Sassá Mutema chegou

Retrospecto de Roberto Fernandes no Náutico:

59 jogos
31 vitórias
9 empates
19 derrotas
121 gols marcados
70 sofridos
57,62% de aproveitamento

Estréia: Atlético-PR 1 x 1 Náutico (4 de julho de 2007)
Último jogo: Fluminense 0 x 2 Náutico (18 de maio de 2008)
Próximo jogo: Náutico x Santos (HOJE, às 18h20)

Mais sobre a novela: http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Salvador_da_P%C3%A1tria

Curiosidade: A trama de “O Salvador da Pátria” foi exibida pela Rede Globo em 1989, e teve a maior média de audiência da história da emissora, com 63 pontos. Para se ter uma idéia, a final da Copa do Brasil deste ano (Sport 2 x 0 Corinthians, em 11 de junho) teve 48 pontos (sendo 38 da Globo e 10 da Band).

Clássico dos Clássicos rumo aos 100 anos

 
Primeiros escudos de Sport e Náutico
Primeiros escudos de Sport e Náutico
Já começou a contagem regressiva para o centenário do clássico mais antigo do Nordeste. Falta menos de um ano (mais precisamente 350 dias), pois às 16h do dia 25 de julho de 1909 começava o primeiro Sport x Náutico da história, ou simplesmente Clássico dos Clássicos, como ficou conhecido décadas depois. Naquela tarde, o Alvirrubro fazia a primeira partida de futebol de sua história (o clube foi fundado em 1901, mas para a prática de esportes aquáticos, como “sugere” o nome).
 
E que estréia do Náutico! Venceu por 3 x 1, no campo do British Club, com um público estimado em 3 mil pessoas (um verdadeiro evento social na cidade naquele dia). O duelo entre rubro-negros e alvirrubros é o 3° mais velho do Brasil, ficando atrás apenas do Clássico Vovô (entre os cariocas Fluminense e Botafogo, que jogaram em 22 de outubro de 1905) e do Gre-Nal (entre Grêmio e Internacional, cuja partida foi apenas uma semana antes do clássico pernambucano). 

Em 21 de outubro de 2006, Sport e Náutico se enfrentaram na Ilha do Retiro, pela Série B. Parte da imprensa considerou aquela partida como o clássico de número 500 (o Leão venceu por 2 x 0, gols de Fumagalli). Baseado nos números do pesquisador Carlos Celso Cordeiro (autor de coleções completas com todos os jogos da história do Náutico, do Sport e do Campeonato Estadual), o Diario não considerou os confrontos válidos pelo Torneio Início, pois os jogos festivos (disputado de forma intermitente entre 1919 e 1981) duravam entre 15 e 40 minutos.

Mas dois dias antes daquela partida, o Diario ‘recontou’ o clássico. Assim, foram retirados 22 jogos. Houve também uma vitória do Timbu que foi anulada, em 1934. Assim, já contando a vitória do Sport no Brasileirão deste ano, por 2 x 0, no Aflitos, foram realizados 488 clássicos. Se os rivais mantiverem uma média de quatro duelos por ano, o tão aguardado 500° duelo poderá ocorrer em 2011.

Clássico dos Clássicos
488 jogos

191 vitórias do Sport
165 vitórias do Náutico
131 empates
1 jogo de placar desconhecido (disputado em 29 de março de 1931, mas sem registro nos jornais dos dias seguintes)  

Clássicos “extras”
22 jogos do Torneio Inicio

5 vitórias do Sport
4 vitórias do Náutico
13 empates

1 jogo anulado (vitória do Náutico, em 16 de dezembro de 1934)

Aflitos “fora” da corrida eleitoral

O Grande Recife já respira a eleição para prefeito. Pleito que tem regras claras para a colocação de propaganda política. Ainda que de forma tímida, essa corrida majoritária chegou aos Aflitos. Na manhã desta sexta-feira, o presidente Maurício Cardoso acompanhava as entrevistas de Roberto Fernandes, Ruy e Eduardo, quando começou a retirar adesivos publicitários da Prefeitura do Recife, colados no painel da sala de imprensa (a PCR patrocinou o Alvirrubro em 2007).

Após chamar a atenção devido à ação curiosa, o mandatário timbu foi taxativo: “A legislação não permite isso esse ano. É ilegal. A Prefeitura nos apoiou em 2007”. Ele está certo, pois nesse ano a PCR só poderá veicular publicidade de utilidade pública, e não institucional.

Link para quem quiser ver o adesivo retirado: http://www.recife.pe.gov.br/

Um dia de Fúria

Bombas na porta do vestiário, “pipoca” em cima dos carros, jogadores hostilizados com xingamentos, faltando pouco para a agressão física… Nota ZERO para a torcida organizada Fanáutico nesta agitada quinta-feira do Náutico. Cerca de 20 pseudo-torcedores tiveram os seus dias de fúria, assim como o personagem William Foster, vivido por Michael Douglas, em uma alucinada Los Angeles em 1993.

Mais neste link: http://www.adorocinema.com.br/filmes/dia-de-furia/dia-de-furia.asp

Everaldo tenta conter a fúria dos torcedores
Everaldo tenta conter a fúria dos torcedores
Torcedor breca a saída de Fabiano Gadelha
Torcedor breca a saída de Fabiano Gadelha. Fotos: Juliana Leitão/DP

Lá vem o Timbu descendo a ladeira…

Estamos entrando na época olímpica, recheada de quebra de recordes. O Náutico parece estar querendo seguir o espírito, mas na contramão. O Alvirrubro perdeu do Atlético-PR por 2 x 0 e chegou à sua 5ª derrota seguida. Já são 8 partidas de jejum. Nas duas situações o Timbu está a apenas um jogo de igualar os seus recordes, ambos negativos. Espero que o Náutico não alcance marca alguma contra o Santos, no próximo domingo, nos Aflitos.

Tem mais (é claro que tem…). O Furacão era o time que estava há mais tempo sem vencer o Náutico em jogos válidos pelo Campeonato Brasileiro da Série A. Eram três partidas de tabu. Antes da vitória na Arena da Baixada, na noite desta quarta, o último triunfo paranaense havia sido em 3 de abril de 1991, por 3 x 0.

“Recordes” alvirrubros na Série A

Maiores jejuns
9 partidas
1992, com os técnicos Zé Mario (5 partidas) e Charles Muniz (4)
1994, com os técnicos Osires Paiva (3) e Mário Juliato (6)

Maior série de derrotas
6 partidas
1975, com o técnico Orlando Fantoni

Wellington, a maior venda da história do Náutico

O homem de R$ 15 milhões
O homem de R$ 15 milhões

A ida do atacante Wellington para o TSG 1899 Hoffenheim – concretizada nesta quarta – foi simplesmente a maior venda da história do Náutico, desde a implantação do Plano Real, em 1994. O Alvirrubro embolsou R$ 1milhão na negociação, que foi mediada pelo Internacional, que por sua vez tinha 32% dos direitos federativos do Tanque, de apenas 20 anos.

O valor total foi de inacreditáveis R$ 15.625.000, e olhe que o TSG estava na Segunda Divisão na temporada 2007/2008 do Campeonato Alemão (quando terminou campeão). O valor do Alvirrubro corresponde a 20% da parte que cabe ao Inter. Boa sorte na Europa, Wellington. E com certeza os alvirrubros estão felizes. Podem ter perdido um bom centroavante, mas o clube ganhou fôlego financeiro.

Maiores vendas do futebol pernambucano
(Valores em Reais, em vigor desde 1994)

3.500.000 – Jackson (meia), do Sport para o Palmeiras, em 1998
2.200.000 – Bosco (goleiro), do Sport para o Cruzeiro, em 1999
1.800.000 – Fumagalli (meia), do Sport para o Al-Rayyan (Catar), em 2007
1.750.000 – Leonardo (atacante), do Sport para o Cruzeiro, em 2001
1.500.000 – Juninho Pernambucano (meia), do Sport para o Vasco, em 1995
1.500.000 – Juninho Petrolina (meia), do Sport para o Atlético-MG, em 1998
1.500.000 – Cleber Santana (meia), do Sport para o Vitória/BA, em 2004
1.300.000 – Pantera (atacante), do Santa Cruz para o Compostela (Espanha), em 1996
1.300.000 – Chiquinho (meia), do Sport para o Vitória/BA, em 1997
1.200.000 – Carlinhos Bala (atacante), do Santa Cruz para o Cruzeiro, em 2006
1.000.000 – Russo (lateral-direito), do Sport para o Vitória/BA, em 1997
1.000.000 – Edson (lateral-esquerdo), do Sport para o Corinthians, em 2000
1.000.000 – Grafite (atacante), do Santa Cruz para o Grêmio, em 2001
1.000.000  – Wellington (atacante), do Náutico para o TSG Hoffenheim, em 2008
800.000 – Ailton (meia), do Náutico para o São Paulo, em 2002

Obs. Nos valores acima estão contabilizadas as partes quitadas em empréstimos de outros jogadores. Juninho Petrolina, por exemplo, chegou a ser reemprestado ao Sport como parte do pagamento de sua própria venda.

Escudos acompanham a moda

Evolução dos escudos dos três grandes do Recife

  Apesar de os escudos serem considerados um dos mais tradicionais símbolos dos clubes de futebol, Sport e Náutico fizeram mudanças em seus distintivos neste ano. A mais recente foi feita pelo Náutico, que adotou o seu 5° escudo desde a fundação do clube em 1901, e colocou uma estrela alusiva ao título de campeão pernambucano no ano do seu centenário, em 2001. A modernização do emblema – que ficou ainda mais vermelho – foi uma ação do departamento de marketing do clube. Por mais que modificações assim deixem alguns torcedores indignados, por “ferir a tradição”, a verdade é que essas mudanças são até comuns mundo da bola, ao adequar o uniforme ao avanço da moda.

O novo emblema alvirrubro foi, na verdade, uma introdução ao escudo definitivo, que será estampado na camisa timbu apenas em 2010. Nesse caso, o nome “Náutico” não ficará mais grafado. No Brasil, poucos clubes também colocam as suas estrelas dentro do escudo, assim como o Timbu, cujo escudo anterior estava em vigor desde 1995. O Palmeiras, por exemplo, possui oito. Mas ao contrário da grande maioria dos times, elas não representam títulos, mas sim o mês de agosto, data de fundação do Verdão.

Há pouco mais de um mês, que fez o mesmo Sport. Após o título da Copa do Brasil, a diretoria do Leão realizou uma série de discussões apenas para analisar a inclusão de mais uma estrela. E olhe que esse ‘detalhe’ rendeu muita polêmica. Azul, Verde, embaixo do escudo, em cima. O que não faltou foi especulação para uma mudança tão pequena. Assim como na moda, também há espaço para mau gosto.

Mas no final, a escolha foi pela colocação de mais uma estrela dourada, assim como a que representa o título brasileiro de 1987 (do lado esquerdo), deixando o escudo sóbrio (ainda bem). Com isso, a prateada (Série B de 1990) foi centralizada e reduzida. O modelo passou pelo crivo do Conselho Deliberativo do clube na última semana, e foi aprovado, como revelou o presidente do órgão, Adalberto Guerra.

Segundo o dirigente, uma nova ‘mudança’ poderá acontecer em 2009. “Essa mudança vai ser temporária, porque no ano que vem colocaremos quatro estrelas no escudo!”, disse Adalberto, que descartou o Brasileirão 2008 sem perceber. Na década passada, a mudança mais significativa havia sido no contorno do escudo, quando a diretoria do Rubro-negro eliminou a cor amarela, que vigorou desde os anos 50.

Já a última mudança do Santa Cruz foi início desta década, quando os tricolores passaram a ostentar os seus principais títulos. Nada menos que oito estrelas, recorde em Pernambuco, com destaque para o ainda insuperável tri-supercampeonato pernambucano, conquistado em 1957, 1976 e 1983. Também foi adicionado, assim como o Náutico, o ano de fundação do clube (1914). Já nos anos 80, o escudo tinha o modelo idêntico, mas com traços mais rebuscados.

Nos anos 60/70, o escudo coral era o que mais sofria diferença ao ser bordado. O modelo acabava ficando muito diferente do distintivo oficial. Havia até mesmo confusão sobre a disposição das cores vermelha e preta. Como pode ser visto no gráfico, era comum o vermelho ficar do lado esquerdo, do lado errado pelo que preza o estatuto atual. O contorno amarelo também chegou a ser utilizado.

Significado das estrelas

Sport (3 estrelas acima do escudo)
2 douradas – Campeonato Brasileiro de 1987 e Copa do Brasil de 2008
1 prateada – Campeonato Brasileiro da Série B de 1990

Náutico (7 estrelas dentro do escudo)
6 vermelhas – Hexacampeonato pernambucano, de 1963 até 1968
1 branca – Campeão do centenário em 2001

Santa Cruz (3 estrelas em cima do escudo e 5 abaixo)
Estrelas branca, preta e vermelha – Tri-supercampeonato estadual (1957, 1976 e 1983)
5 douradas – Pentacampeonato pernambucano, de 1969 até 1973

Ilha precisa voltar a ferver

Após perder 3 posições na classificação do Brasileiro (agora é o 10° lugar), o Sport tentará voltar vencer na Ilha do Retiro nesta quarta-feira, diante da Portuguesa. Para este jogo, os torcedores já preparam a volta do “espírito da Copa do Brasil”, com sinalizadores nas arquibancadas. Um colorido especial, que deixa o estádio com uma cara de ‘caldeirão’ mesmo, e a pressão acaba aumentando. Mas essa aura precisa ser assimilada pelo time rubro-negro também. Se na Copa do Brasil foram 6 vitórias avassaladoras em 6 jogos, o desempenho no Brasileiro vem deixando a desejar.

O Leão é apenas o 11° melhor mandante, com 17 pontos conquistados no estádio Adelmar da Costa Carvalho. Posição abaixo da média histórica do time, que sempre conquistou a grande maioria dos seus pontos em casa. Com 70,8% de aproveitamento (até razoável), o Sport está bem atrás do líder Palmeiras, que tem 91,7%. Mas para manter o time no pelotão da cima, a torcida rubro-negra deverá se apresentar mais um vez, com muito barulho e energia positiva. Já a situação do Náutico preocupa ainda mais, pois o Timbu está em 15° neste quesito, com 51,9% (um índice que seria aceitável na competição apenas somando os jogos como mandante e visitante). O Alvirrubro, aliás, perdeu os dois últimos jogos nos Aflitos, ambos por 2 x 1, para Coritiba e Figueirense.

Classificação dos mandantes na Série A

1° Palmeiras – 22 pontos / 8 jogos – (91,7%)
2° Cruzeiro – 22 / 9 (81,5%)
3° Vitória – 21 / 9 (77,8%)
4° Grêmio – 21 / 9 (77,8%)
5° São Paulo – 20 / 9 (74,1%)
6° Botafogo – 19 (79.2%)
7° Internacional – 19 / 8 (79,2%)
8° Atlético-MG – 18 / 8 (75%)
9° Vasco – 17 / 8 (70,8%)
10° Coritiba – 17 / 8 (70,8%)
11° Sport – 17 / 8 (70,8%)
12° Flamengo – 16 / 9 (59,3%)
13° Portuguesa – 16 / 9 (59,3%)
14° Figueirense – 15 / 8 (62,5%)
15° Náutico – 14 / 9 (51,9%)
16° Atlético-PR – 14 / 9 (51,9%)
17° Santos – 12 / 8 (50%)
18° Goiás – 12 / 8 (50%)
19° Ipatinga – 11 / 9 (40,7%)
20° Fluminense – 11 / 9 (40,7%)

É confronto direto, Timbu

O Náutico pode estar vivendo uma crise neste Brasileiro, mas vale lembrar que em 17 rodadas o time ainda não entrou na zona de rebaixamento. Mas agora corre um sério risco. Com 18 pontos, o Alvirrubro soma apenas um a mais que o Atlético-PR, o primeiro na zona de degola e justamente o próximo adversário. O jogo será em Curitiba, e, quem sabe, pode ser mais um vez o ponta-pé inicial para uma reviravolta do Timbu. Em 4 de julho do ano passado, o time estava afundado na Série A. Havia perdido o clássico contra o Sport por 4 x 1 e demitido o técnico PC Gusmão, e também jogou na rodada seguinte contra o Furacão, na Arena da Baixada. Aquela partida marcou a estréia do técnico Roberto Fernandes no comando do Náutico.

No final, um importante empate por 1 x 1, com o goleiro Rodolpho operando um milagre no finzinho da partida. Depois disso veio a sensacional arrancada que manteve o time de Rosa e Silva na elite. Nesta quarta, Roberto Fernandes curiosamente seria o adversário, mas em 15 jogos como treinador do time paranaense o ex-técnico do Timbu sofreu oito derrotas e foi demitido ontem com um aproveitamento de apenas 28,8%, um dos piores do clube nesta década. Roberto teve um desempenho abaixo do alcançado por Givanildo Oliveira, outro pernambucano que dirigiu o Atlético-PR recentemente (e que ganhou apenas 38% dos pontos em 2006).

Como visitante, o Náutico conseguiu apenas uma vitória, na segunda rodada, diante do Fluminense (0 x 2). O time ainda empatou uma vez (0 x 0 com o Ipatinga) e perdeu seis vezes. No total, apenas 16,7% de aproveitamento. Mas, como se diz, esses números são apenas estatísticas. E não devem interferir no jogo. O pensamento é outro. Esse é um momento de superação, até porque o Náutico terá um adversário numa fase tão complicada quanto a sua, no popular “jogo de 6 pontos”. E quem sabe não sai a primeira vitória de Pintado…

Classificação dos visitantes na Série A

1° Grêmio 14 pontos / 8 jogos (58,3%)
2° Flamengo 12 / 8 (50%)
3° Cruzeiro 11 / 8 (45,8%)
4° São Paulo 10 / 8 (41,7%)
5° Coritiba 9 / 9 (33,3%)
6° Palmeiras 9 / 9 (33,3%)
7° Figueirense 9 / 9 (33,3%)
8° Vitória 8 / 8 (33,3%)
9° Goiás 8 / 9 (29,6%)
10° Sport 7 / 9 (25,9%)
11° Internacional 6 / 9 (22,2%)
12° Botafogo 6 / 9 (22,2%)
13° Santos 5 / 9 (18,5%)
14° Náutico 4 / 8 (16,7%)
15° Atlético-PR 3 / 8 (12,5%)
16° Portuguesa 3 / 8 (12,5%)
17° Atlético-MG 3 / 9 (11,1%)
18° Fluminense 2 / 8 (8,3%)
19° Vasco 2 / 9 7,4%)
20° Ipatinga 2 / 8 (8,3%)

Roger dispensado

Sérgio Malandro, e o velho "glu-glu"
Sérgio Malandro, e o velho "glu-glu"

Pegadinha do Malandro! Calma, torcida rubro-negra… Não foi o centroavante Roger, mas sim o meia homônimo que estava no Náutico. Ele assinou a rescisão de contrato na tarde desta segunda juntamente com o lateral-esquerdo Berg (que conseguiu perder a posição para o zagueiro Everaldo), o ala direito João Paulo e o zagueiro Adriano. Vassourada necessária nos Aflitos.

O Roger leonino, por sua vez, segue firme na Ilha (com a torcida completamente dividida entre os que aprovam e reprovam o atacante). Apesar da segunda-feira difícil que o atacante está passando por causa das cobranças, o jogador ainda tem crédito com a comissão técnica (apesar de Nelsinho ter ficado chateado com as finalizações do time no final da partida contra o Galo). Roger marcou um gol – finalmente – e foi importante lá na frente, trabalhando a bola.