BEBIDAS

Há 51 anos matando a sede dos brasileiros

A Indaiá é líder no mercado, com 27 fontes, distribuídas por 10 estados brasileiros, além do distrito federal

Pernambuco é um estado estratégico para a Indaiá

Água não tem cor, cheiro e gosto, mas para os pernambucanos ela tem nome: Indaiá. Criada em 1967, surgiu como uma indústria de água mineral, com capacidade de produção similar às maiores do mundo. E como resultado, tornou-se líder no mercado, com 27 fontes, distribuídas por 10 estados brasileiros, mais o Distrito Federal.

Todo o investimento garantiu o abastecimento em todas as regiões do Brasil e consolidação como a água mais consumida e líder de mercado, pelos nordestinos. E não foi só isso, além do carro-chefe, a marca também traz em seu portfólio uma linha de refrigerantes (Refri), o suco misto Citrus e o energético Night Power.

E se a ampla gama de produtos não fosse suficiente, em 2015, a Indaiá deu mais um passo para a consolidação da liderança de mercado, com o início da operação da sua nova fábrica, localizada no município de Horizonte, Região Metropolitana de Fortaleza. Ocupando uma área de 30 mil m², em uma reserva ambiental de 62 hectares, é capaz de produzir 50 milhões de litros por mês.

Sendo assim, diz o superintendente de Alimentos e Bebidas do Grupo Edson Queiroz – grupo detentor da Indaiá -, Antônio Gomes Vidal, a marca possui uma das mais modernas fábricas de envase de águas minerais do Brasil. Além disso, afirma: “Na região Nordeste, somos o líder na categoria e o fabricante que mais cresce no mercado”.

“Pernambuco é um estado estratégico para nós, portanto, temos investimentos voltados para a região que nos auxilia a manter a posição e oferecer um serviço e produto de qualidade para nossos consumidores”, concluiu o superintendente de Alimentos e Bebidas.

Johnnie Walker, o uísque mais vendido no mundo

Os estados do nordeste representam 54% do consumo total da bebida

Desde 1934, a Johnnie Walker é fornecedora da Casa Real britânica

Os estados nordestinos, juntos, representam 54% do consumo total de uísque no Brasil (Fonte: Nielsen – Retail – móvel atual). E o número torna o Nordeste um dos maiores consumidores per capita de uísque no mundo, sendo também, de acordo com a marca, o maior mercado para o Johnnie Walker. O scotch mais vendido do mundo, e o preferido do pernambucano, tem sua história marcada pela determinação que se estende por gerações de uma família.

Tudo começou em 1819, quando John Walker perde o pai e decide abrir junto com o irmão uma mercearia na cidade de Kilmarnock, na Escócia. Nessa época, o mercado do uísque vinha mudando ao redor do mundo, as destilarias começavam a se profissionalizar e John enxergou, nessa mudança, uma oportunidade de ingressar no mercado.

Quando a maioria dos seus concorrentes estocava maltes únicos, de pouca consistência, ele decidiu investir em blends, de modo que seu uísque tivesse sempre o mesmo sabor e qualidade. John faleceu em 1857, deixando os negócios da família nas mãos do filho Alexander. Foi ele que, no ano de 1867, lançou o primeiro blend comercial de Johnnie Walker e o chamou de “Old Highland Whisky” (uísque velho das montanhas).

Em seguida, contratou capitães de navios como seus agentes para fazer o transporte de suas criações. Com essa ideia, fez com que sua marca estivesse presente no mundo inteiro. Foi nesse período que surgiu o emblemático rótulo inclinado a exatamente 24 graus e que nasceu o hábito de usar as famosas garrafas quadradas, menos propensas às quebras durante as viagens.

Quando Alexander morreu em 1889, seus dois filhos assumiram os negócios. Alexander II ficou responsável pela produção dos uísques e George viajava o mundo estabelecendo uma rede de distribuição. No ano de 1893, os irmãos compraram a tradicional destilaria Cardhu como forma de garantir o suprimento de maltes excepcionais e manter o líquido longe de seus principais concorrentes.

Em 1920, a marca já podia ser encontrada em 120 países. Os uísques Johnnie Walker foram imortalizados ao longo do século 20 por artistas do cinema e da música, nomes da alta sociedade e da intelectualidade. Em 1º de janeiro de 1934, a bebida recebeu o Mandado Real do Rei George V para fornecer uísque ao lar real. O título é mantido até hoje. Atualmente, a marca faz parte do portfólio de luxo da Diageo, líder mundial na produção de bebidas alcoólicas premium.

Pitú completa oito décadas de operação

Planos da empresa incluem a expansão de mercado no sudeste do país

Já são oito décadas produzindo cachaça em Vitória de Santo Antão, mas os planos de expansão da Pitú seguem em curso. A companhia, que se tornou conhecida com o slogan “Mania de brasileiro”, está entre as 20 marcas de bebidas destiladas mais produzidas do mundo, comercializando, em média, 98 milhões de litros de cachaça por ano. Para alavancar mais ainda o processo produtivo, a empresa está investindo R$ 15 milhões na instalação de três tanques de aço inox com capacidade para armazenar 21 milhões de litros de cachaça.

Recentemente, a empresa também investiu R$ 1 milhão na equalização de seu tratamento de efluentes em novos equipamentos de maior eficiência e com uma melhor reciclagem de resíduos líquidos e sólidos “Todos os dias surge uma nova tecnologia e estamos atentos para trazer essas mudanças para dentro da empresa. A nossa virada de chave começou com essas inovações”, pontua Alexandre Ferrer, que assumiu a presidência da empresa no ano passado. O grupo, inclusive, está na terceira geração de gestores. A empresa começou a operação em 1938 por Joel Cândido Carneiro, Severino Ferrer de Moraes e José Ferrer de Moraes.

Inicialmente, a empresa trabalhava com a fabricação de vinagre, bebidas à base de maracujá e jenipapo, além de engarrafar aguardente de cana fornecido por engenhos locais.

“Antes, a fábrica era no centro da cidade e como o produto foi ganhando mercado, a unidade ficou pequena e nos mudamos para o terreno onde atuamos atualmente. O mercado e a produção cresceram e hoje somos líder nas regiões Norte e Nordeste e segundo lugar no país”, detalha Ferrer. Atualmente, a indústria gera mais de 500 empregos, entre contratados e terceirizados, com uma produção em dois turnos, cinco dias por semana.

Dentro das comemorações dos 80 anos, a marca lançou uma edição especial de sua tradicional lata de 350 ml da “branquinha”, com layout especial de aniversário que traz referências de produtos e materiais gráficos da época da criação da cachaça, dando uma estética retrô à embalagem. O acabamento fosco e a aplicação de um pantone dourado mostram o quanto uma marca com oito décadas de vida consegue se manter com um espírito jovem.

Os planos para 2018 incluem ainda a expansão de mercado no Sudeste do país, que tem um grande potencial de consumo, mas ainda é um mercado pouco explorado pela marca. “Eu diria que a participação do Sudeste nos negócios hoje é de 3%. Ainda é tímida porque temos dificuldade no transporte, o que encarece o produto. A distribuição pesa muito porque o valor agregado do produto é baixo. Mas temos um potencial e vamos ganhar mercado”, enfatiza.

Empresa vende, em média, 98 milhões de litros de cachaça por ano

Conectada com os pernambucanos

Coca-Cola é líder em venda e na memória dos consumidores

A Solar é a segunda maior fabricante de Coca-Cola do Brasil

O que é melhor que uma Coca-Cola bem gelada para acompanhar um almoço em família? Todo bom pernambucano sabe disso e – não por acaso – a Coca-Cola foi eleita uma das marcas preferidas, e, consequentemente, uma das mais lembradas. E é no estado que a Solar Coca-Cola, segunda maior fabricante do sistema Coca-Cola no Brasil e uma das 20 maiores do mundo, tem sua mais forte atuação.

“Pernambuco é o estado de maior representatividade no nosso mercado, se considerarmos toda a região Nordeste e o Mato Grosso. Essa lembrança representa muito para todos nós que fazemos parte do Sistema Coca-Cola. É motivo de muito orgulho saber que, em nosso maior estado, temos uma estreita conexão da nossa marca com os pernambucanos”, enfatiza Rodrigo Assunção, VP de Categorias da Solar Coca-Cola.

Ainda segundo ele, a forte concorrência do mercado tem refletido no resultado – “Sempre positivo” – e no foco no trabalho. “Nós temos muito orgulho de liderar o mercado, e esse orgulho aumenta ainda mais ao sabermos que lideramos não apenas nas vendas mas, especialmente, na memória das pessoas”, afirmou.

Sobre as estratégias de marketing empregadas pela marca, e que garantem a relevância junto ao consumidor, Javier Rodrigues, VP de Marketing da Coca-Cola Brasil, explica que o segredo é a “inovação e engajamento”. “A fidelização depende de diversos fatores, mas tem um princípio básico comum para as marcas, que é estar com os produtos acessíveis e disponíveis nos canais corretos”, afirma.

A partir daí, diz o VP de Marketing, cada marca tem a sua personalidade própria. “O conjunto de características é importante para a conexão com o público-alvo em diferentes ocasiões de consumo. Um exemplo é que a Coca-Cola, uma marca que tem principalmente os jovens como público-alvo, sempre teve muito forte a característica de ser otimista, de falar de felicidade, além de estar presente no universo da música”.

Outro ponto que torna a Coca-Cola Brasil uma constante na vida de cada brasileiro é a sua adaptatividade. Como a adoção da tecnologia nas estratégias de marketing é um caminho sem volta, o uso da tecnologia passou a estar inserido nas práticas e operações da empresa, na divulgação do produto e na aproximação com o consumidor.

“Digital para nós”, disse Javier, “é um meio para estar perto de nossos consumidores de forma interativa com conteúdo relevante, mas também é uma oportunidade de gerar conversa e oferecer os nossos produtos via nossa operação de e-commerce, a loja Coca-Cola, com entrega em todo o país desde o final do ano passado”.

São, ainda segundo ele, dois extremos: “De um lado o crescimento do digital, muito restrito ao universo tecnológico, mas por outro lado também ganha bastante importância o contexto de eventos, da presença física. Ou seja, tudo o que diz respeito à experiência com os consumidores, seja ela digital ou física, ganha importância no relacionamento entre as marcas e os consumidores”.

Quinta do Morgado foca na exportação

A vinícola gaúcha quer aumentar em 15% ao ano as vendas para o exterior nos próximos três anos

Instalada na cidade de Flores da Cunha, no Rio Grande do Sul, a Quinta do Morgado (Fante) é a vinícola que mais cresce no Brasil. Em 2017, a empresa foi responsável por 75% de todas as exportações do Rio Grande do Sul de sucos, vinhos e espumantes.Considerando apenas os vinhos, esse percentual chega a 84% de todo o volume exportado pelo estado. No período, a indústria gaúcha produziu 64 milhões de unidades, com 15% destinados ao mercado exterior. Com relação ao período anterior, o volume de exportações teve um aumento de 25%. São dados como esses que qualificaram a empresa de bebidas como Destaque Setorial no Prêmio Exportação RS 2018 e, agora, no Marcas Preferidas.

Se, no ano passado, a novidade foi a entrada da Quinta do Morgado (Fante) no mercado africano, o plano da empresa para os próximos anos é manter as vendas para os países nos quais já atua e conquistar novos mercados com perfis estratégicos, tudo isso com o objetivo de aumentar a comercialização de mercadorias para o exterior em 15% ao ano nos próximos três anos.

Há 48 anos no mercado, a Quinta do Morgado (Fante) é responsável pela produção de mais de cem produtos, divididos em 20 marcas. Investindo constantemente em tecnologia e modernização dos processos, traz todos os anos inovações, que vão desde blends criados pelos enólogos, novidades tecnológicas, a linhas varietais como: Cabernet Sauvignon Suave, Tannat Suave (uva que possui mais benefícios à saúde com maior concentração de antioxidantes, resveratrol).

E, como maior novidade para o segundo semestre, a empresa trará os espumantes Quinta do Morgado, Moscatel, Demi-sec e Ice (garrafa branca excepcional); além das garrafas Magnum (1.5 litro), da linha Quinta do Morgado Tradicional e Bordô (linha varietal da uva Vitis labrusca mais nobre). Tudo isso sem esquecer do Nordeste e Pernambuco, uma vez que todos esses lançamentos chegam em primeira mão aqui no estado. De acordo com a Quinta do Morgado, os sabores, aromas e texturas da mesa pernambucana harmonizam perfeitamente com os vinhos que produz.

Quinta do Morgado é a vinícola que mais cresce no Brasil

A força do rum no Nordeste

De todo o volume do Ron Montilla vendido no país, 70% são comercializados na região, sendo quase metade em Pernambuco

Personagem charmoso e sedutor, o pirata ganhou a mente e o coração dos pernambucanos através de uma marca: o Ron Montilla. Lançado em 1957, pela destilaria Medellin, e adquirido em 2001 pela Pernod Ricard Brasil, o Ron Montilla é líder de mercado na sua categoria, com uma produção anual de 6 milhões de litros. O equivalente a, uma média, de uma garrafa vendida a cada cinco segundos, de acordo com os dados da ACNielsen, de abril de 2016 a março de 2017.

Ainda sobre as vendas, de todo volume comercializado no Brasil, 70% são concentrados na região Nordeste, com destaque para Pernambuco, que consome quase metade dessa produção. E toda essa predileção pelo rum não é por acaso, afinal, a bebida é um parente – muito – próximo da nossa cachaça. A principal diferença entre os dois destilados é que o rum é feito com o caldo cozido da cana de açúcar, o melaço. Já a cachaça é produzida com o suco fresco, chamado de garapa. O fato é que as duas bebidas têm mais semelhanças do que diferenças, e uma dessas afinidades, é a origem à pernambucana. Conta-se que foram os holandeses, expulsos do Brasil, os responsáveis pela disseminação da receita (uma derivação das técnicas de destilação da cachaça), adaptada ao Caribe, que resultou no rum.

Linha do tempo

1957 a Destilaria lança o Ron Montilla Carta Branca.
1966 A marca passa a fazer parte do portfólio da canadense Seagram, quando esta adquiriu a Destilaria Medellin.
1985 Montilla alcança o volume de 1 milhão de caixas vendidas.
1992 A marca rompe outra barreira importante ao vender 1,5 milhão de caixas.
1998 A marca resolveu diversificar sua linha e produto com o lançamento do variante Montilla Limão, rum com extrato natural de limão.
2001 A francesa Pernod Ricard adquire a Seagram e, consequentemente, seu portfólio de marcas, que incluía o Rum Montilla.
2005 A marca celebrou o ano lançando novas embalagens e criando uma nova identidade visual.
2007 Para comemorar os seus 50 anos, a marca lançou a bebida Montilla Premium, composta por runs envelhecidos de 3 a 18 anos e coloração âmbar.
2008 Montilla moderniza sua embalagem deixando-a em um formato mais manuseável e autêntico.
2010 A marca inova ao lançar, inicialmente na região Nordeste, a versão em lata das variações Carta Branca e Carta Cristal.
2011 Montilla volta à mídia no Nordeste com nova campanha e identidade visual renovada.
2013 É lançada uma edição limitada das garrafas da Carta Cristal, com o visual estilizado em parceria com o coletivo de artistas Monstra.
2014 Foi lançada no mercado mais uma variante de Montilla: Montilla Esquente.
2015 As garrafas passaram por uma modernização, deixando-a mais jovem e com mais qualidade.

A marca mais valiosa do Brasil

A Ambev investiu R$ 900 milhões em Pernambuco nos últimos cinco anos

A marca mais valiosa do Brasil nos últimos seis anos, de acordo com o ranking BrandZ Brasil, a Skol vem ano após ano quebrando padrões e provocando o mercado. No DNA, o espírito jovem e a inquietude de quem traz – há quase 50 anos -, seja com produtos, embalagens ou com experiências, o pioneirismo das inovações e a antecipação de tendências.

Este ano, a marca traz como principal lançamento a Skol Hops. Uma cerveja puro malte, com lúpulos aromáticos, e a mesma refrescância da Skol Pilsen, também lançada este ano. “E como o Nordeste representa uma parcela importante do mercado, com público fiel, ela (Skol Hops) chegou primeiro para as cidades nordestinas, inclusive já está disponível nos principais pontos de venda do Recife”, diz Felipe Bratfisch, porta-voz da Skol.

Ainda segundo Felipe, a relação com o Nordeste, e em especial Pernambuco, é “muito especial, sólida e permanente”. “A Skol patrocina os carnavais do Recife e Olinda. Este ano, comemoramos 9 anos de parceria com o Recife e 7 anos com Olinda. Durante a festa, prestamos uma justa homenagem aos 40 anos do Galo da Madrugada”.

Já no São João, garante o porta -voz, “a presença da cerveja Skol também é destacada”. “Estamos nas principais festas públicas e privadas do Nordeste. Em Pernambuco, estivemos presentes no São João do Recife e de Gravatá. Acredito que os pernambucanos se identifiquem com a Skol, por causa do propósito e do posicionamento da cerveja no seu dia a dia”, ressaltou.

Para além dos patrocínios, a Cervejaria Ambev, proprietária da marca Skol, investiu, nos últimos cinco anos, R$ 900 milhões no estado de Pernambuco em suas operações na unidade de Itapissuma, que produz cervejas e refrigerantes, e em seus centros de distribuição. Só no ano passado, a cervejaria gerou R$ 400 milhões em impostos, considerando somente ICMS.

As unidades da Ambev em Pernambuco empregam diretamente cerca de 1.400 funcionários. Em empregos indiretos, são mais de 70 mil postos de trabalho no estado. A cervejaria de Itapissuma é a maior unidade de produção de cervejas e refrigerantes das regiões Norte e Nordeste do Brasil, figurando atualmente entre as quatro maiores unidades fabris da América Latina. A Ambev está presente no estado desde 1929.

Este ano, a marca trouxe como principal lançamento a Skol Hops, cerveja puro malte

O café que é líder no mercado brasileiro

A marca Santa Clara lidera o segmento nacional de café torrado e moído

Lançada em 2017, a linha de café especial Santa Clara – Reserva da Família tem feito sucesso e pode ser encontrada na versão Cerrado Mineiro, Mogiana Paulista e Orgânico

O brasileiro entende de café. E quando o assunto é essa sagrada bebida de todo dia, a referência é Santa Clara. A marca, pertencente ao grupo potiguar 3Corações, fundado em 1959 no interior do Rio Grande do Norte, hoje lidera o segmento nacional de café torrado e moído, sendo pioneiro e líder de mercado – nas regiões Norte e Nordeste – com o Cappuccino e o próprio Santa Clara.

Nas graças dos consumidores, no momento, o maior desafio para o grupo é seguir expandindo o portfólio. “Oferecemos sempre aos nossos consumidores o melhor café e as melhores experiências”, garante Niwton Henrique, gerente regional do Nordeste. E, com esta proposta em mente, “lançamos no ano passado nossa nova linha de cafés especiais – Santa Clara Reserva da Família -, cafés 100% arábica, com safras de origem das fazendas mais nobres do Brasil”, disse ele.

“Com todas as certificações que garantem o comprometimento com alto padrão e compromisso com toda a cadeia produtiva, esta nova linha tem sido um sucesso, e não pretendemos parar por aí”, afirmou o gerente regional. E se no ano passado, quando completou 58 anos de operação, a novidade foi a nova linha “Santa Clara Reserva da Família”, este ano, quando está prestes a se tornar sexagenário, o grupo traz para o público o reforço nesta já consagrada linha.

“São cafés especiais em grãos, com três tipos diferentes: Cerrado Mineiro, Mogiana Paulista e Orgânico, em embalagens de 250g. Além deste lançamento, há também a nova aposta: Cápsula Santa Clara Tradicional e Reserva da Família, que visam, de acordo com Niwton, “combinar o sabor da tradição com a praticidade das cápsulas”.

Além do Santa Clara, a companhia industrializa e comercializa as marcas de café 3 Corações, Pimpinela, Kimimo, Letícia, Fino Grão, Itamaraty, Iguaçu, Amigo, Cruzeiro, entre outras, e o cappuccino #PRONTO. Também produz filtro, porta-filtro, café solúvel, refresco em pó Frisco e Tornado, achocolatado, derivados de milho Claramil e temperos Dona Clara.

Em 2013, o grupo lançou a TRES, solução de café espresso e multibebidas com mais de 20 sabores de bebidas quentes. Com 25 Centros de Distribuição (CDs), seis Plantas Fabris (nove Unidades Industriais), duas Unidades de Compra e Beneficiamento de Café Verde (Armazéns), uma Unidade Corporativa – Integradora (CE, SP e MG) – e a Escola de Serviços e Sabores, a empresa está presente em mais de 300 mil pontos de venda no país, com estruturas logística e comercial próprias.

A empresa também exporta café de algumas de suas marcas para os principais mercados da América Latina e Estados Unidos. Atualmente, o grupo conta com mais de 5.800 colaboradores.

PREMIADOS

Categoria
UísqueJohnnie WalkerTeacher'sChivas Regal
RumMontillaBacardiRum Porto Velho
AguardentePitúPirassunungaCarvalheira
CervejaSkolItaipavaHeineken
Água MineralIndaiáSanta JoanaSanta Clara
RefrigeranteCoca-ColaGuaraná AntárticaFanta
Vinho NacionalQuinta do MorgadoPérgolaCarreteiro
CaféSanta ClaraNescaféMelitta
Cerveja artesanalTurvalinaPernambucana / CibrewDeBron