O empate que ficou bom para o Sport e não tão ruim para o Náutico.

O Clássico dos clássicos teve situações opostas, mas duelo igual. Se o Náutico entrou com um time mais ofensivo com três atacantes. O Sport jogou com cinco no meio campo, e dois meias avançados.

O Sport saiu na frente com Ciro, aos 4 minutos, aproveitando a marcação errada da zaga timbu. O Náutico sentiu o golpe, mas por pouco tempo. Aos 13 minutos empatava o jogo com Elton, que também aproveitou bobeira da defensiva do Leão.

Se o Náutico foi mais ofensivo, principalmente com um homem a mais, depois da expulsão de Da Silva, aos 8 minutos do segundo tempo. O Leão teve Magrão no dia inspirado. Porem, vale lembrar que Gledson salvou o timbu, no finalzinho do jogo, quando Eduardo Ramos entrou livre e poderia ter marcado o gol.

O Árbitro Cláudio Mercante poderia ter marcado pênalti quando Igor colocou a mão na bola dentro da área. Mercante fez sinal que foi na coxa, e na verdade foi mesmo na mão.

Toninho Cerezo mais uma vez fez alterações erradas. Moisés saiu machucado e ele inventou colocando Eduardo Ratinho, onde poderia ter colocado Daniel Paulista, que depois entrou no lugar de Elton, e arrumou o meio campo. A expulsão de Da Silva, acabou ajudando, e aí Ratinho encontro na ala esquerda espaço para jogar. Outro erro foi à saída de Zé Antonio, aos 37 minutos da segunda etapa, quando o Náutico pressionava, para entrada de Leandrão. Não era necessário.

O Náutico foi melhor, mas não soube traduzir em gols as boas chances, e Magrão foi o grande obstáculo. Cerezo acertou na montagem da equipe, mas errou na leitura do jogo e nas mudanças. No final um resultado que foi ótimo para Sport e não tão ruim para o Timbu.

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