Mobilidade ainda precária para pessoas com deficiência

Segundo dados de 2010 da Secretaria de Saúde de Pernambuco, cerca de 10,1% da população pernambucana têm algum tipo de deficiência física. Desse número, quase metade se queixa de dificuldades ao acesso físico a edifícios, em geral, e de inclusão no mercado de trabalho, e na vida social. Um problema antigo que entra em alerta máximo nesses tempos de eleição. O que os candidatos estão fazendo para melhorar a acessibildade de pessoas com deficiência? Um importante alerta para o Dia Nacional da Pessoa com Deficiência, lembrado nesta sexta-feira (21).

As empresas Estaf Equipamentos e Usina Petribu junto com o Sesi/PE,oferecem palestras de orientação sobre a Lei de Cotas e também sobre a sensibilização dos funcionários e adaptação da estrutura física da empresa para receberem esses novos colaboradores. “Nossa palestra é interativa, onde simulamos as deficiências entre os participantes e compartilhamos as dificuldades encontradas no dia a dia por essas pessoas. Dessa forma, encontramos a melhor forma de acolhê-los”, completa Cinthya Carvalho. A palestra pode ser contratada por qualquer tipo de empresa. O Sesi atua também há mais de 60 anos com exigências e normas da Segurança e Saúde no Trabalho e prevenção de acidentes no ambiente corporativo.

Lei das Cotas –  A Lei das Cotas (Lei 8.213/1991), que completou 20 anos em 2011, estabelece o número de profissionais portadores de deficiência ou em reabilitação no quadro das empresas, de acordo com o número de funcionários da empresa. A cota foi fixada em 2% para quem tem entre 100 e 200 funcionários, 3% para 201 a 500 funcionários, 4% para aqueles que possuem entre 501 e 1000 e 5% para as empresas cujo quadro supera os mil empregados.

Fonte: Sesi/PE

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