Após 21 anos, o Sport volta a ganhar do Santos fora de casa. A 1ª na Vila Belmiro

Série A 2017, 10ª rodada: Santos 0 x 1 Sport. Foto: Leonardo Benassato/Framephoto/Estadão conteúdo

Na Vila Belmiro, o templo de Pelé, o Sport jamais havia vencido uma partida, num dos maiores tabus do clube. Contabilizando até amistosos, desde 1941, o melhor resultado do time rubro-negro havia sido obtido na capital paulista. No estádio do Ibirapuera, hoje desativo para jogos oficiais, o leão venceu no Brasileiro de 1996 por 2 x 1, gols de Chiquinho e Dedé. Desde então, se contentou no máximo com o empate, no sufoco. Numa sequência improvável, iniciada com o empate no Independência, o Sport venceu no litoral, 1 x 0, conquistando o primeiro triunfo como visitante nesta Série A.

Assim, compensou o revés do último domingo, quando teve uma atuação abaixo da crítica na Ilha, contra o Vitória. Sem treinar com bola, basicamente na base da conversa, com orientação tática, o time pernambucano fez dois bons jogos fora do Recife. Ambos no 4-4-2. Vista hoje em dia como ‘arcaica’, a versão de Luxemburgo para a formação não se furtou da liberdade aos seus meias, com Diego Souza bem nas duas apresentações. Diante do Santos, surpreendeu a manutenção do sistema mesmo com um time tão desfalcado. Henríquez, Raul Prata, Rodrigo, Lenis. A turma que saiu do banco para ganhar cancha, num planejamento já voltado à final do Estadual.

Apesar das mexidas, foi possível enxergar um “time”, organização importante em um grupo sem um padrão eficiente até então. Sobretudo diante do 3º colocado, que não sofria gols há cinco jogos. E a partida na Vila foi equilibrada na maioria das estatísticas, como no número finalizações (9 x 9). Destoou apenas na bola área, com o mandante abusando (33 x 13). Já o Sport optou pela bola no chão, com forte participação coletiva (Patrick/Rodrigo), até o fator surpresa, a dez minutos do fim. Osvaldo, que entrara na vaga de Everton Felipe, marcou o gol que tirou o leão do Z4. De volta ao campeonato…

Santos x Sport em São Paulo, pelo Brasileiro
10 vitórias do Peixe
5 empates
2 vitórias do Leão

Série A 2017, 10ª rodada: Santos 0 x 1 Sport. Foto:  Ivan Storti/Santos FC

Sport faz boa partida em BH e empata com o Galo, com o primeiro ponto fora

Série A 2017, 9ª rodada: Atlético-MG 2 x 2 Sport. Foto: Ramon Lisboa/EM/D.A Press

Na coletiva após a primeira derrota na Ilha, neste Brasileirão, Luxemburgo mostrou-se mais decepcionado com a atitude do time, “sem espírito de decisão” diante do Vitória. Análise pertinente sobre uma equipe burocrática. O Sport trocou quase o dobro de passes em relação ao rubro-negro baiano, quase sempre para os lados ou para trás. Três dias depois, um futebol bem diferente no Independência. E assim como na queixa de domingo, a satisfação em BH também se sobrepôs ao empate. Isso porque o Sport foi propositivo. Jogou para vencer durante os 90 minutos. Marcou a saída de bola, criou, tocou a bola de forma vertical, inverteu jogadas, finalizou (13 x 5!). Merecia melhor sorte. Até então zerado como visitante, o leão foi superior ao galo.

Nos primeiros quinze minutos, todas as chances foram do Sport, começando o protagonismo de Diego Souza. Apagado (e vaiado) na rodada anterior, o meia-atacante ditou o ritmo do jogo. E em mais um ataque bem armado, Osvaldo abriu o placar, contando com o desvio. Foi o milésimo gol da história leonina na Série A. Se o time recuou ou ou Galo acordou, talvez ambos, o fato é que depois o mandante passou a pressionar. Quase sempre na bola área. Por baixo, não avançou. A bronca é que a bola aérea vem sendo o calo do Sport, que sofreu dois gols de cabeça, ambos com Ronaldo Alves desatento. O 2 x 1 na primeira etapa soou injusto, embora com a ressalva da eficiência atleticana.

Na etapa complementar, Luxa acionou Lenis no lugar de Everton Felipe, único no ataque a não dar prosseguimento às jogadas – leve, o colombiano puxou vários ataques pela esquerda. Pouco depois, o Sport empatou num pênalti sofrido e convertido por Diego Souza. Além do tento, o camisa 87 ainda deu, durante todo o jogo, passes para gol para Rithely (cabeça), André (pequena área) e Lenis (contragolpe), mas nenhum foi convertido. Ao menos o time não falhou mais na defesa, segurando o 2 x 2 e somando um ponto importante, moralmente falando. Importante para tentar sair do Z4.

Atlético-MG x Sport em Belo Horizonte, pelo Brasileiro
11 vitórias do Galo
6 empates
2 vitórias do Leão

Série A 2017, 9ª rodada: Atlético-MG 2 x 2 Sport. Foto: Ramon Lisboa/EM/D.A Press

Involuindo, Sport perde do Vitória na Ilha e entra no Z4 em semana complicada

Série A 2017, 8ª rodada: Sport 1 x 3 Vitória. Foto: Peu Ricardo/DP

O Sport deu sequência ao seu futebol burocrático no Brasileirão, sem intensidade, como de costume, com excesso de passes laterais e muitos erros na saída de jogo. Nem a volta de Diego Souza mudou a cara do time, com o camisa 87 jogando mais adiantado e pouco participativo na criação, quase inexistente. Por sinal, a distância entre a defesa e o ataque chamou a atenção, com um deserto de rubro-negros no círculo central. Ao menos entre os pernambucanos, pois o rubro-negro baiano, excepcionalmente de branco, jogou de forma bem mais aguda, melhor o tempo inteiro.

Segundo o Footstats, o número de passes certos foi Sport 405 x 260 Vitória, com o visitante proporcionalmente errando mais, 11,1% x 12,4%. Menos passes e mais objetividade, armado bem os contragolpes. Não por acaso, nesta partida, foi o dado bruto de passes errados que comprometeu, 51 x 37. Pior para o Sport, grotesco defensivamente – numa queda brusca em relação ao jogo anterior, contra o São Paulo. Lá na frente, ainda sofreu com atuações individuais abaixo da crítica, como Oswaldo, Thomás, Samuel Xavier e o próprio DS87, resumido ao gol de carrinho. Para completar, Luxemburgo mexeu muito mal, sacando André, “punido” por uma chance perdida, que poderia ter gerado o empate. Acionou Leandro Pereira, que ainda não disse a que veio e que, tecnicamente, não muda jogo algum. Desconstruiu o mínimo.

Tão mal assim, o Sport acabou superado, 1 x 3, na primeira derrota na Ilha do Retiro. O que torna ainda pior o resultado é a tabela da Série A, pois foi o 5º jogo em casa em 8 rodadas. Portanto, a “conta” vem agora, longe do Recife, onde ainda não pontuou. De cara, Galo (quarta) e Santos (sábado), dois dos principais elencos da competição. Só uma transformação improvável, a curto prazo, tiraria o clube do Z4. Involuindo há dez dias, fez por onde…

Sport x Vitória no Recife, pelo Brasileiro
6 vitórias do Leão da Ilha
4 empates
2 vitórias do Leão da Barra

Série A 2017, 8ª rodada: Sport 1 x 3 Vitória. Foto: Williams Aguiar/Sport Club do Recife

Os 10 gols mais rápidos da história da Seleção em 1.078 jogos, com DS87 em 1º

Amistoso, 2017: Austrália 0x4 Brasil. Foto: Lucas Figueiredo/CBF

A Gerência de Arquivo e Memória da CBF detalhou a lista com os gols mais rápidos já marcados pela Seleção. Considerando os 1.078 jogos do time principal, contra seleções, clubes ou combinados, o primeiro gol de Diego Souza no amistoso em Melbourne tornou-se o mais ligeiro. O recorde anterior, de Willian, durou exatos 20 meses – curiosamente, o próprio Willian cobraria o escanteio para o segundo gol de DS87 no Melbourn Cricket Ground. Abaixo, o vídeo do histórico gol do craque do Sport, do apito inicial à bola na rede.

Em relação ao tempo dos gols, conforme ressalvado pelo blog no post anterior, durante muitos os anos não foram considerado os segundos para os registros dos tentos, nem cronômetro nem na súmula. Apenas os minutos. Por sinal, três dos gols mais rápidos estão neste contexto, com 1 minuto.

Os 10 gols mais rápidos da seleção principal
0min10s – Diego Souza (Brasil 4 x 0 Austrália, 13/06/2017)
0min35s – Willian (Brasil 3 x 1 Venezuela, 13/10/2015)
0min46s – Jairzinho (Brasil 2 x 1 Argentina, 08/03/1970)
0min47s – Ronaldo (Brasil 3 x 1 Bolívia (05/09/2004)
1min00s – Gil (Brasil 4 x 3 Pumas, 02/06/1976)
1min00s – Toninho Baiano (Brasil 2 x 2 Seleção Gaúcha, 25/05/1978)
1min00s – Romário (Brasil 8 x 2 Honduras, 08/06/1994)
1min20s – Miranda (Brasil 2 x 1 Colômbia, 06/09/2016)
1min40s – Denilson (Brasil 7 x 0 Peru, 26/06/1997)
1min50s – Jonas (Brasil 2 x 0 Panamá, 29/05/2016)

Brasil goleia a Austrália com dois gols de Diego Souza, o primeiro aos 10 segundos

Amistoso, 2017: Austrália x Brasil. Foto: Brasil Globar Tour/twitter (@BGT_ENG)

Início de jogo com a Austrália trocando passes para trás. No primeiro toque à frente, Giuliano interceptou e enfiou para Diego Souza. O camisa 21 entrou na área pela direita e tocou apenas uma vez na bola. Bastou para abrir o placar no Melbourn Cricket Ground, com apenas 10 segundos. Simplesmente o gol mais rápido da história da Seleção Brasileira, em sua 1.078ª apresentação desde 1914, considerando partidas contra clubes e países. Desde que a cronometragem passou a marcar os segundos dos gols, no futebol, ninguém havia precisado de tão pouco tempo. O recorde pertencia a Neymar, embora num contexto mais amplo, com a Seleção Olímpica. Em 2016, nos Jogos do Rio, o craque do Barça marcou sobre Honduras com 14 segundos.

Voltando ao amistoso, o gol do meia do Sport, jogando como centroavante na Canarinha, abriu a goleada por 4 x 0. Foi um jogo com muitas mudanças na equipe, começando pelo ataque brasileiro, sem Neymar, que não foi convocado, e Gabriel Jesus, que se machucou contra a Argentina. Com o país confirmado na Copa do Mundo de 2018, Tite aproveitou para testar outras peças, como Diego Souza, que nunca ficara tanto tempo em campo pelo Brasil nesta temporada. Titular e presente o jogo inteiro, o jogador anotou dois gols, desperdiçou outra boa chance e trabalhou muito bem como pivô. Inclusive, participou de forma direta do terceiro gol, numa jogada iniciada por Willian, com Paulinho tabelando com Diego e tocando para Taison marcar – Thiago Silva, de cabeça, marcara o segundo tento. No último lance, em cobrança de escanteio, Diego fez de cabeça. Deixou boa impressão.

Convocado três vezes, para cinco partidas, o craque do Sport totaliza 169 minutos na Seleção Brasileira sob o comando de Tite. Agora, para voltar a ser lembrado, DS87 precisa retomar o ritmo na Ilha. Ah! Um rubro-negro não fazia um gol pelo Brasil desde 23/09/1981, com Roberto Coração de Leão, no 6 x 0 sobre a Irlanda, no Rei Pelé. Foi, também, a primeira vez que um atleta do clube marcou 2 gols num jogo da Canarinha. No futebol pernambucano, não acontecia desde Nunes, do Santa Cruz, em 1978. Manhã histórica…

Participação de Diego Souza na Seleção em 2017
25/01 – Brasil 1 x 0 Colômbia (titular, 64 minutos)
23/03 – Uruguai 1 x 4 Brasil (reserva, 5 minutos)
28/03 – Brasil 3 x 0 Paraguai (reserva, 6 minutos)
09/06 – Brasil 0 x 1 Argentina (reserva, não entrou)
13/06 – Austrália 0 x 4 Brasil (titular, 94 minutos e 2 gols)

Amistoso, 2017: Austrália x Brasil. Foto: Brasil Globar Tour/twitter (@BGT_ENG)

Austrália x Brasil ao vivo via CBF TV

A CBF liberou o sinal de transmissão do amistoso entre Brasil e Austrália, em Melbourne, através do compartilhamento de seu perfil oficial no Livestream. Um jogo marcado pela titularidade de Diego Souza, do Sport, na vaga do machucado Gabriel Jesus. O camisa 21 da Seleção assume o ataque.

Como ocorreu na sexta-feira, diante dos argentinos, a confederação não negociou os direitos com a Rede Globo. Além da exibição online, comprou espaços na tevê aberta, na TV Brasil (TV Universitária no Recife, canal 11) e TV Cultura (TV Nova no Recife, 22). Assista, a partir de 7h05.

Atualização: o Brasil goleou por 4 x 0, com dois gols de Diego Souza.

Brasil x Argentina ao vivo via CBF TV

A CBF liberou o sinal de transmissão do amistoso entre Brasil e Argentina, em Melbourne, através do compartilhamento de seu perfil oficial no Livestream.

A curiosa situação deve-se à política da confederação, que não negociou os direitos com a Rede Globo, parceira há décadas. Assim, acabou comprando espaço em duas emissoras menores, TV Brasil (TV Universitária no Recife, canal 11) e TV Cultura (TV Nova no Recife, 22). Assista, a partir de 7h05…

Atualização: a Seleção foi até superior, mas os hermanos venceram por 1 x 0.

Posse de bola e falta de objetividade, o script do Sport na derrota para o Avaí

Série a 2017, 4ª rodada: Avaí 1x0 Sport. Foto: Jamira Furlani/Avaí F.C.

O Sport teve a posse de bola a manhã inteira na Ressacada. De 57% no primeiro tempo, subiu para 63% na etapa complementar. Um controle pautado na falta de objetividade, sem conseguir uma infiltração sequer na zaga do Avaí, que após marcar o seu primeiro gol no Brasileiro, no primeiro tempo, não teve qualquer pudor em se manter atrás da linha da bola até o apito final. Se o jogo em Florianópolis era tido como uma boa opção para pontuar fora de casa, e, francamente, era mesmo, o rubro-negro passou longe disso. Girou a bola o quanto pôde, uma vez que não conseguiu trocar três passes verticais.

Apesar de ter jogadores técnicos, o futebol foi burocrático, com Diego Souza vivendo seu o momento mais apagado no clube (na véspera da apresentação na Seleção), André isolado (não finalizou), Rogério em jejum (15 jogos) e Osvaldo sem diálogo no setor. No segundo tempo, Luxemburgo, sem sua “estreia” na Série A, sacou os dois últimos e colocou Thomás (deu uma maior movimentação) e Thallyson (errando tantos passes quanto os demais). Por sinal, foram três jogadores da base acionados. Aqui, cabe uma observação. Na 4ª rodada da competição, a utilização de Fabrício, Evandro e Thallyson não está relacionada à convicção nos pratas-da-casa, mas na falta de peças, ou por lesão, como na direita, num gerenciamento equivocado da temporada, ou por reposição, na esquerda. A maturação dos jogadores acaba sendo forçada num elenco caro, com condições de fomentar apresentações paulatinas. Ou Fabrício, volante de ofício, não passou numa fogueira sendo lateral-direito? E o que dizer de Evandro, 4ª opção até pouco tempo?

Por fim, a zaga, que em tese não teve trabalho. Contudo, os avanços do leão da ilha de lá, sobretudo no primeiro tempo, levaram perigo, a partir de erros no meio-campo e da falta de cobertura – algo recorrente, tanto que foi a 8ª vez seguida que o time sofreu o primeiro gol do jogo. Resumindo: a derrota por 1 x 0 foi justa. Exceção feita à posse, faltou muito ao rubro-negro…

Série a 2017, 4ª rodada: Avaí 1x0 Sport. Foto: Jamira Furlani/Avaí F.C.

Na estreia de Luxa, Sport empata com o Botafogo e é eliminado da Copa do Brasil

Copa do Brasil 2017, oitavas de final: Sport 1x1 Botafogo. Foto: Ricardo Fernandes/DP

Com problemas defensivos crônicos e com Rogério expulso mais uma vez, a reação do Sport acabou sendo insuficiente. Num campo pesadíssimo na Ilha, o rubro-negro até conseguiu igualar o marcador, com Durval, mas não saiu disso. O empate em 1 x 1 com Botafogo resultou na eliminação na Copa do Brasil. À vera, o leão perdeu a vaga no jogo de ida, no Rio, quando tomou a virada com um jogador mais, com Diego Souza desperdiçando um pênalti.

No Recife, uma vitória simples bastaria, mas com onze minutos o clube carioca já havia aberto o marcador – numa cena recorrente nos últimos jogos na Ilha, com o time tendo sistematicamente que buscar uma reversão. E vale o registro que foi um golaço. Durval saiu jogando muito mal, entregando a bola nos pés do adversário. Ex-Santa e muito bem no Fogão, João Paulo recuperou deu um ótimo passe, por cima, para Roger, ex-Sport. O atacante deu um corte humilhante em Matheus Ferraz e tocou por cima de Magrão. A partir dali, só a virada, para ao menos levar a disputa aos pênaltis – no que teria sido um interessante duelo Gatito x Magrão. Com 62% de posse de bola, o leão lutou e até criou algumas chances na primeira etapa, mas seguiu desorganizado – e ainda viu o Bota ter um gol muito mal anulado. Estreante na noite, o técnico Vanderlei Luxemburgo fez a sua primeira mudança aos 30 minutos. Colocou Lenis no lugar de Everton Felipe, para explorar a ponta. Acertou no substituto, mas errou o alvo. Rogério já estava mal em campo.

Aos 13 da segunda etapa, o atacante receberia o vermelho. Foi a segunda expulsão seguida em um jogo decisivo, na sequência da final regional na Fonte Nova. Acredite, o Sport melhorou depois. Chegou ao empate com o capitão, após escanteio cobrado Fabrício, e pressionou bastante na bola área (27 x 4!), sobretudo após a entrada de Marquinhos. Efetivamente, porém, não teve uma grande chance. Uma sucessão de erros recorrentes, em 2017, definiu a queda nas oitavas, num confronto cujo início foi até animador…

Copa do Brasil 2017, oitavas de final: Sport 1x1 Botafogo. Foto: Williams Aguiar/Sport Club do Recife

Os bastidores da apresentação de Vanderlei Luxemburgo no Sport

Luxemburgo durante a apresentação no Sport, em 30 de maio de 2017. Crédito: TV Sport/youtube (reprodução)

O técnico Vanderlei Luxemburgo começou o seu trabalho à frente do Sport. Chegou na véspera do jogo de volta contra o Botafogo, pelas oitavas de final da Copa do Brasil, já confirmando a presença na área técnica. Antes, apenas um treino com o time rubro-negro, no CT José de Andrade Médicis.

Até o início do trabalho de campo, a expectativa sobre o desempenho de Luxa foi pauta recorrente nas mesas redondas país afora, devido ao histórico recente. E paralelamente à cobertura da imprensa local, a TV Sport produziu um vídeo de 8 minutos em áreas restritas, com imagens dos bastidores da apresentação, com o treinador conhecendo a estrutura, diretores e jogadores – com direito a depoimentos de Magrão, Everton Felipe e Arnaldo Barros.

Por fim, o primeiro discurso de Luxemburgo com o elenco leonino… Assista.