Reconstituição do caso Sérgio Falcão foi adiada

Foi adiada para uma data ainda a ser definida a nova reconstituição da morte do empresário da construção civil Sérgio Falcão, 52 anos. A reprodução simulada estava prevista para esta terça-feira, mas como o PM reformado Jailson Melo, suspeito de ter matado a vítima com um tiro na boca, em 28 de agosto do ano passado, decidiu que não iria participar, os peritos do Instituto de Criminalística resolveram adiar o procedimento.

A delegada responsável pelas investigações, Vilaneida Aguiar, disse que a próxima reconstituição acontecerá com três novas testemunhas, entre elas a irmã do empresário, a médica Alda Falcão, que chegou ao apartamento dele antes da polícia, mas não entrou no quarto onde estava o corpo. A nova simulação foi solicitada pelo MPPE, que acredita no assassinato a mando de outra pessoa. Já a perícia apontou suicídio.

Caso Sérgio Falcão: reconstituição será nesta terça-feira

A nova reconstituição da morte do empresário da construção civil Sérgio Falcão, 52 anos, está confirmada para a próxima terça-feira. A defesa do PM reformado Jailson Melo, suspeito de ter matado a vítima com um tiro na boca, em 28 de agosto do ano passado, ainda não decidiu, entretanto, se ele participará da simulação.

Reprodução simulada será no dia 30 deste mês. Foto: Blenda Souto Maior/DP/D.A. Press

Reprodução simulada será no dia 30 deste mês. Foto: Blenda Souto Maior/DP/D.A. Press

O advogado André Fonseca disse que só definirá isso no dia da simulação, quando se encontrar com o seu cliente. A delegada responsável, Vilaneida Aguiar, garantiu que mesmo sem a presença do principal suspeito, a reconstituição acontecerá, inclusive com três novas testemunhas, entre elas a irmã do empresário, a médica Alda Falcão, que chegou ao apartamento dele antes da polícia, mas não entrou no quarto onde estava o corpo.

Quatro peritos diferentes dos que participaram do primeiro laudo irão participar. A nova simulação foi solicitada pelo MPPE, que acredita no assassinato a mando de outra pessoa. Já a perícia apontou suicídio.

Caso Sérgio Falcão tem nova reconstituição marcada

Oito meses após a morte do empresário Sérgio Falcão, que levou um tiro na boca dentro de seu apartamento na Avenida Boa Viagem, uma nova reconstituição tentará, finalmente, apontar se ele foi assassinato ou se suicidou. A simulação foi marcada para o dia 30 e deverá apresentar surpresas, com a presença de três novas testemunhas.

A defesa do PM reformado Jailson Melo, que é suspeito de matar o construtor de 52 anos e participou da primeira simulação em 3 de setembro do ano passado, seis dias após a tragédia, afirmou que ainda não decidiu se ele estará nesta segunda reconstituição. O advogado André Fonseca disse que vai avaliar as condições psicológicas do suspeito, que está em liberdade, para tomar uma decisão. Mesmo assim, a delegada Vilaneida Aguiar, responsável pelo caso, garantiu que a nova dramatização está mantida. “Ninguém é obrigado a produzir provas contra si”, ponderou Vilaneida.

Reprodução simulada será no dia 30 deste mês. Foto: Blenda Souto Maior/DP/D.A. Press

Reprodução simulada será no dia 30 deste mês. Foto: Blenda Souto Maior/DP/D.A. Press

A polícia convocou a irmã do empresário, Alda Falcão, e um funcionário do Edifício 14 Bis, pois ambos entraram no apartamento de Sérgio antes da polícia. Os dois não teriam entrado no quarto onde estava o corpo. Para comprovar essa tese, a delegada pediu a presença de um PM acionado pelo Ciods para verificar a morte da vítima. “Essa reconstituição será mais completa”, disse a delegada. Ela acrescentou que há uma lista de pessoas para prestarem depoimento. Quatro peritos criminais e o promotor André Rabelo também vão participar da simulação.

Em paralelo, os peritos Sérgio Almeida e Jairo Lemos realizam a revisão do laudo que apontou suicídio. A revisão foi solicitada pela Ministério Público, que discordou do resultado. Para o órgão, Sérgio foi assassinado por Jailson a mando de outra pessoa.

Por Raphael Guerra do Diario de Pernambuco

Instituto Antônio Carlos Escobar vai encerrar suas atividades

Criado em 2005 para discutir a segurança pública em Pernambuco e apresentar propostas para reduzir a criminalidade, o Instituto Antônio Carlos Escobar (Iace) fechará as portas na próxima semana. De acordo com o psicanalista José Carlos Escobar, um dos fundadores, a instituição cumpriu sua missão de cobrar investimentos do poder público. Isso porque, desde 2007, com a criação do Pacto pela Vida, o estado vive um momento de redução da violência. No próximo dia 21, às 19h30, uma cerimônia no Conselho Regional de Medicina (Cremepe) oficializará o encerramento das atividades.

Para José Carlos Escobar, entidade cumpriu sua função (HELDER TAVARES/DP/D.A. PRESS)

Para José Carlos Escobar, entidade cumpriu a sua função

“Nossa avaliação é positiva, pois o estado está apresentando queda na violência. Ao longo desses anos, fizemos muitas mobilizações pedindo segurança. Vamos apresentar uma revista com o balanço das ações”, afirmou Escobar. Ele é irmão de Antônio Carlos Escobar, que deu nome ao instituto. Antônio Carlos foi assassinado em dezembro de 2005, quando ladrões atiraram contra ele num sinal da Avenida Domingos Ferreira, no Pina. A vítima tinha acabado de acionar a buzina do seu carro para chamar a atenção para o assalto a um casal que ocupava um veículo à frente dele.

Uma das campanhas de maior impacto do Iace aconteceu logo após sua criação. Representantes de 37 entidades, a maioria ligada aos direitos humanos, decretaram “estado de medo” em Pernambuco. O movimento divulgando a violência foi estampado em outdoors e outbuses com imagens de vítimas de crimes. Em 2006, o estado registrava uma taxa de 55 homicídios para cada 100 mil habitantes, uma das médias mais altas do Brasil. Seis anos depois, o índice caiu para 37 mortes para cada 100 mil habitantes.

Do Diario de Pernambuco

Armas em casas de shows. Problema frequente e muito sério

O caso de um homem que se apresentou como policial e sacou uma arma dentro de uma boate na madrugada desta quarta-feira no bairro de Boa Viagem traz à tona uma discussão séria. A entrada de pessoas armadas em casas de shows. Felizmente, nesse caso, não houve registro de feridos. Mas, segundo as testemunhas, o tal policial teria ficado com a arma na mão, por algum tempo, dentro da boate. O caso está sendo investigado pela Delegacia de Boa Viagem e abre espaço para muitos questionamentos.

Festa com grande público pode ser um perigo Fotos: Teresa Maia/DP/D.A.Press

Festa com grande público pode ser um perigo Fotos: Teresa Maia/DP/D.A.Press

Na madrugada do último domingo, um homem foi baleado na área dos camarotes de um clube no centro de Jaboatão. Ele está internado em estado grave no Hospital Restauração. O show foi encerrado pela polícia. Casos como esses têm sido cada vez mais frequentes. Daí vem a pergunta: Como essas pessoas conseguem entrar armadas em casas de shows? O que elas pretendem para estarem armadas durante uma festa? É preciso rever essas situações e reforçar as abordagens nas entradas das festas. Outra coisa que não poderia ser permitida é a entrada de policiais armados em eventos, sem que estejam a trabalho.

Veja a nota divulgada pela assessoria da Polícia Civil sobre o caso da boate em Boa Viagem:

A Polícia Civil de Pernambuco esclarece que a Delegacia de Boa Viagem vai investigar uma ocorrência registrada nesta madrugada (13) sobre um suposto constrangimento sofrido por frequentadores da boate UK Pub no interior do estabelecimento. As vítimas relataram na ocorrência que estavam no fumódromo da casa de festa quando uma pessoa que se autodeclarou “policial”, conforme consta no BO nº 13E0097003909, registrado pelas partes, sacou uma arma de fogo após verificar que um dos presentes fumava um suposto cigarro de maconha. As partes disseram também que o suposto policial ordenou que três seguranças da referida boate revistassem todos os presentes no fumódromo a procura de drogas. As pessoas contaram ainda no boletim que esta pessoa teria ficado portando a arma de fogo a todo tempo, causando um certo medo e constrangimento a todos. O delegado Erivaldo Guerra, responsável pelos trabalhos, informa que neste primeiro momento não há confirmação se a conduta foi praticada por algum policial. Ele disse ainda que vai enviar uma equipe de investigadores agora pela manhã ao estabelecimento comercial para tentar recolher mais informações sobre o caso e tentar resgatar imagens do sistema interno de câmeras do local. As pessoas citadas no boletim de ocorrência também serão reinquiridas para prestarem depoimento.

SDS quer coibir abusos na orla. Apenas na orla

O luau que tirou o sono dos moradores de um trecho da Avenida Boa Viagem, na madrugada de sábado para domingo, devido ao som alto vindo de diversos carros parados ao longo da via, foi apenas um exemplo “extravagante” de uma tendência. Nos últimos meses, jovens do Recife estão usando as redes sociais para organizar festas em áreas públicas. A Secretaria de Defesa Social (SDS) anunciou a abertura de inquérito para apurar o episódio do último fim de semana, além de medidas para coibir novos abusos.

Outra medida para tentar impedir os abusos partiu da Secretaria de Mobilidade e Controle Urbano do Recife. Trata-se de uma notificação, além de multa de R$ 141,48, ao proprietário do Point do Açaí, na frente do qual os jovens se reuniram no último fim de semana, pelo fato de o estabelecimento funcionar 24 horas por dia. Pelo decreto 24.844/2009, ele só poderia estar aberto das 6h às 22h.

Imagens gravadas por morador da orla mostram<br /><br /><br />
viaturas. Mas nada de ações para impedir a festa (ROSA PANDOLFI/DIVULGAÇÃO)
Imagens gravadas por morador mostram viaturas. Mas nada de ações para impedir a festa

Em relação à segurança, o secretário Wilson Damázio afirmou que, a partir do próximo fim de semana, uma equipe de aproximadamente 20 policiais ficará responsável por fazer “rondas” na Zona Sul do Recife. “Vamos lançar uma operação para coibir a perturbação do sossego. Os policiais  vão patrulhar a área em um micro-ônibus. Se perceberem alguma aglomeração, vão descer e resolver eventuais problemas”.

Segundo Damázio, os PMs são orientados para, a princípio, buscar um diálogo com os envolvidos. “Quando a situação chega ao ponto do último sábado, porém, cabem apreensão de equipamentos, revista dos participantes e, em casos extremos, prisão.”

Segundo moradores da Avenida Boa Viagem, no trecho entre as ruas Bruno Veloso e Ribeiro de Brito, os PMs sequer tentaram dissipar o último luau. Essas queixas motivaram a SDS a abrir uma investigação para apurar se houve omissão dos policiais. “Também determinei a instauração de um inquérito pela Delegacia de Polícia do Meio Ambiente , para buscar os responsáveis”, afirmou Damázio.

Da próxima sexta-feira até domingo, fiscais da secretaria vão realizar um plantão noturno, para verificar se outros quiosques da orla estão extrapolando o horário regular de funcionamento. Entre os alvos, está o “Coco Loko”, localizado em frente ao terreno da Aeronáutica no início da Avenida Boa Viagem (Setúbal).

O que chama a atenção é o cuidado das autoridades com a perturbação de sossego apenas na área nobre de Boa Viagem. Naquele mesmo bairro, nas comunidades afastadas da orla, existem inúmeros casos de barulho provocado por carros e festas durante a noite e que não são lembrados pela polícia. E mais. Tal problema não é privilégio apenas de Boa Viagem. Festas com barulho acontecem em várias localidades de Olinda, Jaboatão dos Guararpes e tantas outras do Recife e Região Metropolitana. E cadê a polícia? Cadê a fiscalização?

Com informações do Diario de Pernambuco

 

 

Medo e assaltos no bairro do Pina

Depois dos moradores de prédios e casas da Rua Ana Camelo da Silva, em Boa Viagem, denunciarem a onda de assaltos na localidade, agora é a vez  dos moradores da Rua Jeremias Bastos, no bairro do Pina, cobrarem mais atenção das autoridades de segurança pública. A situação da Rua Ana Camelo foi publicada no Diario de Pernambuco na edição do último dia 1º de março. No mesmo dia, a Polícia Militar e uma equipe da Operação Malhas da Lei apreenderam um adolescente de 17 anos suspeito de praticar atos infracionais correspondente ao crime de assalto.

Moradores da Rua Ana Camelo da Silva estavam assustados. Foto: Blenda Souto Maior/DP/D.A.Press

De acordo com as pessoas que moram na Rua Jeremias Bastos, onde está localizado o Teatro Municipal Barreto Junior, fazem um apelo para que a polícia tente conter a onda de insegurança no local. “Existem algumas casas e uma galeria desocupada na nossa rua e os criminosos aproveitaram para invadi-las. O resultado são assaltos à luz do dia aos transeuntes e roubos às residências”, relata um morador.

O leitor que fez a denúncia e cobra providências à polícia segue o desabafo afirmando que “em verdade, o trecho da rua entre o Teatro Barreto Junior até o nº 119, a Rua Jeremias Bastos transformou-se numa área desabitada, ocupada por bandidos. Eles ficam entocados nos imóveis desocupados, que diuturnamente aterrorizam e transtornam a vida dos moradores remanescentes, sem que qualquer providência seja tomada pelo Poder Público”.

Caso Sérgio Falcão segue repleto de polêmica

O laudo do Instituto de Criminalística (IC) sobre a morte do empresário da construção civil Sérgio Falcão, 52, entregue ao Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), já é alvo de questionamentos da polícia e do Ministério Público de Pernambuco (MPPE). O documento indica suicídio, mas um dos exames, a reprodução simulada no apartamento da vítima, que teve a presença do suspeito pelo crime, foi assinado apenas pelo perito criminal Gilmário Lima.

O especialista apontou que a encenação do PM reformado Jailson Melo, 53 anos, não está de acordo com a cena encontrada da morte da vítima, segundo revelou uma fonte do DHPP. No entanto, os peritos Sérgio Almeida e Jairo Lemos, que assinaram o laudo final, garantem que o empresário se matou. O resultado do laudo foi antecipado com exclusividade pelo Diario de Pernambuco. Um novo laudo será solicitado, segundo o promotor de Justiça André Rabelo.


A contradição dos peritos chama atenção, mas a direção do IC preferiu não entrar na polêmica. A delegada Vilaneida Aguiar analisa os exames. Após a leitura, ela se posicionará sobre o caso e encaminhará o laudo à Justiça para apreciação do MPPE. Sabe-se que a polícia e o promotor creem que o empresário foi assassinado por Jailson a mando de outras pessoas. A motivação estaria relacionada às dívidas da Construtora Falcão, que pertencia a Sérgio. Outros questionamentos devem ser feitos nos próximos dias.

Na próxima segunda-feira, a morte do empresário completará cinco meses. O corpo foi encontrado com um tiro na boca no apartamento de Sérgio na Avenida Boa Viagem. A defesa do suspeito afirma que Jailson foi armado ao local por solicitação da vítima. Num momento de distração, Sérgio teria puxado a pistola 380 da cintura do suspeito e atirado contra a própria boca.

Do Diario de Pernambuco texto do repórter Raphael Guerra

 

 

Bloco Camburão da Alegria divulga suas atrações para festa na Avenida Boa Viagem

O carnaval ainda nem começou mas o tradicional bloco do Camburão da Alegria, organizado pela Polícia Militar de Pernambuco já divulgou as suas atrações para a festa deste ano.  O desfile promete animar a Avenida Boa Viagem, na Zona Sul, no dia 17 de fevereiro.

Neste ano, o Camburão está completando 21 anos. Para animar os foliões, a concentração, que será nas imediações do antigo Hotel Castelinho, vai ser animada pelas bandas Vai D3, Santroppê e pela Musa do Calypso.

O bloco foi criado com o objetivo de proporcionar aos policiais militares um dia de folia para que eles brincassem com seus familiares depois de terem trabalhado durante os quatro dias de carnaval. No entanto, hoje, nem só PMs participam do desfile do bloco.

Parentes e amigos se reúnem para cobrar esclarecimentos sobre morte de universitário

Uma família pega de surpresa com a notícia da morte de um jovem e uma série de atos que levaram a muitas dúvidas. Nunca tinha ouvido falar de uma liberação de corpo tão rápida do Instituto de Medicina Legal (IML), nem de que os parentes fossem proibidos de entrar na “geladeira” para reconhecer os seus mortos. O que está por trás da morte de Samambaia é o que parentes e amigos querem saber. A polícia precisa investigar e esclarecer o que houve. Podemos estar diante de mais um caso de assassinato que passará impune pelas autoridades. Leia sobre o caso na matéria abaixo:

Do Diariodepernambuco.com.br

Amigos e familiares do estudante de Ciências Sociais  da Universidade Fedeal de Pernambuco (UFPE) Raimundo Matias Dantas Neto, conhecido como Samambaia, farão uma reunião às 16 horas deste domingo para cobrar o esclarecimento sobre a morte dele. O rapaz saiu de casa na quarta-feira passada dizendo que iria comprar um notebook no Centro do Recife e desapareceu. Seu corpo foi encontrado na manhã da sexta-feira, na praia de Boa Viagem, em frente ao edifício Brigadeiro Eduardo Gomes, trajando apenas uma bermuda com a Carteira de Reservista no bolso. O caso está cercado de mistério.

A família questiona a falta de acesso para a identificação do corpo no Instituto de Medicina Legal (IML) e a liberação muito rápida. A Declaração de Óbito foi assinada pela médica legista Ana Dolores do Nascimento que identificou “asfixia por afogamento”. Irmã do estudante, Martinha Matias Dantas disse que o acesso foi proibido em duas visitas sob o argumento de que a Carteira de Reservista encontrada no bolso dele já o identificava. Segundo familiares, a perita falou que o corpo não apresentava ferimentos ou escoriações e estava com roupa. Mas na segunda tentativa foram mostradas fotos nas quais o estudante estava sem blusa, parte dos seus dreads foram arrancados, existiam escoriações pelo corpo, a bermuda estava rasgada e seu pescoço parecia deslocado.

Raimundo Matias foi encontrado morto na praia. Foto: Arquivo pessoal
Inconformados com a situação, os parentes do estudante foram ao Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Eles foram orientados pela delegada Beatriz Leite a levar um ofício solicitando uma nova perícia. Mas ao chegar no IML foram informados que a médica legista não estava. A família comparecerá ao IML na próxima segunda-feira, quando também prestará queixa na Delegacia de Boa Viagem. A irmã do estudante informou que o rapaz era calmo e não costumava dormir fora de casa. “Meu irmão não gostava de praia e nem sabia nadar. Portanto, não tinha o que fazer na praia de Boa Viagem. Além disso, ele vivia de casa para a faculdade e vice-versa”, comentou.