Arquivo de fevereiro, 2012

Melhores Práticas em Finanças para Pequenas e Médias Empresas

segunda-feira, 27 de fevereiro, 2012

Em 2006, a revista Exame PME publicou um artigo sobre os 7 pecados capitais da gestão financeira em pequenas e médias empresas. Eram eles:

  1. Ignorar a ditadura do fluxo de caixa
  2. Não se relacionar com as pessoas certas no mercado financeiro
  3. Não avaliar com freqüência o cenário econômico
  4. Tratar igualmente todos os clientes
  5. Não ter critérios para definir os preços
  6. Não conhecer precisamente de onde vem o lucro
  7. Não se aproveitar das economias de escala

Para ler o artigo completo, acesse o link http://exame.abril.com.br/revista-exame/edicoes/0875/noticias/7-pecados-capitais-m0101363.

O consultor de empresas Márcio Iavelberg, sócio da Blue Numbers e peça essencial do artigo, estará em Recife e João Pessoa na próxima semana para a palestra “Melhores Práticas em Finanças para Pequenas e Médias Empresas”. Por pequena e média empresas, entende-se comércio, serviço e indústria de pequeno e medio porte, inclusive escritórios de advocacia e clínicas médicas e odontológicas.

Vale a pena conferir! Seguem folders para mais informações. Se acharem oportuno, divulguem entre seus contatos.

 

 

A mais nova queridinha pontocom

quarta-feira, 22 de fevereiro, 2012

Os investidores estão sempre à procura do setor promissor para poder se estabelecer com determinada antecipação e conseguir ganhar mais dinheiro com essas previsões. Em 1995, iniciou-se um processo de crença nas empresas de internet que durou até o ano 2000. Os investidores acreditavam que as empresas online eram o futuro e estimaram lucros impressionantes e crescimento maior que o compreendido na época.

Depois do crash da Nasdaq, poucas empresas de tecnologia tiveram destaque ao abrir capital novamente. Google, que se provou uma excelente opção, e Groupon, mais recentemente, sem ainda ter conseguido gerar nenhum lucro.

Surge agora a nova queridinha do mercado: o Facebook.

A capitalização inicial da nova pontocom pode chegar a impressionantes US$100 bilhões. Algo como o valor de mercado do ITAU UNIBANCO. Com uma pequena diferença: o lucro gerado pelas empresas é completamente diferente: a empresa digital gerou US$1 bilhão para seus cofres, contra US$7 bilhões de um dos maiores bancos do hemisfério sul. Em outras palavras, comprar uma empresa com os números do Facebook seria comprar um retorno de 1% ao ano do seu capital. Aontece que precisamos avaliar a perspectiva que a empresa tem de gerar mais dinheiro e não sua capacidade atual, apenas.

A abertura de capital da maior rede social do planeta permitiu que pudéssemos visualizar seus números. A receita alcançou US$3,7 bilhões. Tem algo como 845 milhões de usuários em um universo de 2 bilhões de pessoas acessando a internet (42%). Metade dos usuários acessa a rede todos os dias. Os jogos da empresa Zynga são responsáveis por 12% da receita.

Como uma empresa com tais números iniciais consegue abrir capital valendo US$100 bilhões, mais do que a PepsiCo ou 2/3 da Coca-Cola?

O mercado sempre precifica o futuro. Há muito otimismo na capacidade de geração de valor da maior rede social do planeta. Um outro fator para termos números de capitalização tão elevado no início é uma estratégia também utilizada pelo Groupon: lançar apenas poucas ações no mercado para fazer com que a procura exploda e faça com que o preço atinja patamares mais elevados que o topo do Empire States. Apenas 5% das ações serão ofertadas, muito pouco para padrões americanos e para um IPO tão esperado.

Não consigo imaginar razão para investir em uma empresa que necessita de tantas apostas para justificar tantos números. Risco demais com tantas outras opções existentes.

Relembrando o que aconteceu recentemente: o Groupon teve um enorme sucesso no lançamento de suas ações, mesmo sem gerar lucro. As ações foram lançadas a US$20, chegaram a subir 50% no primeiro dia e hoje estão abaixo do patamar da abertura de capital.

Quem sabe o que vai acontecer com o Facebook?

Campanha de Carnaval

domingo, 19 de fevereiro, 2012

Com planejamento financeiro pessoal, é possível atingir seus objetivos mantendo a qualidade de vida. Você não precisa deixar de se divertir no Carnaval, nem, muito menos, se esconder. Comece o quanto antes a desenvolver sua inteligência financeira.

Educação Financeira Pessoal para Empresas

terça-feira, 14 de fevereiro, 2012

O que é estresse financeiro?

O consumo desregrado de bens e serviços, potencializado pela facilidade de crédito no comércio, pela elevação da renda média e pela própria natureza consumista do brasileiro, deixou grande parte da população em situação crítica de endividamento. Sem saber o que fazer para quitar suas dívidas, as pessoas recorrem a empréstimos mais caros, ficam inadimplentes, perdem credibilidade e entram em um ciclo vicioso de desgaste físico e mental.

O resultado dessa sequência de decisões não planejadas é o estresse financeiro.

O que é a Educação Financeira Pessoal para empresas?

Educação Financeira Pessoal para empresas é um programa de desenvolvimento da inteligência financeira pessoal dos empregados.

A inteligência financeira diz respeito a ser consciente na utilização do dinheiro, tanto para manter o bem-estar e não entrar no ciclo vicioso que leva ao estresse financeiro, quanto para deixar a situação de estresse financeiro e recuperar a qualidade de vida.

Por que é importante?

Empregados que sofrem de estresse financeiro tendem a ficar menos satisfeitos com seus salários, menos comprometidos com a empresa, menos focados no trabalho e mais vulneráveis a comportamentos prejudiciais à saúde (como bebidas e drogas), o que reduz a moral, a abstenção, os gastos com assistência de saúde e o nível de produtividade.

O que se obtém? Quais os benefícios?

Tratar de forma proativa dos assuntos financeiros dos empregados pode melhorar suas percepções de bem-estar e transformar o ambiente de trabalho ao longo do tempo. Os empregados costumam valorizar as empresas que os ajudam a controlar suas finanças pessoais não apenas por programas tradicionais de benefício, mas por meio de conhecimento e educação financeira.

Essa estratégia ajuda a atrair e reter empregados, reduzir os custos com assistência à saúde, cultivar a lealdade do empregado, melhorar os planos de assistência e manter a produtividade em nível elevado.