Arquivo de março, 2012

Educação financeira para nossa população!

sábado, 31 de março, 2012

Casa própria, carro, televisão LED, computador, telefone celular, viagens de avião, financiamentos para empreender e, até mesmo, o acesso a outros produtos de investimento, como Tesouro Direto, previdência privada e ações em bolsa de valores, deixaram de ser privilégio de poucos.

Infelizmente, para a maior parte da população, essas conquistas aconteceram desassociadas de Educação Financeira.

Uma população bem educada financeiramente, conhecedora e consciente do uso do dinheiro, alcança seus sonhos de forma independente e consistente. Já uma população sem educação financeira pessoal contrai dívidas, fica inadimplente, perde credibilidade e entra em estresse financeiro, o que leva à redução da moral, menos foco no trabalho, maior vulnerabilidade a comportamentos prejudiciais à saúde, redução da produtividade, brigas e desentendimentos dentro da família e à depressão.

Por isso, não nos cansamos de bater nessa tecla: educação financeira para nossa população!

Estresse financeiro: causas e consequências

segunda-feira, 26 de março, 2012

Breve fluxograma das causas e das consequências do estresse financeiro. O que acha de tratá-las com educação financeira pessoal?

Transforme sua visão sobre empreendedorismo!

terça-feira, 20 de março, 2012

Você já teve alguma ideia empreendedora dentro do mundo digital, que gostaria de colocar em prática?

Qual a sua opinião sobre o sucesso das empresas digitais com o Google, Facebook, Twitter, Youtube e muitas outras que alcançaram o sucesso?

Deixe seu comentário sobre uma dessas duas perguntas e concorra a um Workshop de Empreendedorismo Digital com Lean Startup com o Bootstrappers: http://workshop.bootstrappers.com.br/. São mais de 7 horas de video e 50 slides para você estudar e se preparar para empreender no mundo digital de forma correta!

Promoção!

Vamos sortear uma vaga para você no workshop de Empreendedorismo Digital com Lean Startup, através do programa Bootstrappers, onde você vai se preparar para empreender no mundo digital de forma correta.

Essa promoção está sendo realizada em parceria com Guilherme da Luz, editor de sites que tratam de assuntos como Empréstimo Consignado, Seguro de Carros, Curso de Inglês, Faculdade e Financiamento.

Como participar:

Deixe, no espaço de comentários deste texto, a resposta para uma destas duas perguntas: Você já teve alguma ideia digital empreendedora que gostaria de colocar em prática? Qual é a sua opinião sobre o sucesso das empresas digitais com o Google, Facebook, Twitter, Youtube e muitas outras que alcançaram o sucesso? Todos que responderem e comentarem esta promoção até segunda-feira, dia 02/04, participarão do sorteio de uma vaga no workshop.

Fique atento!

No dia 04/04, vamos sortear um vaga para o workshop “Bootstrappers”, com o apoio do site Emprestimo.org. Comece deixando seu comentário por aqui, visitando o site parceiro http://www.emprestimo.org e acessando nossas redes sociais: @vouinvestir, www.papoarretado.com.br e curtindo nossa página no Face Book: http://facebook.com/vouinvestir.

Boa sorte!

Juros em queda: em que isso nos afeta?

terça-feira, 13 de março, 2012

Resposta objetiva: no curto prazo, em quase nada. No longo prazo, é bom, mas ninguém pode dizer se essa tendência prosseguirá…

Respondendo com um pouco mais de conteúdo:

O objetivo da política econômica do Governo é promover o desenvolvimento econômico, garantir o pleno emprego e sua estabilidade, equilibrar o volume financeiro das transações econômicas com o exterior, garantir a estabilidade de preço e o controle da inflação e promover a distribuição da riqueza e das rendas.

Para tanto, o Governo intervém na economia por meio de suas ferramentas de política monetária (regime de meta de inflação – a cargo do Conselho Monetário Nacional (CMN) e executado pelo Banco Central), política fiscal (receitas e despesas do governo), política cambial e política de rendas (controle exercido sobre os salários, os lucros, os dividendos, etc.).

Mas, como quase tudo na vida, essas políticas, apesar de precisarem ser independentes e autônomas, estão interligadas, de modo que qualquer alteração nas regras ou na condução de uma delas afetará o desempenho das demais.

É o que acontece quando o Banco Central reduz ou eleva a taxa básica de juros. Ao decidir por uma alteração na taxa de juros, o CMN visa à estabilidade de preços e controle da inflação (em obediência ao regime de meta de inflação), mas sabe que tal decisão terá impacto nas demais políticas (apesar de não caber a ele esse problema – o Governo tem vários outros mecanismos para combater os problemas decorrentes, entre eles a melhora na qualidade de seus gastos).

A redução da taxa básica de juros da economia permite que:

  1. As taxas de juros aos consumidores para empréstimos e compras parcelas sejam reduzidas (claro que não na mesma proporção – há que diga, por exemplo, que essa redução de 0,75% na taxa anual não permitirá mais do que 0,10% de redução na taxa de juros mensal do cheque especial), o que proporciona mais consumo e estimula a produção;
  2. As taxas de financiamento para empresas sejam reduzidas, o que proporciona mais investimentos no setor produtivo, mais emprego, mais renda e mais consumo.

Além disso, a redução na taxa básica de juros torna os títulos de dívida do Governo menos atraentes, o que estimula a volta do capital à renda variável, impulsionando o mercado de ações e os ganhos dos investidores nesse mercado.

O que acontece com o aumento de produção, emprego, renda, ganhos e consumo, você já sabe. Cabe ao CMN controlá-la.

O que está motivando a redução da taxa básica de juros, a gente desconfia. Se os argumentos são válidos, deixo para os economistas. Se as expectativas são corretas e a decisão acertada, só o tempo dirá.

 

Lucro bom é lucro no bolso!

sexta-feira, 9 de março, 2012

 

O ano de 2012 começou em “grande estilo” (como diz meu pai) para quem tem investimentos em renda variável: o índice Ibovespa já cresceu uns 18%, e algumas ações blue-chips cresceram mais ainda (em valores aproximados: Petrobras, 14%, Banco do Brasil, 22%, Gerdau, 21%, Cyrela, 26%, Magazine Luiza, 35%). Temos em carteira ações com bons fundamentos, porém menos líquidas, que, de novembro 2011 para cá, já se valorizaram mais de 50%.

Se você é um investidor de longo prazo (aquele que se preocupa com a quantidade de ações e/ou com os dividendos e não com a cotação), verifique a necessidade de ajustar seus controle e revisar sua carteira e estratégia. Quem sabe não dá para trocar uma ação que já se valorizou bastante e atingiu um topo histórico por outra que ainda está em franco crescimento com muito volume?

Se você é um investidor de curto prazo (compra e vende no prazo de uma semana a um mês), que tal realizar parte dos lucros e/ou rever seus stops? O mercado deve dar uma corrigida nos próximos dias (isso não quer dizer que as cotações vão cair daqui para frente). Essa correção deve ser leve, mas pode anular seus ganhos até aqui. Como sua estratégia é ganhar pouco e sempre, garanta parte do rendimento (realizando algum lucro ou subindo seus stops, repito). Lembre-se de que lucro bom é lucro no bolso.

Ouro: investimento ou especulação?

terça-feira, 6 de março, 2012

Lembro-me, quando li o livro do Décio Bazin – Faça fortuna com ações antes que seja tarde –, de ter pensado sobre o que é uma aplicação. Daquela época até hoje, para mim, só existem duas modalidades, investimento ou especulação.

Pelo conceito pensado, investimento seria tudo aquilo que poderia gerar renda: ativos financeiros, imóveis (aluguel), ações através de dividendos, etc.

especulação, seria tudo aquilo que necessita de alguém que queira pagar mais caro por qualquer objeto para que assim se ganhe dinheiro.

É rotina vermos as duas modalidades se misturarem. Imóveis sofrem especulação de seu valor, mas tem o valor do aluguel classificado como investimento porque gera uma renda.

Li um artigo recentemente na Exame.com que falava de uma entrevista de Warren Buffet que me chamou muita atenção. O guru dos mercados fala sobre 3 modalidades de aplicação e não apenas duas como eu imaginava. Ele classifica especulação da mesma forma, mas divide investimentos em duas modalidades. Ativos financeiros e ativos que produzem.

Os ativos financeiros possuem valor monetário e geram renda. São os títulos emitidos pelos governos, por exemplo. Muitas vezes descontado inflação e impostos, valorizam muito pouco em países desenvolvidos e envolve um risco elevado em países em desenvolvimento.

Ativos que geram produção são os imóveis (dividendos), ações (seu lucro), terra (cultivo), etc.

Mas o que me deixou mais curioso é a forma que ele coloca um dos investimentos do momento e para mim a bolha especulativa mais óbvia: o ouro! Segundo estimativas dele, se você fundir todo o ouro existente no mundo, haverá um cubo enorme do metal de 170 mil toneladas métricas. E o valor a ser pago com cotações atuais é uma pechincha: US$ 9,6 trilhões.

Esse valor compra todas as terras cultiváveis dos Estados Unidos e mais de 16 empresas da mais lucrativa do mundo. Ainda sobra 1 trilhão de dólares para gastar.

Números que corroboram cada vez mais que algo que não gera alimento, produtos, aluguel sofre uma enorme bolha especulativa.