Pernambucano Rafaello Tractor se lesiona e está cortado do UFC

 Rafaello Tractor se machucou em treinamento no Rio de Janeiro

A sorte do pernambucano Rafaello Tractor, lutador do UFC, ficou nos Estados Unidos. Depois de deixar a região onde mora, embarcar rumo ao Rio de Janeiro, com escala na terra natal para resolver problemas pessoais e rever familiares, o atleta iniciou com o pé esquerdo a preparação destinada a enfrentar Michael Chiesa. Ele quebrou a mão durante treinamento na Nova União e foi cortado da edição de dezembro da franquia.

O lutador pernambucano anunciou a lesão pelo Twitter depois de o adversário ironizá-lo quando à desistência – forçada, claro – do combate. “Ele foi sábio em desistir para não me enfrentar”, brincou o campeão da mais recente temporada do TUF dos Estados Unidos. Tractor retrucou de forma elegante: “Eu adoraria te nocautear, irmão, mas infelizmente quebrei a mão. Mas vou te ver por aí e adoraria desafiá-lo”, escreveu no microblog.

O pernambucano havia tomado a decisão de viajar ao Brasil para iniciar uma arrancada dentro do Ultimate. Com uma trajetória irregular no torneio, a luta contra Chiesa ganhou ares decisivos para a permanência dele nos quadros da franquia. Rafaello possui 20 vitórias no cartel e apenas cinco derrotas. A maior parte dos insucessos (4), no entanto, é nas duas passagens pelo UFC – quando lutou pela franquia, ele venceu apenas em duas oportunidades. O UFC ainda vai escolher o substituto de Michael. A Rafaello, resta recuperar-se da lesão e se preparar para um novo desafio. De preferência, com mais sorte.

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Fiasco à vista no UFC Rio 3

Evento perde as duas principais estrelas por lesão: José Aldo e Rampage Jackson

O Ultimate Fighting Championship (UFC) tem uma árdua missão pela frente: instituir um mecanismo para frear as constantes lesões dos atletas e, por tabela, reduzir o prejuízo causado por baixas de última horas. Depois do imbróglio do UFC 151 – o primeiro cancelado sob a gestão Zuffa -, com o problema físico de Dan Henderson, a edição do Rio de Janeiro está ameaçada. Pelo menos no prestígio e na capacidade de atrair o público. O presidente da franquia, Dana White, anunciou na tarde desta terça-feira a exclusão de Rampage Jackson e José Aldo do torneio – justamente as duas estrelas do evento.

Rampage veio ao Recife especialmente para fazer a preparação física e competir no Rio de Janeiro. Ele enfrentaria o lutador Glover Teixeira. Conhecido pelo estilo “raivoso” e polêmico, ele consegue arrebanhar uma legião de fãs por onde passa. A inclusão do nome no torneio brasileiro seria uma forma eficaz de alavancar público e redimir a imagem frustrante do UFC realizado em Minas Gerais – quando o card perdeu a luta de Anderson Silva vs. Chael Sonnen e a participação de Vitor Belfort -também machucado. Rampage, segundo Dana, se machucou e está cortado. Em março, ele se lesionou e perdeu a chance de enfrentar Maurício Shogun.

A perda mais significativa, no entanto, é a do campeão José Aldo. Ele faria um duelo histórico contra o ex-campeão dos leves e recém-ingresso na categoria dos penas, Frankie Edgar.  “Agora, é José Aldo que está for a do UFC Rio 3 por conta de uma lesão no pé. Temos muito trabalho pela frente”, postou o dirigente da franquia no Twitter. E tem mesmo. A menos que ele encontre um nome do porte de Anderson Silva – cá para nós, bastante difícil -, o evento fica seriamente comprometido.

O arranjo dos cards no Brasil – à exceção da primeira edição – ficaram a dever. Com a preferência em escalar nomes conhecidos no MMA nacional, os combates deixaram de fora nomes expressivos internacionalmente. A maior queda se deu quando Dana, pressionado por donos de cassino e pela falta de organização da empresa contratada para promover o evento no país, tirou a luta de Anderson Silva e Sonnen do Brasil e levou para os Estados Unidos.

A substituição precisa ser feita rapidamente – para o lutador escalado ter tempo para se preparar – e eficaz tanto do ponto de vista dos fãs e do mundo das artes marciais mistas. As opções são escassas. O próprio Vitor Belfort, nome reconhecido por aqui, tem o desafio de enfrentar Jon Jones no próximo UFC. Lyoto Machida e Shogun, também venerados, recusaram enfrentar o campeão dos meio-médios justamente porque não teriam tempo para se preparar.

Outra dor de cabeça para Dana é a criação de um mecanismo capaz de se preparar para situações emergenciais. Nos últimos meses, as lesões modificaram vários cards – com prejuízo para anunciantes e patrocinadores e o público, ávido por ver o confronto armado com antecedência. Os próximos passos do dirigente são decisivos para a imagem do UFC Rio 3. O risco é claro: se os nomes escolhidos não ficarem a contento, temos a chance de assistir a um fiasco.

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Está difícil de acreditar, Hector…

Lutador já considerado ameaça ao cinturão de Anderson Silva tenta explicar atuação ridícula duas semanas depois de perder e decepcionar dentro do octógono

Hector, ao fundo: decepcionante

Duas semanas após passar de promessa de campeão a fiasco inacreditável, o lutador Hector Lombard decidiu explicar porque rendeu nada no UFC 149, realizado no Canadá. Na fatídica noite, o lutador apontado como ameaça real à hegemonia de Anderson Silva no peso-médio virou peça de ficção. Fez uma luta enfadonha contra Tim Boetsch e amargou a derrota logo na estreia no torneio. A justificativa distribuída ao público hoje, no entanto, é incrível. Cheira a desculpa estapafúrdia de quem decepcionou o chefe, os fãs e, agora, teme pelo futuro na maior franquia de MMA do mundo.

Disse Hector: “Eu quero deixar todos os meus fãs saberem. Eu lutei minha última luta ferido. Eu não estava 100% certo, mas eu fui para os médicos … Eu tenho um esterno fraturado com cartilagem rasgada. Eu tive essa lesão no treinamento para a minha luta com Tim Boetsch. Eu tenho que estar fora por seis semanas. Eu nunca deveria ter lutado assim, mas eu não queria deixar os meus fãs e o UFC para baixo. Amo todos vocês”.

O melodrama e a revelação tardia da lesão soam como oportunismo de uma carreira manchada pela frustração logo na partida. Campeão do Bellator e até então invicto há 23 lutas, Hector migrou para o UFC a peso de ouro. Tornou-se a aposta do mandachuva da franquia, Dana White, principal fiador da transferência dele para o Ultimate. A derrota inesperada forçou uma mudança de rumos no encadeamento dos desafiantes ao cinturão.

Lutar lesionado, claro, diminui as possibilidade de vitória. A prudência, aliás, recomenda evitar subir ao octógono machucado. A integridade física dos atletas é um patrimônio conquistado pelo UFC de valor incomensurável na hora de defender a prática como atividade esportiva. Ainda assim, vale dizer, há quem se aventure a encarar desafios debilitado por problemas físicos. Anderson Silva enfrentou Chael Sonnen no UFC 117 machucado (e venceu). Mas a postura no pós-luta é quem define bem a extensão da gravidade e a personalidade do atleta.

Enquanto Anderson revelou estar lesionado em seguida ao combate, Hector só falou no problema agora, duas semanas depois da derrota. No intervalo entre o fracasso e o desabafo, outros candidatos ao cinturão apareceram. E o Aranha brasileiro pode até mudar de categoria. Apagado pela sombra da expectativa criada em torno de si, Hector reagiu. Voltou a público para dizer: “Ei, eu estava meia-boca, não estava 100%, posso ser mais”.

O movimento tem alvo certo: tenta sensibilizar os fãs e os dirigentes para retornar ao centro das atenções. Mas, se a estratégia repetir a atuação medíocre demonstrada no UFC 149, é melhor ele escolher outra desculpa para escamotear a nova decepção. Alegar, de novo, uma lesão é machucar – com chance de nocaute – a inteligência de quem acompanha o esporte.

Wanderlei: “Se estava com medo, não aceitasse a luta…”

O silêncio, enfim, foi quebrado. Assim que surgiu a notícia da lesão de Vitor Belfort, veio a ansiedade pela reação de Wanderlei Silva, que enfrentaria o “Fenômeno” na final do The Ultimate Fighter Brasil.

Mas o “Cachorro Louco” parecia estar alheio a tudo. Um dos lutadores mais ativos no twitter, o treinador da equipe azul do TUF não postou nada acerca da lesão do rival.

Wanderlei até comentou o episódio do último domingo do reality show, mas sequer tocou no assunto do corte de seu desafeto. No início da tarde desta segunda-feira, porém, a inércia chegou ao fim.

Depois de ler uma notícia onde Belfort disse estar pronto para lutar com uma mão só, Wanderlei foi à loucura. “Com uma mão só?! hahahahaha O senhor é um fanfarrão! Somos profissionais! É uma grande irresponsabilidade não ter cuidado nos treinos. Um grande desrespeito com os fãs”, destacou.

Em seguida, Wanderlei questionou a veracidade da contusão do rival. “Ninguém treina tão forte duro assim ao ponto de socar tão forte. Nós usamos os melhores equipamentos.  Se estava com medo, não aceitasse a luta”, provocou. “Se quebrou de verdade, é muito amadorismo. Se não quebrou, arregou. Nos dois casos, é desrespeito.”

Também pelo twitter, Belfort resolveu responder: “O desequilíbrio emocional de uma pessoa revela seus medos. Confiança não é arrogância. Permaneço confiante e mantenho meu respeito com o meu adversário, pois agora, minha luta é contra a lesão”, resumiu.

Belfort fala sobre a fratura que o tirou do UFC 147

Apesar da sequência de frustrações acerca do evento, a revanche entre os desafetos Vitor Belfort e Wanderlei Silva estava mexendo com os amantes do MMA. A rivalidade entre os dois cresceu sensivelmente desde o início do The Ultimate Fighter Brasil. E aos poucos, motivado pelo reality show, o público brasileiro começou a se dividir entre as torcidas dos dois lutadores.

A fratura na mão de Belfort foi um balde de água fria nas pretensões de todos os envolvidos com o combate.  O lutador quebrou o quarto metacarpo da mão esquerda durante um treinamento, precisou passar por uma pequena intervenção cirúrgica e está afastado dos treinamentos por pelo menos quatro meses.

Ainda bastante chateado, Dana White voltou a garantir que Wanderlei está mantido no card. “Estou trabalhando nisso, mas Wanderlei vai lutar”, garantiu. O presidente do UFC adiantou que já está negociando com o substituto, cujo nome deverá ser anunciado ainda esta semana.

No vídeo abaixo, Belfort comenta a lesão.

 

Napão se lesiona e está fora do UFC 146

O lutador Gabriel “Napão” Gonzaga foi cortado do card do UFC 146, que será disputado em 26 de maio, em Las Vegas. O brasileiro sofreu uma lesão durante os preparativos para o evento e não terá condições de se recuperar a tempo de participar do evento que contará somente com pesos-pesados em seu card principal.

Sem perder tempo, a cúpula do Ultimate já anunciou o substituto. O novo adversário de Roy Nelson será seu compatriota, o norte-americano Dave Herman, cujo cartel é de 21 vitórias e somente três derrotas.

Herman, que foi derrotado pelo holandês Stefan Struve em 15 de fevereiro, aceitou o convite imediatamente, apesar do curto período de preparação. Esta será a segunda mudança de adversário de Roy Nelson. Inicialmente, ele enfrentaria o brasileiro Antônio Pezão, que agora, vai encarar Cain Velasquez.

Lesão tira Trator de edição do UFC

Um dos três representantes de Pernambuco no Ultimate Fighting, Rafaello “Trator” Oliveira não poderá participar do UFC on FX1, que será disputado em janeiro, em Nashville, Estados Unidos. Através de seu twitter, o lutador revelou não ter conseguido se recuperar da lesão na mão.

Apesar de ostentar um cartel de 14 vitórias e 5 derrotas, o retrospecto do pernambucano no UFC não é nada bom. Em cinco combates, Trator alcançou somente um triunfo, e vem de uma sequência de duas derrotas, desde que retornou ao Ultimate.

Para renovar o contrato com o Ultimate, Trator sabe que precisa de um bom desempenho em seu próximo compromisso, e vinha se preparando intensamente nos últimos meses, para encarar o sueco Reza Madadi. Diante da importância do confronto, é bem provável que a cautela tenha sido a melhor escolha para o pernambucano. Que ele se recupere logo e mostre o seu potencial! Boa sorte e boa recuperação, guerreiro!

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Minotauro escapa de cirurgia

Alívio depois da dor. Os médicos descartaram a necessidade de cirurgia para tratar a lesão sofrida pelo peso-pesado Antônio Rodrigo Minotauro. O lutador brasileiro teve uma fratura no úmero após um kimura aplicado pelo adversário Frank Mir, no UFC 140, ser levado ao limite. A imagem do braço invertido e a aparente “quebra” transmitida pela televisão preocuparam os fãs de MMA e admiradores do atleta em todo o mundo.

Minotauro se consultou com um especialista, ontem, em Los Angeles, na Callifórnia, indicado pelo Ultimate. Ele compareceu à clínica com o irmão, Rogério Minotouro. Depois de ser submetido a exames, a hipótese de uma intervenção cirúrgia, temida pelo atleta, acabou afastada. O tratamento será feito, segundo o UFC, à base de exposição de ultrassom durante 20 minutos, duas vezes ao dia. Ele precisará usar uma tala ajustável no braço. O único movimento possível será o do cotovelo.

O lutador ficou bastante aliviado com a notícia: “As orações de todos os amigos fizeram efeito. Não precisarei operar! Brasil, estou voltando para casa! Thanks for the support friends!”, comemorou via Twitter.

O retorno ao octógono, no entanto, deve esperar cerca de nove meses, segundo a projeção do médico responsável por examinar o atleta.  Minotouro, irmão dele, demonstrou mais otimismo: “O médico disse que não precisa fazer a cirurgia. Falou que o osso calcifica e que, em cinco meses, ele está lutando de novo”, postou no microblog. Quem conhece Minotauro sabe: dar a volta por cima é uma questão de tempo para o lutador. Tomara que pouco tempo.

A lesão de Shogun

Aqueles que acompanham a carreira de Maurício Shogun desde a época do Pride já desconfiavam da possibilidade de haver algo de estranho com o lutador. Desde que assinou com o UFC, o curitibano mostrou o estilo explosivo que o alçou ao status de estrela do extinto evento japonês em poucas oportunidades. Aquele Shogun agressivo e impetuoso só deu as caras mesmo no segundo confronto com Lyoto Machida e contra Forrest Griffin.

Ainda que tenha feito uma luta histórica contra Dan Henderson, Shogun não foi contundente como se esperava. O lutador que subiu no octógono do UFC 139 estava um pouco inchado, fora de forma. A grande virtude do brasileiro ali foi mostrar uma impressionante habilidade de suportar o castigo imposto pelo norte-americano. Nesse aspecto, Shogun foi um verdadeiro guerreiro em cima do ringue.

Nas semanas que antecederam a luta, a escolha por treinos secretos intrigou a mídia e os fãs. A justificativa de que seria uma estratégia para ficar mais concentrado não colou. Ao que parece, Shogun sofreu uma séria lesão no ombro direito, que o impediria de participar do confronto. Segundo informações, o brasileiro deslocou a clavícula e rompeu um ligamento na região. Como não queria cancelar a luta, teria escondido a contusão, por acreditar que teria condições de se recuperar.

Demoramos um pouco para tratar este assunto porque queríamos checar melhor as informações. Acredito que insistir no confronto não foi uma decisão acertada. Ainda que Shogun tenha presenteado os amantes do MMA com uma das melhores lutas da história do esporte, ele se colocou sob um risco desnecessário. Espero que a lição tenha sido assimilada e que aquele guerreiro do Pride volte também a brilhar no UFC.

A maldição dos cinturões do UFC

Uma lesão no joelho do canadense George St-Pierre frustrou os fãs do MMA, sempre ávidos por disputas de títulos. Campeão dos meio-médios do UFC, GSP enfrentaria o norte-americano Carlos Condit na edição 137 do principal torneio de lutas do mundo, que agora terá o confronto entre BJ Penn e Nick Diaz como evento principal. Dos atuais detentores de títulos do UFC, St-Pierre era o único que ainda não havia sido prejudicado por uma lesão.

Confira a lista:

23 de outubro de 2010

Cain Velasquez (Pesados)

Lesão – Machucou o ombro durante a luta contra Brock Lesnar (UFC 121), onde conquistou o título da categoria.

Situação – Recuperado de cirurgia realizada em janeiro deste ano, se prepara para encarar o brasileiro Júnior Cigano no UFC on Fox, em 13 de novembro.

 

24 de novembro de 2010

José Aldo (Penas)

Lesão – Se preparava para enfrentar Josh Grispi em sua estreia no UFC, quando lesionou a coluna e precisou cancelar o combate.

Situação - Recuperado, defendeu o cinturão contra o canadense Mark Hominick (UFC 129) e depois contra o norte-americano Kenny Florian (UFC 136).

 

25 de abril de 2011

Jon Jones (Meio-pesados)

Lesão – Sofreu uma grave lesão no ligamento da mão direita durante os preparativos para encarar Rashad Evans no UFC 133.

Situação – Jones enfrentaria Evans no UFC 135, mas dessa vez foi seu oponente que se machucou. Sobrou para Quinton Jackson, que foi completamente dominado pelo campeão.

 

9 de maio de 2011

Frankie Edgar (Leves)

Lesão – Machucou a coluna e uma costela durante os treinos para a revanche contra Gray Maynard, que ocorreria no UFC 130.

Situação – O aguardado combate foi realizado no UFC 136, com uma vitória surpreendente de Edgar, que nocauteou o oponente após sofrer dois knock downs no primeiro round.

 

Julho de 2011

Anderson Silva (Médios)

Lesão – Ainda se recuperava da dura vitória sobre Chael Sonnen, quando machucou o ombro nos preparativos para o UFC Rio.

Situação – Apesar da lesão, resolveu enfrentar o japonês Yushin Okami e manteve o cinturão da categoria. No entanto, a lesão se agravou e só voltará ao octógono em 2012.

 

1º de outubro de 2011

Dominick Cruz (Galos)

Lesão – Contestado por se estilo conservador, Dominick Cruz foi ao limite e fraturou a mão direita durante o combate contra Demetrius Johnson, no UFC on Versus 6.

Situação – Apesar da lesão, Cruz não apenas seguiu no combate, como também conseguiu derrotar o adversário e manter o cinturão. Agora, o campeão se recupera da cirurgia.