Os 55 melhores jogadores do mundo na temporada 2016/2017, segundo a Fifa

Os 55 indicados à "Seleção do Ano", segundo a Fifa

A Fifa apresentou os 55 nomes mais votados para a escolha da “seleção do ano” no futebol mundial. Todos os jogadores atuam na Europa, incluindo nomes que pouco atuaram no período, como Ibra. A escolha foi feita pelos próprios atletas profissionais, com 24 mil votos, tendo o 4-3-3 como formação básica para a temporada 2016/2017. Ao todo, sete brasileiros figuram na lista de indicados, seguindo pela ordem de votos: Neymar, Marcelo, Daniel Alves, Thiago Silva, Philippe Coutinho, Casemiro e David Luiz. Confira a lista completa e comente sobre qual seria a sua seleção a partir dos finalistas…

O anúncio da “seleção” ocorrerá em 23 de outubro, em Londres, onde também será escolhido o melhor jogador da temporada (Messi ou CR7?).

Goleiros (5)
Buffon (ITA/Juventus), De Gea (ESP/Manchester United), Keylor Navas (CRC/Real Madrid), Neuer (ALE/Bayern de Munique) e Jan Oblak (SLO/Atletico de Madrid)

Defensores (20)
Alaba (AUT/Bayern de Munique), Jordi Alba (ESP/Barcelona), Daniel Alves (BRA/PSG), Jerome Boateng (ALE/Bayern de Munique), Bonucci (ITA/Milan), Carvajal (ESP/Real Madrid), Chiellini (ITA/Juventus), Diego Godin (URU/Atletico de Madrid), Hummels (ALE/Bayern de Munique), Philipp Lahm (ALE/Bayern de Munique), David Luiz (BRA/Chelsea), Marcelo (BRA/Real Madrid), Mascherano (ARG/Barcelona), Pepe (POR/Besiktas), Pique (ESP/Barcelona), Sergio Ramos (ESP/Real Madrid), Thiago Silva (BRA/PSG), Samuel Umtiti (FRA/Barcelona), Antonio Valencia (EQU/Manchester United) e Varane (FRA/Real Madrid)

Meias (15)
Thiago Alcantara (ESP/Bayern de Munique), Busquets (ESP/Barcelona), Casemiro (BRA/Real Madrid), Philippe Coutinho (BRA/Liverpool), Hazard (BEL/Chelsea), Iniesta (ESP/Barcelona), Isco (ESP/Real Madrid), Kante (FRA/Chelsea), Toni Kroos (ALE/Real Madrid), Matic (SRB/Manchester United), Modric (CRO/Real Madrid), Ozil (ALE/Arsenal), Pogba (FRA/Manchester United), Verratti (ITA/PSG) e Arturo Vidal (CHI/Bayern de Munique)

Atacantes (15)
Gareth Bale (WAL/Real Madrid), Benzema (FRA/Real Madrid), Cavani (URU/PSG), Cristiano Ronaldo (POR/Real Madrid), Dybala (ARG/Juventus), Griezmann (FRA/Atletico de Madrid), Ibrahimovic (SUE/Manchester United), Harry Kane (ING/Tottenham), Lewandowski (POL/Bayern de Munique), Lukaku (BEL/Manchester United), Mbappé (FRA/PSG), Messi (ARG/Barcelona), Neymar (BRA/PSG), Alexis Sanchez (CHI/Arsenal) e Suárez (URU/Barcelona)

Número de indicados por clube
12 – Real Madrid
8 – Barcelona e Bayern de Munque
6 – Manchester United e PSG
3 – Atlético de Madrid, Chelsea e Juventus
2 – Arsenal
1 – Besiktas, Liverpool, Milan e Tottenham 

Número de indicados por país de origem
9 – Espanha
7 – Brasil e França
6 – Alemanha
4 – Itália
3 – Argentina e Uruguai
2 – Bélgica, Chile e Portugal
1 – Áustria, Costa Rica, Croácia, Equador, Eslovênia, Gales, Inglaterra, Polônia, Sérvia e Suércia

Salário de Neymar no PSG em tempo real

Site "Salário do Neymar". Crédito: reprodução

A transferência de Neymar, do Barcelona para o PSG, foi a maior da história do futebol, numa rescisão contratual de 222 milhões euros, ou R$ 822 milhões. Cifra astronômica e que tende a ser manter no topo por um bom tempo. Para firmar com o clube francês por cinco anos, o astro da Seleção Brasileira passou a ter o maior salário da Europa. No mundo, só está abaixo do argentino Carlitos Tévez, no ainda pulsante mercado chinês. Neymar receberá 30 milhões de euros por temporada, o equivalente a R$ 111 milhões – quase todo o faturamento obtido pelo Sport em 2016, por exemplo.

A partir disso, algum gaiato criou o site salariodoneymar.com.

A página calcula, a partir do acesso do internauta, quanto o tempo de permanência no site significaria em termos salariais para o jogador. Também há um contador desde a assinatura do contrato em Paris. E olhe que os dados ainda vão variando de acordo com a cotação real/euro…

1 segundo = R$ 3,50
1 minuto = R$ 213,50
1 hora = R$ 12.810
1 dia = R$ 307.440
1 mês = R$ 9.223.200

Os maiores salários anuais no futebol (2017)
€ 38,0 milhões – Tévez (Shanghai Shenshua, China)
€ 30,0 milhões – Neymar (PSG, França)
€ 26,5 milhões – Lavezzi (Hebei Fortune, China)
€ 25,0 milhões – Oscar (Shanghai SIPG, China)
€ 25,0 milhões – Messi (Barcelona, Espanha)
€ 23,6 milhões – Cristiano Ronaldo (Real Madrid, Espanha)

A evolução das maiores contratações do futebol em 20 anos, de Denílson a Neymar

Neymar no PSG...  Crédito: PSG/twitter (@PSG_inside)

Astro da Seleção Brasileira, o atacante Neymar tornou-se a contratação mais cara da história do futebol. Há exatamente um ano, o francês Pogba deixou a Juve com destino à cidade de Manchester numa soma já inacreditável de 105 milhões de euros. Agora, o brasileiro foi além do dobro disso. Com a multa rescisória de 222 milhões paga integralmente pelo Paris Saint-Germain, junto ao Barça, o aumento do recorde foi de 111%! Convertendo para a moeda nacional, um montante de R$ 813 milhões. Mais que suficiente para comprar qualquer time elenco da Série A de 2017. Segundo o site Transfermarkt, o São Paulo teria, hoje, o elenco mais caro da competição, numa estimativa de € 70,7 milhões, ou 31% dos direitos econômicos de Neymar.

Com a definição da transação que sacudiu a janela europeia, a evolução das vendas mais caras subiu 707% em duas décadas, acredite. Como curiosidade, vale lembrar a primeira negociação que se tem notícia, já recordista, claro, aconteceu em 1893, com o escocês Willie Groves indo do West Bromwich Albion para o Aston Villa, ambos da Inglaterra. Custou 100 libras esterlinas.

Abaixo, as maiores negociações do futebol e a evolução dos recordes. O levantamento foi elaborada tendo o euro como moeda de comparação. Como a moeda da união europeia só foi criada em 2002, as marcas anteriores foram projetadas a partir da conversão de valores. Na lista é possível pinçar algumas curiosidades, como a dupla presença de Di Marían e do próprio Neymar.

As 20 negociações mais caras do futebol (em euros)*
1º) 222,0 milhões (2017) – Neymar (Brasil), Barcelona/PSG
2º) 105,0 milhões (2016) – Pogba (França), Juventus/Manchester United

3º) 100,0 milhões (2013) – Gareth Bale (Gales), Tottenham/Real Madrid
4º) 94,0 milhões (2009) – Cristiano Ronaldo (Portugal), M. United/Real Madrid
5º) 90,0 milhões (2016) – Higuaín (Argentina), Napoli/Juventus
6º) 88,2 milhões (2013) – Neymar (Brasil), Santos/Barcelona
7º) 85,0 milhões (2017) – Lukaku (Bélgica), Everton/Manchester United

8º) 81,7 milhões (2014) – Luis Suárez (Uruguai), Liverpool/Barcelona
9º) 75,0 milhões (2014) – James Rodríguez (Colômbia), Monaco/Real Madrid
9º) 75,0 milhões (2014) – Di María (Argentina), Real Madrid/M. United
11º) 74,0 milhões (2015) – De Bruyne (Bélgica), Wolfsburg/Manchester City
12º) 73,5 milhões (2001) – Zidane (França), Juventus/Real Madrid
13º) 70,4 milhões (2017) – Oscar (Brasil), Chelsea/Shanghai SIPG
14º) 69,0 milhões (2009) – Ibrahimovic (Suécia), Internazionale/Barcelona
15º) 65,5 milhões (2017) – Morata (Espanha), Real Madrid/Chelsea

16º) 65,0 milhões (2009) – Kaká (Brasil), Milan/Real Madrid
17º) 64,0 milhões (2013) – Cavani (Uruguai), Napoli/PSG
17º) 64,0 milhões (2016) – Hulk (Brasil), Zenit/Shanghai SIPG
19º) 63,0 milhões (2015) – Di María (Argentina), Manchester United/PSG
20º) 62,6 milhões (2014) – David Luiz (Brasil), Chelsea/PSG

A evolução da transferência recorde (em euros) em 20 anos*
222,0 milhões (2017) – Neymar (Brasil), Barcelona/PSG
105,0 milhões (2016) – Pogba (França), Juventus/Manchester United

100,0 milhões (2013) – Gareth Bale (País de Gales), Tottenham/Real Madrid
94,0 milhões (2009) – Cristiano Ronaldo (Portugal), Man. United/Real Madrid
73,5 milhões (2001) – Zidane (França), Juventus/Real Madrid
62,0 milhões (2000) – Luís Figo (Portugal), Barcelona/Real Madrid
56,6 milhões (2000) – Crespo (Argentina), Parma/Lazio
43,1 milhões (1999) – Christian Vieri (Itália), Lazio/Internazionale
30,4 milhões (1997) – Denilson (Brasil), São Paulo/Bétis

* Valores absolutos na época da transação, sem correção

Fifa 18 x Pro Evolution Soccer 2018

As capas dos games Fifa 18 e Pro Evolution Soccer 2018. Crédito: divulgação

Trailer lá e trailer cá. Confira os vídeos e compare. Qual a maior expectativa?

As versões de 2018 das maiores franquias de futebol nos videogames, Fifa Football e Pro Evolution Soccer, foram apresentadas pelas fabricantes, EA Sports e Konami, respectivamente. Com lançamento mundial agendado para setembro, o Fifa (dia 29) e PES (dia 14) vão disputar o mercado em plataformas como Playstation 4, Playstation 3, Xbox One, Xbox 360 e PC.

Possivelmente, ambos devem contar com Sport e Santa Cruz licenciados.

A EA Sports foi cirúrgica no timing, lançando o primeiro trailer do Fifa 18 no embalo da festa do Real Madrid, que conquistou o 12º título da Liga dos Campeões. Afinal, Cristiano Ronaldo, que participou da captura de movimentos, é a estrela do game, com direito à capa especial “Ronaldo Edition”. O jogo também volta a apostar no “modo história”, com a segunda temporada da trajetória do jogador fictício Alex Hunter.

Para a rivalidade ser completa, a capa do PES tinha que contar com o antagonismo do Real (e vice-versa, dependendo da ordem de leitura). Ou seja, o Barcelona e a força do trio MSN, com Messi, Suárez e Neymar à frente. Há também palcos exclusivos, como é o caso do Camp Nou, só disponível nesta franquia – o Fifa 17 já veio sem o maior estádio de futebol da Europa. O Brasileirão também está licenciado somente no PES.

Diego Souza como Embaixador do Sport na Seleção, com a ajuda de Neymar

Diego Souza na concentração da Seleção Brasileira. Foto: Diego Souza/twitter (@DiegoSouzaDS87)

Convocado para dois jogos pelas Eliminatórias da Copa de 2018, Diego Souza entrou em campo nas duas partidas, mas em apenas onze minutos. À parte disto, esteve com a força máxima do Brasil, exceção feita ao lesionado Gabriel Jesus. Na concentração, na resenha com astros de Barça e Real, o meia do Sport (centroavante para Tite) seguiu o papel de “Embaixador de 87″.

Além de um vídeo exclusivo gravado para os torcedores rubro-negros da embaixada Leões de Sampa, ainda distribuiu camisas oficiais do Leão, enviadas pelo clube, aos colegas mais próximos na Seleção Brasileira. Na publicação em seu perfil no twitter, posou ao lado de Thiago Silva (PSG), Neymar (Barcelona), Paulinho (Guangzhou Evergrande) e Marcelo (Real Madrid), com o número “87″ bem visível através do camisa 10 da canarinha.

Na legenda: “Voltando pro Recife com novos reforços pro meu Leão”

Há dois dias, o blog havia postado sobre a visibilidade de Diego Souza, a partir do rendimento técnico na Seleção. Porém, esta nova visibilidade, em termos de marketing propriamente dito, segue grande, com o atleta alinhado ao Sport. Tal representatividade é importante. Daí, o Embaixador

Em 2 jogos pelas Eliminatórias, Diego Souza entra em campo em 11 minutos

Eliminatórias da Copa 2018, em 22/03/2017: Uruguai 1x4 Brasil. Foto: Lucas Figueiredo/CBF

O Brasil de Tite fez outra grande apresentação, goleando o Paraguai sem dificuldades. O 3 x 0 ficou barato, com gols de Coutinho (Liverpool), Neymar (Barça) e Marcelo (Real). A Rússia já é realidade, com a Seleção num desempenho técnico ascendente e surpreendente. A melhora pós-Dunga foi imediata. Com o novo técnico, 9 vitórias em 9 jogos, 8 pelas Eliminatórias.

Na Arena Corinthians, um viés local. Diego Souza foi acionado novamente nos minutos finais, outra vez no lugar de Firmino. Ambos disputando a reserva do centroavante titular, Gabriel Jesus, lesionado. A permanência do jogador do Sport foi modestíssima nesta passagem, com apenas onze minutos combinados. E foi até mais participativo no Centenário. Em São Paulo só teve tempo para roubar uma bola e participar de uma jogada pela ponta direita.

Porém, há um outro prisma nesta análise. Ao todo, foram 24 convocados, incluindo o lateral Mariano, chamado ao segundo jogo no lugar do suspenso Daniel Alves. Deste grupo, 16 foram acionados, com 12 entrando nos dois jogos. E neste contexto, Diego Souza. Entre os nomes que não saíram do banco, por exemplo, Diego do Flamengo. Em relação ao espaço, DS87 segue uma incógnita nos próximos jogos, amistosos ou oficiais. Ao ser acionado duas vezes, ainda que por pouco tempo, diria que a porta está mais aberta que fechada a uma nova convocação… Até como meia. E na sua opinião?

Participação de Diego Souza na Seleção em 2017
25/01 – Brasil 1 x 0 Colômbia (64 minutos, titular)
23/03 – Uruguai 1 x 4 Brasil (5 minutos, reserva)
28/03 – Brasil 3 x 0 Paraguai (6 minutos, reserva)

Escalações do Brasil nas rodadas 13 e 14 das Eliminatórias da Copa

Vs Uruguai (foto acima)
Alisson; Dani Alves, Marquinhos, Miranda e Marcelo; Casemiro; Coutinho (Willian), Paulinho, Renato Augusto (Fernandinho) e Neymar; Firmino (Diego Souza)

Vs Paraguai (foto abaixo)
Alisson; Fágner, Marquinhos (Thiago Silva), Miranda e Marcelo; Casemiro; Coutinho (Willian), Paulinho, Renato Augusto e Neymar; Firmino (Diego Souza)

Eliminatórias da Copa 2018, em 28/03/2017: Brasil 3 x 0 Paraguai. Foto: Mauro Horita/MoWA Press (cortesia)

Com hat-trick de Paulinho e golaço de Neymar, Brasil goleia no Centenário

Eliminatórias da Copa 2018, em 22/03/2017: Uruguai 1x4 Brasil. Foto: CBF/twitter (@CBF_Futebol)

Que atuação da Seleção Brasileira! Diante do Uruguai, até então 100% nos seis jogos disputados no Centenário, o time verde e amarelo goleou por 4 x 1 e colocou um pé e meio na Copa do Mundo da Rússia. Com 30 pontos, já está dois pontos à frente da média histórica das eliminatórias sul-americanas. E este cenário não deve mudar nos cinco jogos restantes.

Em Montevidéu, com 50 mil torcedores e o velho clima de clássico, a Celeste abriu logo o placar numa penalidade convertida por Cavani. Consequência do péssimo recuo de Marcelo, que ainda cometeria outras faltas perigosas na entrada da área. Apesar da pressão e do placar desfavorável, o Brasil manteve a calma vista nesta Era Tite. Por sinal, foi a 7ª apresentação oficial sob o comando do técnico, com a 7ª vitória, um início recorde na história da Seleção. Com Neymar muito bem, avançando, driblando e distribuindo o jogo, a marcação charrúa acabou deixando espaço, como o rombo na intermediária, com a grata finalização de Paulinho, acertando o ângulo. Chute a 94 km/h.

Eliminatórias da Copa 2018, em 22/03/2017: Uruguai 1x4 Brasil. Foto: CBF/twitter (@CBF_Futebol)

Com 18 minutos, o jogo já voltava aos eixos. Controlado de tal forma pelos visitantes que Tite que sequer cogitou mudanças. Voltou do intervalo com a mesma formação, com o mesmo Paulinho aparecendo como elemento-surpresa, virando a partida após rebote de Firmino. Em vantagem, obrigando o Uruguai a se expor, a velocidade brasileira foi fatal. Sendo mais direto: a velocidade do camisa 10. Ganhando do marcador após um bico da defesa brasileira, Neymar ficou cara a cara com Martín Silva. Num curto espaço, mostrou plena frieza e categoria para encobrir o goleiro. Outro golaço na noite.

Aos 43 minutos, Diego Souza foi acionado no lugar de Firmino, O meia do Sport, utilizado na Canarinha como centroavante, atuou em apenas cinco minutos, mas se apresentou, com duas jogadas como pivô. Em campo, ainda viu Paulinho escorar um cruzamento nos descontos e encerrar a goleada. Com o hat-trick, chegou a 9 gols pelo Brasil e tornou-se o volante com mais gols pela Seleção. Deixou para trás Alemão, César Sampaio, Dunga, Emerson e Falcão, todos com 6 tentos. Fez história num estádio histórico.

Eliminatórias da Copa 2018, em 22/03/2017: Uruguai 1x4 Brasil. Foto: Lucas Figueiredo/CBF

O histórico dos 23 convocados para as Eliminatórias, com Diego Souza na lista

O primeiro treino do Brasil visando o jogo contra o Uruguai, no CT do Corinthians. Foto: Lucas Figueiredo/CBF

A CBF divulgou o perfil de todos os jogadores lembrados por Tite para os jogos contra Uruguai e Paraguai, pelas Eliminatórias da Copa 2018. O relatório (abaixo) traz o número de convocações, partidas disputadas, minutos em campo e gols marcados. Considerando os 23 nomes para as rodadas 13 e 14, segundo a diretoria de seleções da entidade, o lateral-direito Daniel Alves é o mais experiente na Canarinha, com 100 apresentações. Já Neymar é o principal artilheiro. Com 25 anos, o atacante do Barcelona já soma 50 gols pelo Brasil – Pelé, o maior goleador da Seleção, tem 77 gols em jogos oficiais.

A lista conta com Diego Souza. Aos 31 anos, o meia do Sport, chamado como atacante, tem apenas três jogos com a camisa verde e amarela, totalizando 128 minutos, metade no último amistoso, o Jogo da Amizade no Engenhão.

23/03/2017 (20h00) – Brasil  x Uruguai (Montevidéu)
28/03/2017 (21h45) – Brasil x Paraguai (Arena Corinthians)

Confira o quadro em uma resolução maior clicando aqui.

Perfil dos 23 convocados do Brasil para as rodadas 13 e 14 das Eliminatórias da Copa 2018. Crédito: CBF/reprodução

Ingressos de R$ 75 a R$ 400 para ver o Brasil na Arena das Dunas, no jogo das Eliminatórias mais caro no Nordeste

Divisão de assentos na Arena das Dunas. Crédito: CBF

A Seleção Brasileira completa em Natal o ciclo de jogos pelas Eliminatórias da Copa de 2018 em arenas do Nordeste. Contra a Bolívia, em 6 de outubro, o público pagará o ingresso mais caro, em comparando às apresentações em Salvador, Fortaleza e Recife. A capacidade reduzida da Arena das Dunas, com 31 mil lugares, aparece como uma explicação plausível. Porém, o aumento relação ao jogo na Arena Pernambuco foi de 50% no tíquete mais barato –  meia entrada para o anel inferior atrás da barra em Natal e meia no anel superior em São Lourenço. A tendência é de um tíquete médio bem acima de R$ 110, o já elevado dado registrado no clássico entre brasileiros e uruguaios no estado.

A venda de ingressos, online, começa em 22 de setembro. Acima, o registro do estádio com todos os setores marcados, captado pelo blog no site, antes de a página ser retirada do ar. Vale lembrar que a CBF comercializa em parceria com o Guichê Web, cobrando 15% de taxa de conveniência. Como a carga é vendida basicamente na internet, na prática todos os ingressos devem sair mais caros.

Essa tende a ser a oportunidade mais próxima do Recife neste ciclo mundialista, com 286 km via estrada, pela BR-101, ou 254 km no trajeto aéreo, com voos diretos. A tendência é de pelo menos 16% do público oriundo de estados próximos, repetindo o perfil da torcida no clássico entre Brasil e Uruguai.

Arena das Dunas (06/10/2016): Brasil x Bolívia
Arquibancada inferior (norte e sul): R$ 150 (inteira) e R$ 75 (meia)
Arquibancada superior (leste e oeste): R$ 170 (inteira) e R$ 85 (meia)
Arquibancada inferior (leste e oeste): R$ 220 (inteira) e R$ 110 (meia)
Premium: R$ 300
VIP: R$ 350
Camarote: R$ 400 (por pessoa)
Setor Villa Mix: R$ 350

Público: 31.375 (estimativa máxima)

Arena Pernambuco (25/03/2016): Brasil 2 x 2 Uruguai
Arquibancada superior: R$ 100 (inteira) e R$ 50 (meia)
Arquibancada inferior: R$ 160 (inteira) e R$ 80 (meia)
Lounge (oeste inferior): R$ 200
Deck premium (leste): R$ 200
Camarote: R$ 300 (por pessoa)
Setor Villa Mix: R$ 250

Público: 45.010 espectadores
Renda: R$ 4.961.890
Tíquete médio: R$ 110,23

Fonte Nova (17/11/2015): Brasil 3 x 0 Peru
Arquibancada superior: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia)
Arquibancada inferior: R$ 120 (inteira) e R$ 60 (meia)

Lounge: R$ 200 (inteira)
Camarote: R$ 300 (por pessoa)  

Público: 45.558 espectadores
Renda: R$ 4.186.790
Tíquete médio: R$ 91,90

Castelão (13/10/2015): Brasil 3 x 1 Venezuela
Arquibancada superior: R$ 70 (inteira) e R$ 35 (meia)
Arquibancada inferior: R$ 100 (inteira) e R$ 50 (meia)
Premium: R$ 180 (inteira)
Premium VIP: R$ 220 (inteira)
Camarote: R$ 300 (por pessoa)

Público: 38.970 espectadores
Renda: R$ 2.722.220
Tíquete médio: R$ 69,85

Neymar celebra o ouro inédito da Seleção num Maracanã repleto, contra a Alemanha

Olimpíadas 2016, final: Brasil (5) 1 x 1 (4) Alemanha. Foto: Rio 2016/twitter (@Rio2016)

Como um raio, tal qual Usain Bolt já se faz presente na história olímpica, Neymar escreveu o seu nome na antologia do futebol brasileiro. O atacante passou em branco na primeira fase do torneio olímpico do Rio. Vaias da torcida no Mané Garrincha, ansiedade em campo e a pressão de ser a maior estrela em busca de um título inédito para a Seleção Brasileira. Reservado desde então, longe de entrevistas atravessadas (até colocar a medalha no pescoço) e mais consciente de seu papel, inclusive o de capitão, o craque passou a ser o que dele se espera. Foi decisivo. Contra a Colômbia, contra Honduras, contra a Alemanha.

Foram quatro gols no mata-mata e o último pênalti na agônica decisão contra os germânicos. O jogador de 24 anos, em sua segunda Olimpíada, comandou o Brasil numa reviravolta celebrada em um Maracanã totalmente amarelo, como se imaginou para a Copa 2014. No primeiro tempo, o camisa 10 marcou um golaço de falta. A partir dali o jogo ficaria bem complicado, com a Alemanha mandando três bolas no travessão. Trabalhando bem as jogadas, mostrando a organização de sempre, chegaram ao empate na segunda etapa, com Meyer finalizando.

Na prorrogação, faltou gás. Mas não coração, de ambos os lados. O Brasil errava mais, talvez pelo peso dos maus resultados do time principal nos últimos anos. Nos rápidos intervalos, Micale tentou incutir na equipe a necessidade de ocupar os espaços, tudo ou nada. Nada mudou, e a definição se estendeu às penalidade. Após oito cobranças perfeitas, quatro de cada lado, brilhou Weverton, convocado de última hora, justamente pelo histórico nos pênaltis. Deixou o caminho aberto para Neymar confirmar o ouro, 5 x 4. Aquele mesmo time que passou em branco contra África do Sul e Iraque explodiu o Maraca.

Após três vices olímpicos no futebol, enfim o ouro, o sexto do Time Brasil nos Jogos de 2016, quebrando o recorde de Atenas. Mais emblemático, impossível.

Campanhas brasileiras nos Jogos
1952 – quartas de final (2v, 0e, 1d)
1956 – não disputou
1960 – 1ª fase (2v, 0e, 1d)
1964 – 1ª fase (1v, 1e, 1d)
1968 – 1ª fase (0v, 2e, 1d)
1972 – 1ª fase (0v, 1e, 2d)
1976 – semifinal (2v, 1e, 2d)
1980 – não disputou
1984 – Prata (4v, 1e, 1d)
1988 – Prata (4v, 1e, 1d)
1992 – não disputou
1996 – Bronze (4v, 0e, 2d)
2000 – quartas de final (2v, 0e, 2d)
2004 – não disputou
2008 – Bronze (5v, 0e, 1d)
2012 – Prata (5v, 0e, 1d)
2016 – Ouro (3v, 3e, 0d)

Em 13 participações olímpicas, o Brasil disputou 60 jogos, com 34 vitórias, 10 empates, 16 derrotas. Considerando três pontos por vitória, um aproveitamento de 62,2%. No Mundial, com força máxima, exceto em 1930 (base carioca), são 104 jogos, com 70 vitórias, 17 empates e 17 derrotas. Índice de 72,7%.

Olimpíadas 2016, final: Brasil (5) 1 x 1 (4) Alemanha. Foto: Lucas Figueiredo/MoWa Press (site da CBF)