Vídeos de supostos PMs são retirados do ar e repudiados

 

Do Correio Web

O Comando da Polícia Militar de Brasília não vai tolerar a apologia à violência por parte da tropa. A garantia partiu do comandante-geral da corporação, Suamy Santana. Ele prometeu investigar e punir os supostos policiais responsáveis pela publicação de um vídeo sobre o batalhão de Rondas Ostensivas Táticas Motorizadas (Rotam) que enaltecia a truculência e lançava ameaças a quem resistisse às abordagens policiais. “Acabou a época do Tropa de Elite. Agora, os policiais são treinados para respeitar os direitos humanos e não para sair atirando por aí ”, afirmou Santana, em alusão ao longa metragem brasileiro que revela os bastidores do treinamento do Batalhão de Operações Especiais (Bope).

 (Youtube/Reprodução de vídeo)

Após denúncia publicada com exclusividade pelo Correio Braziliense, a Corregedoria da PM abriu inquérito para apurar o caso, considerado “gravíssimo” pelo titular da corregedoria, coronel Paulo Roberto Oliveira. O prazo para concluir a sindicância é de 30 dias. Na manhã dessa quinta-feira, o vídeo “Dia a dia da Rotam no DF” não estava mais disponível no YouTube. Ele mostra cenas de carros baleados e dois homens ensanguentados enquanto aparecem legendas como “Se tentar fugir da Rotam, vai se dar mal”. A segunda publicação revela imagens do confronto entre a cavalaria e manifestantes na Praça do Buriti.

 (Youtube/Reprodução de vídeo)

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