Valor dos elencos da Série B turbinado pelo Palmeiras e com o Sport em 2º

Valor de mercado dos 20 elencos da Série B 2013, segundo a Pluri Consultoria

Sem surpresa alguma, o Palmeiras aparece como o elenco mais valioso da Série B desta temporada. O Alviverde paulista volta a disputar a segunda divisão exatamente uma década após a sua última participação, quando foi campeão. Exatamente por isso, a valorização de 8% em relação ao valor de mercado da Segundona do ano passado. Agora, a projeção sobre os direitos econômicos de todos os atletas envolvios na competição alcança R$ 583 milhões.

Em 2003, o Palestra Itália brigou pelo acesso com o Sport, novamente na rota. O Leão, com jogadores sob constante contestação da torcida, aparece com o segundo plantel mais caro, segundo a avaliação da Pluri Consultoria, cujo software também realizou um estudo na Série A de 2013 (confira aqui)

Tanto o Verdão quanto o Leão estão em um patamar econômico absoluto semelhante ao de 2012, sendo o primeiro com uma variação positiva de 1% no elenco e o segundo com uma negativa de 14%. No entanto, no Brasileirão de 2012 o Palmeiras estava em 12º, enquanto o Sport era o 16º.

Valor de mercado dos 20 elencos da Série B 2013, segundo a Pluri Consultoria

Todas as campanhas nacionais do futebol pernambucano

Pernambuco

Com a definição de todas as participações dos clubes pernambucanos nos campeonatos nacionais desta temporada, confira a quantidade de campanhas de cada um nos torneios oficiais organizados pela CBD e pela CBF e as melhores colocações, respectivamente. Os 19 times que já representaram o estado disputaram 276 edições de 8 competições diferentes.

Atualização em 14 de maio de 2013.

Náutico – 70 participações de 1961 a 2013
Brasileirão (34)
6 – Taça Brasil (vice em 1967)
1 – Robertão (17º em 1968)
27 – Série A (6º em 1984)

18 – Copa do Brasil (3º em 1990)
1 – Copa dos Campeões (12º em 2002)
16 – Série B (vice em 1988 e 2011)
1 – Série C (4º em 1999)

Sport – 67 participações de 1959 a 2013
Brasileirão (35)
3 – Taça Brasil (4º em 1962)
32 – Série A (campeão em 1987)

19 – Copa do Brasil (campeão em 2008)
2 – Copa dos Campeões (vice em 2000)
11 – Série B (campeão em 1990)

Santa Cruz – 66 participações de 1960 a 2013
Brasileirão (23)
1 – Taça Brasil (4º em 1960)
2 – Robertão (12º em 1970)
20 – Série A (4º em 1975)

20 – Copa do Brasil (11º em 1997)
17 – Série B (vice em 1999 e 2005)
3 – Série C (14º em 2012)
3 – Série D (vice em 2011)

Central – 30 participações de 1972 a 2013
2 – Série A (36º em 1986)
2 – Copa do Brasil (26º em 2008)
17 – Série B (1º em 1986, não oficializado como título)
6 – Série C (8º em 2000)
3 – Série D (12º em 2009)

Porto – 10 participações de 1994 a 2011
1 – Copa do Brasil (57º em 1999)
8 – Série C (4º em 1996)
1 – Série D (39º em 2011)

Salgueiro – 7 participações de 2008 a 2013
1 – Copa do Brasil (2013, em andamento)
1 – Série B (19º em 2011)
4 – Série C (4º em 2010)
1 – Série D (a disputar, em 2013)

América – 5 participações de 1972 a 1991
4 – Série B (8º em 1972)
1 – Série C (26º em 1990)

Vitória – 5 participações de 1992 a 2005
5 – Série C (11º em 1992)

Ypiranga – 4 participações de 1995 a 2013
2 – Série C (64º m 2006)
2 – Série D (28º em 2012)

Estudantes – 2 participações de 1990 a 1991
1 – Série B (37º em 1991)
1 – Série C (11º em 1990)

Petrolina – 2 participações de 2008 a 2012
1 – Série C (58º em 2008)
1 – Série D (39º em 2012)

Santo Amaro – 1 participação em 1981
1 Série C (vice em 1981)

Paulistano – 1 participação em 1988
1 – Série C (19º em 1988)

Itacuruba – 1 participação em 2004
1 – Série C (23º em 2004)

Unibol – 1 participação em 1999
1 – Série C (28º em 1999)

Serrano – 1 participação em 2005
1 – Série C (43º em 2005)

Centro Limoeirense – 1 participação em 1997
1 – Série C (47º em 1997)

Flamengo de Arcoverde – 1 participação em 1997
1 – Série C (54º em 1997)

Vera Cruz – 1 participação em 2007
1 – Série C (58º em 2007)

As milionárias receitas de Sport, Náutico e Santa Cruz no biênio 2011/2012

Balanço financeiro de Sport, Náutico e Santa Cruz em 2011 e 2012. Arte: Silvino/Editoria de Arte do DP

O futebol brasileiro passou por uma revolução orçamentária na temporada passada. A renegociação das cotas de transmissão do Campeonato Brasileiro, das Séries A e B, os acordos com operadoras de arenas de norte a sul, a ampliação dos programas de sócios torcedores e as novas fórmulas de contratos de patrocínios e ações de marketing turbinaram de uma forma nunca antes vista as receitas operacionais dos clubes.

O fenômeno se estendeu até Pernambuco, mas de modo heterogêneo. Considerando os balanços agregados de Náutico, Sport e Santa Cruz, o número em 2011 já era considerável, com R$ 76.488.086. Em 2012 houve o grande salto. O acréscimo foi de 66,4%, chegando a R$ 127.321.458, por causa da presença de alvirrubros e leoninos na Série A e as novas cotas de tevê.

Curiosidade: caso a receita tivesse sido dividida de forma igualitária, cada um teria recebido no ano passado exatamente R$ 42.440.486.

Em relação às dívidas, a soma do trio alcança R$ 170 milhões. Assusta.

Os dados do gráfico estão presentes nos balanços financeiros publicados pelos clubes no site da FPF em 26 de março (Tricolor), na Folha de Pernambuco em 29 de março (Leão) e no Diário Oficial do Estado em 28 de abril (Timbu).

Confira a íntegra dos balanços financeiros: Sport, Náutico e Santa Cruz.

Mesmo “se virando nos 30 (milhões)”, a um abismo econômico de diferença, o Santa conseguiu superar os rivais e conquistou o bicampeonato estadual…

O Sport mais rico de todos os tempos

Balanço financeiro oficial do Sport em 2012

O balanço financeiro do Sport com os dados do biênio 2011 e 2012 foi divulgado pelo clube em 29 de março deste ano, no jornal Folha de Pernambuco. Impressiona a receita operacional do Leão no período, justo quando viu o Tricolor, com R$ 30 milhões nos dois anos, conquistar o bicampeonato estadual.

Se em 2011, disputando a segunda divisão nacional, o Leão já havia tido a maior receita do estado com o futebol profissional, com 40 milhões de reais, na temporada passada o time da Ilha do Retiro se superou.

A prestação de contas durante o ano na Série A, na qual acabou rebaixado, apresentou uma receita de R$ 73.098.500. Por mês, cerca de R$ 6 milhões em caixa. Uma verba bem acima da realidade do esporte na região.

Se no campo os resultados não surgiram, apesar da receita, na questão administrativa houve avanço. As dívidas do clube, ao contrário dos rivais, vêm caindo. Atualmente, a soma dos passivos circulante e não circulante é de R$ 27,3 milhões. A diminuição no último ano foi de 39,5%.

Outro número positivo foi o investimento de R$ 4,6 milhões na formação de atletas. O patrimônio do clube, segundo os bens e direitos em operação, com estádio, terrenos, sede social e ginásios, alcança R$ 170.296.298.

No fim de sua gestão, Gustavo Dubeux não titubeou. O Sport encerrou a última contabilidade com R$ 10 milhões em caixa. Surreal até bem pouco tempo…

Confira os documentos numa resolução maior aqui.

Balanço financeiro oficial do Sport em 2012

Náutico e Santa Cruz em possível despedida dos Aflitos. Com ou sem tabu

Clássico das Emoções nos Aflitos de 2006 a 2012. Crédito: Ricardo Fernandes (4 fotos), Inês Campelo, Jaqueline Maia, Helder Tavares e Paulo Paiva, todos do DP/D.A Press

Náutico e Santa Cruz voltam a medir forças nos Aflitos.

Caso os rivais das emoções não se cruzem mais neste Estadual, o clássico deste domingo poderá ser o último na história do estádio de Rosa e Silva.

A partir da iminente Série A o Timbu mandará os seus jogos na Arena Pernambuco. Portanto, um novo clássico entre alvirrubros e tricolores com mando de campo vermelho e branco seria em São Lourenço da Mata, em 2014

Exercício de futurologia à parte, o Náutico está duas divisões acima do rival e tecnicamente também vive um momento bem melhor na competição.

Mas complexo de inferioridade não é com o Santa, bicampeão pernambucano mesmo divisões abaixo. Com a liderança em jogo, a partida tende a ser bem disputada. Em jogo há ainda um tabu bem favorável ao Náutico, de oito partidas.

Desde o confronto pelo quadrangular final do Brasileiro da Série B de 2005, quando Carlinhos Bala e Andrade marcaram os gols da vitória coral, que alcançaria o acesso, o Timbu segura a marca diante do tradicional rival.

São quatro vitórias e quatro empates, com sete jogos pelo Estadual e um pela esvaziada Copa do Nordeste de 2010. No post, imagens dos oito duelos.

05/11/2005 – Náutico 0 x 2 Santa Cruz (Série B)

02/04/2006 – Náutico 3 x 3 Santa Cruz (Estadual)
25/03/2007 – Náutico 2 x 1 Santa Cruz (Estadual)
01/02/2009 – Náutico 2 x 2 Santa Cruz (Estadual)
27/01/2010 – Náutico 2 x 1 Santa Cruz (Estadual)
28/04/2010 – Náutico 1 x 0 Santa Cruz (Estadual)
10/07/2010 – Náutico 1 x 1 Santa Cruz (Nordestão)
30/01/2011 – Náutico 3 x 1 Santa Cruz (Estadual)
04/02/2012 – Náutico 2 x 2 Santa Cruz (Estadual)

A 9ª participação rubro-negra na Série B, em busca do 4º acesso à elite nacional

Acessos do Sport na Série B em 1990 (Sport 0x0 Atlético-PR), 2006 (Sport 3x0 Brasiliense) e 2011 (Vila Nova 0x1 Sport). Fotos: Carlos Teixeira/DP, Ricardo Fernandes/DP e Carlos Silva/CB, do D.A Press

Considerando a implantação do sistema de acesso e descenso, criado no Brasileirão de 1988, esta será a nona participação do Sport na segunda divisão.

Além de 2013, cuja tabela básica foi divulgada nesta segunda-feira pela direção da Confederação Brasileira de Futebol, o Rubro-negro da Ilha do Retiro esteve na Série B em 1990, 2002, 2003, 2004, 2005, 2006, 2010 e 2011.

Campeão em 1990, em uma final contra o Atlético-PR, vice em 2006, subindo após uma goleada sobre o Brasiliense, e 4º lugar em 2011, com a suada vitória sobre o Vila Nova, o Leão tentará neste ano o quarto acesso à elite nacional.

A estreia leonina na competição será em 25 de maio, em Juazeiro do Norte, contra o Icasa. O Sport irá encerrar a campanha contra outro ascendente da terceira divisão, o Paysandu, na Ilha.

Como ocorre desde 2006, o torneio terá vinte clubes, com os quatro primeiros subindo para a primeira divisão e os quatro últimos descendo à terceira.

A ciranda de técnicos na Ilha do Retiro na fase de repetição com Sérgio Guedes

Técnico Sérgio Guedes em ação no Sport no Brasileirão de 2012. Foto: Paulo Paiva/DP/D.A Press

Geninho, Hélio dos Anjos, Paulo César Gusmão, Mazola Júnior, Vágner Mancini, Waldemar Lemos, Sérgio Guedes e Oswaldo Alvarez. Fora os interinos.

A lista de técnicos no Sport é extensa. A de insucessos é ainda maior. Salvo o acesso conquistado na bacia das almas, a vida rubro-negra tem sido difícil.

No âmbito estadual, perdeu a soberania nos últimos dois anos, mesmo com um orçamento muito superior ao dos rivais tradicionais.

No cenário nacional, uma coleção de frustrações, incluindo a perda do poder na Ilha do Retiro, outrora demolidor nessas campanhas.

Jogadores descompromissados, diretoria batendo cabeça, torcida em fúria. E os técnicos foram passando no Sport. Caindo um a um.

Ora pelo esquema tática travado, ora pela insistência em peças infrutíferas, ora pelo discurso afobado, trazendo para si uma pressão desnecessária. Etc. Etc.

Técnicos do Sport nos últimos dois anos: Sérgio Guedes, Hélio dos Anjos, Mancini, Waldemar Lemos, Mazola, PC Gusmão, Geninho e Vadão. Fotos: Diario de Pernambuco

Nesse embalo, a volta de Nelsinho Batista acabou se tornando no sonho de dias melhores. O campeão da Copa do Brasil de 2008 segue no Japão, sossegado.

Talvez consciente de que, neste momento, nem ele seja o nome certo.

A quantidade de nomes é tão grande que chega à repetição. Sérgio Guedes ganha agora outra chance após a frustrante passagem no XV de Piracicaba.

A sua última participação no Leão foi no jogo que culminou no rebaixamento leonino na temporada passada, nos Aflitos. Mesmo com poucos jogos e o histórico resultado final, o time evoluiu em suas mãos, por um momento.

Com mais calma (será mesmo?), Sérgio Guedes chega com o tom apaziguador no Leão. Com ele, algumas peças terão uma última chance. Sobretudo, Hugo.

Ao torcedor do Sport, a hora de recomeçar. De novo. Mais uma vez. Até quando? Caberá a Sérgio Guedes evitar a continuidade desta ciranda.

Técnico Sérgio Guedes em ação no Sport no Brasileirão de 2012. Foto: Paulo Paiva/DP/D.A Press

Os modelos em vigor para a pré-temporada

Pré-temporada de Náutico, Santa Cruz e Sport em 2013. Fotos: Daniel Leal/DP/D.A Press, Jamil Gomes/Santa Cruz e Lucas Liausu/Sport

No calendário da CBF a pré-temporada deste ano seria de 2 a 18 de janeiro.

Trata-se de um período válido para todos os clubes profissionais. Obviamente, várias equipes, sem jogos oficiais, iniciaram a preparação ainda no fim do ano passado.

Outras, priorizando as fases finais dos primeiros torneios de 2013, irão demorar um pouco mais, focando o condicionamento do grupo principal.

O contexto se aplica de norte a sul. Além do período, o próprio local da pré-temporada é visto como fator de destaque para um melhor rendimento de novas e velhas caras.

Com uma condição financeira melhor, há quem opte por realizar o trabalho fora do estado, isolando o elenco e usufruindo da estrutura.

Buscar um novo clima e integrar o plantel é questão prioritária no período.

Deixar a sede a uma curta distância também pode ser determinante. Sobretudo com o apoio de prefeituras de cidades pequenas, dispostas a gastar para ter durante duas semanas um clube tradicional em seu território, movimentando a região.

Por fim, a estrutura completa dentro de casa. Alguns clubes, mesmo com centros de treinamento bem equipados, optam pela viagem. Mas boa parte das agremiações acaba ficando no próprio CT, ainda mais se o tempo for maior que o plano básico do futebol.

Em quase todos os casos são disputadas partidas sem apelo, o chamado “jogo-treino”, para soltar mais a musculatura e desenvolver o ímpeto para a longa temporada.

Na sua opinião, qual é o melhor modelo para uma pré-temporada, levando em consideração o tempo e a relação custo/benefício?

Entre os grandes clubes do estado, um ponto positivo. Bons gramados nos três casos.

Náutico
Local: Centro de Treinamento da Guabiraba, na região metropolitana
Distância dos Aflitos: 15 quilômetros
Período: 25 dias, de 4 a 28 de janeiro

Santa Cruz
Local: Estádio Municipal de Sairé, no Agreste de Pernambuco
Distância do Arruda: 141 quilômetros
Período: 10 dias, de 7 a 16 de janeiro

Sport
Local: Centro de Treinamento do Corinthians Alagoano, em Maceió
Distância da Ilha do Retiro: 265 quilômetros
Período: 12 dias, de 6 a 17 de janeiro

O profissionalismo reticente nos dirigentes em Pernambuco

Diretor remunerado do Náutico em 2013, Daniel Freitas. Foto: Yuri Lira/DP/D.A Press

Superintendente, diretor executivo ou gerente de futebol.

Tanto faz a nomenclatura oficial, uma vez que a função na prática é quase a mesma.

Em comum, a remuneração para o dirigente profissional, um método tratado ainda como tabu no futebol pernambucano, sempre reticente a esse modelo de gestão.

Antes do novo nome no “mercado” local, um breve histórico.

No contracheque, o salário equivale ao de um diretor de uma grande empresa. Nos bastidores, de R$ 20 mil a R$ 50 mil. No Sudeste há quem ganhe R$ 100 mil.

A estrutura recifense viu o primeiro diretor remunerado em 1999, no Sport, com a chegada de Rudy Machado. O dirigente paulista ficou menos de um ano.

Trabalhou no Brasileirão, trazendo dois reforços que sequer foram titulares. Com o Leão na lanterna, a direção optou por enxugar a folha. Rudy encabeçou a lista.

De agosto de 2011 a 6 de dezembro de 2012, a segunda tentativa, com Cícero Souza. Consciente de que era um estranho no ninho, o gaúcho também acabou dispensado.

Cícero Souza, diretor remunerado do Sport de 2011 a 2012. Foto: Sport/divulgação

No Arruda, o Santa Cruz já contou com um dos maiores nomes do país, José Carlos Brunoro, protagonista da vitoriosa co-gestão Palmeiras/Parmalat de 1992 a 1997.

Além de Brunoro, com rápida passagem no Tricolor em 2001, o clube teve Joel Zanata, Galante, Antônio Capella e Raimundo Queiroz, sempre com períodos curtos.

A saída de Queiroz, o último nome no Arruda, aconteceu após uma eliminação na Série D, em 13 de setembro de 2010. Nota-se que o resultado de um torneio acaba sendo primordial para a continuidade do diretor profissional na mesa de articulações.

Por outro lado, o Náutico é o clube da capital com o histórico mais recente, quase sempre com um gestor profissional ligado ao presidente, com Sangaletti (2008), Gustavo Mendes (2011), Carlos Kila (2012) e agora Daniel Freitas (2013), que estava no Vasco.

Ao todo, 5 tricolores, 4 alvirrubros e 2 rubro-negros. Onze nomes em quinze anos.

Em quase todos os casos os dirigentes tradicionais justificaram o fiasco da ação por causa da “falta de experiência” no futebol pernambucano. Qual é a sua opinião?

Raimundo Queiroz, diretor de futebol remunerado do Santa Cruz em 2010. Foto: Nando Chiappetta/Esp.DP/D.A Press

O início da preparação para a nova e puxada temporada

Calendário de 2013

Com quatro competições marcadas, o trio do Recife terá uma agenda apertada em 2013.

Vários jogadores chegarão e outros tantos vão sair até o fim do ano. Considerando o planejamento executado até o momento, opine sobre o trabalho no seu clube.

O calendário dos grandes clubes do estado irá de 41 a 82 partidas oficiais no ano. A montagem do elenco atual será definitiva, com reforços pontuais, ou haverá reviravolta antes do Brasileiro, focado no segundo semestre? Planejamente, antes de tudo.

Náutico – Pernambucano, Copa do Brasil, Série A e Copa Sul-americana (a confirmar).
Mínimo: 65 jogos. Máximo: 80 jogos

Santa Cruz – Copa do Nordeste, Pernambucano, Copa do Brasil e Série C.
Mínimo: 41 jogos. Máximo: 68 jogos

Sport – Copa do Nordeste, Pernambucano, Copa do Brasil e Série B*
Mínimo: 61 jogos. Máximo: 82 jogos

No Estadual jogará mais quem disputar a fase do descenso. Pois é. Se for o Náutico, seriam 26 jogos. Se for às finais, 24. Com Santa e Sport, 18 e 15, respectivamente.

Nordestão: 20 de janeiro a 17 de março – de 6 a 12 datas
Pernambucano: 20 de janeiro a 19 de maio – de 15 a 26 datas
Copa do Brasil: 3 de abril a 27 de novembro – de 2 a 14 datas
Série A: 26 de maio a 8 de dezembro – 38 datas
Série B: 25 de maio a 30 de novembro – 38 datas
Série C: 02 de junho a 24 de novembro – de 18 a 24 datas
Copa Sul-americana: 14 de agosto a 11 de dezembro – de 2 a 10 datas

* O Sport tem chance de participar da Sul-americana. A princípio, irrisória.

O que você está achando da preparação do seu time para o início da temporada 2013?

  • Sport - Bom (27%, 257 Votes)
  • Náutico - Bom (24%, 234 Votes)
  • Sport - Regular (16%, 152 Votes)
  • Santa Cruz - Regular (8%, 80 Votes)
  • Santa Cruz - Bom (8%, 77 Votes)
  • Sport - Ruim (7%, 65 Votes)
  • Santa Cruz - Ruim (5%, 51 Votes)
  • Náutico - Regular (3%, 32 Votes)
  • Náutico - Ruim (2%, 18 Votes)

Total Voters: 965

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