Policiais do Gati do 1º Batalhão recuperam carro roubado

Policiais militares do Grupo de Apoio Tático Itinerante (Gati) do 1º Batalhão conseguiram recuperar uma Grand Vitara da Suzuki, que havia sido roubado na manhã desse domingo, na praia do Paiva. A vítima, o funcionário público Caio Aragão, 22, estava surfando quando teve a bolsa e o carro roubado.

PMs do Gati recuperaram o carro roubado. Foto: Wagner Oliveira/DP/D.A Press
PMs do Gati recuperaram o carro roubado. Foto: Wagner Oliveira/DP/D.A Press

“Eu deixei a minha bolsa na areia e entrei no mar para surfar. A chave do carro estava na bolsa. Depois que eu comecei a surfar, vi os ladrões fugindo com o meu carro. Então, eu sai da água e acionei a polícia”, contou Caio, que recuperou grande parte dos seus pertences e o veículo. O caso foi registrado no plantão da Delegacia de Casa Caiada.

De acordo com o soldado Luiz Holanda, na madrugada desta segunda-feira, o Ciods informou que o veículo roubado estaria em uma rua no bairro de Casa Caiada. “Quando chegamos perto do veículo, as pessoas não estavam. Esperamos eles voltarem e fizemos a abordagem. Fomos até as casas dos ocupantes dos carros e encontramos os produtos roubados”, contou Holanda.

Suspeito de matar modelo em Olinda responde processo em São Paulo

O tatuador André Cabral Muniz, 27 anos, apontado pela polícia como autor dos dois tiros que mataram  a modelo Danielle Solino Fasanaro, 35, dentro do apartamento do casal, no bairro de Casa Caiada, em Olinda, já foi denunciado pelo Ministério Público de São Paulo sob a acusação de porte ilegal de entorpecentes naquele estado. Em maio de 2011, a 28ª Vara Criminal de São Paulo publicou no Diário de Justiça Eletrônico que André estava em local incerto e que deveria apresentar resposta num período de 15 dias após a publicação do texto.

Segundo a cunhada do suspeito, Michelle Fasanaro, André estaria no Recife foragido da Justiça paulista. Esse caso será investigado pela Delegacia Seccional de Olinda, a partir de hoje. Ontem à tarde, o corpo de Danielle Fasanaro foi sepultado no Cemitério de Santo Amaro, no Recife. André se apresentou à polícia pernambucana como tatuador e repórter fotográfico.

Ontem, corpo da modelo foi velado e sepultado em Santo Amaro  (WAGNER OLIVEIRA/DP/D.A PRESS)
Ontem, corpo da modelo foi velado e sepultado em Santo Amaro

De acordo com a denúncia do Ministério Público de São Paulo, ele foi detido no dia 21 de maio de 2010, na Rua da Consolação, esquina com a Rua Ipiranga, no Centro da capital paulista, portando 0,1 decigrama de cocaína, para consumo próprio, conforme laudo de constatação e auto de exibição e apreensão. Com base nessa apreensão, a promotora de Justiça Luciana Barcellos Barreto de Souza Carneiro o denunciou como incurso no artigo 28 da Lei 11.343/06.

Imagem da prisão do tatuador, na terça-feira (ANNACLARICE ALMEIDA/DP/D.A PRESS)
Imagem da prisão do tatuador, na terça-feira

“O suspeito já foi autuado em flagrante pelos crimes em Olinda e foi encaminhado para o presídio. Agora, a delegada Maria Helena Couto será a responsável pelo final das investigações. Será apurado se ele realmente era foragido da Justiça de São Paulo e se é suspeito de outros crimes”, alegou o delegado Walcir Martins, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Apoio psicológico
Os familiares da modelo Danielle Fasanaro conversaram com o Diario ontem durante o velório, mas preferiram não se identificar. O pai do menino de nove anos, que foi feito refém pelo padrasto durante mais de duas horas, chegou de Campina Grande e está dando assistência ao filho, que está recebendo também acompanhamento psicológico. Um cunhado da vítima revelou que André e Danielle mantinham um relacionamento conturbado e que por conta disso, a vítima era um pouco afastada dos familiares.

Após matar a companheira, na última quarta-feira, André continuou dentro do apartamento na Avenida José Augusto Moreira com uma pistola apontada para o enteado. Ele só se rendeu após dezenas de policiais militares montarem uma operação para resgatar a criança.

O endereço da tragédia

Durante quatro horas, acompanhei a operação policial que foi montada no final da manhã desta quarta-feira para tentar salvar a vida de um menino de nove anos que estava sendo feito de refém pelo padrasto com uma arma apontada para a cabeça. Uma verdadeira ação de guerra foi montada em frente ao edifício Estrela do Mar, na Avenida José Augusto Moreira, no bairro de Casa Caiada, em Olinda.

O objetivo era deter um homem de 27 anos que ameaçava matar o enteado. Minutos antes, ela já havia matado a companheira com dois tiros. Assim com a notícia, a revolta se espalhou rapidamente. Em pouco tempo, dezenas de curiosos estavam perto do endereço da tragédia. O prédio de aspecto velho nunca chamou tanto a atenção de quem passava por uma das principais vias de Olinda como ontem.

Familiares da vítima estavam desesperados. Foto: Wagner Oliveira/DP/D.A Press
Familiares da vítima estavam desesperados. Foto: Wagner Oliveira/DP/D.A Press

Depois de muita negociação, a polícia conseguiu fazer com que o assassino se entreguasse e liberasse a criança. Na saída do prédio, escoltado pelos homens da Companhia Independente de Operações Especiais (Cioe), o homem identificado como André Cabral Muniz, 28 anos, foi xingado pelos populares revoltados. Queriam que a polícia o deixasse na rua para que pudessem linchá-lo, o que não foi permitido, obviamente.

André (de camisa branca à frente dos PMs) se rendeu após o crime. Foto: Wagner Oliveira/DP/D.A Press
André (de camisa branca à frente dos PMs) se rendeu após o crime. Foto: Wagner Oliveira/DP/D.A Press

No final da tarde, o corpo da modelo Danielle Solino Fasanaro, 35, foi levado para o Instituto de Medicina Legal (IML), no bairro de Santo Amaro. O caso está sendo investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), onde André está detido por enquanto. Para a família da vítima fica agora, além da dor e da revolta, a tafera de cuidar do filho deixado por Danielle.

Polícia Militar vai fazer rondas perto das faculdades

Depois dos últimos casos de assaltos a instituições de ensino superior, o secretário de Defesa Social, Wilson Damázio, determinou que a Polícia Militar passe a dar mais atenção às universidades. Segundo Damázio, a partir de agora as viaturas que fazem parte do programa Patrulha Escolar e as guarnições táticas que circulam nos bairros passam a trabalhar em parceria com a segurança privada dessas instituições.

Na noite da última quarta-feira, funcionárias da tesouraria da Faculdade Metropolitana, no bairro de Piedade, Jaboatão, foram assaltadas e agredidas por três homens. Na semana passada, uma aluna da Faculdade Aeso, em Olinda, foi assaltada quando estava sentada num banco na instituição.

Além de determinar que a PM faça rondas nas proximidades das universidades e faculdades, o secretário Wilson Damázio ressaltou que as instituições que quiserem fazer parte do programa de monitoramento por câmeras podem procurar a secretaria para se cadastrar. “Nossas viaturas já fazem um trabalho de segurança nas escolas de todo o estado. Agora, diante desses crimes nas universidades, os policiais estão orientados a ficar mais perto desses centros de ensino”, destacou.

O monitoramento foi lançado em setembro de 2011 para garantir tranquilidade a alunos, professores, servidores e pais. As escolas ou faculdades que aderirem ao programa precisam comprar as câmeras, mas recebem descontos no ICMS.

Adolescentes e mulheres cada vez mais vítimas do ciúme dos homens

Quanto mais se fala em campanha contra a violência doméstica, mas vemos explodir na imprensa casos de mulheres agredidas e assassinadas pelos seus namorados e companheiros. O motivo das brigas e dos crimes são sempre os mesmos. Ciúmes ou a recusa da mulher para reatar o relacionamento. Nesse final de semana, a vítima foi uma jovem de 16 anos com a vida inteira pela frente. O suspeito, o namorado da garota, fugiu após o disparo que ele afirmou ter sido acidental.

Acompanhe os detalhes desse caso.

Uma adolescente de 16 anos foi morta com um tiro na cabeça em Aguazinha, bairro de Olinda, e o principal suspeito de ter disparado o revólver calibre 38 é o namorado dela, G.B.C, cuja idade não foi revelada pela polícia. O crime aconteceu na noite do último sábado em um depósito de materiais recicláveis, onde o suspeito morava há cerca de uma semana. A polícia está investigando se o crime foi acidental ou motivado por ciúmes.

Logo após o crime, testemunhas contaram à polícia que ouviram o barulho do disparo e logo em seguida presenciaram a fuga do suspeito em uma moto. Nesse momento, G. teria afirmado que o tiro tinha sido acidental. Familiares e amigos de Claudijane Maria do Nascimento, no entanto, discordam dessa versão e garantem que o assassinato foi motivado pelo ciúme excessivo de G.

No sepultamento, na tarde desse domingo, no Cemitério de Beberibe, familiares e amigos da vítima informaram que Claudijane namorava há pouco tempo com G. e que pretendia acabar o relacionamento por conta dos ciúmes dele. O casal, inclusive, teria discutido, na mesma tarde do dia do crime, porque a adolescente foi ao dentista com uma amiga e não atendeu às ligações do namorado. A atitude teria levado ele a imaginar que estava sendo traído. Além disso, ela era muito bonita e costumava chamar a atenção de outros homens.

Leia matéria completa na edição desta segunda-feira do Diario de Pernambuco

 

O desabafo de uma vítima da violência e da inoperância policial

Por Juliana Fraga*

Quinze minutos. O que se consegue fazer nesse intervalo de tempo? A princípio, pode parecer pouco, mas, acreditem, foi o suficiente para que meu dia fosse inteiramente virado pelo avesso. Quinze minutos foi o tempo que demorei para fazer um exame de sangue em um laboratório de Bairro Novo, em Olinda, e descobrir, depois, atônita, que meu carro havia sido violado e todos os pertences que estavam dentro dele haviam sido furtados. Além da sensação de impotência, de revolta e de raiva, a cidadã aqui, em dia com todas as suas obrigações com o Estado, que fique registrado, ainda teve que enfrentar a incompetência e inoperância de quem faz a segurança pública nesse mesmo Estado.

Passava um pouco das 10h, sol brilhando e rua movimentada. Estacionei embaixo da sombra de uma árvore, a menos de cem metros do meu destino, tentando me prevenir do calor que me esperava na volta. Talvez esse tenha sido meu erro. Ou talvez tenha sido acreditar em um falso sentimento de segurança, que me permitiu deixar pertences de valor, mesmo que escondidos debaixo do banco, dentro do carro.

Na volta, ao tentar destravar o alarme, nenhum barulho. O estranhamento veio seguido da certeza do que havia acontecido. Ao abrir a porta, o início do susto. Do som, restaram apenas fios expostos e arranhões no painel. Do notebook, recém comprado e pelo qual ainda terei que pagar nove parcelas, nem rastro. Movida pelo impulso abri a mala… e o pneu reserva também não estava mais lá. Duas caixas com papeis, canetas, agendas e outros materiais pessoais totalmente revirados. Ainda levaram coisas menores, que nem valem o registro.

Dois homens que trabalham numa construção quase ao lado viram tudo. Não entenderam que se tratava de um furto, ou pelo menos assim disseram. Falaram que dois homens, um bem vestido e outro “sarara”, se aproximaram em um outro carro, um Ágile preto, com os números da placa 9003. Um deles desceu, e fez o famoso “rapa”. Profissional. Tudo profissional. Só isso é possível concluir. Quem consegue abrir o capô de um automóvel, desligar a bateria, forçar a porta e retirar tudo de dentro em quinze minutos só pode ter muita prática no que faz. “Eles acabaram de sair, moça. Se a senhora correr ainda pega eles no sinal”, me disse um dos operários. Por motivos óbvios, não segui o conselho do homem, que afirmou já ter visto o mesmo carro na área outras vezes.

Revoltada, arrasada (sim, eu sei que foram apenas bens materiais. No entanto nada justifica o ocorrido e nada vai trazer de volta arquivos importantes e únicos que estavam em meu computador) fui até a delegacia mais próxima. Ou seja, estava fazendo o Boletim de Ocorrência menos de trinta minutos depois do fato. Já na frente do policial que faria o BO, a primeira decepção. “Infelizmente é assim mesmo, senhora. É quase impossível recuperar os pertences agora. Esses caras vendem isso rapidinho”, me desenganou o homem da lei.

Atônita, não sabia o que falar. Terminei de relatar o que tinha acontecido e o documento foi impresso. Nesse momento, a segunda tapa na cara. O policial me entregou as duas vias do BO. Ainda questionei se realmente teria que ficar com as duas. A resposta? “É. Não adianta deixar aqui, não. Aqui é só plantão e a gente não pode fazer nada”. Muda, constrangida pelo absurdo que tinha acabado de ouvir, fui embora para casa, onde eu ainda me sinto segura para chorar minhas perdas.

Do que vivi hoje, apenas questionamento… Que polícia é essa que não pode fazer nada pelo cidadão? Por que não se acionou a Polícia Militar e se fez uma ronda na área? Por que me deixaram fazer um Boletim de Ocorrência sabendo que seria absolutamente em vão? Quantas pessoas fizeram o mesmo que eu e viram sua tentativa de ao menos registrar a violência ser apenas perda de tempo e esperança? É assim que o governo enche a boca para falar da redução da violência no Estado? Números mascarados, polícia sem função, cidadãos jogados à própria sorte. Esse é o Pernambuco melhor para se trabalhar e viver!?

* Juliana Fraga é jornalista e teve o carro arrombado na manhã desta quarta-feira.

 

Quase 700 pessoas detidas por urinar na rua, no Rio de Janeiro

O número de pessoas detidas por urinar na rua durante a passagem dos blocos de carnaval do Rio de Janeiro continua a subir e chegou 659 nessa terça-feira, com a detenção de mais 29 foliões no Bloco das Carmelitas, em Santa Teresa, que reuniu 8 mil pessoas. Do total, 57 pessoas detidas durante o período eram mulheres, e 16, estrangeiros.

Se as autoridades fizessem a mesma fiscalização e detenção dos mijões nos focos de folia do Recife e Olinda, seriam poucos os foliões que restariam nas ruas e as delegacias não teriam espaço para acolher todas as pessoas encaminhadas para lá. Nas ladeiras da Cidade Alta e nas ruas do Bairro do Recife é cena comum ver homens e mulheres urinando nas calçadas e por trás de veículos. O ato é resultado da falta de educação das pessoas e pouca quantidade de banheiros colocados à disposição dos foliões.

Com informações da Agência Brasil

 

Polícia Militar fará bloqueios para entrada de foliões em Olinda durante o carnaval

O carnaval de Olinda terá um reforço na segurança até então inédito. Diante dos últimos casos de violência registrados nas prévias, o comando da Companhia Independente de Apoio ao Turista (Ciatur) vai instalar 11 bloqueios nas principais vias de acesso ao sítio histórico, a exemplo do que já é feito no desfile do Galo da Madrugada. A ação, no entanto, somente começa a valer nos quatro dias de carnaval. Cenas de arrastões, uso e tráfico de drogas, além de brigas de gangues têm assustado a multidão que lota Olinda nas prévias. A violência terminou forçando a PM a adotar novas estratégias nos dias oficiais da festa.

Foliões serão revistados nas entradas da Cidade Alta. Foto: Edmar Melo/Esp. p/ DP

No último domingo, foram os adolescentes que mais deram trabalho à polícia. Enquanto 30 adultos foram detidos, 54 adolescentes terminaram encaminhados para o batalhão da Ciatur. Até que os bloqueios sejam postos em prática, as prévias terão reforço de mais 146 PMs, o que somará 380 PMs nas ruas no próximo domingo.

O comandante da Ciatur, major Ronaldo Tavares, garante que os bloqueios vão ajudar a reduzir a violência no sítio histórico. “Nesses pontos serão feitas revistas nos foliões com o objetivo de encontrar drogas, além de armas de fogo ou armas brancas”, destacou o oficial. Segundo ele, os pontos mais críticos onde serão instalados bloqueios são a Rua de São Bento e as praças do Carmo e São Pedro.

Em caso de presenciar alguma cena de violência, o folião deve procurar a patrulha mais próxima para informar o fato. “Estamos estimando em cerca de um minuto a chegada da PM ao local do conflito”, avisou o major Ronaldo Tavares. O folião pode ligar também para o 190 ou para o 3181.3703. “Temos 16 câmeras de monitoramento que também ajudam o trabalho da PM”. A estimativa é de que pelo menos 50 mil pessoas tenham circulado no último domingo nos focos de folia de Olinda. A PM lembra aos familiares que crianças e adolescentes sem acompanhamento de um responsável e em situação de risco, como uso de drogas, serão recolhidos para o batalhão da Ciatur ou para o conselho tutelar, de onde só podem sair com a família.

Do Diario de Pernambuco

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Arrastões e brigas voltam a acontecer nas prévias de Olinda

 

Arrastões e brigas de galeras voltam a acontecer nas prévias carnavalescas em Olinda

Quem decidiu aproveitar o primeiro domingo do ano para antecipar o carnaval em Olinda precisou ter pernas prontas para correr e muito na tarde deste domingo. Famosa pelas belas festas que realiza antes da chegada dos dias de Momo, a cidade de Olinda tem se tornado também conhecida pela violência nos finais de semana que antecedem os quatro dias de carnaval.

Os temas arrastão e briga entre galeras foram os mais comentados nas redes sociais depois que as pessoas que estavam na Cidade Alta chegaram em suas casas. Segundo as informações dos foliões que estiveram nas prévias, até tiros para o alto a polícia precisou disparar para conter as constantes brigas que estavam acontecendo em vários pontos do foco de folia.

No Twitter, os internautas postaram que houve confusão na Rua do Sol. Houve tiros para o alto e algumas pessoas jogando pedras nas outras. Briga também teria acontecido na Praça da Pitombeira. Algumas pessoas chegaram a fazer críticas à segurança da festa. Atenção Polícia Militar de Pernambuco, ainda vamos ter outros finais de semana de prévia até a chegada do carnaval e não se pode deixar que atos como esses maculem o brilho do carnaval de Olinda.

Veja alguns depoimentos colhidos do Twitter:

Reporter João Victor@reporterjvictor

Muita gente postando no meu face que o pau cantou em olinda hoje , na praça da pitombeira.A policia teve que dar tiro pra cima pra diminuir.

miro acolá@mirobione

chocado com a quantidade de arrastões feat marginais em olinda.

João Cavalcanti@JaumCavalcanti

Terror na rua do sol, próximo ao dogão. Arrastão, pedras e policia dando tiro pra cima. Cuidado!

caio césar batista @caiocesarb

Cheguei faz uns 30 minutos das prévias, e não dá para passar mais de 1h lá não, base negativa, só pau e arrastão, segurança como sempre lixo

Bruno @Drunksfeelings

A pessoa tem que preparar o corpo antes de sair pra uma noite em Olinda, porque essa vida de corre de arrastão não dar.