O seguro de vida em um planejamento financeiro
terça-feira, 20 de setembro, 2011O planejamento financeiro consiste em associar a disciplina de poupar com as estratégias de investimentos, no intuito de atingirmos um futuro mais confortável e previsível, sem surpresas que possam trazer preocupações extras.
Já tratamos aqui no blog de renda fixa, renda variável, previdência privada e outros inúmeros instrumentos financeiros e de métodos de poupança/investimento à disposição dos indivíduos.
E se, nesse processo de acumulação, acontecer algo inesperado que nos impeça de constituir uma reserva adequada para amparar aqueles que dependem de nós?
Costumeiramente, pensamos no hoje. Por motivos econômicos, o brasileiro não tem a cultura de acumular capital. E menos ainda o discernimento de que ele precisa de um seguro de vida em vários momentos.
É no início da constituição da família que temos a maior necessidade de nos precaver. Não podemos correr o risco de deixar os nossos dependentes desamparados. O custo de um seguro de vida muitas vezes é menor que um jantar ou dois lanches por mês.
Normalmente, o trabalhador autônomo é o mais exposto a contingências: como sua fonte de renda é unicamente seu trabalho, é necessário que ele se proteja de uma eventualidade, para não deixar sua família desamparada.
Opções no mercado não faltam. Porém, o planejamento para contratação de seguros ainda é um hábito embrionário aqui no Brasil. As pessoas não entendem a extrema necessidade de ter no seu planejamento financeiro uma segurança para seus dependentes. Portanto, análise a sua situação e se pergunte: se algo acontecer comigo, meus filhos e cônjuge terão condições financeiras para se sustentar e manter o padrão de vida? Se a resposta é não, pense em contratar um seguro que se adéqüe a suas necessidades.

