Arquivo da categoria ‘Planejamento Financeiro’

Cartão de crédito x cheque pré-datado: round 2

sexta-feira, 24 de maio, 2013

Para ler o round 1, clique aqui.

Observem os dados da tabela a seguir:

Pelo que podemos perceber, o crédito que contraímos ao fazer nossas compras é um serviço que custa muito caro. As empresas de cartão que operam esse segmento financeiro no Brasil cobram os juros mais altos do mundo, e suas margens de lucros são elevadíssimas.

Mas o que poderia ser feito? Será que nossas autoridades não percebem esse absurdo praticado todos os dias contra o povo?

Claro que sim. As autoridades percebem esse disparate, até mesmo porque também sentem o peso no seu próprio bolso. Garanto que se os juros pudessem ser baixados politicamente “por decreto”, como se diz no popular, isso já teria sido feito; contudo a impossibilidade se dá tanto por aspectos jurídicos quanto por aspectos econômicos.

Em 1988, nossa Constituição estabeleceu o regime chamado de “economia de mercado” que busca proporcionar uma concorrência livre. Desde então, ficaram bastante reduzidos os motivos pelos quais o poder público poderia interferir nos negócios dos particulares e vos adianto que criar qualquer regra que limite o tamanho dos juros que o cartãoe as lojas cobram não se enquadra em nenhum desses motivos que sobraram. A fixação pública de juros privados, mesmo que seja defendida por alguns bons juristas, sempre teve sua aplicação afastada pelos nossos tribunais.

Diante desse quadro, parece-nos que qualquer proposta viável para a derrubada desses juros extorsivos deve necessariamente passar pelo estímulo à competição no setor bancário e financeiro.

Dentro desse objetivo, circulam no Congresso Nacional alguns projetos para a alteração da Lei do Cheque. Em várias das propostas de mudança, a ideia é resgatar a confiança do mercado em aceitar o cheque como meio de pagamento. No conjunto das propostas, é recorrente a ideia de criação de uma garantia da compensação bancária para os cheques emitidos até um determinado valor. O montante do que deveria ser obrigatoriamente compensado pelos bancos varia de proposta para proposta, desde o teto de R$ 135,00 até outro projeto de lei que estipula um valor de R$ 1.000,00.

Mas o que é que essas propostas têm a ver com o estímulo à concorrência do setor financeiro e, mais ainda, com a diminuição dos juros?

Pouca gente se dá conta, mas, com o declínio do cheque como forma de pagamento, pôs-se fim também a um tipo de operação de crédito inventada pela criatividade genuinamente nacional: o cheque pré-datado, uma das formas mais dinâmicas de negociação de juros, prazo e crédito para o mercado de consumo na recente história do capitalismo moderno.

O cheque pré-datado (tecnicamente, pós-datado) é a forma de financiamento que confere a maior autonomia ao consumidor, uma vez que lhe concede o livre arbítrio para decidir adquirir um bem, pagando-o de forma parcelada, sem que ocorra qualquer imposição em aderir a nenhum contrato de cessão de crédito com nenhuma empresa prestadora desse serviço financeiro. Quando adquirimos um produto com o cartão de crédito, na verdade estamos fazendo simultaneamente duas operações com duas empresas diferentes: a primeira, uma compra com o vendedor da mercadoria; e a segunda, um empréstimo com a empresa financeira do cartão de crédito que foi utilizado (visa, mastercard, hipercard, american express, dinners club, etc).

Continua no round 3.

Por Leonardo dos Anjos, doutorando em Direito Econômico pela Universidade de Coimbra, pesquisador da Fundação para a Ciência e Tecnologia de Portugal, FCT e Professor de Direito Econômico do UNIPÊ.

Cartão de crédito x cheque pré-datado: round 1

quarta-feira, 22 de maio, 2013

Certa vez, há uns três anos, quase fiquei sem combustível no carro. Ao perceber que o tanque estava na reserva, parei o carro para reabastecer no primeiro posto que avistei. Para minha surpresa, o estabelecimento mostrava uma placa pintada em vermelho bem vivo e com letras garrafais onde ostensivamente lia-se “não aceitamos cheques”. Perguntei ao frentista se aceitaria o pagamento com cartão de crédito e ele me respondeu que sim, mas que o preço praticado seria outro, em torno de 5% mais caro.

Desde o episódio, pude tirar algumas conclusões, uma delas óbvia: pretender pagar algo em cheque havia se transformado em um transtorno para qualquer cidadão, independentemente do cheque ser especial (Ouro, Azul, Van Gogh, Prime, sei lá…). O olhar de desconfiança que o lojista faz quando você puxa um talão de cheques para pagar uma conta é uma situação quase constrangedora que faz com que, quase se desculpando, você tome a iniciativa de pagar utilizando cartão de crédito, sem se atentar para as implicações dessa opção.

Por conta dessas e outras, o cheque foi quase extinto como forma de pagamento do consumo das famílias e, assim, as operadoras de cartão de crédito só têm tido o que comemorar desde que conseguiram vencer a batalha contra o seu maior concorrente no Brasil, qual seja, o cheque.

Mas, o que há de errado nisso tudo? Poderíamos dizer que venceu o melhor, afinal os cartões de crédito são mais práticos, confiáveis, elegantes, cômodos, bem aceitos, seguros e modernos, como diriam seus adeptos mais habituais. Todas essas vantagens apontadas são verdadeiras, contudo sempre existe o outro lado dessa “moeda”…

Continua no round 2.

Por Leonardo dos Anjos, doutorando em Direito Econômico pela Universidade de Coimbra, pesquisador da Fundação para a Ciência e Tecnologia de Portugal, FCT e Professor de Direito Econômico do UNIPÊ.

7 erros sobre finanças pessoais

terça-feira, 21 de maio, 2013

O CFP (Certified Financial Planner Board of Standards, Inc.) lista alguns dos erros mais frequentes sobre finanças pessoais e sobre o processo de planejamento financeiro pessoal:

1. Não estabelecer metas mensuráveis;

2. Confundir planejamento financeiro com investimento ou com plano de aposentadoria;

3. Esperar retornos superiores à realidade;

4. Pensar que contratar um planejador significa perder o controle de suas finanças;

5. Não monitorar o plano financeiro;

6. Esperar que aconteça uma crise para começar a se planejar;

7. Tomar decisões financeiras sem entender os efeitos no contexto geral das finanças pessoais.

Nós acreditamos que esse último erro é o mais grave. Cuidar de um problema interfere para o bem ou para o mal em outro problema. Tratar os problemas financeiros pontualmente, desassociados entre si, como se não estivessem todos dentro do único propósito de proporcionar o bem estar financeiro pessoal (e familiar), pode originar outros problemas, ou potencializar alguns já existentes, que ficarão descobertos.

Megamoney: a revolução dos investimentos. Lucre você também!

sábado, 18 de maio, 2013

Ao clicar para ler esse texto, você mudou o curso da sua vida. Esqueça os tempos de aperto e abrace essa oportunidade única.

Não é brincadeira! Não é pegadinha! Não foi um sorteio – até porque foi você mesmo que acessou esse texto.

Se quiser mudar sua vida, o Megamoney é a ferramenta certa. Participe da revolução dos investimentos. Quanto antes você aderir, mais rápido você encontrará a prosperidade.

Continue lendo para entender como atuamos, qual é o nosso negócio e o que você está prestes a ganhar.

Antes, vamos falar do que o Megamoney não é:

Não é uma pirâmide. Você não vai ganhar mais dinheiro por ter entrado antes.

Você não precisa pagar uma taxa de entrada, nem comprar nenhum de nossos produtos.

Não é especulação financeira.

Não é roleta, nem cassino, nem aposta, nem qualquer outro tipo de jogo de azar.

Como atuamos:

Recrutamento: você é responsável por divulgar nosso negócio. Quanto mais pessoas você trouxer para o Megamoney, maior a chance de alcançarmos a prosperidade.

Você pode recrutar pelas redes sociais, por e-mail ou em reuniões presenciais. Esse material que está lendo pode ser o próprio documento de divulgação e captação.

Nosso negócio:

Não há mistério. Nosso negócio é o bom senso. É isso que queremos disseminar! E se aplicar a qualquer investimento que você decidir fazer.

Sabe aquela história de “quando a esmola é demais, até o santo desconfia”? Ou então a do “não existe almoço grátis”?

Se sabe, então não vá acreditar em contos da carochinha. Se as facilidades vendidas por aí fossem sustentáveis, todos nós estaríamos rindo à toa, cheios de dinheiro no bolso. Mas, se para alguém ganhar, outro tem que perder, quem estaria perdendo nesse caso?

E aquela outra história de “devagar e sempre”, conhece?

Pois se conhece, não se iluda com as possibilidades de pescar o peixe grande. Contente-se em pescar peixes pequenos todos os dias. Não almeje tirar a sorte grande investindo em “micos”.

Nosso mantra:

“Se você não tem competência, não se meta”.

Isso é bom senso. Quem viola essa regra está fadado ao fracasso. Não adianta participar por conta própria do mercado financeiro se você não tem conhecimento, experiência e disciplina para tanto.

Se quiser participar desse mercado, busque essas competências ou deixe com quem as possui.

O que você ganha com isso?

No Megamoney, entendemos que já ganha quem evita perder. Ao reduzir suas chances de perder, seus apertos financeiros diminuem e você pode, enfim, pensar em lucros e enriquecimento.

Não invista sem competência! Não participe de “investimentos” mal explicados!

Ao divulgar nosso negócio e captar novos “clientes”, você não ganha dinheiro diretamente, mas ganha a satisfação e a paz de espírito de reconduzir mais e mais pessoas da tentação do ganho fácil e imediato para o investimento com bom senso e a prosperidade.

MENSAGEM FINAL: Esse texto é apenas uma sátira aos “investimentos” oferecidos por aí que prometem enriquecimento rápido e fácil. Não há nenhum produto ou negócio sendo vendido no Megamoney. A mensagem que queremos passar é de bom senso na escolha dos investimentos (em qualquer área) e na operacionalização desses investimentos.

O nome Megamoney é fictício e não tem nenhuma relação com qualquer outro produto/negócio de mesmo nome, dentro ou fora do Brasil.

 

5 problemas em finanças pessoais

segunda-feira, 13 de maio, 2013

Segundo Jeffrey Rattiner (CPA, CFP, MBA, RFC), existem várias explicações para as pessoas não realizarem a gestão financeira pessoal por conta própria:

1. Pensar que têm ativos ou renda insuficientes para justificar o planejamento;

2. Assumir que a situação financeira está em ordem;

3. Adiar o que é complexo e preocupante;

4. Não querer considerar eventos desagradáveis, como morte, incapacidade, desemprego, ou perdas de propriedade;

Concordo plenamente. Essas não devem ser razões e suposições para não cuidar de suas finanças pessoais. Contudo, independente do argumento para tanto – falta de tempo, de disciplina, habilidades ou de conhecimento em finanças – a ausência da gestão financeira pessoal e, até mesmo, a má gestão financeira pessoal, causam inúmeros problemas. A seguir, listo os 5 mais graves:

1. Renda insuficiente, despesas fora de controle e o uso inadequado do crédito, que são as causas para formação de dívidas, e dívidas causam dor de cabeça. Por sua vez, essa preocupação gera desentendimentos em casa e estresse e baixa produtividade no trabalho;

2. Falta de planejamento, que faz com que seus objetivos fiquem mais distantes ou que você precise de mais esforço e sacrifício para alcançá-los;

3. Proteção inadequada contra riscos de contingências, que deixa as pessoas descobertas, o que pode levar à destruição do patrimônio no caso de contingências de alto custo ou longa duração;

4. Pagamento excessivo de tributos, tanto sobre a renda quanto sobre o patrimônio: o primeiro onera o caixa, e o segundo onera a transferência de sua riqueza;

5. Desconhecimento de seus limites, que pode lhe levar a correr riscos financeiros desnecessários e, por não saber lidar com riscos, você pode pôr a perder o patrimônio constituído em anos de trabalho.

O passo #1 para você organizar suas finanças pessoais

domingo, 12 de maio, 2013

As pessoas têm necessidades diferenciadas e específicas: são a situação e as características financeiras individuais e o cenário econômico que vão determinar a solução ideal para o alcance dos objetivos traçados.

É preciso saber quanto sobra ou quanto falta todo mês, de onde vem e para onde vai o dinheiro, quanto você tem de patrimônio (investimentos e propriedades), quanto tem de dívida, qual sua tolerância a risco, quanto você precisa ter de cobertura contra contingências, quais os seus hábitos financeiros e avaliar como o cenário econômico está se desenhando no curto, no médio e no longo prazo.

Para selecionar e utilizar as soluções mais adequadas dentre aquelas oferecidas pelo mercado financeiro, é imprescindível que se tenha conhecimento teórico, habilidade prática, método, atitude e tempo. Atitude e tempo nós não vamos conseguir lhe passar, mas o conhecimento, um pouco de prática e nosso método de atuação, sim.

É disso que essa série “Planejamento Financeiro Pessoal” trata: o volume 1 aborda a organização, o planejamento e o controle dos fluxos de caixa. Baixe gratuitamente e dê o passo #1 para organizar suas finanças pessoais clicando aqui. Os volume 2 e 3, ainda em desenvolvimento, apresentam o diagnóstico financeiro, a formalização dos objetivos e a elaboração dos planos financeiros.

Empreendedorismo e investimentos em saúde

sábado, 4 de maio, 2013

planodesaude

Será que o que gastamos com nossos planos de saúde privados podem ser considerados um investimento?

Bem, se a Previdência Privada representa um investimento a longo prazo, garantindo uma aposentadoria mais tranquila, o plano de saúde poderia ser uma forma de poupar e investir garantindo-se de gastos extraordinários e inesperados com tratamentos, cirurgias e internações hospitalares num futuro hipotético. E assim, por que não analisar o plano de saúde como um investimento?

Do ponto de vista da organização, os planos de saúde funcionais há bastante tempo vem representando um investimento da empresa na produtividade. A saúde dos colaboradores é um dos componentes da motivação e estabilidade do emprego. Os planos de saúde empresariais vêm sendo, por esse motivo, agregados cada vez mais às condições de trabalho oferecidas pelas empresas. Nos níveis mais qualificados da mão de obra, as assistências médicas e odontológicas de qualidade passaram a ser parte de um pacote de salários indiretos oferecidos aos funcionários. Até mesmo na eventualidade de demissões, o plano de saúde pode ser mantido por meses após o desligamento, o que constituiu um elemento vantajoso para a empresa, por contribuir para suavizar o natural atrito dessas situações.

Se o plano de saúde realiza um bom trabalho preventivo para evitar enfermidades e oferece condições para um acompanhamento regular das condições de saúde, através de consultas com especialistas, poderá ser um efetivo investimento que diminuirá o risco de um eventual afastamento por doença. Principalmente na pequena empresa, os períodos de afastamento e faltas por doença de até um único empregado trazem instabilidade para as rotinas de trabalho e conflitos nas relações de trabalho. Sem um plano de saúde, a possibilidade de gastos extraordinários para prestar socorro a um funcionário é concreta. Essa é uma situação que pode trazer custos bem maiores do que um plano de saúde.

A assistência à saúde oferecida pelas empresas tornou-se assim um fator importante para atrair os melhores profissionais para a organização. Se o investimento em um bom plano de saúde coletivo é alto, por outro lado esse é um ponto fundamental para a política de valorização da empresa, um sinal de respeito aos colaboradores.

Do ponto de vista das finanças pessoais, quando lutamos para manter os pagamentos de nosso plano de saúde em dia, muitas vezes nos questionamos se devemos ou não continuar com esse compromisso financeiro, que pesa cada vez mais no orçamento. No entanto, quando sabemos que a taxa cobrada por apenas uma consulta médica particular representa o total do que pagamos mensalmente para a operadora do plano de saúde, acabamos por nos convencer na necessidade de manter o plano.

Em muitas fases da vida, como no caso de pais que tem crianças pequenas, que precisam consultar o pediatra regularmente ou no caso de idosos, quando as consultas aos especialistas são frequentes, o pagamento de honorários médicos tornar-se-ia inviável. No Brasil, dadas as inúmeras e frequentes denúncias sobre as condições de atendimento do SUS e dos hospitais públicos, a possibilidade de ter que recorrer ao sistema público é exorcizada pela classe média. Isso explica porque nos últimos anos estamos assistindo a uma migração massiva de usuários do sistema público para a contratação de um plano de saúde privado. No caso dos planos de saúde coletivos, esse é um benefício que vai além do retorno a curto prazo, mas que vai beneficiar funcionários e empresas com condições mais favoráveis para maior produtividade.

Artigo enviado por Guilherme da Luz, editor dos sites Planodesaude.net, Investimentos e PABX.

Palestra gratuita em Fortaleza: “Minha casa, minha empresa”

domingo, 7 de abril, 2013

As empresas possuem ativos e passivos, registram débitos e créditos e se deparam com diversas oportunidades no mercado ao longo de sua existência.

Isso não é diferente com a sua casa: os ativos são seus bens e investimentos, e os passivos são suas obrigações, o que você ainda precisa pagar; os fluxos são sua renda e suas contas a pagar, como energia, telefone e educação; as oportunidades são oferecidas pelo mercado, tanto em relação a investimentos, quanto em relação a seguros e planejamento fiscal.

Nessa palestra, tratamos dessas semelhanças para que você tome as rédeas da gestão financeira de sua casa e faça dela uma empresa de sucesso!

Inscreva-se gratuitamente na página do evento. Clique aqui.

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O que levar em conta no planejamento para a aposentadoria?

terça-feira, 26 de março, 2013

Dentre todos os objetivos financeiros, aquele que mais reflete o pensamento de longo prazo e a necessidade de planejamento e controle desde o presente é o planejamento para a aposentadoria. No vídeo a seguir, o consultor Rodrigo Leone apresenta alguns pontos que precisam ser considerados para que esse planejamento seja eficaz e eficiente.

Para mais informações, continue acompanhando nosso blog e visite o site da GestorFP.

Aprenda a planejar suas finanças com e-book gratuito

sexta-feira, 8 de fevereiro, 2013

O mercado financeiro dispõe de uma vasta lista de soluções: PGBL e VGBL, tabela regressiva e tabela progressiva, benefícios fiscais, seguros, planos de saúde, caderneta de poupança, CDBs, tesouro direto, debêntures, letras, notas e outros títulos de dívida são alguns deles. Há ainda fundos de renda fixa e fundos multimercados, ações, opções e fundos de ações, dólar e ouro, homebroker, mesa de operações e clubes de investimento, bancos, distribuidoras e corretoras de valores. São produtos e serviços para os mais variados perfis. Um deles ou um conjunto deles se aplica às suas necessidades, mas você sabe apontar o que é mais indicado para você? Os e-books da série “Planejamento Financeiro Pessoal” podem lhe ajudar. E o melhor, o download é gratuito (confira aqui).

As instituições participantes desse mercado (bancos, seguradoras, corretoras, distribuidoras etc.) desenvolvem, oferecem e/ou distribuem essas soluções: produtos e serviços financeiros próprios ou de terceiros. Entretanto, quase sempre privilegiam as soluções com as quais são mais bem remuneradas. Isto é, as instituições têm suas soluções “de prateleira” e encaixam as necessidades dos clientes nas características dessas soluções. Uma inversão de valores, gerada por um conflito de interesses. Se você não tiver competência para avaliar as ofertas, pode adquirir um produto ou um serviço diferente do que realmente precisa e busca.

As pessoas têm necessidades diferenciadas e específicas. A situação, as características financeiras individuais e o cenário econômico é que vão determinar a solução ideal para o alcance dos objetivos traçados. É preciso saber quanto sobra ou quanto falta todo mês, de onde vem e para onde vai o dinheiro, quanto você tem de patrimônio (investimentos e propriedades), quanto tem de dívida, qual sua tolerância a risco, quanto você precisa ter de cobertura contra contingências, quais os seus hábitos financeiros e avaliar como o cenário econômico está se desenhando no curto, no médio e no longo prazos.

Para selecionar e utilizar as soluções mais adequadas dentre aquelas oferecidas pelo mercado financeiro, é imprescindível que se tenha conhecimento teórico, habilidade prática, método, atitude e tempo. Atitude e tempo nós não vamos conseguir lhe passar, mas o conhecimento, um pouco de prática e nosso método de atuação, sim.

É disso que essa série “Planejamento Financeiro Pessoal” vai tratar. O volume 1 aborda a organização, o planejamento e o controle dos fluxos de caixa; o volume 2 apresenta o diagnóstico financeiro; e, finalmente, o volume 3 trata dos objetivos e dos planos financeiros.