Salário de Neymar no PSG em tempo real

Site "Salário do Neymar". Crédito: reprodução

A transferência de Neymar, do Barcelona para o PSG, foi a maior da história do futebol, numa rescisão contratual de 222 milhões euros, ou R$ 822 milhões. Cifra astronômica e que tende a ser manter no topo por um bom tempo. Para firmar com o clube francês por cinco anos, o astro da Seleção Brasileira passou a ter o maior salário da Europa. No mundo, só está abaixo do argentino Carlitos Tévez, no ainda pulsante mercado chinês. Neymar receberá 30 milhões de euros por temporada, o equivalente a R$ 111 milhões – quase todo o faturamento obtido pelo Sport em 2016, por exemplo.

A partir disso, algum gaiato criou o site salariodoneymar.com.

A página calcula, a partir do acesso do internauta, quanto o tempo de permanência no site significaria em termos salariais para o jogador. Também há um contador desde a assinatura do contrato em Paris. E olhe que os dados ainda vão variando de acordo com a cotação real/euro…

1 segundo = R$ 3,50
1 minuto = R$ 213,50
1 hora = R$ 12.810
1 dia = R$ 307.440
1 mês = R$ 9.223.200

Os maiores salários anuais no futebol (2017)
€ 38,0 milhões – Tévez (Shanghai Shenshua, China)
€ 30,0 milhões – Neymar (PSG, França)
€ 26,5 milhões – Lavezzi (Hebei Fortune, China)
€ 25,0 milhões – Oscar (Shanghai SIPG, China)
€ 25,0 milhões – Messi (Barcelona, Espanha)
€ 23,6 milhões – Cristiano Ronaldo (Real Madrid, Espanha)

Fifa 18 x Pro Evolution Soccer 2018

As capas dos games Fifa 18 e Pro Evolution Soccer 2018. Crédito: divulgação

Trailer lá e trailer cá. Confira os vídeos e compare. Qual a maior expectativa?

As versões de 2018 das maiores franquias de futebol nos videogames, Fifa Football e Pro Evolution Soccer, foram apresentadas pelas fabricantes, EA Sports e Konami, respectivamente. Com lançamento mundial agendado para setembro, o Fifa (dia 29) e PES (dia 14) vão disputar o mercado em plataformas como Playstation 4, Playstation 3, Xbox One, Xbox 360 e PC.

Possivelmente, ambos devem contar com Sport e Santa Cruz licenciados.

A EA Sports foi cirúrgica no timing, lançando o primeiro trailer do Fifa 18 no embalo da festa do Real Madrid, que conquistou o 12º título da Liga dos Campeões. Afinal, Cristiano Ronaldo, que participou da captura de movimentos, é a estrela do game, com direito à capa especial “Ronaldo Edition”. O jogo também volta a apostar no “modo história”, com a segunda temporada da trajetória do jogador fictício Alex Hunter.

Para a rivalidade ser completa, a capa do PES tinha que contar com o antagonismo do Real (e vice-versa, dependendo da ordem de leitura). Ou seja, o Barcelona e a força do trio MSN, com Messi, Suárez e Neymar à frente. Há também palcos exclusivos, como é o caso do Camp Nou, só disponível nesta franquia – o Fifa 17 já veio sem o maior estádio de futebol da Europa. O Brasileirão também está licenciado somente no PES.

Cristiano Ronaldo é o melhor do mundo pela 4ª vez e busca o recorde de Messi

Cristiano Ronaldo, o melhor do mundo 2008, 2013, 2014 e 2016. Fotos: Fifa/divulgação

“2016 foi o melhor ano da minha carreira. Muitas dúvidas havia, mas o troféu mostrou que as pessoas não são cegas”

O discurso de Cristiano Ronaldo, no português mais ‘lusitano’, mostrou também a autoconfiança do atacante, de fato o melhor da temporada, legitimado pela Fifa. Foi campeão da Eurocopa, no primeiro título importante de Portugal, e ganhou mais uma vez a Champions League e o Mundial pelo Real Madrid. Em campo foram 57 apresentações, marcando 55 gols e dando 17 assistências. Logo, teve participação direta em 72 gols, com uma média de 1,26.

Com esse repertório, CR7 foi ao evento de gala já consciente da vitória, que o reaproximou de Lionel Messi, com quem trava uma batalha há quase uma década. Nos últimos nove anos, os dois vêm revezando o prêmio de melhor do ano. São cinco nomeações para o argentino e, agora, quatro para o português, que marcou 220 gols e ganhou onze títulos nos anos em que foi eleito.

“Espero apanhar o Messi já na próxima época” 

A frase foi dita em 2014, também na Suíça, e segue atual. Ali, Cristiano já deixava claro, outra vez, o quanto vislumbra o seu objetivo máximo. Quer ser o jogador mais vezes eleito pela Fifa. Hoje, já é mais premiado que Ronaldo e Zidane, o que o assegura como um dos melhores da história do futebol.

Gols de CR7 como melhor do mundo (clube/seleção):
2008 – 35 gols em 58 jogos (0,60)
2013 – 69 gols em 59 jogos (1,16)
2014 – 61 gols em 60 jogos (0,98)
2016 – 55 gols em 57 jogos (0,96)

Com o tetra de Cristiano, Portugal tornou-se o segundo país com mais eleitos, ao lado da Argentina, considerando a premiação oficial da Fifa, com três nomes distintos: 1991-2009 Player of the Year; 2010-2015 Fifa Ballon d’Or; 2016 The Best. O Brasil, sem nomeações desde 2007, segue à frente, com oito troféus.

Ranking de premiações do melhor do mundo (1991-2016):
8 – Brasil (Ronaldo 3, Ronaldinho 2, Romário 1, Rivaldo 1 e Kaká 1)
5 – Argentina (Messi 5)
5 – Portugal (Cristiano Ronaldo 4, Luís Figo 1)
3 – França (Zidane 3)
2 – Itália (Baggio 1 e Cannavaro 1)
1 – Alemanha (Matthäus)
1 – Holanda (Van Basten)
1 – Libéria (Weah) 

Para completar, eis a seleção de 2016, com dois laterais brasileiros….

A seleção de 2016, segundo a Fifa

As capas dos games Fifa Football e Pro Evolution Soccer de 2007 a 2017

Capas dos games Fifa 17 e Pro Evolution Soccer 2017

A maior rivalidade do futebol nos videogames, com 21 anos de história, chega a mais um capítulo em setembro. No dia 13, o lançamento do Pro Evolution Soccer 2017. No dia 27, chega às lojas o Fifa 17. Com a pré-venda iniciada, as capas já foram reveladas, com mudanças drásticas nos atores.

No Fifa Football, nada de Lionel Messi – que virou a casaca novamente. Quem estampa a capa mundial é o atacante Marco Reus do Borussia Dortmind. O alemão venceu James Rodriguez do Real Madrid, Anthony Martial do Manchester United e Eden Hazard do Chelsea numa votação internacional organizada pela produtora EA Sports. Assim, assumiu o lugar centralizado já ocupado por Messi (2013-2016) e Rooney (2007-2012). Vale destacar que outros jogadores também figuraram nas capas ao longo dos anos, como os brasileiros. Ronaldinho (2007-2009), Kaká (2011-2012) e Oscar (2016).

Enquanto isso, no PES, a volta do craque argentino. Messi foi a capa do jogo produzido pela Konami de 2009 a 2011. Agora, tem companhia, pois o Barcelona foi contemplando. É a primeira vez que um time é contemplado na capa mundial. São cinco nomes, Neymar, Messi, Suárez, Rakitic e Piqué. Se deve ao fato do contrato de três do clube catalão com a desenvolvedora Konami, tendo a exclusividade do estádio Camp Nou no Pro Evolution Soccer – historicamente, um dos principais cenários escolhidos pelos jogadores nos videogames.

A ferrenha rivalidade Fifa x PES existe desde os consoles de 16 bits (Mega Drive e Super Nintendo), seguindo até o mais modernos (PS4 e Xbox One). No post, todas as capas internacionais lançadas desde 2007, lembrando que alguns anos contaram com capas regionalizadas, inclusive no Brasil, onde, por exemplo, o Flamengo de Guerrero foi a capa do PES 2016.

No viés local, Sport e Santa devem integrar os dois novos jogos, licenciados. Sem dúvida, a capa fictícia com Diego Souza e Grafite faria sucesso…

Confira os trailers do Fifa 2017 e do PES 2017 clicando aqui.

As capas dos games Fifa e Pro Evolution Soccer de 2003 a 2013

Os ídolos no futebol dos brasileiros, do líder Pelé aos estrangeiros Messi e CR7

Pesquisa do Ibope/Repucom, de 2016, sobre o maior ídolo no futebol

O Rei Pelé segue como o maior ídolo no futebol dos brasileiros. É o que aponta uma pesquisa do Ibope produzida em 2016, com respostas espontâneas. Entretanto, o que já foi a suprema maioria da torcida do país hoje representa apenas 13%. O tricampeão mundial (58, 62 e 70), hoje com 76 anos, é seguido de perto por Neymar e Zico, ambos com 10%, numa lista com outras surpresas midiáticas. O argentino Lionel Messi, em 5º lugar, e o português Cristiano Ronaldo, em 7º, são os estrangeiros presentes entre os 14 principais nomes, divulgados pelo diretor-executivo do Ibope-Repucom, José Colagrossi.

A liderança de Pelé e a ascensão de craques do “presente” são sinais das faixas etárias pesquisadas. Com a renovação da população, diminui a parcela de pessoas que viram Pelé, in loco ou na tevê (uma dura concorrência atual).

Obs 1. O quadro mediu a idolatria, com o “melhor jogador” em outra questão.

Obs 2. Entre os brasileiros eleitos pela Fifa como melhor do mundo, só Rivaldo não foi lembrado: Ronaldo 9%, Ronaldinho 3%, Kaká 2% e Romário 2%.

Obs 3. Também chama a atenção as citações de Ceni, Marcos e Sócrates, indicando uma visão clubista em São Paulo, epicentro das pesquisas no país.

Obs 4. Segundo pesquisa do mesmo instituto, em 2013, Pelé seria conhecido por 99,4% da população brasileira, com 82,6% de influência.

Chile supera a Argentina de novo e é bi da Copa América em menos de um ano

Copa América Centenário 2016, final: Argentina (2) 0 x 0 (4) Chile. Foto: Conmebol/site oficial

Faz nem um ano que o Chile ganhou o seu primeiro título da Copa América. Aconteceu em 4 de julho de 2015. Passados 359 dias, o bi. Novamente diante da Argentina, outra vez numa final sem gols, decidida nos pênaltis. Sob olhares de 82 mil torcedores no Metlife Stadium, nos States, os chilenos mantiveram a aura de sua melhor geração futebolística. Time copeiro, de um senso coletivo de altíssimo nível. La Roja mereceu, passando o mata-mata da Copa América Centenário sem sofrer gols, contra mexicanos, colombianos e argentinos. Após um século de mãos vazias, duas taças em menos de uma temporada?

A proeza, acredite, não é inédita. O Uruguai foi o primeiro a levantar a taça sul-americana duas vezes em menos de um ano, em 02/12/1923 e 02/11/1924. Duas décadas depois, o bi dos argentinos, em 25/02/1945 e 10/02/1946. Falando em Argentina, o país mantém a seca de títulos desde 1993. E ainda viu o seu principal jogador, o melhor do mundo, Lionel Messi, isolar a sua cobrança.

Copa América Centenário 2016, final: Argentina (2) 0 x 0 (4) Chile. Foto: Conmebol/twitter (@conmebol)

Na véspera da final, houve uma confusão sobre o peso da Copa América Centenário, mas a situação foi esclarecida pela Conmebol, contabilizando o torneio como a 45ª edição. Contudo, o caráter especial do torneio em conjunto com a Concacaf fez com que a antecessora, a Copa América de 2015, presente no calendário regular, fosse o classificatório à Copa das Confederações de 2017, mantendo o status de “campeão vigente” até 2019, no Brasil – com os dois títulos chilenos, francamente, a resolução tornou-se indiferente.

Em 2019 o Brasil organizará o torneio pela quinta vez, após um hiato de três décadas. Até lá, o jejum das maiores potências do continente vai aumentando…

Ano do último título sul-americano e o tempo de jejum (total de títulos)
2016 – Chile, atual campeão (2)
2011 – Uruguai, 5 anos (15)
2007 – Brasil, 9 anos (8)
2001 – Colômbia, 15 anos (1)
1993 – Argentina, 23 anos (14)
1979 – Paraguai, 37 anos (2)
1975 – Peru, 41 anos (2)
1963 – Bolívia, 53 anos (1)

Copa América Centenário 2016, final: Argentina (2) 0 x 0 (4) Chile. Foto: Conmebol/site oficial

Argentina e Chile decidem novamente a Copa América, na 19ª final em 100 anos

A decisão da Copa América de 2016, Argentina x Chile. Crédito: Conmebol/twitter (@conmebol)

Separados pela Cordilheira dos Andes, argentinos e chilenos encaram um cenário inédito no futebol do continente, decidindo a Copa América em dois anos seguidos. Após a inédia conquista de La Roja em 2015, em casa, um novo confronto entre Messi, Vidal, Higuaín e Alexis Sánchez, agora em campo neutro. Bem longe, nos Estados Unidos, que recebem o torneio pela primeira vez, numa composição especial com dez seleções filiadas à Conmebol e seis à Concacaf.

Em 45 edições, esta é a 19ª final. Inicialmente chamado de Campeonato Sul-Americano, o torneio já teve inúmeros formatos. Começou com turno único, tendo uma decisão (“jogo desempate”) em caso de igualdade na pontuação. Assim, a primeira final ocorreu nas Laranjeiras, em 1919, no duelo entre brasileiros e uruguaios. Este clássico, aliás, é o mais recorrente, com quatro finais ao longo de um século. Em apenas três casos a decisão ocorreu em mais de um jogo, entre 1975 e 1983, com o formato sem sede fixa, em jogos de ida e volta. Em caso de empate, disputava-se um terceiro jogo em campo neutro.

Alguns jogos históricos, com status de final, na verdade aconteceram na última rodada de quadrangulares decisivos, como em 1989, com 132 mil pessoas no Maracanã assistindo ao gol de Romário sobre a Celeste. A partir de 1993, todas as edições tiveram fase de grupos, quartas, semi e final. Até hoje, considerando decisões de fato e de direito, foram onze confrontos distintos valendo a taça.

As finais da Copa América
1ª) 1919 – Brasil 1 x 0 Uruguai (Rio de Janeiro)
2ª) 1922 – Brasil 3 x 0 Paraguai (Rio de Janeiro)
3ª) 1937 – Argentina 2 x 0 Brasil (Buenos Aires)
4ª) 1949 – Brasil 7 x 0 Paraguai (Rio de Janeiro)
5ª) 1953 – Paraguai 3 x 2 Brasil (Lima)
6ª) 1975 – Peru x Colômbia: 0 x 1 (Bogotá), 2 x 0 (Lima) e 1 x 0 (Caracas)
7ª) 1979 – Paraguai x Chile: 3 x 0 (Assunção), 0 x 1 (Santiago) e 0 x 0 (B. Aires)
8ª) 1983 – Uruguai x Brasil: 2 x 0 (Montevidéu) e 1 x 1 (Salvador)
9ª) 1987 – Uruguai 1 x 0 Chile (Buenos Aires)
10ª) 1993 – Argentina 2 x 1 México (Guayaquil)
11ª) 1995 – Uruguai (5) 1 x 1 (3) Brasil (Montevidéu)
12ª) 1997 – Brasil 3 x 1 Bolívia (La Paz)
13ª) 1999 – Brasil 3 x 0 Uruguai (Assunção)
14ª) 2001 – Colômbia 1 x 0 México (Bogotá)
15ª) 2004 – Brasil (4) 2 x 2 (2) Argentina (Lima)
16ª) 2007 – Brasil 3 x 0 Argentina (Maracaibo)
17ª) 2011 – Uruguai 3 x 0 Paraguai (Buenos Aires)
18ª) 2015 – Chile (4) 0 x 0 (1) Argentina (Santiago)
19ª) 2016 – Argentina x Chile (Nova Jersey)

Finais mais repetidas
4 – Brasil x Uruguai
3 – Brasil x Paraguai e Brasil x Argentina
2 – Argentina x Chile
1 – Peru x Colômbia, Paraguai x Chile , Uruguai x Chile, Argentina x México, Brasil x Bolívia, Colômbia x México e Uruguai x Paraguai

Barcelona chega ao 10.000º gol. Raro no Brasil e com os pernambucanos na mira

Barcelona chega a 10 mil gols em sua história. Arte: Barcelona/site oficial

Melhor do mundo, Lionel Messi deu sequência à forma excepcional e marcou os dois gols da vitória do Barcelona sobre o Arsenal, por 2 x 0, nas oitavas da Champions League. Acabou estabelecendo uma marca impressionante para o clube. O segundo gol em Londres foi simplesmente o tento de número 10.000 da história blaugrana, desde 20 janeiro de 1901, quando George Girvan tornou-se o pioneiro goleador catalão. Sem surpresa, Messi é o maior responsável, com 441 gols. Para tanto, o Barça precisou de 4.375 partidas, todas em torneios oficiais, resultando numa média de 2,28, segundo as contas do próprio clube.

Raro, o gol 10 mil já foi alcançado por nove clubes brasileiros, de acordo com o levantamento do site Futebol 80, com os dados de 2016 atualizados pelo blog até esta data, considerando jogos oficiais e amistosos. O maior destaque é o Santos, o primeiro a chegar lá, em 20 de janeiro de 1998, quando Jorginho (hoje treinador) marcou no 4 x 3 sobre o Villa Nova, em Minas Gerais, pela Copa do Brasil. O time da baixada também lidera a artilharia nacional, com mais de 12 mil gols, com uma baita colaboração do Rei Pelé, autor de 1.091 (recorde mundial).

Clubes brasileiros com mais de 10 mil gols marcados
12.298 gols – Santos (5.961 jogos) – média de 2,06

11.902 gols – Flamengo (5.959 jogos) – média de 1,99
11.229 gols – Vasco (5.801 jogos) – média de 1,94
11.218 gols – Palmeiras (5.802 jogos) – média de 1,93
10.657 gols – Corinthians (5.632 jogos) – média de 1,89
10.638 gols – Internacional (5.283 jogos) – média de 2,01
10.547 gols – Fluminense (5.442 jogos) – média de 1,93
10.539 gols – Botafogo (5.476 jogos) – média de 1,92
10.358 gols – Atlético-MG (5.384 jogos) – média de 1,92

No futebol pernambucano, a estatística só é possível devido à pesquisa de Carlos Celso Cordeiro. Alguns jogos não têm resultados conhecidos na era amadora – o que ocorre em outros clubes -, mas no geral é possível enxergar o dado como oficial. Assim, o clube com mais gols é o Tricolor, que pode ser o primeiro a chegar ao 10.000º, caso alcance um índice de 64 gols nas próximas sete temporadas. Factível. O blog tentou estabelecer um ranking nordestino, mas os dados de Bahia, Vitória, Ceará e Fortaleza estão incompletos.

Número de gols dos clubes pernambucanos
9.550 gols – Santa Cruz (4.902 jogos) – média de 1,94

9.232 gols – Sport (4.916 jogos) – média de 1,87
8.461 gols – Náutico (4.610 jogos) – média de 1,83

Lionel Messi, cinco vezes o melhor jogador de futebol do mundo

Lionel Messi, o melhor do mundo em 2009, 2010, 2011, 2012 e 2015. Fotos: Fifa/divulgação

“Espero apanhar o Messi já na próxima época.”

Vai ter que esperar alguns anos, Cristiano Ronaldo…

Com um português de raiz, Cristiano Ronaldo havia dito há um ano qual seria o seu objetivo em 2015. Declaração dada com a Bola de Ouro nas mãos, a sua terceira. Caso conquistasse o badalado prêmio mais uma vez, empataria com o seu grande rival no futebol, Lionel Messi.

Com cinco títulos na temporada, comandando o Barcelona e o brilho de sempre, após se recuperar de uma grave lesão, o gênio argentino não deixou margem alguma para dúvidas na escolha do melhor jogador do mundo na temporada. Chegou a cinco nomeações, recorde absoluto.

Após as premiações de 2009 a 2012, La Pulga volta ao topo de fato e de direito. Sim, porque mesmo nos dois anos em que o craque português foi o escolhido o público parecia cético quanto à realidade nos gramados. Seja definindo ou dando o último passe, Messi participou diretamente de 78 gols em 61 jogos no ano (1,27). Ao todo, foram 61 jogos, 52 gols e 26 assistências.

De poucas palavras, Messi disse que ainda pode melhorar.

“Já se passou muito tempo desde 2009. Eu cresci e aprendi algumas coisas. Nos crescemos e aprendemos em todos lugares. Eu ainda estou tentando melhorar o meu jogo.” 

Imagine quando isso acontecer!

Ranking de premiações do “melhor do mundo” (1991-2015):
8 – Brasil (Ronaldo 3, Ronaldinho 2, Romário 1, Rivaldo 1 e Kaká 1)
5 – Argentina (Messi 5)
4 – Portugal (Cristiano Ronaldo 3, Luís Figo 1)
3 – França (Zidane 3)
2 – Itália (Baggio 1 e Cannavaro 1)
1 – Alemanha (Matthäus)
1 – Holanda (Van Basten)
1 – Libéria (Weah)

Também presente na festa em Zurique, Neymar figurou pela primeira vez entre os três melhores, o que não ocorria com um brazuca desde 2007. Com 62 jogos, 45 gols e os mesmo cinco títulos do amigo argentino, Neymar deu o primeiro passo para quebrar a hegemonia Messi/CR7, que já dura oito anos…

Lionel Messi, o melhor do mundo em 2009, 2010, 2011 e 2012. Fotos: Fifa/divulgação

As chuteiras dos jogadores inscritos na Champions League 2015/2016

As marcas de chuteiras mais utilizadas pelos jogadores da Liga dos Campeões da Uefa 2015/2016. Fonte: Boots DB

No mercado da bola, os jogadores têm direito a assinar contratos particulares com as fabricantes de material esportivo independentemente do vínculo do clube. Os maiores exemplos internacionais são Lionel Messi e Cristiano Ronaldo. Com o Barcelona vestindo Nike, Messi é o principal garoto-propaganda da Adidas. Já CR7 vive uma situação inversa, utilizando produtos da Nike, à parte do Real Madrid, o principal time do catálogo da Adidas.

A partir disso, o site Football Boots DB mapeou as chuteiras de todos os atletas presentes da Liga dos Campeões da Uefa 2015/2016. Ao todo, 677 jogadores com algum tipo de patrocínio firmado foram listados, com os modelos calçados por cada um. Sem surpresa alguma, as duas marcas citadas dominam o mercado, com 88% dos profissionais no torneio europeu.

A Nike lidera entre as marcas (53%) e os modelos utilizados (Mercurial, com 21%), com a rival alemã na vice-liderança nos dois quesitos, 35% e 17% (modelo “X”), respectivamente. Número de jogadores patrocinados: Nike 359, Adidas 240, Puma 54, Mizuno 8, New Balance 7, Joma 4, Under Armour e Lotto 2, Umbro 1. No post, os quadros de marcas (acima) e modelos (abaixo).

Os modelos das chuteiras utilizadas pelos jogadores da Liga dos Campeões da Uefa 2015/2016. Fonte: Boots DB