Revertendo o crescimento econômico do estado ao futebol

PDVA, Fiat e Atlântico Sul

Antes do futebol, um pouquinho de economês da terrinha.

De acordo com as projeções, o produto interno bruto de Pernambuco irá dobrar até o fim desta década, batendo na casa dos 140 bilhões de reais.

Apenas os três logotipos acima representam R$ 32 bilhões em investimentos, com previsão de 13 mil empregos diretos quando os três estiverem operando no grau máximo.

Atualmente, apenas o estaleiro Atlântico Sul funciona, em Suape. A obra da Refinaria Abreu e Lima, numa parceria Petrobras/PDVSA, no mesmo complexo, está em 35%, enquanto a fábrica de veículos da Fiat ainda será erguida em Goiana.

Esses números, contudo, confirmam o crescimento da economica local, que chegou a 8,3%, acima da média nacional, de 6,5%, nos dados do último ano do IBGE.

Considerando que este blog foca o futebol pernambucano, então é necessário traçar um cruzamento dessas informações com a realidade de Santa Cruz, Sport e Náutico.

Na verdade, o post alerta para a falta deste cruzamento, pois nenhuma grande indústria que se instalou por aqui nos últimos tempos se articulou para qualquer parceria.

É possível canalizar isso? O que falta, então, para que esse desenvolvimento alcance, de alguma forma, o futebol profissional, com patrocínios e parcerias?

Inércia dos clubes, falta de interesse das indústrias ou negociações arrastadas?

São empresas de grande porte à parte do futebol e, de certa forma, da visibilidade. A fonte de receita estampada no uniforme está mais perto do que se imagina, na BR-101…

6 Replies to “Revertendo o crescimento econômico do estado ao futebol”

  1. Não dá pra entender os clubes de Pernambuco não irem atrás desses patrocinadores como Fiat,Chesf,muita falta de criatividade dos dirigentes.
     

  2. é muito boa sua matéria Zirpoli.por que infelizmente,nossos clubes são desligados nesses temas.se pregam muito ao passado.depois não entendem por que um figueirense da vida está entre os primeiros no Brasileiro.simples:visão de mercado!

  3. O patrocínio de Eletrobrás e Eletrosul deve-se a forte influência política. Acho muito improvável a CHESF tomar essa decisão, mas não custa tentar.
    A FIAT deverá patrocinar o SPORT, já há sondagens, interessa pelo segmento e porte da torcida.
    O Estaleiro iria para o Náutico, mas tem muito receio de “afundar” com a Barbie na Série A
    Deixando a brincadeira, o alerta é importante e mostra a lerdeza dos clubes pernambucanos que não têm bom assessoramento

  4. Falta articulação dos clubes, Náutico e Sport poderiam buscar o patrocínio da FIAT ou da CHESF, como já foi citado, lembro que a FIAT já patrocinou times da mesma cidade, como em BH, ambos os clubes poderiam arrecadar bem mais, agora aqui em Recife é sempre no ”cada um por si”, não é possível que Pernambuco cresça tanto economicamente, e os clubes não saibam aproveitar este crescimento.

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