Confira o listão dos aprovados no vestibular 2013 do IFPE

O Instituto Federal de Pernambuco (IFPE) divulgou, nesta sexta-feira (4), o listão com o nome dos candidatos aprovados no vestibular 2013 da instituição. Nesta edição, cerca de 39 mil candidatos disputaram as 6.872 vagas oferecidas para o ano de 2013. O IFPE oferece 58 cursos distribuídos em diferentes modalidades: técnico subsequente, técnico integrado, proeja e superior.

Confira o listão

Nesta edição, as maiores notas foram conquistadas pelos estudantes Henrique Guthierry Santos (96,55 em edificações, modalidade integrado), Daniel Soares dos Santos Andrade, (95,59 em eletrotécnica, na modalidade subsequente), Márcio José de Santana (81,82 em tecnologia em análise e desenvolvimento de sistemas, superior) e o cotista José Adjair Barros de Lima (58 em suporte e manutenção em informática, modalidade proeja).

O período de matrícula para os aprovados na primeira entrada começa no mês de janeiro. As datas, em detalhes, podem ser consultadas no Manual do Candidato disponível no site do IFPE. Será necessário apresentar cartão de inscrição do vestibular 2013, cópia da certidão de nascimento ou casamento, uma foto 3×4 recente, carteira de identidade, CPF, título de eleitor (se maior de 18 anos) e documento comprobatório de regularidade com o Serviço Militar (para os maiores de 18 anos, do sexo masculino). Também é preciso o certificado original de conclusão do ensino fundamental e histórico escolar para os aprovados nos cursos técnicos nas modalidades proeja e integrado ou certificado original de conclusão do ensino médio e histórico escolar para os aprovados nos cursos superiores e técnicos na modalidade subsequente. Caso não seja possível apresentar esses documentos, será aceita uma declaração de conclusão com validade para 30 dias.

É importante lembrar que para os aprovados cotistas a documentação comprobatória é ainda mais extensa. No ato da inscrição, uma série de documentos comprovando os pré-requisitos que garantem o direito à vaga devem ser apresentados, entre eles estão cópias da documentação pessoal dos membros que compõem a família, além de uma série de formulários que deverão ser impressos e preenchidos. A dica é consultar o Edital de Orientação para a Matrícula dos Candidatos Cotistas, disponível no site do IFPE. A matrícula dos aprovados para a segunda entrada ocorrerá entre os meses de junho e julho.

Segunda chance – Quem não foi classificado dentro do número de vagas ainda tem chance de ingressar no IFPE. A partir da próxima segunda-feira (7), a instituição oferecerá, através do Sistema de Seleção Unificada (SiSU), 430 vagas em cursos superiores nos campi Recife, Barreiros, Caruaru e Pesqueira. Todas elas são referentes ao segundo semestre de 2013. Para se inscrever é preciso ter feito o Enem. O sistema fica aberto até o dia 11 de janeiro. O resultado será divulgado no dia 14 do mesmo mês. Outras chances também surgirão através das reclassificações, que ocorrerão após o período de matrícula. O candidato deve estar atento ao site da instituição, onde as listas de remanejamentos são divulgadas.

Cursos oferecidos pelo Sisu – agroecologia, análise e desenvolvimento de sistemas, design gráfico, engenharia mecânica, engenharia de produção civil, gestão ambiental, gestão de turismo, matemática, química e radiologia.

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14 respostas a Confira o listão dos aprovados no vestibular 2013 do IFPE

  1. Ellen disse:

    Acho incrivel tanta gente ter se matado para conseguir uma porcentagem adequada, e um cotista conseguir passar com 58 % . Isso desanima os candidatos que conseguiram mais. Eu sei que o ensino publico é deficiente, mas não é nenhum obstaculo impossivel de se superar. O que muda da escola publica para a privada, é que os alunos da ultima reconhecem e dão valor ao que é preciso para que eles estejam ali, e querem fazer valer a pena, enquanto que a maioria da escola publica não se sente obrigado a nada. Eu já estudei em escola publica, e não senti dificuldades em me adequar ao ensino privado, porque o que faz valer é a vontade, não a lei de cotas.

    • Celson disse:

      Se você acha isso meu caro amigo, continue estudando em escola particular, já que você pode pagar. E acho legitimo e de direito que estudantes de ensino publico tenham direito de estudar em uma instituição que tantos querem entrar. Todos tem direito, não só os que podem pagar.

    • mirella negrão disse:

      Bom eu estudo em escola publica desde os meus 11 anos sou cotista e graças a deus consegui passar, esse sistema de cotas é uma grande oportunidade para nós pq na escola em que estudei mal tinha aula então sim existe muita diferença entre escola particular e uma publica. Desanimador é você ver pessoas que tem mais condições que você competir pra uma vaga de igual pra igual e se você ja estudou em ecola publica ou foi por pouco tempo ou você estudou em uma muito boa pra pensar assim porque a realidade é totalmente diferente nós de escola publica temos que correr atras por nossa conta própria em dobro por que não temos as mesmas condições.

    • I disse:

      Óla Ellen se você não sabe o sistema de cotas foi dividido em 50% cotista e 50% não cotista quem é da rede pública concorre com rede pública e quem é de rede privada concorre com rede privada. Agora em minha opinião eu não acho justo uma pessoa que passou sua vida desde de pequeno estudando em escola particular concorrer com uma apessoa que passou sua vida estudando em escola publica eu sei que a força de vontade ajuda muito mas não adianta você ter força de vontade e não ter alguém que possa lhe auxiliar da forma que tem que ser, por que eu tenho certeza que você não aprendeu tudo que você sabe sozinha lógico que não você teve quem lhe ensinace, o ensino da rede publica vem melhorando sim mas não venha dizer que é a mesma coisa da rede privada por que não é. Se você não conseguiu ser aprovada não foi culpa dos cotistas e sim por que você não se “esforçou” e não fez valer a pena o seu ensino particular por que minha querida você concorreu com seu “nível” de ensino, então fica a dica.

  2. Gillyard Araújo disse:

    Nossa! Que injustiça essa distribuição das cotas através da renda, os que concorrem a renda per capita menor ou igual a 1,5 salário mínimo ficou com a média maior do que os que concorrem a renda per capita maior de 1,5 salário mínimo. Muito mal elaborada essa distribuição de cotas acabou prejudicando os cotistas, na minha opinião, já que sou um cotista e vi pessoas passando com a média menor que a minha, pois anotei o gabarito e fiquei com a média acima de 47% só esperando o resultado da redação. Enquanto o “povo” não acerta o modo correto das cotas, “nós” alunos somos prejudicados isso é um absurdo, se a cota não serve para beneficiar a todos de um modo justo, porque não deixa uma concorrência livre para ao menos podermos disputar um cotista contra outro sem privilégios para nenhum e de maneira justa. Já fui prejudicado no ENEM pela nota baixa que me deram na redação, isso não vem ao caso mais é a hora de falar então prefiro comentar, e agora mais essa. Me desculpem se isso não importa a vocês, só estou fazendo minha parte como um cidadão, falando o que está errado,o que poderia mudar e a maneira de como poderia ser. Obrigado pela atenção!

  3. lindemberg disse:

    sr. Gillyard Araújo, foi prejudicado no Enem? kkkk. deveras, tanta colocação de vírgulas erradas neste pequeno comentário. Imagina na pressão da prova. Sim, sou negro ,pobre e contra cotas. Porém, há candidatos que deviam parar reclamar e estudar mais.

  4. hitalo disse:

    Boa tarde! concordo com os argumentos da nossa amiga: Gillyard Araújo. Seria totalmente justo a disputa entres os cotistas,independentemente de renda,pois,fica inviável a distribuição entre os mesmo,de maneira rendável. Pensei que fosse 50% para os privados e 50% para os cotistas,mas não é bem assim,as vagas são divididas conforme a renda,e assim,não é justo. Pois caberá aos responsáveis pela seleção,deixar com que os cotistas disputem as vagas ente si,sem divisão salarial. Assim,o candidato disputará ao total de vaga disponível. obrigado pela a tenção. E peço ao colega lindemberg , que seja mais maleável com as pessoas,pois a educação plena está em não julgar as pessoas sem saber,isso é pré-conceito,sabe disso. O fato da colega Gillyard Araújo,não usar de maneira formal as vírgulas não quer dizer que ela é incapaz de passar em um curso ou ser injustiçada em uma redação,pois todos temos os mesmos potenciais,só que,uns são mais esforçados que outros,mas a capacidade é a mesma. Concorda? obrigado.

  5. Martha Karina disse:

    Alguém por favor me explique: meu sobrinho é cotista e sua média foi 80.57 e como é que a maior média de cotista foi 58? Pra que eu entenda, isso se refere a primeira entrada? Grata

  6. mary disse:

    É incrível como o governo tenta remediar a sua incompetência na forma como brinca de favorecer uma educação de qualidade e igualitária lançando mão de critérios, que favorecem o ingresso nas concorridas instituições de ensino.
    A minha indignação não está voltada para os direitos dos menos favorecidos, porque também sou, mas na forma, no critério de aprovação de médias abaixo de 6.
    De duas uma, nossos políticos estão tentando tapar o buraco histórico da incompetência de não saber investir em uma educação pública de qualidade, ou pretendem que muitos brinquem de passar a fim de justificar as deficiências estruturais do ensino por um arranjo de aprovar notas que refletem o pouco aproveitamento no ensino fundamental 2. A consequência de toda essa facilidade na entrada, gera a queda na qualidade do ensino de referência, levando o que se diz ser igualitário para as discriminações e diferenças: o concorrente passa ter mais chance de entrar não por estar devidamente preparado, e sim por ser negro, indígena ou de baixa renda.
    Sou autônoma, vivo do que faço, não tenho renda fixa e sequer ganho mais de um salário, sou negra e conclui os estudos em escolas públicas. Senti na pele a deficiência e o descaso com o ensino público, e se hoje tenho uma filha que estuda em uma escola particular, é com sacrifício e ajuda de familiares que isso acontece. Isso tem valido à pena, pois, o esforço e a dedicação dela é notável, de quem sabe aproveitar as oportunidades e unir o útil ao agradável, isso é fazer a diferença.
    Acredito que a minha realidade reflete a de outras tantas famílias e também, aquelas que tem seus filhos estudando em regime de bolsa, acompanhando o esforço destes por manter uma média absurda afim de não perder a bolsa.
    Sinto na pele como é desanimador os resultados de ver os filhos alcançarem médias acima de 7, trocada por critérios de 1,5 para aprovação nas cotas, que é o cúmulo do absurdo.
    Registro aqui o meu desabafo e indignação com esta utópica política pública que ainda tem a capacidade de dizer que a educação é coisa séria em nosso país…

  7. Tchifany Lima disse:

    Boa tarde, só quero dizer que eu acho muito certo o que o governo fez sobre as cotas. Vocês que estudam no colégio particular só sabem reclamar mas isso é porque o papai e a mamãe de vocês podem pagar um colégio bom, enquanto nós que estudamos no governo temos que batalhar pra conseguir algo melhor. Então parem de reclamar e comecem a agradecer, e deixem de dizer que estão indignados.
    me desculpe se alguém não gostou, mas eu não aguento mais isso ¬¬

  8. Dinca disse:

    Muito blá, blá, blá e pouca competência!
    Vão estudar!

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