Santa Cruz reestreia na Série A goleando o Vitória, em uma manhã de celebração

Série A 2016, 1ª rodada: Santa Cruz x Vitória. Foto: Antônio Melcop/Santa Cruz

Foram dois domingos consecutivos levantando taça. No domingo seguinte, celebrando a vitoriosa arrancada, a (re)estreia no Brasileirão. Uma partida aguardada há dez anos. O horário seria incomum, sobretudo no Nordeste, 11h. O povão foi lá com o sol na cabeça, apesar da trégua de algumas nuvens. Em campo, o Santa largou muito bem. Teve como personagem um dos símbolos deste momento, Grafite. Aos 37 anos, abriu o caminho para a goleada por 4 x 1 sobre o Vitória. Marcou duas vezes no primeiro tempo, com muito recurso.

O atacante começou se movimentando pouco, mas bastaria uma chance (e seriam duas). Aos 28, foi lançado, driblou um adversário, colocou a bola entre as pernas de Victor Ramos e concluiu com categoria. Aos 45, cabeceou firme. Ter um atacante com intimidade com o gol é algo básico no futebol. Antes de a bola rolar, o camisa 23 havia estipulado uma meta nesta Série A: 15 gols. Um número respeitável, pois de 2006 a 2015, com 38 rodadas, os artilheiros variaram de 17 a 23 gols. Portanto, o Grafa já começa com ótimo rendimento. Faltam treze.

Quanto ao restante do time, a formação de Milton Mendes segue compacta, ritmada. A ponto de a goleada sair após a saída do craque. Kieza descontou a dez minutos do fim, mas a reação foi imediata, via contragolpes, com o estreante Fernando Gabriel aproveitando o escorregão do zagueiro e Keno convertendo o pênalti sofrido por ele mesmo. Manhã excepcional. Reconhecimento também a Tiago Cardoso, presente (e decisivo) desde a Série D. Agora, fica a expectativa para algum reforço tarimbado para azeitar a campanha. Hoje, a permanência é o primeiro objetivo. Largar com uma vitória tranquila ajuda bastante.

Série A 2016, 1ª rodada: Santa Cruz x Vitória. Foto: Antônio Melcop/Santa Cruz

A 1ª classificação da Segundona 2016

A classificação da Série B 2016 após 1 rodada. Crédito: Superesportes

Campeão carioca invicto, o Vasco entrou na Série B, a terceira de sua história, com a obrigação de subir como campeão. Afinal, só de cota da televisão receberá R$ 100 milhões, com 17 adversários ganhando R$ 5 milhões cada. Disparidade enorme, vista já na estreia. Em São Luís, o cruz-maltino atropelou o Sampaio Corrêa, 4 x 0, com três gols de Nenê, o principal nome da competição.

Enquanto isso, o Náutico foi derrotado na estreia, em Santa Catarina, aparecendo em 15º lugar na primeira atualização da classificação. Outra curiosidade na rodada ocorreu logo na abertura, na noite de sexta-feira, com três vitórias goianas (Vila Nova, Goiás e Atlético).

No G4, um carioca, um goiano, um gaúcho e um baiano.

A 2ª rodada do representante pernambucano
17/05 (21h30) – Náutico x Vila Nova (Arena Pernambuco)

Sem pontaria, Náutico perde em Criciúma com gol impedido. Sem precisar de replay

Série B 2016, 1ª rodada: Criciúma 1x0 Náutico. Foto: Fernando Ribeiro/Futura Press/Folhapress

A arrancada do Náutico na Série B de 2015 foi espetacular, com cinco vitórias e um empate. Pela tabela, não seria fácil repetir o desempenho em 2016. Mas da forma como aconteceu a derrota na estreia, o alvirrubro tem bastante a se lamentar. Começando pela falta de pontaria, com Rafael Coelho sendo um caso à parte. A chance perdida aos 19 minutos, embaixo da barra, fez muita falta.

A outra queixa é além da equipe, com um impedimento clamoroso não assinalado no lance decisivo da tarde no Heriberto Hülse. Gustavo concluiu um cruzamento da direita, aos 6 da etapa completamente, bem adiantado. Nem precisou de replay. Além da vantagem de 1 x 0, que seria definitiva, o lance acabou desestabilizando visitante, completamente acuado. Com mudanças pontuais, o Criciúma fez o básico para largar com três pontos no Brasileiro.

Quanto ao Náutico, o tempo de lamentação é curtíssimo, com o próximo jogo já na terça-feira, retomando a tradicional agenda da segundona. Na Arena, o técnico Alexandre Gallo já poderá contar com os primeiros reforços, como Maylson. Se tem algo que o time aprendeu no último ano, quando ficou a dois pontinhos do acesso, é que a recuperação precisa ser imediata. Numa Série B com Vasco, Bahia e Goiás não haverá espaço para má fase.

Série B 2016, 1ª rodada: Criciúma x Náutico. Foto: Jota Eder/Rádio Eldorado de Criciúma (@jotaeder)

Sport perde do Flamengo na estreia com limitação técnica e arbitragem polêmica

Série A 2016, 1ª rodada, Flamengo 1x0 Sport (gol de Everton). Foto: Gilvan de Souza/Flamengo

As carências técnicas do Sport são conhecidas. Até pelos adversários, claro. Ofensivamente, isso vai muito além de um goleador gabaritado. Falta o básico, chutar a gol. Na estreia do Brasileirão, contra o Flamengo, o time pernambucano finalizou apenas uma vez. Uma falta cobrada por Diego Souza, de longe. Defesa firme de Paulo Victor. Levando em conta que os leoninos já perdiam desde os quatro minutos, após Everton escorar um cruzamento rasteiro, gerado por um corte mal feito de Durval, seria mesmo difícil empatar o jogo em Volta Redonda.

Além da carência técnica, também pesou o contexto do sábado. A arbitragem de Marcelo Aparecido foi desastrosa. Nos seus pequenos detalhes, a atuação ruim do Sport tornou-se irreversível. Após a clássica sonolência inicial, o time melhorou e até passou a ter posse de bola, usando a ponta esquerda – na direita, Lenis teve uma atuação lamentável, marcado facilmente, até sozinho. Em uma troca de passes na área, o camisa 87 tocou para Vinícius Araújo, que driblou o goleiro e marcou. Gol anulado por impedimento, bem duvidoso.

Na sequência, Diego sofreu uma falta rente à área, cometida por Juan. Segue o jogo, com amarelo para o meia. Na retomada, o Sport perdeu Rithely com 30 segundos após uma entrada imprudente. Não para um vermelho direto. A partir dali, a limitação já estava multiplicada, sem força, padrão tático e ânimo para evitar o revés, 1 x 0 – enxuto porque Guerrero, Sheik e Cirino seguem longe do ideal. No próximo domingo, o ataque estará no olho do furacão. Sem Rithely, a marcação também. Algo se salvou? A volta de Magrão, com três boas defesas.

Série A 2016, 1ª rodada, Flamengo 1x0 Sport (único chute do Leão). Foto: Gilvan de Souza/Flamengo

Arruda com novos acessos. A primeira ação para retomar a capacidade de 60.044

Setorização do Arruda na Série A 2016. Crédito: Santa Cruz/twitter (@scfc_oficial)

O Santa Cruz está de volta à Série A após uma década. A expectativa (nacional) é grande quanto à presença do povão no Arruda, no embalo da saga de reconstrução e dos dois títulos já alcançados em 2016. Entendendo o “fator casa” como preponderante para uma campanha segura no Campeonato Brasileiro, a direção estipulou ingressos a partir de R$ 10 (anel superior) e R$ 30 (inferior) para a estreia contra o Vitória. Com a demanda na arquibancada inferior, novos portões estão sendo abertos, tudo para evitar o gargalo.

O primeiro foi o 7, na Rua Petronila Botelho. Outros quatro devem ser abertos em breve. Segundo o clube, “novos portões estão sendo construídos para garantir mais conforto e segurança”. Com os novos acessos, o clube busca atender, também, às exigências de segurança do Corpo de Bombeiros, que reduziu a capacidade máxima de 60.044 espectadores para 50.582, segundo atestado de 25 de setembro de 2015. Ter um estádio aberto para até 60 mil pessoas, na elite, é um objetivo claro no Santa Cruz…

Em 20 participações no Brasileirão, a média tricolor é de 14.757 torcedores.

Confira a setorização do Arruda, segundo o laudo dos bombeiros, clicando aqui.

Setorização do Arruda na Série A 2016. Crédito: Santa Cruz/twitter (@scfc_oficial)

As projeções da Globo, ESPN e Lance! sobre os 20 clubes da Série A de 2016

Os 20 clubes da Série A 2016. Crédito: CBF/site oficial

O Campeonato Brasileiro de 2016 será a 11ª edição com o mesmo formato, com pontos corridos e vinte participantes. Desta vez com os dois clubes mais populares de Pernambuco. Sobre o início da competição, fica a expectativa sobre o desempenho de cada um ao longo de 380 jogos. Quem começa como favorito ao título? E às vagas para a Taça Libertadores? Ao rebaixamento também, naturalmente. Trata-se de uma pauta tradicional nos guias anuais, com veículos nacionais avaliando as chances de todos os clubes, com critérios bem distintos. O blog compilou três listas, do portal globoesporte, do canal ESPN e do jornal Lance!, todos abertos. Santa Cruz (11º, 13º e 12º) e Sport (16º, 11º e 15º) ficariam em posições intermediárias, se mantendo na elite em 2017.

Campeão – Atlético-MG (2 projeções) e Palmeiras (1)
G4 – Atlético-MG (3), Palmeiras (3), Corinthians (3), Santos (2) e São Paulo (1)
Z4 – Ponte Preta (3), Figueirense (3), Coritiba (3), América-MG (2) e Vitória (1)

Globoesporte.com
A avaliação produzida pela equipe do globoesporte conta com seis categorias: elenco (peso 3), retrospecto (2), finanças (2), momento (2), fator casa (1) e foco na competição (1). Cada tópico recebe de 1 a 5 estrelas, com pontuação máxima de 55. Campeão regional e estadual, o Santa aparece em 11º, cotado para uma campanha segura. Em 16º, o Sport corre risco de queda.

1º) Atlético-MG 41
2º) Corinthians 38
3º) Palmeiras 37
4º) Santos 37
5º) São Paulo 37
6º) Fluminense 35
7º) Cruzeiro 34
8º) Grêmio 34
9º) Inter 34
10º) Flamengo 32
11º) Santa Cruz 29
12º) Vitória 29
13º) Atlético-PR 28
14º) Botafogo 27
15º) Chapecoense 27
16º) Sport 27
17º) América-MG 25
18º) Coritiba 24
19º) Ponte Preta 24
20º) Figueirense 23

ESPN Brasil
A projeção contou com onze jornalistas, incluindo profissionais da emissora e do site. A avaliação dos clubes aconteceu com cada um dando 20 pontos para o campeão, 19 para o vice, 18 para o 3º lugar e assim sucessivamente, até o lanterna, com apenas 1. A soma das opiniões resultou na avaliação de cada time, com pontuação máxima de 220 e mínima de 11. Sport (11º) e Santa (13º) ficariam na zona intermediária.

1º) Palmeiras 210
2º) Atlético-MG 208
3º) Corinthians 199
4º) São Paulo 175
5º) Grêmio 174
6º) Inter 157
7º) Flamengo 155
8º) Fluminense 142
9º) Santos 134
10º) Cruzeiro 132
11º) Sport 104
12º) Atlético-PR
13º) Santa Cruz 91
14º) Chapecoense 83
15º) Vitória 62
16º) Botafogo 55
17º) América-MG 42
18º) Coritiba 38
19º) Ponte Preta 35
20º) Figueirense 17

Lance!
O jornal estipulou sete categorias (goleiro, defesa, laterais, meio-campo, ataque, técnico e fator casa), conferindo de 1 a 5 estrelas em cada item. Ou seja, uma pontuação máxima de 35 estrelas. Ao todo, 14 jornalistas participaram. Nesta visão, o Santa faria uma campanha sem sustos, em 11º, enquanto o Sport larga com algum risco, com a 15ª avaliação da competição.

1º) Atlético-MG 29,5
2º) Corinthians 28,5
3º) Santos 27,5
4º) Palmeiras 26,5
5º) São Paulo 25,0
6º) Inter 24,0
7º) Grêmio 24,0
8º) Flamengo 23,5
9º) Atlético-PR 23,5
10º) Cruzeiro 22,5
11º) Fluminense 22,0
12º) Santa Cruz 21,5
13º) Botafogo 21,0
14º) América-MG 21,0
15º) Sport 20,5
16º) Chapecoense 20,0
17º) Ponte Preta 20,0
18º) Coritiba 19,5
19º) Figueirense 17,0
20º) Vitória 17,0

Sport faz um novo contrato com a Globo, agora até 2024. Mais luvas milionárias

Rede Globo e Sport

Em menos de um ano, o Sport firmou dois contratos com a Rede Globo. O primeiro acordo sobre a venda dos direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro iria até 2020. Agora, uma ampliação até 2024. Com bônus. O presidente leonino, João Humberto Martorelli, anunciara em fevereiro o primeiro prolongamento da parceria, sucedendo o contrato vigente, até 2018. Segundo o dirigente, contrariando notícias da imprensa paulista, a cota teria subido para o futuro período. O balanço financeiro de 2015, divulgado em abril, trouxe o valor das luvas, R$ 18 milhões – dinheiro ainda intacto. Em entrevista ao 45 minutos, ele revelou a nova extensão, a mesma dos demais clubes procurados.

Esse era o “plano” de Martorelli, que ao fechar por dois anos quis assegurar um futuro parcial e analisar o “mercado”, que esquentou após o Esporte Interativo angariar, até 2024, Santos, Inter e Bahia. Novamente procurado pela emissora carioca, os rubro-negros ampliaram o acordo – de tevês aberta e fechada, pay-per-view, internet e sinal internacional -, garantindo mais uma bonificação pela assinatura. Como da vez anterior, o mandatário não revelou a quantia.

A título de curiosidade, caso o valor seja proporcional à primeira luva, então o clube receberia agora R$ 36 milhões, à parte da cota regular, anual. O valor deverá ser pago este ano. Logo, será possível verificar no próximo balanço fiscal. Em tempo: segundo Martorelli, esse dinheiro não é adiantamento.

Cotas anuais de televisão do Sport
2015 – R$ 46.634.115
2014 – R$ 32.080.055

Obs. Santa e Náutico também acertaram com a Rede Globo de 2019 a 2024.

Podcast 45 – Entrevista com o presidente do Sport, João Humberto Martorelli

Entrevista do presidente do Sport, João Humberto Martorelli, ao podcast 45 minutos, em 13/05/2016. Foto: Celso Ishigami/DP

No dia do 111º aniversário do Sport, em 13 de maio de 2016, o presidente do clube, João Humberto Martorelli, concedeu uma entrevista exclusiva ao podcast 45 minutos. Durante quase uma hora, na Ilha, o dirigente admitiu erros na montagem do time, como na liberação do Brocador, falou da relação com Falcão, que mudou a forma de trabalho adotada até então, do novo contrato com a Globo, até 2024, dos números do balanço financeiro (dívida, adiantamento e gasto com futebol), da real possibilidade de escalar os juniores no Estadual de 2017, do seu futuro político do clube, do rompimento com a FPF etc. Um debate sem meias palavras, sobre o passado, presente e futuro do futebol rubro-negro.

Neste podcast, estive ao lado de Celso Ishigami, Fred Figueiroa, João de Andrade Neto e Rafael Brasileiro. Ouça agora ou quando quiser!

CBF parabeniza o Sport pelos 111 anos e cita clube como a maior torcida do N-NE

Texto da CBF sobre os 111 anos do Sport

A CBF nunca encomendou uma pesquisa de torcida. Por mais que Ibope, Datafolha, Gallup, Pluri, Paraná Pesquisas, entre outros institutos, já tenham lançados inúmeros estudos, desde 1983, a entidade segue à parte do assunto. Talvez para evitar qualquer tipo de controvérsia, nos âmbitos nacional, regional e estadual. Por isso, chama a atenção o texto publicado pela confederação sobre os 111 anos do Sport, completados neste 13 de maio de 2016. Como costuma fazer, não só com clubes tradicionais, a entidade cita títulos e ídolos. Está lá o Campeonato Brasileiro de 1987, sem qualquer menção à polêmica do assunto. Por outro lado, esqueceu dos títulos da Copa do Nordeste de 1994 e 2000, chancelados pela própria. No trecho seguinte vem o verdadeiro vespeiro:

“Considerado o clube de maior torcida da região Norte-Nordeste”

Não há citação sobre qual instituto considera ou desde quando considera. Por sinal, sobre a declaração, é preciso fazer algumas considerações. Começando pelo fato de que o Flamengo é o mais popular nas duas regiões, segundo todos os levantamentos. Porém, levando em conta só os clubes do Norte e Nordeste, de fato o Sport já aparece à frente (Ibope 2010, Pluri 2013 e Paraná 2013), se revezando com o Bahia. Na pesquisa mais recente deu Baêa (Paraná 2016).

Atualização: a polêmica acabou sendo mesmo grande, tanto que horas depois a CBF editou a frase sobre o tamanho da torcida. Ao menos listou o tri regional.

Os melhores nordestinos nas pesquisas nacionais mais recentes:

Paraná 2016
1,8% – Bahia
1,5% – Sport

Ibope 2014
1,7% – Bahia
1,3% – Vitória
1,2% – Sport
1,0% – Santa Cruz
0,8% – Ceará

Datafolha 2014
1,0% – Bahia
1,0% – Vitória
1,0% – Sport

Pluri 2013
1,4% – Sport
1,2% – Bahia
0,8% – Vitória
0,7% – Santa Cruz
0,6% – Náutico

Paraná 2013
1,8% – Sport
1,7% – Bahia
0,7% – Santa Cruz
0,7% – Vitória
0,4% – Náutico

Ibope 2010
1,7% – Sport
1,6% – Bahia
1,2% – Vitória
0,8% – Fortaleza
0,6% – Santa Cruz
0,6% – Ceará

Camisa rubro-negra e calção vermelho, a composição incomum do Sport em 2016

O novo uniforme 1 do Sport para a temporada 2016. Crédito: divulgação

A volta da camisa rubro-negra com listras horizontais já era esperada no Sport O que surpreendeu sobre o uniforme principal de 2016 foi a composição com o short vermelho, em vez do calção preto, tradicional na história do clube. Visual pra lá de incomum. É difícil precisar se é inédito, mas o mais próximo disso talvez tenha sido em 2003, pela Série B, diante do Remo (veja aqui).

Pelas fotos de divulgação vazadas, com Diego Souza, Magrão, Túlio de Melo e Gabriel Xavier – com o mesmo estilo da Adidas para os demais clubes parceiros – faltou apenas a cor da meia. A tendência é de que também seja vermelha, seguindo o tom monocromático nas linhas internacionais.

O lema da camisa leonina é “a volta da tradição”. Com o calção vermelho, isso acaba se tornando em algo parcial. Porém, inovador. Mudança aprovada?

Sobre a nova camisa, o preciso também é novo. R$ 249…

O novo uniforme 1 do Sport para a temporada 2016. Crédito: divulgação