Inscrições para o Encceja são prorrogadas até 25 de janeiro

Inscrições para o Encceja são prorrogadas até 25 de janeiro

Por Agência Brasil

O prazo para inscrição no Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) foi prorrogado para a próxima segunda-feira (25). As inscrições podem ser feitas pelo site do exame.

O período para que os participantes solicitem atendimento especializado e tratamento pelo nome social para o exame também foi prorrogado até as 23h59 do dia 25. A aplicação das provas para o ensino fundamental e médio está prevista para o dia 25 de abril em todos os estados e no Distrito Federal.

O Encceja permite conceder o diploma de conclusão do ensino fundamental ou médio para jovens e adultos que não conseguiram obter o documento na idade prevista.

“A participação no Encceja Nacional 2020 é voluntária, gratuita e destinada a jovens e adultos que não concluíram os estudos na idade apropriada para cada etapa de ensino, desde que tenham, no mínimo, 15 anos completos para o ensino fundamental e, no mínimo, 18 anos completos no caso do ensino médio, na data do exame”, informou o Ministério da Educação.

O exame é constituído de quatro provas objetivas, de acordo com o nível de ensino, contendo, cada uma, 30 questões de múltipla escolha nas áreas de ciências naturais, matemática, língua portuguesa, língua estrangeira moderna, artes, educação física, história e geografia. O candidato também será avaliado por meio de uma redação.

O edital do Encceja 2020 prevê que o participante inscrito que não comparecer para a realização das provas de todas as áreas do conhecimento e quiser participar da edição no ano seguinte deverá justificar a ausência. Caso o participante não faça a justificativa, deverá ressarcir um valor determinado pelo governo federal, conforme orientações divulgadas no site de inscrição.

Segunda fase da Olimpíada Nacional de Ciências começa hoje

Segunda fase da Olimpíada Nacional de Ciências começa hoje

Por Agência Brasil

Começa hoje (22) a segunda fase da Olimpíada Nacional de Ciências (ONC), uma das iniciativas do Programa Ciência na Escola, na qual estudantes concorrem a medalhas e certificados, que servem como uma primeira credencial no currículo.

Ao todo, mais de 2 milhões de estudantes do Ensino Médio e dos 8º e 9º anos do Ensino Fundamental se inscreveram este ano na ONC, que é a maior olimpíada do conhecimento em ciências do país.

A primeira etapa foi realizada em agosto, por meio do aplicativo da ONC, disponível para celulares com sistemas operacionais Android e iOS. A segunda etapa, que seria realizada em setembro, acabou adiada em razão da pandemia de covid-19.

O programa da segunda fase é o mesmo da primeira fase, e pode ser consultado no site oficial da ONC. Participam deste segundo momento todos que obtiveram desempenho acima da nota de corte nas primeiras provas. O resultado da primeira etapa pode ser consultado aqui.

O ONC é realizada em conjunto pela Sociedade Brasileira de Física (SBF), Associação Brasileira de Química (ABQ), Instituto Butantan, Sociedade Astronômica Brasileira e Universidade Estadual De Campinas (Unicamp). A iniciativa conta com o incentivo do Ministério da Ciência e Tecnologia.

Tecnologia ajuda municípios na identificação de lacunas de aprendizagem na pandemia

Tecnologia ajuda municípios na identificação de lacunas de aprendizagem na pandemia

A pandemia da Covid-19 teve impacto nos sistemas de ensino de todo o mundo, que precisaram se adaptar às limitações impostas pela crise sanitária. Em Pernambuco, com o fechamento de escolas, alguns alunos puderam continuar as atividades em diferentes modalidades: online, via televisão ou com conteúdos impressos entregues pelas equipes pedagógicas. Após as adaptações, em caráter de urgência, feitas em 2020, os municípios precisam organizar a retomada do ano letivo de 2021 com planejamento detalhado. Para isso, uma solução foi criada no estado, pela Mundo Educacional Editora, em parceria com grupo de pesquisa do Centro de Informática (CIn) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), para auxiliar as redes municipais na organização da volta às aulas.

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e, posteriormente, o Conselho Nacional de Educação (CNE) recomendam, para o retorno às aulas, a realização de uma avaliação para diagnosticar as lacunas de aprendizado dos estudantes. Esse seria, de acordo com os órgãos, os primeiros passos para criar planos de ação voltados à redução dos danos gerados na pandemia. A realização dos diagnósticos é fundamental para assegurar que as aprendizagens essenciais sejam adquiridas em 2021.

Identificar as defasagens na aprendizagem e os pontos de melhoria em cada segmento é fundamental para que as redes de ensino e as escolas possam planejar, de fato, os próximos passos. “As desigualdades na aprendizagem dos estudantes vêm sendo mostradas em vários estudos no Brasil. Na pandemia, houve um aprofundamento dessas assimetrias. Perceber as lacunas que ficaram de 2020 é fundamental para planejar 2021. Para isso, é preciso avaliar o nível no qual se encontra cada estudante, ou seja, entender o que ele sabe do ano anterior para que se possa recuperar o desenvolvimento dessas habilidades”, explica o consultor em gestão de projetos da Mundo Educacional e especialista em psicopedagogia institucional, Rubenildo Moura, que tem experiência como consultor da Unesco, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) e Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI).

Por causa das restrições ainda vigentes e para evitar a disseminação do novo coronavírus, a avaliação diagnóstica deve ser feita nas residências dos estudantes. A avaliação é individual, e são emitidos relatórios personalizados para os municípios, que, a partir dos resultados, terão evidências científicas da situação atual da rede de educação. “Compreendemos que 2020 foi um ano atípico e cada município, individualmente, trilhou os seus percursos para atender as suas redes. Iniciando 2021, é de suma importância que os municípios acompanhem as aprendizagens dos seus estudantes. O momento agora é de avaliar qual foi o prejuízo que a pandemia implicou na vida dos estudantes, fazendo uma diagnose e, a partir dela, direcionar, orientar e planejar o que precisa ser ensinado no ano de 2021”, enfatiza a consultora pedagógica da Mundo Educacional e mestra em educação pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Michely Almeida.

Inscrições para o Encceja terminam amanhã

Inscrições para o Encceja terminam amanhã

Por Agência Brasil

Termina amanhã (22) o prazo para a inscrição no Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) 2020. A aplicação das provas para o ensino fundamental e médio será no dia 25 de abril deste ano e ocorrerá em todos os estados e no Distrito Federal. A inscrição pode ser  feita pelo site.

O exame serve para conceder o diploma de conclusão do ensino fundamental ou médio para os jovens e adultos que não conseguiram obter na idade adequada.

“A participação no Encceja Nacional 2020 é voluntária, gratuita e destinada a jovens e adultos que não concluíram os estudos na idade apropriada para cada etapa de ensino, desde que tenham, no mínimo, 15 anos completos para o ensino fundamental e, no mínimo, 18 anos completos no caso do ensino médio, na data do exame”, informou hoje (21) o Ministério da Educação.

O exame é constituído de quatro provas objetivas, de acordo com o nível de ensino, contendo cada uma 30 questões de múltipla escolha nas áreas de Ciências Naturais, Matemática, Língua Portuguesa, Língua Estrangeira Moderna, Artes, Educação Física, História e Geografia. O candidato também será avaliado por meio de uma redação.

O edital do Encceja diz que o participante inscrito que não comparecer às provas de todas as áreas do conhecimento no Encceja de 2020 e quiser participar do Encceja 2021 deverá justificar a sua ausência. Caso o participante não justifique a ausência, ele deverá ressarcir um valor determinado pelo ministério, conforme orientações divulgadas no site de inscrição do exame.

Ministro dá posse a novos reitores de três universidades federais

Ministro dá posse a novos reitores de três universidades federais

Por Agência Brasil

O ministro da Educação, Milton Ribeiro, deu posse nessa quarta-feira (20) aos novos reitores das universidades federais: do Rio Grande do Sul (FURG), de São Carlos (UFSCar) e de Pelotas (UFPel), que vão cumprir mandato de quatro anos.

O novo reitor da FURG é o professor Danilo Giroldo. Integrante do quadro docente da universidade, Giroldo, que  foi vice-reitor na gestão anterior,  tem mestrado e doutorado em ecologia e recursos naturais.

Atualmente, ministra aulas no programa de pós-graduação em ambiente aquáticos continentais e nos cursos de graduação em ciências biológicas. Giroldo foi o candidato a reitor mais votado no colégio eleitoral da FURG. A nomeação do professor foi publicada no Diário Oficial da União no dia 14 de janeiro.

Também nesta tarde, a professora Ana Beatriz de Oliveira também tomou posse como reitora da Universidade Federal de São Carlos. Ela foi escolhida pelo presidente Jair Bolsonaro, mesmo não tendo sido o primeiro nome na lista tríplice apresentada pela UFSCar. A nomeação foi publicada no Diário Oficial na sexta-feira (15).

Ana Beatriz é doutora em fisioterapia pela UFSCar, na qual é professora do Departamento de Fisioterapia desde 2009. Ela foi indicada em segundo lugar na lista tríplice encaminhada ao Ministério da Educação (MEC).

A Universidade Federal de Pelotas também terá uma reitora que não foi encabeçou a lista tríplice: a professora Isabela Fernandes Andrade, que atuava como diretora do Centro de Engenharia da instituição. Isabel ficou em segundo lugar na lista tríplice formada pelo Conselho Universitário (Consun) da instituição. A decisão, assinada por Bolsonaro foi publicada no Diário Oficial da União no dia 6 de janeiro.

Isabela Andrade tem doutorado e mestrado em arquitetura e urbanismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Capes oferece 1,4 mil vagas para doutorado sanduíche no exterior

Capes oferece 1,4 mil vagas para doutorado sanduíche no exterior

Por Correio Braziliense

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) vai destinar 1,4 mil vagas para doutorado no exterior, de acordo com o Edital 19º/2020, do Programa de Doutorado-Sanduíche no Exterior (PDSE).

Os selecionados ganharão bolsas para passar de quatro a seis meses em país estrangeiro. Os programas de pós-graduação (PPG) com nota igual ou superior a 4 na Avaliação Quadrienal de 2017, relatório que avalia o desempenho dos PPG, devem selecionar os candidatos internamente até 12 de março.

Após a seleção realizada pelas instituições de ensino superior, os aprovados devem se inscrever no sistema on-line da Capes até 1º de abril.

O orçamento de R$ 89,8 milhões, destinado pelo programa, vai custear as 1,4 mil bolsas de estudo e possibilitar que alunos matriculados em cursos de doutorado realizem uma parcela de seus estudos fora do país.

No fim do período estipulado, os estudantes devem retornar ao Brasil para defender a tese e concluir o curso.

Confira as etapas do processo:

  • Seleção interna dos candidatos e publicação do resultado final: até 12 de março
  • Inscrição das candidaturas no sistema da Capes: de 15 de março até 1º de abril
  • Homologação dos candidatos inscritos no sistema da Capes: de 6 abril até 12 de abril
  • Publicação da relação de inscrições homologadas: até 15 de abril
  • Análise documental das candidaturas pela Capes: a partir de 16 de abril
  • Interposição de recurso administrativo nos casos de indeferimento na etapa de análise documental: em até três dias úteis após a comunicação realizada pela Capes
  • Publicação da relação de aprovados em análise documental: de 1º de junho até 30 de setembro
  • Emissão das cartas de concessão: a partir de 19 de abril
  • Início das atividades no exterior: de julho a setembro de 2021