Caso Danielle Fasanaro: família ainda espera julgamento do suspeito

Nesta quinta-feira está fazendo dois anos e 11 meses que a modelo Danielle Solino Fasanaro, 35 anos, foi assassinada pelo tatuador Emerson Du Vernay Brandão, que se apresentou à polícia com o nome de André Cabral Muniz. O crime aconteceu no apartamento onde a vítima morava, no bairro de Casa Caiada, em Olinda, e causou muita comoção. Danielle terminou o relacionamento com Emerson, o que teria motivado o assassinato, segundo a polícia.

Apesar de algumas audiências já terem acontecido, a Justiça ainda não se pronunciou sobre uma possível data para julgamento do suspeito, que segue preso. Antes de matar Danielle, Emerson a fez de refém junto com seu filho pequeno por várias horas. Dezenas de policiais militares foram acionados para a ocorrência, mas apenas a criança conseguiu ser salva.

Um missa será celebrada nesta quinta-feira, às 19h, na igreja do Morro da Conceição, em Casa Amarela, para lembrar os dois anoss e 11 meses da morte de Danielle. “Estamos cansados de esperar que a justiça seja feita. Chega de impunidade. Não vou desistir de lutar até que o culpado pela morte da minha irmã seja condenado”, desabafou Michelle Solino Fasanaro, irmã da modelo.

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