62 campos de várzea em reforma até 2018

Campo de várzea no Jiquiá, em 2011. Foto: Ricardo Fernandes/DP/D.A Press

Um convênio entre a Prefeitura do Recife e a Federação Pernambucana de Futebol irá revitalizar 62 campos de várzea espalhados na capital até 2018.

O acordo, com orçamento municipal, gira em torno de R$ 800 mil, com a reforma elaborada em três fases. O investimento de cada campo de terra batida dependerá do estado de conservação dos locais onde são realizadas as partidas dos campeonatos abertos da FPF, com o envolvimento de sete mil atletas amadores do estado.

“Dividimos os campos em categorias. Alguns precisam de mais ajustes do que outros. Queremos que o futebol se espalhe em toda a cidade com as condições básicas”, disse ao blog o presidente da FPF, Evandro Carvalho.

O programa já foi iniciado em doze campos de pelada, incluindo o Campo da Cacique, na comunidade do Cardoso, na Madalena. Como será feito por lá lá, o processo máximo segue da seguinte forma…

1) Acessibilidade/Segurança
Consiste na colocação de alambrados ao redor do campo e de telas atrás das barras, além de entradas para o público geral.

2) Vestiário e água
A existência de um vestiário é o mínimo necessário para que o campo tenha condições básicas receber as partidas dos campeonatos amadores.

3) Sisema de iluminação
A colocação de refletores é a última e mais cara fase. Deverá ser feito em poucos campos, só naqueles que já atendam aos dois primeiros critérios.

Campo de várzea na Campina do Barreto, em 2010. Foto: Helder Tavares/DP/D.A Press

As dez perguntas selecionadas para o presidente da FPF após três anos de mandato

Pergunte ao presidente da FPF. Crédito: FPF/divulgação

O presidente da FPF, Evandro Carvalho, respondeu dez perguntas enviadas por torcedores ao site oficial. Os questionamentos foram devidamente selecionadas pela assessoria de imprensa da federação. No ar, nenhuma sobre a polêmica eleição da entidade.

No vídeo com 13 minutos de duração, marcando os três anos do dirigente à frente da federação, Evandro comentou sobre futebol do interior, futebol de várzea, torneio de regional de juniores, mudança no regulamento Estadual, etc.

No post, o vídeo completo. Abaixo, um breve resumo de cada pergunta.

1º) O que pode ser feito para viabilizar o calendário para os times do interior no segundo semestre?
Aumento de torneios intermunicipais, entre seleções municipais e entre clubes amadores, com até 50 equipes envolvidas.

2º) Como a FPF ajuda os clubes a se estruturarem mais e a se tornarem mais profissionais?
Entrega de certificados de clubes formadores e melhoras em estádios do interior.

3º) Qual é a importância de ter um clube do estado na Série A?
É fundamental porque propicia uma alavancagem de pelo menos R$ 30 milhões.

4º) Há algum projeto para o Estadual com 12 times com todos se enfrentando?
No atual cronograma nacional, é impossível. É preciso adotar o modelo de classificação por fase.

5º) A FPF poderá apoiar o América na disputa da Copa SP Sub 20 de 2015?
O América, semifinalista do Estadual júnior, disputará o Nordestão da categoria. Na Copa SP, só existem três vagas.

6º) O que vem sendo feito em relação aos campeonatos de várzea?
A FPF fez um convênio com a Prefeitura do Recife, no valor de R$ 800 mil, para revitalizar 62 campos.

7º) Como está a o Campo do Cacique, no bairro da Madalena?
É um dos 12 campos de várzea em obras. A ação será retomada em novembro.

8º) Algum dia o Campeonato Pernambucano poderá ser disputado em grupos?
Segundo Evandro Carvalho, somente se os clubes indicarem no conselho arbitral da edição de 2015, em outubro.

9º) A FPF poderá retomar algum dia a Copa Pernambuco, valendo vaga na Série D ou mesmo na Copa do Brasil?
Segundo ele, foi assim na Taça Miguel Arraes de 2014 (primeiro turno). O 1º turno poderá ser rebatizado para Copa Pernambuco, com vaga na Série D.

10º) No início do mandato, houve a promessa de um torneio como a Copa SP…
Segundo a FPF, foi criada agora, com a Copa Nordeste Sub 20, com dez anos no estado, sendo 7 equipes de Pernambuco e 13 dos demais estados.

Os patrocinadores das ligas nacionais das Américas, com a força bancária no país

Patrocinadores da Série A em 2014. Crédito: paladarnegro.net

Os bancos dominam as principais cotas de patrocínio do Brasileirão.

Dos vinte clubes desta temporada, doze contam com bancos como patrocinador master. São oito com a Caixa Econômica Federal, dois (mineiros) com o BMG e dois (gaúchos) com o Banrisul.

Considerando as sete principais ligas nacionais de futebol das Américas, este é o maior índice de um segmento de patrocínio na elite.

Nessa lista está o Sport, cujo contrato de R$ 6 milhões/ano começou a vigorar em 2014. Se agora a Caixa domina o cenário, em 2011 era o BMG, que chegou a ter dez clubes na Série A. O que não muda a predominância recente do setor.

O ramo bancário alcança também o segundo maior índice, registrado na vizinha Argentina, com oito clubes distribuídos em seis agências diferentes.

O levantamento do site Paladar Negro mostra uma clara influência econômica e social de cada país nos acordos com investidores. O mercado mais diversificado no quesito é o México, com dez tipos entre os 18 times participantes.

Confira a lista completa de patrocinadores das ligas americanas aqui.

Os patrocinadores das principais ligas de futebol da América. Crédito: paladarnegro.net

Podcast 45 minutos (57º) – Derrotas em Sampa e Natal e empate em São Lourenço

Uma rodada sem derrotas no Campeonato Brasileiro para os grandes clubes do Recife. Em São Lourenço, o Náutico ficou no empate com o Bragantino. Também pela segundona, o Santa caiu em Natal diante do ABC. Na elite, revés do Sport contra o São Paulo. Tudo isso – além do polêmico corte do lateral Maicon na Seleção – está na nova edição do 45 minutos.

O 57º podcast teve 1h34min de gravação. Estou na discussão com Celso Ishigami, Fred Figueiroa, João de Andrade Neto e Rafael Brasileiro.

Ouça agora ou quando quiser!

Primeiro turno do Brasileirão 2006-2014

Confira a classificação do primeiro turno em todas as edições da Série A com o formato atual, por pontos corridos e 20 clubes participantes. No embalo, a condição necessária para escapar do rebaixamento, num objetivo onipresente para os representantes pernambucanos.

2014 – O Cruzeiro manteve o ritmo da vitoriosa temporada passada, acima dos 40 pontos. A Raposa teve 75,4% de aproveitamento, com sete pontos à frente do segundo colocado. Terceiro ano consecutivo com o líder do Campeonato Brasileiro acima dos 70%.

16º lugar na 19ª rodada: 18 pontos, 31,5% e nenhum ponto de vantagem

Primeiro turno do Brasileirão de 2014. Crédito: ogol.com.br

2013 – Mais uma arrancada mineira no primeiro turno. Em vez do Galo, a Raposa. O Cruzeiro teve 70,1% de apoveitamento, com dez pontos de vantagem sobre o primeiro time fora da zona de classificação à Libertadores.

Da zona de rebaixamento na 19ª rodada, apenas um escapou do descenso, o São Paulo. Entrou outro time tradicional do eixo Rio-SP, o Vasco.

16º lugar na 19ª rodada: 18 pontos, 31,5% e nenhum ponto de vantagem
16º lugar na 38ª rodada: 45 pontos, 39,4% e 1 ponto de vantagem

Primeiro turno do Brasileirão de 2013. Crédito: ogol.com.br

2012 - O Atlético-MG conseguiu o maior aproveitamento da história no primeiro turno, com 75,4% dos pontos. Ainda assim, perdeu mais que o vice-líder Flu.

Da zona de rebaixamento na 19ª rodada, todos os quatro integrantes acabaram descendo à Série B após o returno.

16º lugar na 19ª rodada: 17 pontos, 29,8% e 1 ponto de vantagem
16º lugar na 38ª rodada: 45 pontos, 39,4% e 4 pontos de vantagem

Primeiro turno do Brasileirão de 2012. Crédito: ogol.com.br

2011 – Líder isolado, o Corinthians teve 64,9% de aproveitamento no primeiro turno. Mesmo caindo para 62,2%, o Timão ficou com o título nacional.

Da zona de rebaixamento na 19ª rodada, apenas o Atlético Mineiro conseguiu escapar da degola, somando 30 pontos no returno.

16º lugar na 19ª rodada: 20 pontos, 35,0% e 2 pontos de vantagem
16º lugar na 38ª rodada: 43 pontos, 37,7% e 2 pontos de vantagem

Primeiro turno do Brasileirão de 2011. Crédito: ogol.com.br

2010 – O desempenho do Fluminense, líder do primeiro turno, foi de 66,6%. Ao fim da competição, o Flu caiu para 62,2%, mas conquistou o título.

Da zona de rebaixamento na 19ª rodada, escaparam Atlético-MG e Atlético-GO, que somaram no returno 28 e 25 pontos, respectivamente.

16º lugar na 19ª rodada: 20 pontos, 35,0% e 3 pontos de vantagem
16º lugar na 38ª rodada: 42 pontos, 36,8% e nenhum ponto de vantagem

Primeiro turno do Brasileirão de 2010. Crédito: ogol.com.br

2009 – O aproveitamento do líder Inter, de 64,9%, caiu para 57,0%. Acabou sendo ultrapassado pelo Flamengo, que evoluiu de 50,8% para 58,7%.

Da zona de rebaixamento na 19ª rodada, somente o Fluminense conseguiu escapar, somando 31 pontos no returno.

16º lugar na 19ª rodada: 19 pontos, 33,3% e 1 ponto de vantagem
16º lugar na 38ª rodada: 46 pontos, 40,3% e 1 ponto de vantagem

Primeiro turno do Brasileirão de 2009. Crédito: ogol.com.br

2008 – O aproveitamento do Grêmio, líder do 1º turno foi 71,9%. No fim, caiu para 63,1%. acabou ultrapassado pelo São Paulo, tricampeão, que passou de 57,8% para 65,7%.

Da zona de rebaixamento na 19ª rodada, escaparam Santos e Fluminense, que somaram no returno 28 e 29 pontos, respectivamente.

16º lugar na 19ª rodada: 20 pontos, 35,0% e 1 ponto de vantagem
16º lugar na 38ª rodada: 44 pontos, 38,5% e nenhum ponto de vantagem

Primeiro turno do Brasileirão de 2008. Crédito: ogol.com.br

2007 – O aproveitamento do líder São Paulo, que era de 70,1%, caiu para 67,5%. Ainda assim, o Tricolor manteve o primeiro lugar.

Da zona de rebaixamento na 19ª rodada, escaparam Atlético Paranaense e Náutico, que somaram no returno 32 e 29 pontos, respectivamente.

16º lugar na 19ª rodada: 24 pontos, 42,1% e 2 pontos de vantagem
16º lugar na 38ª rodada: 45 pontos, 39,4% e 1 ponto de vantagem

Primeiro turno do Brasileirão de 2007. Crédito: ogol.com.br

2006 – O aproveitamento do líder São Paulo , de 66,6% no primeiro turno, subiu para 68,4% após 38 rodadas. Foi o campeão.

Da zona de rebaixamento na 19ª rodada, escaparam Goiás e Corinthians, que somaram no returno 34 e 33 pontos, respectivamente.

16º lugar na 19ª rodada: 21 pontos, 36,8% e nenhum ponto de vantagem
16º lugar na 38ª rodada: 44 pontos, 38,5% e 5 pontos de vantagem

Primeiro turno do Brasileirão de 2006. Crédito: ogol.com.br

Todos os turnos dos pernambucanos na elite nacional, sempre distantes dos troféus Osmar Santos e João Saldanha

Troféus Osmar Santos (primeiro turno) e João Saldanha (segundo turno) da Série A, oferecidos pelo jornal Lance!. Crédito: montagem de Cassio Zirpoli com fotos de Leo Santana

Os turnos do Campeonato Brasileiro têm nome. Ao campeão do 1º turno, o Troféu Osmar Santos. Ao ganhador do 2º turno, o Troféu João Saldanha. As premiações especiais, com 22 centímetros de altura, foram criadas pelo artista plástico Léo Santana e oferecidas pelo diário esportivo Lance!.

As duas peças nunca chegaram nem perto do futebol pernambucano…

A 8ª colocação do Sport no primeiro turno de 2014 foi também o melhor rendimento de um representante local na primeira metade da elite. Tanto na posição quanto nos pontos ganhos. A maior pontuação até então havia sido 27, em duas oportunidades, ambas com o Leão, em 2007 e 2008.

No entanto, o revés na 19ª rodada, diante do São Paulo, impediu o Rubro-negro de estabelecer o melhor campanha geral (turno ou returno), em relação à soma de pontos. Em 2007, numa recuperação impressionante, com cinco vitórias consecutivas, o Náutico encerrou o segundo turno em 8º lugar, mas somou 29 pontos, com direito à maior marca de gols assinalados (38).

Abaixo, todas as campanhas dos representantes recifenses na Série A na era dos pontos corridos. No número de participações são 10 turnos do Náutico, 9 do Sport e 2 do Santa Cruz. Das 21 campanhas, em apenas 5 os pernambucanos ficaram na parte de cima da tabela. Por outro lado, foram 6 lanternas.

Desempenho dos clubes pernambucanos no 1º turno do Campeonato Brasileiro, na era dos pontos corridos (2006-2014)

Desempenho dos clubes pernambucanos no 2º turno do Campeonato Brasileiro, na era dos pontos corridos (2006-2014)

São Paulo amplia a estatística sobre o Sport em Sampa: 16 vitórias em 16 jogos

Série A 2014, 19ª rodada: São Paulo x Sport. Foto: MAURO HORITA/AGIF/ESTADÃO CONTEÚDO

Com Kaká, Ganso, Pato e Kardec em campo, o São Paulo tinha quatro vitórias em quatro jogos. Nesta tarde, outra vez o quarteto pôde atuar junto.

Com facilidade, o Tricolor envolveu o Sport no Morumbi. Venceu por 2 x 0 com folga, controlando a bola durante todo o segundo tempo. Ao Leão, a dura estatística de 16 jogos e 16 derrotas contra o adversário na capital paulista.

O Tricolor não demorou a abrir o placar neste domingo , após o cruzamento de Kardec após uma triangulação com Paulo Henrique Ganso. Rithley marcou contra. Eram só cinco minutos, mas já estava claro que era jogo de um time só. O mandante, aliás, chegou a ter 65% de posse. Com a bola e jogando pra cima.

A única chance real do time pernambucano foi aos 24, com Neto Baiano, num rebote, chutando por cima. Ele estava na pequena área! Houve um leve desvio. No escanteio, o segundo gol do São Paulo. Isso mesmo.

Ibson cobrou muito mal e o São Paulo armou um belíssimo contragolpe a partir dos pés de Kaká, cérebro da equipe. Bola de pé em pé, até Pato ampliar.

No segundo tempo, técnica e taticamente bem à frente, o São Paulo reduziu o ritmo. Paralelamente a isso, imperou a falta de vontade de chutar no lado rubro-negro (exceto Neto Baiano, esse sem direção). Haja falta de confiança.

Assim, a história do Sport no primeiro turno da Série A foi encerrada, com o time em 8º lugar. Uma boa campanha, sem dúvida alguma. Contudo, em alguns jogos não parece que é o mesmo Sport que somou esses pontos…

Série A 2014, 19ª rodada: São Paulo 2x0 Sport. Foto: MRubens Chiri / saopaulofc.net

A 20ª classificação da Segundona 2014

Classificação da Série B 2014, na 20ª rodada. Crédito: Superesportes

Uma rodada fraca para Pernambuco, com um ponto em dois jogos. Com o empate sem gols com o Bragantino, em São Lourenço da Mata, o Náutico segue na parte de cima da tabela, em 10º. Derrotado pelo ABC em Natal, o Tricolor – ainda com um jogo a menos – vem em 12º. Ambos na zona intermediária, e com a segundona já afunilando…

Na próxima terça-feira teremos rodada cheia, com todos os dez jogos da rodada na mesma noite.

No G4, dois catarinenses, um cearense e um carioca.

A 21ª rodada dos representantes pernambucanos
09/09 – Santa Cruz x Portuguesa (19h30)
09/09 – Vila Nova x Náutico (19h30)

A tabela segue incompleta. Na 16ª rodada, devido à morte do ex-governador de Pernambuco, Santa x Bragantino foi adiado – e ainda sem data.

Um vacilo no começo de cada tempo e a queda coral nas Dunas

Série B 2014, 20ª rodada: ABC 2x1 Santa Cruz. Foto: FRANKIE MARCONE/FUTURA PRESS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

O Santa Cruz encarou um ABC bem motivado por sua melhor campanha na Copa do Brasil, e que mostrou futebol para justificar isso. A presença nas quartas de final, por sinal, ainda é algo inédito para o próprio Tricolor.

Sem meia Carlos Alberto, o time pernambucano encontrou dificuldade na criação neste sábado, na Arena das Dunas. Antes, se viu bastante pressionado durante boa parte do jogo. O revés por 2 x 1 saiu no começo dos dois tempos.

Tiago Cardoso fez uma defesaça logo no comecinho da tarde, no início pressão potiguar, que resultaria em gol aos 5 minutos, num chute de Somália. Nas palavras do próprio Sérgio Guedes, o Santa Cruz só começou a “jogar” por volta dos 20 minutos. Nada demais, mas ao menos conseguiu organizar melhor o jogo, evitando a ligação direta.

Na largada da etapa final, quase o cenário. Outro gol do ABC nos primeiros lances, desta vez aos 4, num chute forte de Suelinton. O gol reduziu bastante a chance de reação. Porém, num chute cruzado, Gamalho até diminuiu aos 27.

Seriam quase vinte minutos de pressão, certo? Não. Faltou futebol. Ao Santa, claro. E o olhe que o ABC ainda perdeu um pênalti, numa defesa de Tiago Cardoso num chute de DM9. Muito pouco.

Série B 2014, 20ª rodada: ABC 2x1 Santa Cruz. Foto: FRANKIE MARCONE/FUTURA PRESS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

Reação alvirrubra na arena para no Braga

Série B 2014, 20ª rodada: Náutico x Bragantino. Foto: Marlon Costa/FPF

A missão alvirrubra era dar sequência aos bons resultados recentes na Arena Pernambuco. O sábado poderia marcar o terceiro resultado positivo consecutivo no estádio, tirando aquela “inhaca”.

Diante de um algoz na Série B, o Náutico acabou tendo que se contentar com um empate em 0 x 0.

O Timbu tentou forçar pelos lados, sobretudo com Cañete e Crislan. Aos poucos, o Bragantino mostrou porque lutou o quanto pôde contra o Corinthians nas oitavas de final da Copa do Brasil. Equilibrou as ações, diminuindo o ímpeto timbu, já preocupado em ceder contragolpes.

Após um primeiro tempo em branco, o Braga voltou bem mais perigoso. Criou de cara duas ótimas oportunidades para abrir o placar. Parou em Júlio César. Foi conduzido pelo volante Geandro. Enquanto isso, a torcida alvirrubra – novamente presente em bom número, com 10.165 torcedores – começou a ficar impaciente.

O Timbu ainda teve um gol corretamente anulado por impedimento. Por sinal, seriam mais de 20 minutos de empenho, mas já sem uma aplicação tática. Nada de gols nesta tarde em São Lourenço.

Agora, pela Segundona, o retrospecto aponta sete jogos, com duas vitórias do time paulista, cinco empates e nenhuma vitória pernambucana.

Série B 2014, 20ª rodada: Náutico x Bragantino. Foto: Marlon Costa/FPF