Diego Souza entra na Seleção Brasileira no game Pro Evolution Soccer 2018

Diego Souza no game PES 2018. Crédito: reprodução

A versão “2018″ da franquia Pro Evolution Soccer chega ao mercado em 29 de setembro. Além do trailer oficial do game, com o Barcelona estampando a capa, começaram a vazar os novos visuais dos atletas. Neste vídeo, as faces digitalizadas de dez jogadores licenciados da Seleção Brasileira. A lista conta com DS87, com quatro jogos na Canarinha em 2017.

Pela ordem no vídeo: Ederson (goleiro, Manchester City), Gil (zagueiro, Shandong Luneng), Thiago Silva (zagueiro, PSG), Fagner (lateral-direito, Corinthians), Fernandinho (volante, Manchester City), Giuliano (meia, Zenit), Diego Souza (meia-atacante, Sport), Willian (meia, Chelsea), Douglas Costa (meia-atacante, Bayern de Munique) e Firmino (atacante, Liverpool).

Achou parecido? DS deve ter força 79. 
Gabriel Jesus e Neymar são os destaques, com 82 e 92, respectivamente.

O novo jogo produzido pela Konami chega às mesmas plataformas do PES 2017, com Playstation 4, Playstation 3, Xbox One, Xbox 360 e PC.

Os 10 gols mais rápidos da história da Seleção em 1.078 jogos, com DS87 em 1º

Amistoso, 2017: Austrália 0x4 Brasil. Foto: Lucas Figueiredo/CBF

A Gerência de Arquivo e Memória da CBF detalhou a lista com os gols mais rápidos já marcados pela Seleção. Considerando os 1.078 jogos do time principal, contra seleções, clubes ou combinados, o primeiro gol de Diego Souza no amistoso em Melbourne tornou-se o mais ligeiro. O recorde anterior, de Willian, durou exatos 20 meses – curiosamente, o próprio Willian cobraria o escanteio para o segundo gol de DS87 no Melbourn Cricket Ground. Abaixo, o vídeo do histórico gol do craque do Sport, do apito inicial à bola na rede.

Em relação ao tempo dos gols, conforme ressalvado pelo blog no post anterior, durante muitos os anos não foram considerado os segundos para os registros dos tentos, nem cronômetro nem na súmula. Apenas os minutos. Por sinal, três dos gols mais rápidos estão neste contexto, com 1 minuto.

Os 10 gols mais rápidos da seleção principal
0min10s – Diego Souza (Brasil 4 x 0 Austrália, 13/06/2017)
0min35s – Willian (Brasil 3 x 1 Venezuela, 13/10/2015)
0min46s – Jairzinho (Brasil 2 x 1 Argentina, 08/03/1970)
0min47s – Ronaldo (Brasil 3 x 1 Bolívia (05/09/2004)
1min00s – Gil (Brasil 4 x 3 Pumas, 02/06/1976)
1min00s – Toninho Baiano (Brasil 2 x 2 Seleção Gaúcha, 25/05/1978)
1min00s – Romário (Brasil 8 x 2 Honduras, 08/06/1994)
1min20s – Miranda (Brasil 2 x 1 Colômbia, 06/09/2016)
1min40s – Denilson (Brasil 7 x 0 Peru, 26/06/1997)
1min50s – Jonas (Brasil 2 x 0 Panamá, 29/05/2016)

Brasil goleia a Austrália com dois gols de Diego Souza, o primeiro aos 10 segundos

Amistoso, 2017: Austrália x Brasil. Foto: Brasil Globar Tour/twitter (@BGT_ENG)

Início de jogo com a Austrália trocando passes para trás. No primeiro toque à frente, Giuliano interceptou e enfiou para Diego Souza. O camisa 21 entrou na área pela direita e tocou apenas uma vez na bola. Bastou para abrir o placar no Melbourn Cricket Ground, com apenas 10 segundos. Simplesmente o gol mais rápido da história da Seleção Brasileira, em sua 1.078ª apresentação desde 1914, considerando partidas contra clubes e países. Desde que a cronometragem passou a marcar os segundos dos gols, no futebol, ninguém havia precisado de tão pouco tempo. O recorde pertencia a Neymar, embora num contexto mais amplo, com a Seleção Olímpica. Em 2016, nos Jogos do Rio, o craque do Barça marcou sobre Honduras com 14 segundos.

Voltando ao amistoso, o gol do meia do Sport, jogando como centroavante na Canarinha, abriu a goleada por 4 x 0. Foi um jogo com muitas mudanças na equipe, começando pelo ataque brasileiro, sem Neymar, que não foi convocado, e Gabriel Jesus, que se machucou contra a Argentina. Com o país confirmado na Copa do Mundo de 2018, Tite aproveitou para testar outras peças, como Diego Souza, que nunca ficara tanto tempo em campo pelo Brasil nesta temporada. Titular e presente o jogo inteiro, o jogador anotou dois gols, desperdiçou outra boa chance e trabalhou muito bem como pivô. Inclusive, participou de forma direta do terceiro gol, numa jogada iniciada por Willian, com Paulinho tabelando com Diego e tocando para Taison marcar – Thiago Silva, de cabeça, marcara o segundo tento. No último lance, em cobrança de escanteio, Diego fez de cabeça. Deixou boa impressão.

Convocado três vezes, para cinco partidas, o craque do Sport totaliza 169 minutos na Seleção Brasileira sob o comando de Tite. Agora, para voltar a ser lembrado, DS87 precisa retomar o ritmo na Ilha. Ah! Um rubro-negro não fazia um gol pelo Brasil desde 23/09/1981, com Roberto Coração de Leão, no 6 x 0 sobre a Irlanda, no Rei Pelé. Foi, também, a primeira vez que um atleta do clube marcou 2 gols num jogo da Canarinha. No futebol pernambucano, não acontecia desde Nunes, do Santa Cruz, em 1978. Manhã histórica…

Participação de Diego Souza na Seleção em 2017
25/01 – Brasil 1 x 0 Colômbia (titular, 64 minutos)
23/03 – Uruguai 1 x 4 Brasil (reserva, 5 minutos)
28/03 – Brasil 3 x 0 Paraguai (reserva, 6 minutos)
09/06 – Brasil 0 x 1 Argentina (reserva, não entrou)
13/06 – Austrália 0 x 4 Brasil (titular, 94 minutos e 2 gols)

Amistoso, 2017: Austrália x Brasil. Foto: Brasil Globar Tour/twitter (@BGT_ENG)

Austrália x Brasil ao vivo via CBF TV

A CBF liberou o sinal de transmissão do amistoso entre Brasil e Austrália, em Melbourne, através do compartilhamento de seu perfil oficial no Livestream. Um jogo marcado pela titularidade de Diego Souza, do Sport, na vaga do machucado Gabriel Jesus. O camisa 21 da Seleção assume o ataque.

Como ocorreu na sexta-feira, diante dos argentinos, a confederação não negociou os direitos com a Rede Globo. Além da exibição online, comprou espaços na tevê aberta, na TV Brasil (TV Universitária no Recife, canal 11) e TV Cultura (TV Nova no Recife, 22). Assista, a partir de 7h05.

Atualização: o Brasil goleou por 4 x 0, com dois gols de Diego Souza.

Brasil x Argentina ao vivo via CBF TV

A CBF liberou o sinal de transmissão do amistoso entre Brasil e Argentina, em Melbourne, através do compartilhamento de seu perfil oficial no Livestream.

A curiosa situação deve-se à política da confederação, que não negociou os direitos com a Rede Globo, parceira há décadas. Assim, acabou comprando espaço em duas emissoras menores, TV Brasil (TV Universitária no Recife, canal 11) e TV Cultura (TV Nova no Recife, 22). Assista, a partir de 7h05…

Atualização: a Seleção foi até superior, mas os hermanos venceram por 1 x 0.

Números do Arruda em 45 anos

Evolução do Arruda, de 1965 a 2010. Fotos: Arquivo e Toni Abreu/Panoramio (2010)

Em 4 de julho de 1972, Santa Cruz e Flamengo empataram sem gols em um amistoso com mais de 60 mil espectadores. A festa marcou a abertura oficial do Estádio José do Rêgo Maciel. Até então com arquibancadas incompletas, o local já recebia partidas oficiais do tricolores desde 1967. Tanto que até uma decisão estadual já havia sido disputada por lá, com volta olímpica do Santa. Entretanto, a obra, com um ano e meio de duração, transformou o estádio em Colosso, o maior palco particular da região. Daí, a data magna do Mundão, que ficaria ainda maior dez anos depois. No embalo dos 45 anos do templo coral, vamos a uma compilação de números já publicados no blog…

Desempenho do Santa Cruz no estádio (desde 1967*)
1.483 jogos
889 vitórias
348 empates
246 derrotas
* Competições oficiais e amistosos até 4 de junho 2017

16 finais do Campeonato Pernambucano
Santa Cruz (8 títulos) – 1970, 1976, 1983, 1990, 1993, 1995, 2011 e 2015
Náutico (6) – 1984, 1985, 1989, 2001, 2002 e 2004
Sport (2) – 1977 e 1980

Jogos da Seleção Brasileira
13/05/1978 – Brasil 0 x 0 Seleção Pernambucana (42.621 pessoas)
19/05/1982 – Brasil 1 x 1 Suíça (59.732)
02/05/1985 – Brasil 2 x 0 Uruguai (59.946)
30/04/1986 – Brasil 4 x 2 Iugoslávia (54.249)
09/07/1989 – Brasil 2 x 0 Paraguai (76.800, Copa América)
29/08/1993 – Brasil 6 x 0 Bolívia (96.990, Eliminatórias)
23/03/1994 – Brasil 2 x 0 Argentina (90.400)
29/06/1995 – Brasil 2 x 1 Polônia (24.000)
10/06/2009 – Brasil 2 x 1 Paraguai (55.252, Eliminatórias)
10/09/2012 – Brasil 8 x 0 China (29.658)

Torneios internacionais de seleções: Copa da Independência (1972), Pré-Olímpico (1976), Copa América (1989) e Eliminatórias da Copa (1994 e 2010)

Evolução da capacidade de público
1967 – 25.000 lugares
1972 – 64.000 (+39.000), após conclusão do anel inferior
1982 – 110.000 (+53.000), após a construção do anel superior
1993 – 85.000 (-25.000*)
2001 – 75.000 (-10.000*)
2005 – 65.000 (-10.000*)
2012 – 60.044 (-4.956*)
2015 – 50.582 (-9.462*)
* Redução por medida de segurança

Recorde de público
96.990 torcedores – Brasil 6 x 0 Bolívia (29/08/1993)

Cifras do estádio
850 mil dólares, o valor para a conclusão do anel inferior em 1972
282 milhões de cruzeiros, o valor para a construção do anel superior em 1982
4 milhões de reais, a reforma para a reabertura em 2009

Diego Souza é convocado para o 5º jogo seguido da Seleção. É a chance do 87…

Diego Souza convocado por Tite para dois amistosos em junho de 2017. Crédito: CBF TV/reprodução

Diego Souza segue presente na lista de Tite. O técnico da Seleção Brasileira convocou o meia do Sport para dois amistosos em junho. Com isso, já são cinco partidas seguidas da Canarinha com DS87. Após a confirmação da classificação à Copa do Mundo de 2018, na goleada sobre os paraguaios na Arena Corinthians, o treinador adiantou que aproveitaria o calendário para fazer testes na equipe. Então, parece a hora do destaque rubro-negro.

Diante argentinos e australianos, em jogos no Cricket Ground, com 100 mil lugares, o Brasil não terá Neymar. Então, o destaque à frente é Gabriel Jesus, recuperado de lesão. Contudo, Diego Souza foi chamado no lugar de Firmino, com quem briga pela reserva do atacante do Manchester City – Taison e Douglas Costa completam o ataque desta vez. Embora no leão siga numa transição entre meia, ponta e centroavante, na Seleção a sua função é clara. É um atacante centralizado, mas com mobilidade, encurtando o espaço entre os meias e os pontas. Nas Eliminatórias, jogou apenas onze minutos. Em janeiro, quando apenas atletas que atuam no país foram chamados, foram 64.

No Sport, quem mais defendeu o Brasil foi Leomar, com 6 jogos em 2001. Diego poderá empatar com Traçaia e Édson, ambos com 5 em 1959.

Participação de Diego Souza na Seleção em 2017
25/01 – Brasil 1 x 0 Colômbia (64 minutos, titular)
23/03 – Uruguai 1 x 4 Brasil (5 minutos, reserva)
28/03 – Brasil 3 x 0 Paraguai (6 minutos, reserva)

Jogos a disputar, em Melbourne
09/06 – Argentina x Brasil
13/06 – Austrália x Brasil

Os 24 convocados em 19 de maio
Goleiros: Diego Alves (Valência), Weverton (Atlético-PR) e Ederson (Benfica) 

Zagueiros: David Luiz (Chelsea), Gil (Shandong Luneng), Jemerson (Monaco), Rodrigo Caio (São Paulo) e Thiago Silva (PSG)  

Laterais: Alex Sandro (Juventus), Fagner (Corinthians), Filipe Luis (Atlético de Madrid) e Rafinha (Bayern de Munique) 

Meias: Fernandinho (Manchester City), Giuliano (Zenit), Lucas Lima (Santos, Paulinho (Guangzhou Evergrande), Philippe Coutinho (Liverpool), Renato Augusto (Beijing Gouan), Rodriguinho (Corinthians) e Willian (Chelsea) 

Atacantes: Diego Souza (Sport), Douglas Costa (Bayern de Munique), Gabriel Jesus (Manchester City) e Taison (Shakhtar Donetsk)

Arena PE ou Castelão, o 8º palco da Copa América de 2019. Resposta em dezembro

Estádios Arena Pernambuco e Castelão. Fotos: divulgação

O Brasil receberá a Copa América após trinta anos. Em 2019, o torneio volta ao país reformulado, ampliado. Serão 16 países, sendo os dez filiados da Conmebol e mais seis convidados, com possibilidade de seleções da Concacaf, como de praxe, mas também da Europa e da Ásia (que teve o Japão na disputa em 1999). Segundo reportagem do globoesporte.com, oito estádios devem ser selecionados, todos no “Padrão Fifa”, através do caderno de encargos mais atual. Sete já estariam definidos, com a última vaga sendo disputada por Recife e Fortaleza, com a Arena Pernambuco e o Castelão.

No caso local, o pedido foi protocolado pela FPF à confederação sul-americana, via CBF, em 20 de janeiro. Segundo Evandro Carvalho, o processo ainda será formalizado, aguardando ainda a formação do comitê organizador da copa. O mandatário da federação trata a capacidade (45 mil x 63 mil) como o único ponto contrário em relação à candidatura cearense.

“Pela capacidade de público, já não poderíamos receber a Seleção, que só deve ir a estádios acima de 50 mil lugares, mas estamos dentro do padrão de estrutura do torneio. E como deverá ter seleções de outros continentes, a nossa posição é estratégica, tanto em voos quanto em rede hoteleira.”

Segundo o GE, haveria “favoritismo claro” para o Castelão. Ao blog, Evandro discordou, dizendo que a “situação é a mesma”. Até mesmo pelo know-how, uma vez que os dois empreendimentos receberam, recentemente, jogos da Copa das Confederações, Mundial e Eliminatórias de 2018. A resposta, de acordo com ele, deve ser dada até o fim de 2017. O blog também entrou em contato com a administração da Arena, que deixou o caso nas mãos da FPF.

“A Arena de Pernambuco sempre busca receber os maiores eventos possíveis, dentro ou fora do cunho esportivo. (…) Em relação à Copa América, que será realizada no Brasil 2019, a Arena informa que, possíveis negociações para sedes visando esta ou outra competição, são realizadas entre as Federações e Confederações envolvidas no processo. (…)”

Palcos da Copa América no Brasil

1919  - Laranjeiras (RJ, 7 jogos) 

1922 - Laranjeiras (RJ, 11 jogos) 

1949 - São Januário (RJ, 13 jogos), Pacaembu (SP, 12 jogos), General Severiano (RJ, 2 jogos), Vila Belmiro (SP, 1 jogo) e Otacílio Negrão (MG, 1 jogo) 

1989 - Serra Dourada (GO, 10 jogos), Fonte Nova (BA, 8 jogos), Maracanã (RJ, 6 jogos) e Arruda (PE, 2 jogos)

2019 - Maracanã (RJ), Mineirão (MG), Arena Corinthians (SP), Allianz Parque (SP), Beira-Rio (RS), Mané Garrincha (DF), Fonte Nova (BA) e mais um

CBF, a entidade sem fins lucrativos com R$ 546 milhões de lucro em uma década

Sede da CBF. Crédito: CBF

A demonstração financeira da CBF sobre 2016 foi apresentada e aprovada durante a assembleia geral da entidade, em 18 de abril. E pelo décimo ano consecutivo a confederação registrou lucro no exercício. Milionário, claro. A última temporada com prejuízo foi em 2006, com R$ 22,13 milhões. E olhe que na ocasião houve um adiantamento da Isec, a International Sports Events Company, sobre os direitos dos amistosos da Seleção Brasileira por quatro anos. Desde então, ainda que a administração tenha seguido rigorosamente a mesma linha, com foco na seleção (que jogou doze vezes) em detrimento dos clubes de futebol – a não ser para se manter no poder, com três presidentes distintos -, o lucro líquido acumulado chegou a R$ 546 milhões!

Mesmo com Marco Polo del Nero sendo investigado pelo FBI e evitando sair do país para acompanhar a Seleção, segue ascendente a estrutura financeira dentro do bunker no Rio de Janeiro. O faturamento com patrocínios aumentou 21% no último ano, chegando a R$ 410 milhões, ou 68% de toda a receita. Apesar disso, o lucro foi menor, caindo 40% devido ao maior investimento nas seleções (principal, base e feminina), mas ainda assim em R$ 43.721.000. Para poucos. Por sinal, o investimento em seleções subiu 43%, enquanto no cenário nacional, com federações e competições, o acréscimo foi de 14%

O relatório financeiro da CBF sobre o ano de 2016. Crédito: CBF/reprodução

O blog encontrou os saldos dos últimos dez balanços da entidade. Se no último déficit o faturamento anual foi de R$ 99 milhões, a parti dali o aumento foi considerável, de 503%. Daí, o apego pela permanência no comando. Não por acaso, fomenta-se o apoio entre as 27 federações estaduais, cujos votos foram ampliados. Agora, cada federação tem peso 3, com os clubes da Série A tendo peso 2 e os da Série B 1. Ou seja, federações 81 x 60 clubes…

Lucro da CBF
2007 – R$ 10 milhões
2008 – R$ 32 milhões
2009 – R$ 72 milhões

2010 – R$ 83 milhões
2011 – R$ 73 milhões
2012 – R$ 55 milhões
2013 – R$ 55 milhões
2014 – R$ 51 milhões
2015 – R$ 72 milhões
2016 – R$ 43 milhões

Faturamento da CBF
2007 – R$ 114 milhões 
2008 – R$ 152 milhões
2009 – R$ 233 milhões
2010 – R$ 271 milhões
2011 – R$ 313 milhões
2012 – R$ 360 milhões
2013 – R$ 436 milhões
2014 – R$ 519 milhões
2015 – R$ 518 milhões
2016 – R$ 597 milhões

A CBF é uma “pessoa jurídica de direito privado, de caráter desportivo, sem fins lucrativos, conforme os arts. 1º e 6º do seu Estatuto”. Há tempos, luta com todas as forças para manter tal status, sem uma regulação de fato.

Brasil lidera Ranking da Fifa após 7 anos

Ranking da Fifa em abril de 2017. Crédito: Fifa/twitter

A incrível sequência de Tite, com nove vitórias em nove jogos, já é a maior arrancada de um técnico na Seleção Brasileira. E olhe que foram oito jogos pelas Eliminatórias da Copa 2018, fazendo com que o time saísse de uma situação complicada para o status de primeiro classificado, à parte do país-sede. Com isso, o Brasil voltou ao topo do Ranking da Fifa, após sete anos.

A última vez que a Canarinha havia liderado a lista mensal foi em maio de 2010, antes do Mundial na África. Ali, iniciou-se o reinado da Espanha, depois revezado com Alemanha e Argentina. Neste hiato, até países sem títulos mundiais alcançaram o topo no futebol, como as vizinhas Holanda e Bélgica.

A goleada sobre o Paraguai por 3 x 0, na Arena Corinthians, foi fundamental para ultrapassar os hermanos. Só em caso de vitória seria possível através do complexo (e questionável) sistema, com pesos diferentes aos jogos de todos os filiados – somente no último mês foram 129 partidas contabilizadas. Em abril o Brasil chegou a 151 meses de liderança, de um total de 285 desde a criação do ranking, em agosto de 1993. Ou seja, mesmo em jejum – e chegou a ser 18º em 2012 -, o time verde e amarelo já liderou em 52,9% do tempo.

Meses na liderança (entre parênteses, o primeiro mês em 1º):
Brasil – 151 (09/1993)
Espanha – 64 (07/2008)
Argentina – 26 (03/2007)
Alemanha – 18 (08/1993)
França – 14 (05/2001)
Itália – 6 (11/1993)
Bélgica – 5 (11/2015)
Holanda – 1 (08/2011)

Desempenho da Seleção Brasileira no Ranking da Fifa:

O desempenho da Seleção Brasileira no Ranking da Fifa