Comandante divulga nota de repúdio sobre PM melado em protesto

Após o episódio ocorrido na última segunda-feira, onde um policial militar teve o rosto melado de tinta durante uma manifestação na Avenida Conde da Boa Vista, o comando da PMPE divulgou uma nota de repúdio nesta sexta-feira. Confira a nota na íntegra:

Militar foi melado no rosto . Foto: Alcione Ferreira/DP/D.A Press

Militar foi melado no rosto . Foto: Alcione Ferreira/DP/D.A Press

O Comando da Polícia Militar de Pernambuco vem, de forma veemente, tornar público o seu apoio ao policial militar que, durante o exercício de suas atividades profissionais, servindo à população na proteção da vida, do patrimônio e da dignidade humana, foi atingido no rosto e no seu uniforme com tinta que seria utilizada em pichação de paredes, durante um protesto realizado por ambulantes na avenida Conde da Boa Vista, na última segunda-feira (24).
Não podemos admitir que os integrantes da Polícia Militar de Pernambuco, entidade com 188 anos de serviços prestados à sociedade, sejam tratados de forma afrontosa por indivíduos que não têm compromisso com o civismo e, tampouco compreendem o direito à cidadania. Manchar com tinta a farda de um Policial Militar arrepia e contradiz os direitos democráticos conquistados pela sociedade durante anos de luta.
Por fim, o Comando Geral da Corporação em nome de toda família policial militar, irmana-se com o PM, que pelo treinamento, senso de responsabilidade e compromisso profissional, portou-se de forma irrepreensível e com total respeito aos Direitos Humanos, mesmo sendo visivelmente afrontado e instigado a agir por outros meios de força, legalmente amparados, quando do exercício da sua nobre e honrosa missão.
JOSÉ CARLOS PEREIRA
Comandante Geral

Corregedoria da SDS apura denúncia contra comando do 1° Batalhão

A Corregedoria Geral da Secretaria de Defesa Social (SDS) determinou a abertura de uma sindicância para apurar as denúncias feitas pelos policiais militares do 1º Batalhão da Polícia Militar de Pernambuco, o Duarte Coelho, responsável pelo policiamento na cidade de Olinda, no Grande Recife.

Numa carta destinada ao governador do estado, ao secretário de Defesa Social e aos órgãos de proteção aos direitos humanos, a tropa diz que chegou ao “limite tolerável, melhor dizer, do suportável”. Segundo militares desse batalhão, durante muito tempo a conduta do comandante da unidade, tenente-coronel Gustavo Alves de Lira, é vista como “inflexível e rígida”.

Batalhão Duarte Coelho fica em Olinda. Foto: Ricardo Fernandes/DP/D.A Pres

Batalhão Duarte Coelho fica em Olinda. Foto: Ricardo Fernandes/DP/D.A Pres

O corregedor Sidney Lemos afirmou que a denúncia já foi encaminhada para o corregedor-auxiliar da área militar. “Recebemos uma denúncia contra o comandante e estamos apurando as circunstâncias. Encaminhei para o corregedor militar para que ele analise o que foi relatado pelos militares”, ressaltou Lemos. De acordo com um soldado do 1º BPM, que preferiu o anonimato, o cotidiano no batalhão é muito rígido.

“Estamos com a escala de serviços acima do normal, algumas folgas de oficiais foram cortadas e somos tratados com total desrespeito. Outro problema grave que ocorreu foi a polêmica com o pessoal do motopatrulhamento, que estava sendo obrigado a trabalhar 12 horas por dia”, revelou o militar.

A assessoria de imprensa da PMPE, disse que uma reunião entre a Associação de Cabos e Soldados e o comando da unidade tratou sobre os assuntos questionados pelo efetivo do batalhão. Segundo a nota enviada pela PM, em agosto do ano passado o comando do BPM solicitou aos PMs que trabalhavam com motos mais atenção com a manutenção dos veículos e concedeu “fardamento mais adequedo e confortável”, o que é negado pelos militares.

A PM afirma ainda que implantou uma escala de oito horas de serviço com 40 horas de folga, contanto que a tropa cumprisse as metas do Pacto pela Vida. No entanto, a corporação esclarece que para atender às metas para o combate aos Crimes Violentos contra o Patrimônio (CVP) houve a necessidade de reforçar o policiamento em algumas áreas, o que acarretou no retorno da escala de 12h de trabalho por 36h de folga. Ainda segundo a PM, não são verícidas as denúncias de represálias contra os militares do 1º Batalhão.

Cabo da PM que se envolveu em confusão vai depor na Corregedoria

O cabo da Polícia Militar que se envolveu em uma confusão no bairro dos Aflitos será intimado a prestar depoimento na Corregedoria Geral da Secretaria de Defesa Social (SDS). Segundo o corregedor Sidney Lemos, o militar que está à disposição do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) não terá o nome revelado. “Determinei a abertura de uma sindicância administrativa disciplinar que vai apurar todas as circunstâncias do ocorrido. Vamos ouvir as testemunhas, os policiais envolvidos na ocorrência e, apenas no final, o cabo que está sendo investigado, porque ele está sendo acusado”, contou Lemos.

Depois de ter furado uma blitz da Lei Seca e ter invadido um supermercado na Avenida Rosa e Silva com uma arma na mão, o militar deixou clientes e funcionários da loja em pânico. O caso aconteceu na tarde da última terça-feira. O militar estava em um veículo de modelo não informado com mais dois colegas, todos com sinais de embriaguez.

Corregedoria apura confusão com cabo da Polícia Militar

A Corregedoria Geral da Secretaria de Defesa Social (SDS) investiga um cabo da Polícia Militar de Pernambuco, cujo nome não foi divulgado, que teria furado um bloqueio da Lei Seca e causado uma confusão no bairro dos Aflitos, na Zona Norte do Recife. Clientes e funcionários de um supermercado localizado na Avenida Conselheiro Rosa e Silva passaram por momentos de pânico no fim da tarde da última terça-feira depois que o militar furou um bloqueio e fugiu.

Fotografia tirada a partir de um apartamento de um prédio na Avenida Rosa e Silva mostra movimentação policial em frente ao Bompreço. Houve tensão e muito engarrafamento em plena véspera de Natal (CLAUDINHO LACERDA/DIVULGACAO)

De acordo com a Assessoria de Comunicação Social da Polícia Militar, o cabo estava em um veículo, de modelo não informado, com mais dois colegas, todos com sinais de embriaguez. Após fugir do bloqueio, o PM que está à disposição do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) foi perseguido e chegou a dar um empurrão em um dos policiais que participava da operação. O cabo ainda teria entrado no supermercado e sacado uma arma, causando pânico em quem estava na loja.

Durante a confusão, várias viaturas foram acionadas como reforço e a polícia acabou fechando o tráfego de veículos no cruzamento da Rua Conselheiro Portela com a Avenida Conselheiro Rosa e Silva. Apesar do susto, ninguém ficou ferido. No entanto, quem passava pelo local ou quem mora nos prédios das proximidades ficou bastante assustado com a situação. “Foi uma confusão muito grande. Eu estava em casa quando escutei o barulho das sirenes das viaturas e fui olhar da varanda o que estava acontecendo. O trânsito ficou interditado por um tempão até que a situação fosse controlada”, disse um morador das proximidades, que preferiu não revelar a identidade.

Excessos
Relatos de testemunhas dizem que os militares que chegaram para atender à ocorrência estavam bastante alterados. As testemunhas reclamaram que os policiais teriam cometido excessos, chegando a deter um consumidor que teria questionado a truculência policial e ameaçado deter uma cliente por acreditar que ela estivesse filmando a ação, uma vez que a senhora falava ao telefone celular.

“A forma como os policiais estavam agindo era absurda. Detiveram uma pessoa que fez um comentário sobre a confusão e ainda ameaçaram prender uma mulher por acharem que ela estava filmando a ação”, contou uma testemunha.

Segundo a Assessoria de Imprensa da SDS, o corregedor geral Sidney Lemos confirmou que o órgão recebeu a ocorrência envolvendo o policial militar ainda na terça-feira, porém, os detalhes sobre o caso serão levantados a partir de hoje, quando o caso começará a ser apurado. O corregedor disse que ainda não sabia o nome do militar envolvido na ocorrência.

Corregedoria da SDS vai ouvir PM que postou vídeo com tricolores

A Secretaria de Defesa Social (SDS) identificou o responsável por postar o vídeo em que torcedores da facção organizada Inferno Coral foram obrigados a entoar o grito de guerra do rival Sport “Ccazá, cazá”. O nome não foi divulgado, mas trata-se de um policial, que será interrogado pela corregedoria. A comissão de sindicância vai avaliar o caso e a partir de hoje serão convocados os interrogatórios.

A partir do depoimento deste policial a Corregedoria quer identificar os demais envolvidos no caso, que também serão ouvidos. A investigação também conta com informações dadas por testemunhas. “Já identificamos o responsável por postar o vídeo e estamos apurando os demais responsáveis pelo que aconteceu”, afirmou o corregedor da SDS, Sidney Lemos.

Ainda não se sabe qual tipo de punição será aplicada aos envolvidos nos casos. Isso só vai ser possível após a apuração completa. “Temos que ouvir os envolvidos primeiro para saber a responsabilidade de cada um. Depois disso é que a comissão vai avaliar o que será feito com cada um”, explicou Sidney Lemos.

Parentes e amigos do PM assassinado cobram empenho nas investigações

Alisson Lima Ribeiro, 24 anos, era soldado da Polícia Militar de Pernambuco. Trabalhava com o objetivo de diminuir a violência em nosso estado. No sábado passado, Alisson foi baleado na BR-232, quando deixava o trabalho e seguia para casa. Nessa quarta-feira, passou a fazer parte das estatísticas de criminalidade. Morreu no Hospital Otávio de Freitas depois de passar três dias internado na UTI.

Soldado era constantemente homenageado. Foto: Divulgação

Soldado (à dir.) era constantemente homenageado pelos superiores. Foto: Divulgação

Seu corpo foi sepultado nessa quinta-feira, no Cemitério Parque das Flores. Parentes e amigos não contiveram a emoção no último adeus. Alisson tinha uma vida inteira pela frente e era visto como um excelente policial pela corporação. Seu caminho, no entanto, foi interrompido bruscamente. Resta agora à polícia investigar quem foram os responsáveis pela morte do jovem.

Nas redes sociais, amigos do militar cobram empenho das autoridades para esclarecer o caso e prender os assassinos. Muitos deles estão revoltados com a violência do crime e chegaram a questionar porque não houve o mesmo tratamento dado ao assassinato do promotor Thiago Faria Soares, morto em Itaíba, no dia 14 de outubro.

Leia mais sobre o assunto em:

Morre policial militar do 6º Batalhão baleado na BR-232

Morre policial militar do 6º Batalhão baleado na BR-232

Deve ser sepultado na manhã desta quinta-feira o corpo do policial militar Alisson Lima Ribeiro, 24 anos, que era lotado no 6º Batalhão da Polícia Militar. O PM estava internado desde o último sábado após ter sido baleado no final da tarde, na rodovia BR-232, próximo a cidade de Moreno, após sair do trabalho.

Alisson tinha 24 anos. Foto: Reprodução/Facebook

Alisson tinha 24 anos. Foto: Reprodução/Facebook

Alisson morreu no por volta das 12h desta quarta-feira, no Hospital Otávio de Freitas, no bairro do Sancho, no Recife. O militar estava em sua moto quando um carro ainda não identificado emparelhou ao seu lado e fez vários disparos. Dois tiros atingiram o soldado. A polícia está investigando o crime, mas ninguém foi preso ainda.

Soldado era constantemente homenageado. Foto: Divulgação

Soldado era constantemente homenageado. Foto: Divulgação

Segundo colegas da Polícia Militar, o soldado Alisson Ribeiro era considerado um policial honesto, destemido, prestativo e sempre disposto a trabalhar. Homenagens ao mesmo eram uma rotina, de acordo com o capitão Manoel Augusto do Rego Barros de Lima. Alisson servia na 4ª  Companhia do 6º BPM,  em Moreno.

“Não contavam com a minha astúcia…”

Um homem de 26 anos foi o responsável por mobilizar, na manhã desta quarta-feira, vários homens do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar de Pernambuco. José Carlos Monteiro dos Santos, 26 anos, foi protagonista de uma cena inusitada após uma suposta tentativa de assalto frustrada. Depois de ter recebido voz de prisão, o homem tentou fugir se escondendo em um bueiro da rede de esgostos.

O rapaz estava acompanhado de uma adolescente de 17 anos, que foi apreendida e levada para a Gerência de Polícia da Criança e do Adolescente (GPCA), da Avenida Fernandes Vieira, na Boa Vista, e José Carlos, para a Delegacia do Espinheiro. A cena chamou a atenção de quem passava pelas proximidades da Rua Largo do Feitosa, no bairro da Encruzilhada.

Bombeiros tentam resgatar da rede de esgoto da Rua Largo do Feitosa, no bairro da Encruzilhada, um homem que tentou invadir um edifício. Foto: Júlio Jacobina/DP/D.A Press

O casal foi surpreendido por um morador, que é policial militar do 1º Batalhão de Trânsito, após ambos terem entrado no prédio. Ao ser abordado pelo PM no pilotis do edifício, o casal alegou que tinha ido lá para acertar um emprego com o síndico. Mas o PM alegou que o síndico havia morrido há dois meses e, insistiu em saber o que eles estavam fazendo no condomínio.

Então, o homem respondeu que tinha ido fazer um serviço em um carro e apontou para um veículo estacionado no prédio. Coincidentemente, o carro pertencia ao PM, que resolveu dar voz de prisão, rendendo a mulher, mas o marido dela saiu correndo e entrou na rede de esgoto.

Depois de quase cinco horas de trabalhos de resgate, acreditando que o homem teria conseguido escapar ou teria desmaiodo por conta da inalação de gases tóxicos, podendo ter morrido dentro da tubulação. Após encerradas as buscas do Corpo de Bombeiros, o homem resolveu sair de um bueiro. Populares voltaram a acionar a polícia e o suspeito voltou a entrar na rede de esgotos, por volta das 11h, se entregando em seguida.

Com informações do Diariodepernambuco.com.br

 

Comandante da Polícia Militar de Pernambuco é cantor e músico

O efetivo de 18 mil homens da Polícia Militar de Pernambuco (PMPE) está sendo comandado por um cantor. O coronel que está ocupando o mais alto posto da corporação toca violão desde os 16 anos e canta músicas de pop rock e forró tradicional. Até deixar o Sertão para encarar o novo desafio, o coronel Carlos Pereira, 48, fazia parte da Banda Thempus, que costumava fazer apresentações em eventos beneficentes, principalmente em Petrolina. Recém empossado como novo comandante da PM, o oficial revelou que a banda deu uma parada por enquanto.

Coronel (de chapeú) toca violão e canta. Foto: Reprodução/Facebook

Coronel (de chapeú) toca violão e canta. Foto: Reprodução/Facebook

De agora em diante, o coronel cantor tem como maior desafio levar à frente a vontade do governo do estado em seguir cumprindo as metas do programa estadual de segurança Pacto pela Vida e motivar um efetivo que não tem se mostrado satisfeito com as condições de trabalho e com a remuneração recebida.

Com uma vasta experiência no policiamento do Sertão, Carlos Pereira adiantou que vai dar continuidade ao trabalho que estava sendo desenvolvido pelo coronel Luís Aureliano e investir ainda mais na filosofia de Polícia Comunitária. “Um dos pontos fortes da minha gestão vai ser a ampliação da interação da polícia com a comunidade. Esse é um exemplo que tem dado certo em vários estados do Brasil e em alguns países do exterior.

Banda Thempus deu um tempo Foto: Reprodução/Facebook

Banda Thempus deu um tempo Foto: Reprodução/Facebook

Vamos incentivar os PMs e fazerem visitas aos moradores e comerciantes de todos os bairros para que eles possam sentir o que acontece nessas localidades e começar a traçar estratégias de combater a violência no lugar”, comentou o coronel. Ainda segundo o oficial, a polícia passará a ter mais contato com a população, a presença será mais efetiva e serão realizadas reuniões com a comunidade. “A partir desse trabalho, poderemos atacar os problemas de cada localidade”, ponderou o comandante da PM.

Outro ponto forte da nova gestão é a proposta de fortalecer a integração da corporação com outros órgãos como a Polícia Civil, Polícia Científica, Corpo de Bombeiros, Poder Judiciário e Ministério Público de Pernambuco (MPPE). “Além disso, os municípios estão sendo estimulados a participarem mais efetivamente do Pacto pela Vida. Inclusive, será oferecida uma premiação para as cidades que conseguirem os melhores resultados”, ressaltou o comandante.

Questionado sobre a discussão da implantação de Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) em todos os estados do Brasil, coronel Carlos Pereira disse não achar necessária a iniciativa em Pernambuco. “As UPPs funcionam bem em territórios onde os criminosos dominam 100% da área, o que não é o caso do nosso estado. Não existe uma única área em Pernambuco onde a polícia não possa entrar”, ressaltou.

Coronel Pereira quer PM perto da população. Foto: Wagner Oliveira/DP/D.A Press

Coronel Pereira quer PM perto da população. Foto: Wagner Oliveira/DP/D.A Press

Artista
Casado e pai de três filhos, o coronel Carlos Pereira foi obrigado a deixar de lado a carreira de músico. “Sempre gostei muito de tocar violão e de cantar. Nossas apresentações eram em eventos filantrópicos. Mas, agora, a Banda Thempus deu um tempo. Entre os integrantes, apenas eu sou militar. Os demais são músicos. De agora em diante meu tempo vai ser dedicado ao comando da Polícia Militar e uma coisa que também precisamos dar atenção é à criminalidade na Zona Rural do Sertão. Lá, os crimes de proximidades ainda acontecem em grande número. Precisamos combater isso e a programa Polícia Comunitária vai ser fundamental nesse processo”, finalizou.

 

PMs mortos em serviço serão homenageados

A homenagem, chamada PM Tombado, que homenageia os policiais militares mortos durante o serviço acontece nesta sexta-feira. O toque da marcha fúnebre, as honras militares, um minuto de silêncio, a execução do hino da corporação, a aposição da coroa de flores ao monumento do PM Tombado e a tradicional salva de tiros devem fazer parte da solenidade que é acompanhada pelas autoridades e pelos parentes dos policiais militares, a partir da 9h, na Alameda Frontal do Quartel do Comando Geral, no Derby.

Militares mortos em serviço serão homenageados. Ines Campelo/DP/D.A.Press.

Militares mortos em serviço serão homenageados. Ines Campelo/DP/D.A.Press.

O evento, que faz parte das comemorações alusivas aos 188 anos de existência da Polícia Militar de Pernambuco, contará com a participação do comandante geral da Corporação, coronel José Carlos Pereira, bem como oficiais e familiares dos policiais falecidos.

Com informações da assessoria de imprensa da Polícia Militar