Veículos velhos acumulados na antiga Delegacia de Roubos e Furtos

Depois de funcionar durante muitos anos na Avenida Liberdade, no bairro de Jardim São Paulo, a Delegacia de Repressão ao Roubo e Furto de Veículos mudou de endereço para a nova sede do Departamento de Crimes Contra o Patrimônio (Depatri), no bairro de Afogados, na Zona Oeste do Recife. No entanto, dezenas de carros que foram apreendidos ou esquecidos pelos proprietários na antiga delegacia continuam virando carcaça no pátio e no estacionamento do prédio.

Foto: Wagner Oliveira/DP/D.A. Press

Carros, motos e até caminhões estão se deteriorando. Fotos: Wagner Oliveira/DP/D.A. Press

Quem passa pela Avenida Liberdade pode observar a grande quantidade de veículos, que vão de motocicletas até caminhões de grande porte. A delegacia deixou de funcionar desde o mês de abril do ano passado, quando foi inaugurado o Depatri.

Segundo uma moradora das proximidades, às vezes, um policial aparece no local para “tomar conta do prédio”. Resta saber o que será feito das dezenas de veículos deixados no local que deixam o ambiente feio, os veículos passíveis de furtos de peças e até podem ser utilizados como abrigos de animais de pequeno porte.

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Oito integrantes dos Thundercats foram condenados em júri

Os oito integrantes do grupo de extermínio conhecido como Thundercats foram condenados em júri popular que terminou na madrugada desta sexta-feira no Fórum Thomaz de Aquino. Segundo o juiz Abner Apolinário, apenas um dos acusados foi condenado apenas por formação de quadrilha. Os outros sete foram condenados por homicídio e formação de quadrilha. O grupo era formado por 12 pessoas, no entanto, duas morreram e duas estão foragidas.

Polícia esteve em Jardim São Paulo para prender a quadrilha. Foto: Alcione Ferreira/DP/D.A Press

Polícia esteve em Jardim São Paulo para prender a quadrilha. Foto: Alcione Ferreira/DP/D.A Press

O julgamento havia sido adiado duas vezes. Ele iria ser realizado no dia 21 de maio, mas a defesa alegou que havia assumido o caso há apenas dois dias e não poderia analisar autos de forma detalhada. Já na segunda tentativa, em 4 de junho, o júri acabou não realizado por causa da ausência de defensores públicos.

Esse foi o segundo julgamento do grupo, que começou a ser desarticulado em abril do ano de 2007. Esse júri condenou José Marcionilo da Silva, conhecido como Tiago, a 29 anos de prisão em regime fechado. Marcionilo era considerado o chefe do bando que era  baseado no bairro de Jardim São Paulo.