazia preparação no Recife).  Sem nomes de expressão para substituir os atletas lesionados e estimular a venda do evento no pay-per-view, a edição só ocorreu depois da intromissão de Anderson Silva e Minotauro. A dupla pediu para participar do card e devolveu ao evento o prestígio necessário para grandes combates.

O Aranha enfrenta o veteranno Stephan Bonnar, cujo maior feito foi disputar a final da primeira edição do The Ultimate Fighter dos EUA contra Forrest Griffin. Sem lutar há meses, o atleta topou desafiar o brasileiro em uma luta de peso combinado – ele está na categoria acima do médio. A expectativa é de uma vitória de Anderson e da manutenção do cinturão pelo lutador mais temido do UFC. Minotauro retorna ao octógono depois de ter o braço quebrado por Frank Mir, no fim do ano passado, e luta contra Dave Herman. Erick Silva contra Jon Fitch, Phil Davis versus Wagner Caldeirão e Demian Maia contra Rick Story completam o card principal. A participação nordestina no evento fica por conta de Gleison Tibau (RN), Rony Jason Mariano (CE) e Renée Forte (CE).

Confira o card completo:

Principal:

Anderson Silva (BRA) vs Stephan Bonnar (EUA) – peso meio-pesado

Glover Teixeira (BRA) vs Fabio Maldonado (BRA) – peso meio-pesado

Rodrigo “Minotauro” Nogueira (BRA) vs Dave Herman (EUA) – peso pesado

Erick Silva (BRA) vs Jon Fitch (EUA) – peso meio-médio

Phil Davis (EUA) vs Wagner “Caldeirão” Prado (BRA) – peso meio-pesado

Demian Maia (BRA) vs Rick Story (EUA) – peso meio-médio

 

Card Preliminar:

Rony “Jason” Mariano (BRA) vs Sam Sicilia (EUA) – peso pena

Francisco “Massaranduba” Drinaldo (BRA) vs Gleison Tibau (BRA) – peso leve

Diego Brandão (BRA) vs Joey Gambino (EUA) – peso pena

Sérgio Moraes (BRA) vs Renée Forte (BRA) – peso meio-médio

Luiz “Banha” Cané (BRA) vs Chris Camozzi (EUA) – peso médio

Cristiano Marcello (BRA) vs Reza Madadi (SUE) – peso leve

 

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Ensaio: a sensualidade das ring girls

Duarante a passagem pelo Brasil, para participar do UFC Rio II, as ring girls atraíram os olhares dos fãs. Principalmente dos homens, acostumados a vê-las apenas em torno do octógono, no anúncio de cada round. Chandella Powel e Arianny Celeste esbanjaram simpatia e curtiram os recantos do país. Frequentaram, claro, a praia do Rio de Janeiro e se admiraram com os biquínis utilizados pelas brasileiras – muito pequenos e expostos, na opinião das duas. Instigadas a usar as peças “made in Brazil”, as duas recusaram. Mas, em um ensaio sensual feito para o site Paparazzo, publicado no site MMAmania, elas demonstraram o quanto ficam bem (para ser sucinto) com a indumentária dos trópicos. Olhe para as fotos e dê sua opinião.

Para ver p ensaio completo, clique aqui

O linchamento de Mario Yamasaki II

Apresentador que criticou árbitro durante o UFC Rio tenta explicar declarações

Depois da desclassificação do brasileiro Erick Silva, no UFC Rio II, pelo árbitro Mario Yamasaki, o apresentador do evento, Joe Rogan, se mostrou surpreso com o resultado da luta -  o juiz enxergou golpes aplicados pelo atleta na nuca do adversário, Carlos Prater. Visivelmente indignado, ele decidiu interpelar o mediador do combate ainda sobre o octógono. E foi enfático ao criticar o desfecho do combate. Depois do torneio, Rogan emitiu uma nota pela qual tenta apagar possíveis ofensas a Yamasaki e se coloca na posição de espectador dos duelos dentro dos ringues. Confira o comunicado:

Ele é um grande cara e sempre fico feliz por vê-lo. No entanto, quando entro no octógono, eu represento as pessoas que estão assistindo em casa que devem ter questões óbvias e quando algo é polêmico sou forçado a confrontar isso honestamente porque é o que gostaria de ouvir de uma pessoa em minha posição se eu fosse um fã assistindo a isso de casa.

Acho o Mario Yamasaki um dos melhores do mundo em arbitrar MMA. Não há dúvida sobre isso. Ele tem profunda percepção do esporte, tem sido praticante de artes marciais durante toda a vida e é um cara muito inteligente. Eu agi daquela maneira porque eu vi um incrível talento ter uma vitória por nocaute negada por uma decisão questionável. Quando entrei no octógono e me disseram que o resultado oficial seria a desqualificação devido aos socos ilegais aplicados atrás da cabeça, todos que estavam próximos e que ouviram a notícia abriram a boca em choque. Todo mundo disse: O quê?

As pessoas não conseguiam acreditar naquilo. Tive que ler novamente para eles porque achei que se tratasse de um engano, e quando expliquei ao Goldie [Mike Goldberg, parceiro de Joe nas transmissões do UFC] ele não acreditou também. Eu tive que perguntar ao Mario sobre aquilo. Não sabia como ele iria responder mas tive que perguntar. Erick Silva é um lutador muito promissor e me senti na responsabilidade de dirigir um comentário àquela questão. Não pretendi desrespeitar.

UFC cada vez mais brasileiro

Texto oficial do UFC:

De volta à Cidade Maravilhosa, o UFC ofereceu uma noite para brasileiro nenhum botar defeito. O UFC Rio (142), realizado nesse sábado, dia 14, na HSBC Arena, terminou com um saldo de nove brasileiros vitoriosos – sob o agora habitual barulho da torcida. No duelo principal da noite, José Aldo defendeu o título dos pesos penas do UFC com um devastador nocaute sobre Chad Mendes. Embalado pela torcida “de casa”, Vitor Belfort finalizou Anthony Johnson no primeiro round da co-luta principal. Queridinho da torcida, Toquinho finalizou Mike Massenzio com sua característica chave-de-perna em menos de dois minutos. Edson Barboza foi outro destaque da noite, nocauteando Terry Etim com um devastador chute giratório contra a cabeça.

“O Brasil vai ser o país do UFC. Daqui a dois anos, seremos como o futebol”, previu Vitor Belfort na coletiva de imprensa. “Como o Vitor disse, O MMA se tornou enorme no país”, continuou Dana White, dando boas notícias para os brasileiros. “Definitivamente voltaremos a São Paulo no meio do ano e, do jeito que as coisas estão indo, talvez consigamos fazer um evento antes do fim do ano.”

Aldo nocauteia e Belfort finaliza para coroar noite verde e amarela

Foi o desfecho ideal para uma noite estrelada para os fãs brasileiros. Embalado pelos gritos da torcida, José Aldo Junior defendeu seu título dos pesos penas pela terceira vez contra o americano Chad “Money” Mendes em altíssimo estilo. Mendes, que seguia invicto em sua carreira profissional, foi derrubado por uma das letais joelhadas do brasileiro – que ainda desferiu alguns golpes contra o adversário antes do fim oficial da luta. Após a vitória, Aldo quebrou o protocolo e correu para comemorar sua vitória no meio da torcida. “Não gosto de atletas correndo para a torcida, mas foi divertido de assistir, foi a primeira vez que vi isso sendo feito do jeito certo”, brincou Dana White sobre a estripulia do lutador manauara.

Consolidando seu status como um dos melhores lutadores pound for pound da atualidade, Aldo comemorou mais uma vitória devastadora no octógono – a décima consecutiva. “Esse é o espírito que eu queria essa noite. Os fãs me deram muita energia. Nós sabíamos que Chad tentaria me derrubar. Nos preparamos para isso e tive a chance de acertar a joelhada. Estava tão emocionado que quis celebrar com o meu pessoal”

Embalado pela torcida de casa, Vitor Belfort não deu chances para Anthony Johnson. Sob os gritos de “Olê, olê, olê”, o carioca levantou a Arena da Barra com sua 21ª vitória. No início do round, Johnson chegou a acertar um golpe de direita. Derrubado, Vitor trabalhou por baixo até o árbitro ordenar que os dois prosseguissem de pé. Anthony continuou tentando levar a luta para o chão, lançando-se contra as pernas do brasileiro. O embate foi interrompido mais vezes por falta de ação. Após escapar de mais uma tentativa de queda, Belfort dominou Johnson no chão. Ele tentou uma finalização, partiu para socos e cotoveladas, e, por fim, controlou suas costas, encaixando um mata-leão aos 4 minutos e 49 segundos do primeiro round.

“Meu sonho foi realizado hoje, a gente está na Globo e o UFC é paixão nacional. Foi um prazer dar essa vitória para vocês”, comemorou Belfort, aumentando a já estrondosa torcida da Arena. “Eu sabia que ia nocautear ou finalizar. Eu senti a vibração do público e foi uma noite maravilhosa”.

Toquinho e Barboza levam os bônus da noite; Erick Silva é desclassificado

No terceiro embate, Toquinho voltou às raízes ao derrotar Mike Massenzio com sua especialidade: a chave-de-perna. Após pouco tempo de trocação tímida, o brasileiro foi em direto em direção às pernas do adversário, que bateu a 1 minuto e 35 segundos do primeiro round. Com a vitória – terceira seguida na organização -, o mineiro agora soma nove finalizações entre suas 11 vitórias como profissional. “Se eu estiver bem da cabeça, eu consigo fazer bem”, brincou o lutador mineiro.

Edson Barboza ditou o tom do card principal. Aos 2 minutos e 2 segundos do terceiro round, o brasileiro encaixou um devastador chute giratório contra o rosto de Terry Etim, que desabou instantaneamente. O desfecho da luta, até então de muito estudo, rendeu a Barboza o bônus de nocaute da noite. O inusitado nocaute – sétimo da carreira de nove vitórias do brasileiro – levou a HSCB Arena à loucura. “Lutar no Brasil é diferente de lutar em qualquer outro lugar no Brasil”, comemorou Barboza. “Em uma luta, você tenta coisas e espera que elas funcionem. Hoje, (o chute) funcionou.” A luta também foi premiada como melhor da noite.

Erick Silva chegou a comemorar sua vitória por nocaute – a segunda em suas duas participações no octógono -, mas logo recebeu a má notícia. Carlos Prater, derrubado em menos de 30 segundos pelo adversário, foi declarado vencedor devido a golpes ilegais por parte de Silva. A decisão foi de Mario Yamasaki, árbitro do embate. Visivelmente chateado, Erick pediu desculpas à torcida: “todos aqui sabem que não foi intencional”. Em sua última luta, no UFC 134, Silva derrubou Luís “Beição” Ramos em apenas 40 segundos.

Pyle é “estraga-prazeres” no card preliminar

A noite começou bem para os brasileiros. Felipe “Sertanejo” Arantes conquistou a primeira vitória da noite, igualando seu placar na Cidade Maravilhosa – ele havia sido derrotado por Yuri Marajó em sua estreia, no UFC 134. E foi de virada: no primeiro round, o estreante Antonio Carvalho chegou a derrubar e conseguir a montada sobre o brasileiro. Após um segundo round equilibrado, Sertanejo consolidou seu triunfo no terceiro – quando derrubou e controlou a luta na guarda. Seu desempenho garantiu a decisão unânime dos juízes e sua primeira vitória no UFC. “Provei às pessoas do Brasil que pertenço ao octógono”, comemorou.

Na segunda luta da noite, Ricardo Funch estreou em seu país natal com derrota para Mike Pyle por nocaute técnico a 1 minuto e 22 segundos do primeiro round. A arma de Pyle foi uma joelhada certeira, aplicada do clinch, que derrubou o brasileiro contra a grade. Retomando a boa sequência brasileira, Yuri Marajó não deu chances a Michihiro Omigawa. Ainda no primeiro round, o brasileiro uniu boa sequência de golpes de pé com criativas tentativas de finalização – culminando com uma chave-de-braço que, não fosse pelo fim oficial do round, poderia ter encerrado a luta. Após um segundo round de domínio, Marajó passou maus momentos no terceiro, mas se recuperou e conquistou sua segunda vitória no octógono.

No primeiro duelo 100% brasileiro, Gabriel “Napão” redimiu-se de sua última derrota com uma finalização aos 3 minutos e 22 segundos do primeiro round – a primeira finalização nas duas edições cariocas do UFC. Pisando no octógono pela primeira vez desde 2010, Napão comemorou o retorno. “Foi ótimo voltar ao octógono. Eu mostrei que ainda tenho minhas habilidades de jiu-jitsu aqui esta noite. Meu tempo fora do UFC foi bom. Lidei com assuntos pessoais e voltei com foco novo. Antes, eu estava treinando bem, mas minha cabeça não estava lá. Agora, estou melhor”, declarou.

O catarinense Thiago Tavares manteve a invencibilidade em eventos cariocas do UFC após uma das lutas mais equilibradas do evento. Após dominar o primeiro round, Tavares teve uma tarefa difícil. Ao final do terceiro, o brasileiro chegou a balançar com um soco certeiro do americano, mas se recuperou e conquistou a decisão unânime dos juízes. Feliz com o que definiu como a maior vitória de sua carreira, Tavares confessou sua surpresa por ter vencido a luta de pé. “Ele foi o adversário mais duro que já enfrentei. Tenho que ser honesto: de todas as maneiras que via essa luta acontecendo, nunca imaginei vencê-lo de pé”.

Resultados

Card principal
José Aldo derrotou Chad Mendes por nocaute a 4m59s do R1
Vitor Belfort derrotou Anthony Johnson por finalização (mata-leão) a 4m45s do R1
Rousimar “Toquinho” Palhares derrotou Mike Massenzio por finalização a 1m3s do R1
Carlo Prater derrotou Erick Silva por desclassificação a 29s do R1
Edson Barboza derrotou Terry Etim por nocaute a 2m2s do R3

Card preliminar
Thiago Tavares derrotou Sam Stout por decisão unânime dos jurados
Gabriel “Napão” Gonzaga derrotou Ednaldo Oliveira por finalização (mata-leão) a 3m22s do R1
Yuri Alcântara derrotou Michihiro Omigawa por decisão unânime dos juízes
Mike Pyle derrotou Ricardo Funch por nocaute técnico a 1m22s do R1
Felipe Arantes derrotou Antonio Carvalho por decisão unânime dos jurados

José Aldo quer levar fãs ao delírio no Rio

 

O campeão do peso pena do UFC, José Aldo, quer fazer valer o privilégio de lutar em casa na disputa principal do UFC 142, no Rio de Janeiro, neste sábado. Invicto desde 2005, o dono do cinturão enfrenta Chad Mendes, cujo cartel registra 11 vitórias e nenhuma derrota. O brasileiro tenta impressionar os fãs brasileiros e afirmar de vez o nome entre os grandes do Ultimate. Em vídeo gravado pela ogranização do evento, ele disparou: “Se eu nocautear Chad, o público vai à loucura”.

Os lutadores do UFC Rio II já estão no Brasil. Hoje, eles participam da conferência de imprensa no Copacabana Palace. É a penúltima etapa de compromissos antes de cair no octógono diante da plateia no HSBC Arena. Os atletas participaram, ontem, de um treino aberto na praia carioca.

 

Confira o vídeo oficial de Aldo vs. Mendes

Anthony Johnson chega ao Rio provocando Belfort

Adversário de Vitor Belfort na edição 142 do UFC, que será disputada no próximo sábado, o norte-americano Anthony “Rumble” Johnson já chegou ao Rio de Janeiro mandando o seu recado: “além do mau tempo, trouxe a dor na minha bagagem”, destacou.

Antes de entrar na van que o aguardava, Rumble parou por um instante e se virou novamente para os repórteres. “Digam pro Belfort manter sempre as mãos levantadas”, garantindo que o fato de lutar com a torcida contra não o impedirá de nocautear o adversário.

Lutador de 1,87 m e 84 kg, Rumble tem na troca de golpes sua principal característica e carrega um cartel de 11 vitórias e 3 derrotas. Contra Belfort, o norte-americano espera alcançar o oitavo nocaute de sua carreira.

A voz do UFC Rio II

Principais atletas do torneio no Rio de Janeiro falam à imprensa nesta quarta

Os principais atletas envolvidos no UFC Rio II, realizado no próximo dia 14, vão participar de uma conferência de imprensa nesta quarta, às 16h. Eles devem falar sobre as expectativas para o torneio promovido no Brasil e como pretendem encarar os adversários para sair vitoriosos diante da fanática torcida brasileira.

A organização do evento escalou José Aldo, Chad Mendes, Vitor Belfort e Anthony Johnson para participar da coletiva. Os dois primeiro duelam pelo cinturão do peso-pena, hoje de posse do brasileiro. Belfort, um dos nomes mais conhecidos do MMA no Brasil, tenta retomar a trajetória rumo à disputa pelo título.

O UFC é um torneio de artes marciais mistas transmitido para mais de 150 países, em 21 línguas diferentes. Os mais de 30 eventos ao vivo promovidos todos os anos alcançam um bilhão de pessoas.

Ingressos do UFC Rio começam a ser vendidos hoje

Os ingressos para o UFC Rio II (edição de número 142 do torneio) começam a ser vendidos hoje à noite. A compra só poderá ser feita pela internet (www.ingresso.com), anunciou, ontem, o presidente da entidade, Dana White. Os valores custam entre R$ 137,50 e R$ 1,6 mil. Veja abaixo todos os detalhes sobre como garantir a sua entrada.

Informações da assessoria de imprensa do UFC no Brasil:

Venda de Ingressos:

DIVISÃO DE SETORES E PREÇOS

Octógono Premier Norte (assento marcado) – Inteira R$ 1.600,00 / Meia-Entrada R$ 800,00
Octógono Premier Sul (assento marcado) – Inteira R$ 1.600,00 / Meia-Entrada R$ 800,00
Cadeira Premier Leste (assento marcado) – Inteira R$ 1.600,00 / Meia-Entrada R$ 800,00
Cadeira Premier Oeste (assento marcado) – Inteira R$ 1.600,00 / Meia-Entrada R$ 800,00
Cadeira Especial Norte (sem assent marcado) – Inteira R$ 1.000,00 / Meia-Entrada R$ 500,00
Cadeira Especial Sul (sem assento marcado) – Inteira R$ 1.000,00 / Meia-Entrada R$ 500,00
Arquibancada (sem assento marcado) – Inteira R$ 275 / Meia-Entrada R$ 137,50
Portadores de Necessidades Especiais (sem assento marcado) – Meia-Entrada R$ 137,50
Portadores de Necessidades Especiais Premier (assento marcado) – Meia-Entrada R$ 137,50

COMPRA DE INGRESSOS POR CPF E MEIA-ENTRADA

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Cutucando com vara curta

 

Chad Mendes acerta um chute em Rani Yahya no UFC 133

É bem verdade que o brasileiro José Aldo Júnior ainda não conseguiu mostrar todo o seu potencial no UFC. Ainda assim, acredito que ele esteja um degrau acima dos demais Penas do Ultimate. Não foi por acaso que o “Scarface” se tornou campeão da categoria. Em 14 de janeiro, o manauara vai encarar o norte-americano Chad Mendes no UFC 142, que será disputado no Rio de Janeiro.

Como se desafiar um dos melhores lutadores do mundo fosse pouca coisa, Mendes resolveu provocar o brasileiro. “É uma excelente oportunidade de provar que sou o melhor peso pena do mundo. Vou no quintal da casa dele, sair da minha rotina, e tomar aquele cinturão. Isso definitivamente vai provar que sou o melhor”, garantiu o norte-americano, que ostenta um cartel de 11 vitórias.

Wrestler talentoso, Mendes deve tentar levar o combate para o chão e trabalhar o ground and pound. A estratégia, porém, pode voltar-se contra o norte-americano. Afinal de contas, além de ser um grande striker, José Aldo também é faixa-preta de jiu-jitsu. De qualquer maneira, acho que teremos a oportunidade de assistir o primeiro nocaute do “Scarface” desde que ele chegou ao UFC. #nocauteiaJoseAldo

Ossssss

As estrelas do novo UFC Rio

Dois dos maiores lutadores brasileiros de MMA de todos os tempos estão escalados para defender as cores verde e amarela no retorno do UFC ao país. José Aldo, atual campeão do peso-pena, e Vitor Belfort, ícone do esporte e homem mais novo a conquistar um título do Ultimate, fazem as lutas principais do evento de número 142, no próximo dia 14 de janeiro, na Cidade Maravilhosa. O torneio retorna ao Brasil depois da calorosa – lucrativa – recepção registrada em agosto do ano passado, quando o Aranha Anderson Silva destroçou o japonês Yushin Okami no combate principal.

O campeão José Aldo defendeu o título diante do carismático Kenny Florian, no início de outubro. Ele possui um cartel invejável e é apontado por muitos como o sucessor de Anderson Silva no posto de melhor atleta peso-por-peso do mundo. Aldo enfrentará o norte-americano Chad Mendes, um antigo desafeto. O adversário do brasileiro está invicto há onze lutas e vem de uma vitória por decisão unânime contra Rani Yahya, em agosto, no UFC 133. Vitor Belfort lutará contra o também norte-americano Anthony Jonhson. O brasileiro tem 20 vitórias no currículo e apenas nove derrotas. Nas últimas dez lutas, ele venceu sete e perdeu três.

O presidente do UFC, Dana White, havia prometido, ao fim do UFC Rio, retornar ao Brasil em breve. Ele ficou empolgado com a recepção da torcida e o carinho demonstrado pelos fãs. “O impacto econômico do nosso primeiro evento no Rio (UFC 134, em agosto) foi enorme – aproximadamente 300 mil pessoas tentaram comprar ingressos quando abrimos a primeira carga, 30 milhões de pessoas assistiram ao evento em todo o país e o evento teve uma receita de cerca de US$ 41 milhões para a cidade. UFC Rio teve o clima mais insano que eu já vi. Os fãs foram incríveis e o suporte da cidade do Rio de Janeiro fez do evento um grande sucesso”, disse ele, em declaração reproduzida pelo site Por dentro da Arena.

Os brasileiros Thiago Tavares e Edzon Barbosa, que venceram na edição realizada em agosto, também estão no card do torneio. O UFC Rio 2 será o primeiro no Brasil transmitido pela Rede Globo. A emissora comprou os direitos de transmissão do torneio e vai estrear no esporte com a transmissão, na madrugada deste domingo, com a luta entre o brasileiro Junior Cigano dos Santos e o norte-americano Cain Velasquez, pelo título dos pesados do Ultimate.