Marinha não cede ruas para o desvio do tráfego na Avenida Cruz Cabugá

A Marinha responde, mas não explica porque o interesse de uma minoria se sobrepõe à maioria. Os interesses legítmos, aos quais a nota se refere, se traduz em apartamentos para os oficiais em troca da liberação do arruamento que passa dentro dos muros da Vila Naval e que é essencial para as obras o Corredor Norte/Sul no trecho da Avenida Cruz Cabugá. Veja a nota na íntegra:

MARINHA DO BRASIL
CAPITANIA DOS PORTOS DE PERNAMBUCO

Em resposta à solicitação da Secretaria de Mobilidade e Controle Urbano da Prefeitura do Recife para a abertura de vias no interior da Vila Naval do Recife, o   Comando do 3º Distrito Naval esclarece que a área em tela pertence à União, tendo em vista a desapropriação estabelecida pelo Decreto Presidencial nº 29.113, de 09 de janeiro de 1951.

Desta forma, toda a área da Vila Naval – inclusive os seus arruamentos, deixaram de ser de uso comum, passando para bem de uso especial federal, com a finalidade de atender às necessidades da Marinha no cumprimento de suas atribuições constitucionais. Portanto, o eventual registro no Cadastro de Logradouros do Município, envolvendo o terreno, é inadequado por confrontar o Decreto Presidencial.

O Comando do 3º Distrito Naval, no entanto, permanece à disposição para o diálogo e eventuais tratativas que atendam aos legítimos interesses de ambas as partes, conforme vinha ocorrendo com o Governo do Estado de Pernambuco, desde o início de 2012.

Obras do Corredor Norte/Sul chegam à Avenida Cruz Cabugá

Avenida Cruz Cabugá - Foto Júlio Jacobina

A Avenida Cruz Cabugá começa nesta terça-feira a receber as primeiras intervenções para a construção do corredor exclusivo de ônibus Norte/Sul. Ao longo da via, seis estações do Transporte Rápido por Ônibus serão construídas e, nesses trechos, a pista será alargada.

Seguindo o cronograma da obra, a Secretaria das Cidades atuará com duas frentes de trabalho, sendo a primeira na Praça General Carlos Pinto (em frente ao Shopping Tacaruna) e, a segunda, em frente à Praça 11 de junho (no lado oposto ao Palácio Frei Caneca).  Nos dois locais, a construtora retirará as interferências não visíveis, como a drenagem urbana e as tubulações de água. Só após a conclusão desta fase, a empresa iniciará a construção da pista.
O fechamento parcial das duas praças traz mudanças apenas para os usuários do Sistema de Transporte Público de Passageiros. Parte da Praça General Carlos Pinto, localizada em frente ao Shopping Tacaruna, será transformada em uma pista para carros. Por esse motivo, as duas paradas existentes no espaço serão desativas e relocadas. Os dois pontos (localizados no sentido subúrbio/cidade) passarão a ter como ponto de embarque e desembarque de passageiros a calçada em frente ao estacionamento do Shopping (antes do semáforo de pedestre).

Já na Praça 11 de Junho, as duas paradas de ônibus (sentido cidade/subúrbio), no lado oposto à vice-governadoria, serão desativadas e relocadas para frente do Hospital da Marinha. Parte desta praça também será reduzida para abrigar uma pista para carros.

Em julho deste ano deve ter início a construção das estações no canteiro central da Avenida Cruz Cabugá. As estações serão construídas nos moldes do sistema Transporte Rápido por Ônibus e serão equipadas com pagamento antecipado da tarifa e ar-condicionado. Para agilizar a construção desses pontos a SECID montou um método construtivo diferenciado. As estações serão montadas com base de concreto e estrutura metálica de aço. A estrutura metálica será construída fora do espaço da Avenida (interferindo menos no tráfego local) e instalada de forma rápida. Cada estação será construída em uma média de quatro meses.

Só na Av. Cruz Cabugá serão construídas seis estações. Elas ficam localizadas em frente a Praça Gen. Carlos Pinto e do Terreno da Marinha do Brasil; a Praça 11 de Junho e da Compesa; em frente a Praça Gen. Abreu e Lima e do Mercado de Santo Amaro; em frente da Rua Artur Coutinho; em frente da Igreja Evangélica Assembleia de Deus e em frente do Parque 13 de Maio.

Confira que linhas de ônibus terão os pontos de embarque e desembarque modificados durante as obras:

1º ponto: Praça General Carlos Pinto (em frente ao Shopping Tacaruna)

Novo ponto de embarque: calçada em frente ao estacionamento do Shopping.

117 -CIRCULAR (PREFEITURA)

822-JARDIM BRASIL I (CRUZ CABUGÁ)

824-JARDIM BRASIL II (CRUZ CABUGÁ)

831-AGUAZINHA

838-ALTO DA CONQUISTA

841-NOVA OLINDA

843-ALTO DA BONDADE (VILA NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO)

844-SANTA CASA

847-ALTO NOVA OLINDA

851-CÓRREGO DO ABACAXI

852-CAIXA D’ÁGUA

958-COSTA AZUL

971-AMPARO

973-CASA CAIADA

974-JARDIM ATLÂNTICO

981-RIO DOCE (CONDE DA BOA VISTA)

983-RIO DOCE (PRINCESA ISABEL)

992-PAU AMARELO

993-CONJUNTO PRAIA DO JANGA

994-CONJUNTO BEIRA MAR

2º ponto: Praça 11 de junho (lado oposto ao Palácio Frei Caneca)

Novo ponto de embarque: em frente do Hospital da Marinha

911-OURO PRETO (COHAB)

915-PE-15

921-OURO PRETO (JATOBÁ I)

926-OURO PRETO (JATOBÁ II)

946-IGARASSU (BR-101)

967-IGARASSU (SÍTIO HISTÓRICO)

976-PAULISTA (PREFEITURA)

977-PAULISTA (CONDE DA BOA VISTA)

Navegabilidade do Capibaribe entrará em nova etapa

Rio Capibaribe Foto - Gil Vicente DP/D.A.Press

Começa hoje mais uma etapa para o projeto de navegabilidade do Rio Capibaribe. O edital de licitação para contratar a empresa que irá construir as futuras estações de embarque e desembarque foi publicado hoje no Diario Oficial do Estado.A empresa que vencer a licitação também irá cuidar de toda a sinalização náutica.  A previsão é que a empresa inicie os trabalhos em 90 dias.

Também estão sendo feitos os serviços de dragagem ao longo do corredor por onde irão passar as embarcações. De acordo com o secretário das Cidades, Danilo Cabral, a previsão é que em julho estejam sendo construídas as estações. A expectativa é que em julho estejam sendo construídas as estações. Antes disso, em maio, serão escolhidos os tipos de embarcações que serão utilizadas.

O programa prevê a integração da navegabilidade.A calha do Rio Capibaribe será utilizada como rota para o transporte público, promovendo a integração do uso das embarcações com o sistema de ônibus e de metrô, onde o usuário pagará uma única passagem. As estações também vão oferecer bicicletários.

Cerca de 335 mil usuários deverão ser atendidos pelo sistema de navegação, que será composto por duas rotas: Norte e Oeste, totalizando 13,9 km. O trajeto contará com sete estações climatizadas, que terão ainda acessibilidade plena, guichês para emissão dos bilhetes e estacionamento para quem quiser deixar o carro para fugir dos congestionamentos e pegar o barco. Todo o projeto está orçado em R$ 289 milhões. Os recursos são do governo federal, por meio do PAC da Mobilidade.

Terminal da 3ª perimetral sob protestos

Divulgação/Secretaria das Cidades
O Sindsprev e o Sindsaúde, em cojunto com os servidores do Hospital Getúlio Vargas (HGV), vão realizar um ato público contra a construção de terminal de ônibus naquela unidade de saúde.

O protesto está marcado para esta terça-feira, dia 26/03, às 10h, e tem o objetivo de pressionar para que o governo do estado modifique o projeto de construção do terminal que está em andamento. Na segunda-feira passada, 18/03, as duas entidades sindicais protocolaram uma denúncia nos Ministérios Público Estadual e Federal.

O documento  aponta  que a construção do Terminal Integrado de ônibus da 3ª Perimetral, ao lado do HGV, como está sendo anunciado vai trazer impactos ambientais e ameaça a saúde dos pácientes e trabalhadores da unidade. O terminal será construído na esquina das avenidades Caxangá com a General Sant Martin, no Cordeiro, e vai atingir o estacionamento da unidade, área essencial para uma futura ampliação do HGV.

A obra e a instalação do terminal comprometem a recuperação da saúde dos pacientes no tempo adequado e trazem danos físicos e psicológicos adicionais. O servidores estão temerosos também com o aumento do calor  com a retirada de 20 arvóres cinquentenárias, além de risco de agravar rachaduras  e outro danos físicos existente no Getúlio Vargas, prinmcipalmente no Bloco G.

Com informações do Sindsprev

Transporte no Brasil não melhora com obras de infraestrutura, diz Ipea

 

Estações Caxangá - Foto - Alcione Ferreira DP/D.A.Press

As obras para melhoria da mobilidade urbana no Brasil não têm sido eficazes e os problemas voltam poucos anos depois, segundo constatou estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O estudo analisou dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), sobre o tempo de deslocamento casa/trabalho no Brasil.

A pesquisa, que compreende o período entre 1992 e 2009, mostra que, em determinado período, houve ligeira redução no tempo gasto de casa para o trabalho em locais como o Rio de Janeiro e Brasília. Na capital fluminense, contribuiu para isso a construção da Linha Amarela do metrô e de nove estações, enquanto em Brasília começou a operar o sistema de metrô em Brasília, além da inauguração de mais uma ligação entre o Lago Sul e a Zona Central da cidade, a Ponte JK.

Essas melhoras, no entanto, não se estenderam por muito tempo, já que “a expansão da infraestrutura pode ajudar a reduzir os tempos de viagem por um certo período, mas seus efeitos positivos diminuem com o tempo, à medida que a demanda de viagens se aproxima do ponto de saturação do sistema em termos da capacidade máxima de passageiros e veículos”, diz o estudo.

Segundo o Ipea, a melhoria pontual só foi possível em função de uma série de reformas feitas em um intervalo curto entre elas, como no caso de outras duas capitais: São Paulo e Belo Horizonte. “A expansão da capacidade dos sistemas de transporte se deu de maneira mais gradual ao longo do tempo e foi aparentemente menos bem-sucedida em trazer melhorias significativas nas condições de transporte”.

O pesquisador Rafael Pereira, responsável pelo estudo, não acredita em falha de planejamento dos governos. “Houve um crescimento da frota e de demanda por transporte que fugiu ao controle. Depende de fatores como a economia, como ela vai se comportar ao longo dos anos, por exemplo. E algo acontece para que essas obras acabem se tornando ultrapassadas na solução do problema”.

No entanto, existem casos em que as obras não foram paliativas. Pereira entende que cada estado deve analisar a questão de acordo com sua realidade. “Em Curitiba e Porto Alegre a população também cresceu, assim como a renda, e as obras estabilizaram o tempo que as pessoas passam no trânsito. Em Curitiba, a ‘metronização’ dos ônibus, através de corredores exclusivos, funcionou. Por que em outros locais não funciona com a mesma eficácia? Isso tem que ser investigado em cada estado”.

Fonte: Agência Brasil

Túnel muda trânsito na Caxangá

Túnel Aboliçao - Foto - Hélder Tavares DP.D.A.Press

 

Por

Tiago Cisneiros

A partir de amanhã, o trânsito vai mudar na Torre e na Madalena, Zona Oeste do Recife, por causa da construção do Túnel da Abolição, no final da Rua Real da Torre. A obra, considerada a mais importante do Corredor Rodoviário Leste/Oeste, teve sua ordem de serviço assinada ontem pelo governador Eduardo Campos.

Serão dez meses de trabalho e interferência no tráfego, sobretudo para usuários de transporte individual. Transtorno que, segundo o governo, será compensado com o desafogamento da área, incluindo a redução de 30 minutos no trajeto entre o Centro do Recife e Camaragibe (e vice-versa).

O túnel passará em frente ao Museu da Abolição, ligando a Real da Torre à Rua João Ivo da Silva. Por cima dele, na direção Leste/Oeste, estarão a Avenida Caxangá e a Rua Benfica. Com isso, elimina-se o semáforo na interseção das quatro vias, facilitando o fluxo. Até lá, porém, a dor de cabeça de quem anda na área vai piorar.

Nos próximos 15 dias, as principais alterações serão a interdição de uma das três faixas e de uma calçada da Real da Torre, entre a Rua José Osório e a Caxangá. O passeio de pedestres também será parcialmente fechado na João Ivo da Silva. Na via ocorrerá, ainda, a demolição de 17 imóveis e a desativação de uma parada.

A projeção é que o impacto das obras se intensifique entre abril e maio, com a restrição do tráfego na Real da Torre, a partir do cruzamento com a Rua José Osório. Daí até janeiro de 2014, só será permitida a circulação de coletivos e automóveis de pessoas que moram ou trabalham na região. “Os outros veículos serão deslocados para a José Osório, que passará a ser mão única no sentido subúrbio. No final dela, um novo semáforo irá permitir a entrada à esquerda, para a Caxangá, no sentido Centro”, disse o secretário das Cidades, Danilo Cabral.

Durante dez dias entre junho e julho, os coletivos também não poderão circular pela Real da Torre das 22h às 5h. A interdição total ocorrerá, ainda, em três fins de semana de julho. A orientação do governo é que as pessoas evitem a área afetada pelas obras nos próximos dez meses. Reconhecendo os impactos na mobilidade, Eduardo Campos valorizou os benefícios futuros. “Estamos buscando o conceito de cidade que queremos, com as ciclovias como alternativas, maior interação e respeito pelo rio e mais transporte público”, afirmou.

Fonte: Diario de Pernambuco

Corredor Leste/Oeste em nova etapa

 

Túnel Caxangá - Maquete/Secretaria das Cidades

Por

Tânia Passos

As obras do corredor Leste/Oeste na Avenida Caxangá estão prestes a entrar em uma nova etapa. A previsão da Secretaria das Cidades é de iniciar este mês as escavações do túnel nas imediações do Museu da Abolição no cruzamento da Caxangá com a Real da Torre, um dos principais pontos de conflito de tráfego das duas vias. Para reduzir os impactos no trânsito, a obra só será iniciada após a liberação do estudo de circulação do trecho compreendido entre o museu e a Praça do Derby. Um primeiro exercício do plano de circulação já foi feito. Mas teve que ser submetido a ajustes. A previsão é que o túnel seja entregue até janeiro de 2014.

Estações Caxangá - Foto - Alcione Ferreira DP/D.A.Press
Só com o plano de circulação  serão definidas a localização das estações de embarque e desembarque que ficarão nesse trecho. De acordo com o secretário das Cidades, Danilo Cabral, a estação da Benfica poderia ficar na Praça Euclides da Cunha ou mais à frente. “Nós não tivemos ainda liberação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em relação à praça, que é um bem tombado”, revelou o secretário. Caso essa estação seja aprovada, a logística do trânsito também será modificada.
Outra indefinição é quanto à parada que estava prevista na Rua Visconde de Albuquerque, nas imediações do Bompreço. “O estudo de circulação pode inviabilizar duas estações muito próximas e optar entre uma e outra”,ressaltou Danilo Cabral.

Os nós

Faltando um ano para a entrega do Leste/Oeste, a localização das estações de embarque e desembarque ainda são um dilema. Outro nó para desatar fica no trecho entre o Derby e a Rua da Aurora, onde o BRT vai dividir o corredor exclusivo com os ônibus convencionais. “Estamos estudando com o município a localização das estações no corredor que passa pela Avenida Conde da Boa Vista que, com certeza, é o trecho mais delicado”, disse o secretário.

Trânsito muda em Olinda com interdição de trecho da PE-15

 

 

A partir das 7h da próxima segunda-feira (04), um trecho da avenida PE-15 será interditado. A mudança deve acontecer até a próxima quinta-feira (07), às 14h. O percurso será interrompido entre a Faculdade de Ciências Humanas de Olinda (Facho) até a entrada do Morro do peluso, em Ouro Preto, no sentido Paulista-Recife.

A interdição vai acontecer por conta da construção de 12 vigas para viaduto de Ouro Preto, que visa eliminar um semáforo naquele local (no sentido Ouro Preto). Além disso, a medida também eliminará o cruzamento. O viaduto deve ficar pronto até abril.

No viaduto serão desponibilizadas quatro faixas, sendo duas (em cada sentido) exclusivas para os Ônibus de Transporte Rápido (TRO). As outras duas faixas serão de tráfego misto.

O viaduto vai possuir 360 metros de extensão, com 15 metros de largura. O custo foi de R$ 10 milhões.

Vias alternativas – Quem quiser ir até Ouro Preto pode pegar a Segunda Perimetral (Avenida Senador Nilo Coelho) e seguir até o Complexo de Salgadinho, pela Avenida Antônio da Costa Azevedo. Já os ônibus irão fazer o trajeto desviando pela rua da Ema, próximo à Facho, seguindo pela rua Esquilo, depois pela rua Quati, até passar pela Rua Peixe Agulha e voltar para PE-15.

O sentido também vale para carros de passeio que precisem seguir pelo tráfego local para residência ou trabalho. Quem vem de Abreu e Lima, o melhor é deixar a PE-15 de lado e seguir pela BR-101, desviando no Terminal de Integração da Macaxeira para ter acesso à Zona Norte ou seguindo pela BR para acessar Boa Viagem e o Litoral Sul.

2013 começa acelerado

 

 

Por

Tânia Passos

Tudo o que não aconteceu em 2012 começa a ganhar fôlego já no início do ano. Em uma semana, assistimos ao lançamento do edital de licitação das linhas de ônibus, que parecia emperrado, e, finalmente, o início das obras de dragagem dos rios Capibaribe e Beberibe para o projeto de navegabilidade. O governo do estado recebeu sinal verde do Ministério Público de Pernambuco para a dragagem, mas haverá ainda uma audiência pública, no próximo dia 30, que deverá sacramentar os ajustes que se fizerem necessários. Mas, o fato é que o governo tem pressa.

A Copa já bate à nossa porta e muitas das obras de mobilidade estão em execução ou para começar e o tempo é curto. Após a entrega do 15º Terminal de Integração, em Cajueiro Seco, na última sexta-feira, o governador assinou a ordem de serviço para as obras do Terminal Integrado de Prazeres. A previsão é que, este ano, outros sete terminais sejam entregues, incluindo dois que já existiam, mas estão em reforma: Barro e Joana Bezerra. E em 2014, outros cinco, que ainda não foram iniciados.

A obra dos corredores Norte/Sul e Leste/Oeste também vão precisar de mais agilidade este ano. A previsão é que, em fevereiro, as obras do Norte/Sul comecem na Avenida Agamenon Magalhães, tempo que o prefeito Geraldo Julio irá anunciar, enfim, a decisão sobre os viadutos.O governador já deixou claro que vai repassar essa decisão para o prefeito, que decidirá também se vai apostar nos quatro viadutos, se reduzirá o número ou se vai eliminar de vez os elevados. O prefeito disse, que nas próximas semanas terá uma definição sobre essa questão.

Embora represente um trecho curto do Norte/Sul, a Avenida Agamenon Magalhães tem o maior volume de tráfego do corredor e é uma perimetral estratégica para a dinâmica da circulação de toda a cidade. Em breve, saberemos o que lhe reserva. Afinal, 2013 está acelerado e não pode ser diferente.

Fonte: Diario de Pernambuco

2013 é agora ou nunca!

Por

Tânia Passos

Se 2012 era para ser um ano estratégico para definir e emplacar obras estruturadoras de mobilidade e acabou não sendo o que se esperava, o ano de 2013 terá que caber tudo o que não se conseguiu avançar nesse. Até mesmo os corredores Norte/Sul e Leste/Oeste, iniciados este ano, ainda parecem ter um longo caminho pela frente até ficarem prontos em 2014.

E já no primeiro semestre, o prefeito Geraldo Júlio deverá confirmar a opção pelos viadutos da Avenida Agamenon Magalhães. Nenhum outro projeto foi apresentado pelo poder público, até agora, para substituir os elevados e a avenida está no meio do caminho do Norte/Sul.

Também não emplacou em 2012, o projeto de navegabilidade. Mesmo sem a realização de um estudo de impacto para a dragagem do Rio Capibaribe, a pedido do Ministério  Público de Pernambuco (MPPE), o governo promete seguir com o projeto em 2013, amparado pela decisão da Agência Pernambucana de Recursos Hídricos (CPRH). Também no ano que se inicia, deveremos assistir a conclusão dos terminais integrados e do Ramal da Cidade da Copa.

E a expectativa é que entrem em operação os 15 novos trens do sistema Metrorec, que ajudarão a aumentar a capacidade dos terminais integrados. Outro que precisa tomar fôlego no próximo ano é o VLT que consegui ficar pronto em 2012, mas ainda opera parcialmente dividindo viagens com o trem a díesel na linha Cajueiro Seco/Cabo de Santo Agostinho.

O desafio de 2013 é executar os projetos na área de mobilidade e deixar no máximo alguns acabamentos para o primeiro semestre de 2014. É impensável imaginar que daqui a um ano estaremos escrevendo sobre o que não foi feito. Não temos mais tempo para isso, 2013 é agora ou nunca!