Um jornal deve ser mais do que um agregador de notícias. Ele tem que fazer história. Este é o papel cumprido pelo Diario de Pernambuco ao longo dos seus recém-completados 190 anos. Fatos marcantes como a abdicação de Dom Pedro I, a Guerra do Paraguai, a libertação dos escravos, o massacre de Canudos, o fim da Segunda Guerra Mundial, o suicídio de Getulio Vargas, a chegada do homem à Lua e o 11 de Setembro foram devidamente registrados para sempre nas páginas deste que é o mais antigo em circulação na América Latina.

Desde o início, a relação do Diario com seus leitores não se limitou apenas à impressão do dia seguinte, mas a experimentos de interatividade que culminariam no “em tempo real” tão comum nos dias de hoje. Episódios fora do comum têm o poder de reforçar a ligação de um jornal com a sociedade.

Ao contrário dos seus colegas dos séculos passados, os leitores mais colaborativos de hoje do Diario não precisam ir à sede física do jornal para se informar no momento exato do que mais significativo acontece na sua cidade, no estado, no país e no mundo. A internet e o mais recente fenômeno das redes sociais realizam bem esta função, com ferramentas e dispositivos nunca imaginados pelo fundador deste matutino em 1825. Esta revista mostra como um sonho se mantém vivo graças ao esforço diário de pessoas que fazem mais do que um jornal. Fazem história.

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Vera Ogando

editores executivos:
Paula Losada e Paulo Goethe

edição:
Brenno Costa, Kauê Diniz e Marcel Tito

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edição de arte e multimídia:
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edição de imagens: Bernardo Sampaio

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