Spínola está livre de culpa domingo. Manolo, não

Sálvio Spínola, árbitro Fifa. Foto: Helder Tavares/Diario de Pernambuco

Sálvio Spínola Fagundes Filho, 41 anos.

Filho ilustre do município de Urandi, no sul da Bahia.

Localidade com apenas 16.499 moradores.

Economista. Advogado. E árbitro de futebol…

Não um juiz qualquer, mas um dos dez integrantes brasileiros do quadro da Fifa. Faz parte da escala internacional desde 2005.

Apesar da certidão baiana, Spínola se mudou para São Paulo com apenas um ano de idade. No motor do PIB do país, ele cresceu, estudou e constituiu a sua família.

Mesmo com a formação privilegiada em relação à educação nacional, Spínola optou por focar a arbitragem nos estádios de futebol, onde começou em 1993.

Como um economista/advogado foi parar nisso? Trabalhando no comércio paulista, certo dia Spínola caminhava na frente da Federação Paulista de Futebol. Tinha 22 anos.

Curioso, quis saber detalhes sobre a arbitragem. Pois, justamente naquele dia, havia sido lançado o edital para o curso de árbitros de 1992. Foi avisado pelo porteiro Manolo.

A inscrição ocorreu ali mesmo. Virou um árbitro extremamente técnico e disciplinador.

Em 2003, após a decisão do Paulistão vencida pelo Corinthians, ele voltou à sede da FPF e deu a camisa da final de presente a Manolo.

Se no domingo, nos Aflitos, a arbitragem do Clássico dos Clássicos for polêmica, já sabemos que o tal porteiro tem muita culpa na história…

Sálvio Spínola, árbitro Fifa. Foto: Helder Tavares/Diario de Pernambuco

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