Os 55 melhores jogadores do mundo na temporada 2016/2017, segundo a Fifa

Os 55 indicados à "Seleção do Ano", segundo a Fifa

A Fifa apresentou os 55 nomes mais votados para a escolha da “seleção do ano” no futebol mundial. Todos os jogadores atuam na Europa, incluindo nomes que pouco atuaram no período, como Ibra. A escolha foi feita pelos próprios atletas profissionais, com 24 mil votos, tendo o 4-3-3 como formação básica para a temporada 2016/2017. Ao todo, sete brasileiros figuram na lista de indicados, seguindo pela ordem de votos: Neymar, Marcelo, Daniel Alves, Thiago Silva, Philippe Coutinho, Casemiro e David Luiz. Confira a lista completa e comente sobre qual seria a sua seleção a partir dos finalistas…

O anúncio da “seleção” ocorrerá em 23 de outubro, em Londres, onde também será escolhido o melhor jogador da temporada (Messi ou CR7?).

Goleiros (5)
Buffon (ITA/Juventus), De Gea (ESP/Manchester United), Keylor Navas (CRC/Real Madrid), Neuer (ALE/Bayern de Munique) e Jan Oblak (SLO/Atletico de Madrid)

Defensores (20)
Alaba (AUT/Bayern de Munique), Jordi Alba (ESP/Barcelona), Daniel Alves (BRA/PSG), Jerome Boateng (ALE/Bayern de Munique), Bonucci (ITA/Milan), Carvajal (ESP/Real Madrid), Chiellini (ITA/Juventus), Diego Godin (URU/Atletico de Madrid), Hummels (ALE/Bayern de Munique), Philipp Lahm (ALE/Bayern de Munique), David Luiz (BRA/Chelsea), Marcelo (BRA/Real Madrid), Mascherano (ARG/Barcelona), Pepe (POR/Besiktas), Pique (ESP/Barcelona), Sergio Ramos (ESP/Real Madrid), Thiago Silva (BRA/PSG), Samuel Umtiti (FRA/Barcelona), Antonio Valencia (EQU/Manchester United) e Varane (FRA/Real Madrid)

Meias (15)
Thiago Alcantara (ESP/Bayern de Munique), Busquets (ESP/Barcelona), Casemiro (BRA/Real Madrid), Philippe Coutinho (BRA/Liverpool), Hazard (BEL/Chelsea), Iniesta (ESP/Barcelona), Isco (ESP/Real Madrid), Kante (FRA/Chelsea), Toni Kroos (ALE/Real Madrid), Matic (SRB/Manchester United), Modric (CRO/Real Madrid), Ozil (ALE/Arsenal), Pogba (FRA/Manchester United), Verratti (ITA/PSG) e Arturo Vidal (CHI/Bayern de Munique)

Atacantes (15)
Gareth Bale (WAL/Real Madrid), Benzema (FRA/Real Madrid), Cavani (URU/PSG), Cristiano Ronaldo (POR/Real Madrid), Dybala (ARG/Juventus), Griezmann (FRA/Atletico de Madrid), Ibrahimovic (SUE/Manchester United), Harry Kane (ING/Tottenham), Lewandowski (POL/Bayern de Munique), Lukaku (BEL/Manchester United), Mbappé (FRA/PSG), Messi (ARG/Barcelona), Neymar (BRA/PSG), Alexis Sanchez (CHI/Arsenal) e Suárez (URU/Barcelona)

Número de indicados por clube
12 – Real Madrid
8 – Barcelona e Bayern de Munque
6 – Manchester United e PSG
3 – Atlético de Madrid, Chelsea e Juventus
2 – Arsenal
1 – Besiktas, Liverpool, Milan e Tottenham 

Número de indicados por país de origem
9 – Espanha
7 – Brasil e França
6 – Alemanha
4 – Itália
3 – Argentina e Uruguai
2 – Bélgica, Chile e Portugal
1 – Áustria, Costa Rica, Croácia, Equador, Eslovênia, Gales, Inglaterra, Polônia, Sérvia e Suércia

Salário de Neymar no PSG em tempo real

Site "Salário do Neymar". Crédito: reprodução

A transferência de Neymar, do Barcelona para o PSG, foi a maior da história do futebol, numa rescisão contratual de 222 milhões euros, ou R$ 822 milhões. Cifra astronômica e que tende a ser manter no topo por um bom tempo. Para firmar com o clube francês por cinco anos, o astro da Seleção Brasileira passou a ter o maior salário da Europa. No mundo, só está abaixo do argentino Carlitos Tévez, no ainda pulsante mercado chinês. Neymar receberá 30 milhões de euros por temporada, o equivalente a R$ 111 milhões – quase todo o faturamento obtido pelo Sport em 2016, por exemplo.

A partir disso, algum gaiato criou o site salariodoneymar.com.

A página calcula, a partir do acesso do internauta, quanto o tempo de permanência no site significaria em termos salariais para o jogador. Também há um contador desde a assinatura do contrato em Paris. E olhe que os dados ainda vão variando de acordo com a cotação real/euro…

1 segundo = R$ 3,50
1 minuto = R$ 213,50
1 hora = R$ 12.810
1 dia = R$ 307.440
1 mês = R$ 9.223.200

Os maiores salários anuais no futebol (2017)
€ 38,0 milhões – Tévez (Shanghai Shenshua, China)
€ 30,0 milhões – Neymar (PSG, França)
€ 26,5 milhões – Lavezzi (Hebei Fortune, China)
€ 25,0 milhões – Oscar (Shanghai SIPG, China)
€ 25,0 milhões – Messi (Barcelona, Espanha)
€ 23,6 milhões – Cristiano Ronaldo (Real Madrid, Espanha)

A evolução das maiores contratações do futebol em 20 anos, de Denílson a Neymar

Neymar no PSG...  Crédito: PSG/twitter (@PSG_inside)

Astro da Seleção Brasileira, o atacante Neymar tornou-se a contratação mais cara da história do futebol. Há exatamente um ano, o francês Pogba deixou a Juve com destino à cidade de Manchester numa soma já inacreditável de 105 milhões de euros. Agora, o brasileiro foi além do dobro disso. Com a multa rescisória de 222 milhões paga integralmente pelo Paris Saint-Germain, junto ao Barça, o aumento do recorde foi de 111%! Convertendo para a moeda nacional, um montante de R$ 813 milhões. Mais que suficiente para comprar qualquer time elenco da Série A de 2017. Segundo o site Transfermarkt, o São Paulo teria, hoje, o elenco mais caro da competição, numa estimativa de € 70,7 milhões, ou 31% dos direitos econômicos de Neymar.

Com a definição da transação que sacudiu a janela europeia, a evolução das vendas mais caras subiu 707% em duas décadas, acredite. Como curiosidade, vale lembrar a primeira negociação que se tem notícia, já recordista, claro, aconteceu em 1893, com o escocês Willie Groves indo do West Bromwich Albion para o Aston Villa, ambos da Inglaterra. Custou 100 libras esterlinas.

Abaixo, as maiores negociações do futebol e a evolução dos recordes. O levantamento foi elaborada tendo o euro como moeda de comparação. Como a moeda da união europeia só foi criada em 2002, as marcas anteriores foram projetadas a partir da conversão de valores. Na lista é possível pinçar algumas curiosidades, como a dupla presença de Di Marían e do próprio Neymar.

As 20 negociações mais caras do futebol (em euros)*
1º) 222,0 milhões (2017) – Neymar (Brasil), Barcelona/PSG
2º) 105,0 milhões (2016) – Pogba (França), Juventus/Manchester United

3º) 100,0 milhões (2013) – Gareth Bale (Gales), Tottenham/Real Madrid
4º) 94,0 milhões (2009) – Cristiano Ronaldo (Portugal), M. United/Real Madrid
5º) 90,0 milhões (2016) – Higuaín (Argentina), Napoli/Juventus
6º) 88,2 milhões (2013) – Neymar (Brasil), Santos/Barcelona
7º) 85,0 milhões (2017) – Lukaku (Bélgica), Everton/Manchester United

8º) 81,7 milhões (2014) – Luis Suárez (Uruguai), Liverpool/Barcelona
9º) 75,0 milhões (2014) – James Rodríguez (Colômbia), Monaco/Real Madrid
9º) 75,0 milhões (2014) – Di María (Argentina), Real Madrid/M. United
11º) 74,0 milhões (2015) – De Bruyne (Bélgica), Wolfsburg/Manchester City
12º) 73,5 milhões (2001) – Zidane (França), Juventus/Real Madrid
13º) 70,4 milhões (2017) – Oscar (Brasil), Chelsea/Shanghai SIPG
14º) 69,0 milhões (2009) – Ibrahimovic (Suécia), Internazionale/Barcelona
15º) 65,5 milhões (2017) – Morata (Espanha), Real Madrid/Chelsea

16º) 65,0 milhões (2009) – Kaká (Brasil), Milan/Real Madrid
17º) 64,0 milhões (2013) – Cavani (Uruguai), Napoli/PSG
17º) 64,0 milhões (2016) – Hulk (Brasil), Zenit/Shanghai SIPG
19º) 63,0 milhões (2015) – Di María (Argentina), Manchester United/PSG
20º) 62,6 milhões (2014) – David Luiz (Brasil), Chelsea/PSG

A evolução da transferência recorde (em euros) em 20 anos*
222,0 milhões (2017) – Neymar (Brasil), Barcelona/PSG
105,0 milhões (2016) – Pogba (França), Juventus/Manchester United

100,0 milhões (2013) – Gareth Bale (País de Gales), Tottenham/Real Madrid
94,0 milhões (2009) – Cristiano Ronaldo (Portugal), Man. United/Real Madrid
73,5 milhões (2001) – Zidane (França), Juventus/Real Madrid
62,0 milhões (2000) – Luís Figo (Portugal), Barcelona/Real Madrid
56,6 milhões (2000) – Crespo (Argentina), Parma/Lazio
43,1 milhões (1999) – Christian Vieri (Itália), Lazio/Internazionale
30,4 milhões (1997) – Denilson (Brasil), São Paulo/Bétis

* Valores absolutos na época da transação, sem correção

Fifa 18 x Pro Evolution Soccer 2018

As capas dos games Fifa 18 e Pro Evolution Soccer 2018. Crédito: divulgação

Trailer lá e trailer cá. Confira os vídeos e compare. Qual a maior expectativa?

As versões de 2018 das maiores franquias de futebol nos videogames, Fifa Football e Pro Evolution Soccer, foram apresentadas pelas fabricantes, EA Sports e Konami, respectivamente. Com lançamento mundial agendado para setembro, o Fifa (dia 29) e PES (dia 14) vão disputar o mercado em plataformas como Playstation 4, Playstation 3, Xbox One, Xbox 360 e PC.

Possivelmente, ambos devem contar com Sport e Santa Cruz licenciados.

A EA Sports foi cirúrgica no timing, lançando o primeiro trailer do Fifa 18 no embalo da festa do Real Madrid, que conquistou o 12º título da Liga dos Campeões. Afinal, Cristiano Ronaldo, que participou da captura de movimentos, é a estrela do game, com direito à capa especial “Ronaldo Edition”. O jogo também volta a apostar no “modo história”, com a segunda temporada da trajetória do jogador fictício Alex Hunter.

Para a rivalidade ser completa, a capa do PES tinha que contar com o antagonismo do Real (e vice-versa, dependendo da ordem de leitura). Ou seja, o Barcelona e a força do trio MSN, com Messi, Suárez e Neymar à frente. Há também palcos exclusivos, como é o caso do Camp Nou, só disponível nesta franquia – o Fifa 17 já veio sem o maior estádio de futebol da Europa. O Brasileirão também está licenciado somente no PES.

Real Madrid, dodecacampeão da Europa

Liga dos Campeões da Uefa, final: Juventus x Real Madrid. Foto: Champions League/twitter (@ChampionsLeague)

O Real Madrid é o clube mais vencedor da história do futebol. Sem discussão.

Alcançou o dodecacampeonato da Liga dos Campeões da Uefa.

1956 – Real Madrid 4 x 3 Stade Reims (campeão)
1957 – Real Madrid 2 x 0 Fiorentina (bi)
1958 – Real Madrid 3 x 2 Milan (tri)
1959 – Real Madrid 2 x 0 Stade Reims (tetra)
1960 – Real Madrid 7 x 3 Eintracht Frankfurt (penta)
1966 – Real Madrid 2 x 1 Partizan (hexa)
1998 – Real Madrid 1 x 0 Juventus (hepta)
2000 – Real Madrid 3 x 0 Valencia (octo)
2002 – Real Madrid 2 x 1 Bayer Leverkusen (enea)
2014 – Real Madrid 4 x 1 Atlético de Madrid (deca)
2016 – Real Madrid (5) 1 x 1 (3) Atlético de Madrid (hendeca)
2017 – Real Madrid 4 x 1 Juventus (dodeca)

Em quatro anos, três orelhudas para o time merengue. A relação do Real com a Champions é umbilical, desde o domínio absoluto na primeira era, com um pentacampeonato, à soma de novas taças com os galácticos. Neste segundo momento, Zidane é um nome recorrente, com o antológico gol do título em Glasgow, há quinze anos, e o bi como técnico, com apenas um ano e meio de trabalho. Por sinal, na fase “League”, iniciada em 1993, esta é a primeira vez que um clube retém a taça. É a cara do Madrid alcançar tal feito. Com tantas finais no currículo, sendo esta a 15ª, já tornou-se normal o repeteco de decisões envolvendo o clube. A Juventus, que buscava a tríplice coroa, já perdera em 1998. E amargou mais um vice, com o veterano Buffon, em temporada espetacular, ainda sem o gostinho do maior troféu interclubes.

Liga dos Campeões da Uefa, final: Juventus x Real Madrid. Foto: Champions League/twitter (@ChampionsLeague)

Em Cardiff, a Velha Senhora começou o jogo muito melhor, apertando o Real, exigindo boas defesas do goleiro Navas. Mas um ataque com Cristiano Ronaldo precisa de uma chance para guardar. Na primeira bola, o português tabelou e bateu no cantinho. É o maior goleador da história do torneio, além dos 100 gols. Sem se abater, ao menos ali, a Juve chegaria ao empate com Mandzukic. De costas, fez um belo gol. Placar justo numa final corrida.

No segundo tempo, com o maior controle do jogo, chegando a 61% de posse, o Real Madrid deslanchou. Marcou três vezes, com o brasileiro Casemiro, de fora da área, Cristiano Ronaldo, concluindo cruzamento na pequena área, e Asensio, no último minuto, 4 x 1. Até então, a Juventus havia concedido apenas três gols no torneio. Na final, quatro. Festa do tamanho do feito de CR7, artilheiro da Liga dos Campeões pelo 5º ano seguido. Imparável

Desde já, começa a saga pelo 13º título. Ou tridecacampeonato

Liga dos Campeões da Uefa, final: Juventus x Real Madrid. Foto: Champions League/twitter (@ChampionsLeague)

Cristiano Ronaldo é o melhor do mundo pela 4ª vez e busca o recorde de Messi

Cristiano Ronaldo, o melhor do mundo 2008, 2013, 2014 e 2016. Fotos: Fifa/divulgação

“2016 foi o melhor ano da minha carreira. Muitas dúvidas havia, mas o troféu mostrou que as pessoas não são cegas”

O discurso de Cristiano Ronaldo, no português mais ‘lusitano’, mostrou também a autoconfiança do atacante, de fato o melhor da temporada, legitimado pela Fifa. Foi campeão da Eurocopa, no primeiro título importante de Portugal, e ganhou mais uma vez a Champions League e o Mundial pelo Real Madrid. Em campo foram 57 apresentações, marcando 55 gols e dando 17 assistências. Logo, teve participação direta em 72 gols, com uma média de 1,26.

Com esse repertório, CR7 foi ao evento de gala já consciente da vitória, que o reaproximou de Lionel Messi, com quem trava uma batalha há quase uma década. Nos últimos nove anos, os dois vêm revezando o prêmio de melhor do ano. São cinco nomeações para o argentino e, agora, quatro para o português, que marcou 220 gols e ganhou onze títulos nos anos em que foi eleito.

“Espero apanhar o Messi já na próxima época” 

A frase foi dita em 2014, também na Suíça, e segue atual. Ali, Cristiano já deixava claro, outra vez, o quanto vislumbra o seu objetivo máximo. Quer ser o jogador mais vezes eleito pela Fifa. Hoje, já é mais premiado que Ronaldo e Zidane, o que o assegura como um dos melhores da história do futebol.

Gols de CR7 como melhor do mundo (clube/seleção):
2008 – 35 gols em 58 jogos (0,60)
2013 – 69 gols em 59 jogos (1,16)
2014 – 61 gols em 60 jogos (0,98)
2016 – 55 gols em 57 jogos (0,96)

Com o tetra de Cristiano, Portugal tornou-se o segundo país com mais eleitos, ao lado da Argentina, considerando a premiação oficial da Fifa, com três nomes distintos: 1991-2009 Player of the Year; 2010-2015 Fifa Ballon d’Or; 2016 The Best. O Brasil, sem nomeações desde 2007, segue à frente, com oito troféus.

Ranking de premiações do melhor do mundo (1991-2016):
8 – Brasil (Ronaldo 3, Ronaldinho 2, Romário 1, Rivaldo 1 e Kaká 1)
5 – Argentina (Messi 5)
5 – Portugal (Cristiano Ronaldo 4, Luís Figo 1)
3 – França (Zidane 3)
2 – Itália (Baggio 1 e Cannavaro 1)
1 – Alemanha (Matthäus)
1 – Holanda (Van Basten)
1 – Libéria (Weah) 

Para completar, eis a seleção de 2016, com dois laterais brasileiros….

A seleção de 2016, segundo a Fifa

Real Madrid, o 1º pentacampeão mundial

Mundial de Clubes 2016, final: Real Madrid 4 x 2 Kashima Antlers. Foto: Conmebol/site oficial

O jogo foi mais duro do que se esperava, com a vitória na prorrogação e uma colaboração da arbitragem, com a não expulsão de Sergio Ramos quando a final ainda estava empatada. Mas quando quis jogar, o Real Madrid entrou fácil na defesa japonesa, com o craque português e virtual vencedor do prêmio de melhor jogador do ano, Cristiano Ronaldo, marcando três gols em Yokohama.

Sob a chancela da Fifa, esta foi a segunda “Copa do Mundo de Clubes” do gigante espanhol, agora com uma taça a menos que o arquirrival. Ao longo da história, incorporando a “Copa Intercontinental”, ou Mundial Interclubes, como a disputa sempre foi conhecida no Brasil, o Real somou a quinta conquista. Feito inédito, se isolando como maior campeão mundial de futebol de fato.

Como se não bastasse, o time da capital chegou a 23 títulos internacionais: 5 Mundiais, 11 Ligas dos Campeões, 2 Copas da Uefa, 3 Supercopas Europeias e 2 Copas Latinas, torneio precursor da Champions. Superou quem? O Barça.

Os títulos merengues:*
1960 – Real Madrid x Peñarol (0 x 0 e 5 x 1)
1998 – Real Madrid x Vasco (2 x 1)
2002 – Real Madrid x Olimpia (2 x 0)
2014 – Real Madrid x San Lorenzo (2 x 0)
2016 – Real Madrid x Kashima Antlers (4 x 2)

Os multicampeões mundiais:*
5 – Real Madrid (60, 98, 02, 14, 16)
4 – Milan (69, 89, 90, 07)
3 – Peñarol (61, 66, 82) , Nacional (71, 80, 88), Boca Juniors (77, 00, 03), São Paulo (92, 93, 05), Internazionale (64, 65, 10), Bayern de Munique (76, 01, 13) e Barcelona (09, 11, 15)
2 – Santos (62, 63), Independiente (73, 84), Ajax (72, 95), Juventus (85, 96), Porto (87, 04), Manchester United (99, 08) e Corinthians (00, 12)

* Considerando Copa Intercontinental (1960-2004) e Mundial da Fifa (2000-2016)

Mundial de Clubes 2016, final: Real Madrid 4 x 2 Kashima Antlers. Foto: Fifa/twitter

O discurso de CR7 na conquista da Euro

Quatro meses após a inédita conquista da Eurocopa, a Federação Portuguesa de Futebol divulgou um vídeo de bastidores, com o discurso de Cristiano Ronaldo no vestiário do Stade de France, após a vitória sobre os donos da casa, na prorrogação. O craque do Real Madrid apontou aquele momento, aquele triunfo, como o momento mais feliz de sua carreira. Assista.

“Eu poderia repetir isso 100 vezes. Eu estou muito feliz. Esse é o troféu que estava faltando.”

Portugal, o 10º país campeão da Eurocopa

Torre Eiffel com as cores de Portugal. Foto: @uefaeuro

A Torre Eiffel, no Champ de Mars, em Paris, ganhou as cores portuguesas.

O título da Eurocopa teve toda a entrega possível de Portugal, que bateu a França no Saint-Denis com um gol no segundo tempo da prorrogação, com Éder mandando de fora da área. O favoritismo era todo dos Bleus, com uma campanha melhor, com o artilheiro (Griezmann, 6 gols), com o apoio da torcida e ainda mais com a saída prematura de Cristiano Ronaldo, que sofreu uma entrada dura com apenas 18 minutos de bola rolando na decisão.

E quem esperava o time luso retraído, se enganou. Surpreendeu o adversário, criando chances, ainda que tenha tomado um susto daqueles no último lance do tempo regulamentar, com Gignac acertando a trave. No tempo extra, com os atacantes abertos, foi à frente e arrancou a vitória. 1 x 0 para a história, apagando a frustração de 2004, quando sediou o torneio e perdeu a final da Grécia. Nesse tempo todo, CR7 chorou de tristeza, de dor e, enfim, de felicidade. Uma vitória quase sem sua presença, mas ele mesmo avisou…

“Não somos 11, somos 11 milhões!”

Com a conquista continental, Portugal encerra a busca por um título de primeira linha. Já havia sido semifinalista do Mundial em 1966 e 2006 e em outras quatro vezes terminou entre os quatro melhores no Velho Mundo. Agora, o topo.

Tornou-se o 10º país campeão da Euro. Antes tarde do que nunca.

1º) 1960 – União Soviética (1 no total)
2º) 1964 – Espanha (3)
3º) 1968 – Itália (1)
4º) 1972 – Alemanha (3)
5º) 1976 – Tchecoslováquia (1)
6º) 1984 – França (2)
7º) 1988 – Holanda (1)
8º) 1992 – Dinamarca (1)
9º) 2004 – Grécia (1)
10º) 2016 – Portugal (1)

Eurocopa 2016, final: França x Portugal. Foto: Uefa (@uefaeuro)

Os ídolos no futebol dos brasileiros, do líder Pelé aos estrangeiros Messi e CR7

Pesquisa do Ibope/Repucom, de 2016, sobre o maior ídolo no futebol

O Rei Pelé segue como o maior ídolo no futebol dos brasileiros. É o que aponta uma pesquisa do Ibope produzida em 2016, com respostas espontâneas. Entretanto, o que já foi a suprema maioria da torcida do país hoje representa apenas 13%. O tricampeão mundial (58, 62 e 70), hoje com 76 anos, é seguido de perto por Neymar e Zico, ambos com 10%, numa lista com outras surpresas midiáticas. O argentino Lionel Messi, em 5º lugar, e o português Cristiano Ronaldo, em 7º, são os estrangeiros presentes entre os 14 principais nomes, divulgados pelo diretor-executivo do Ibope-Repucom, José Colagrossi.

A liderança de Pelé e a ascensão de craques do “presente” são sinais das faixas etárias pesquisadas. Com a renovação da população, diminui a parcela de pessoas que viram Pelé, in loco ou na tevê (uma dura concorrência atual).

Obs 1. O quadro mediu a idolatria, com o “melhor jogador” em outra questão.

Obs 2. Entre os brasileiros eleitos pela Fifa como melhor do mundo, só Rivaldo não foi lembrado: Ronaldo 9%, Ronaldinho 3%, Kaká 2% e Romário 2%.

Obs 3. Também chama a atenção as citações de Ceni, Marcos e Sócrates, indicando uma visão clubista em São Paulo, epicentro das pesquisas no país.

Obs 4. Segundo pesquisa do mesmo instituto, em 2013, Pelé seria conhecido por 99,4% da população brasileira, com 82,6% de influência.