Canal de denúncias da Polícia Federal recebe até queixas de desilusões amorosas

 

Brasília – No Brasil, a população dispõe de mecanismos para denunciar crimes na internet, como pornografia infantil. Nem sempre, esse canais são bem usados. Queixas de mulheres que se dizem enganadas por homens que conheceram em sites de relacionamentos, desabafos de pessoas insatisfeitas com a vida, centenas de spams e até a reclamação de uma pessoa que ganhou um liquidificador em uma rifa e não recebeu o produto.

Mensagens como essas representam mais de 90% do que chega diariamente à caixa do endereço eletrônico da Polícia Federal (PF) destinada a receber denúncias (denuncia.ddh@dpf.gov.br). Segundo o delegado Dennis Cali, responsável por analisar os e-mails, quando o endereço foi criado em 2009 a intenção da PF era receber apenas informações que estivessem ligadas à pornografia infantil, mas não é isso que acontece.

No total, são 30 a 40 e-mails, por dia. “Esse sistema precisa ser reformulado. O que a gente percebe é que falta informação para as pessoas. Por falta de conhecimento, elas acabam usando o endereço para tudo”, explica. O delegado disse à Agência Brasil que, muitas vezes, situações que poderiam resultar em algum tipo de investigação ficam prejudicadas porque as informações que chegam são insuficientes, por exemplo, para cruzar dados bancários. Quando a denúncia procede, é investigada pela PF ou encaminhada à Polícia Civil.

Além do e-mail da Polícia Federal, existem várias formas de denunciar pornografia infantil na internet. A mais conhecida é a Central Nacional de Denúncias de Crimes Cibernéticos, criada pela organização não governamental SaferNet. A central, operada em parceria com o Ministério Público Federal (MPF), a Polícia Federal e o Disque 100 da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, é única na América Latina e Caribe.

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Mução cai na pegadinha do próprio irmão

 

Depois de passar quase 48 horas preso pela Polícia Federal (PF), o radialista Rodrigo Vieira Emerenciano, 35 anos, o Mução, ganhou a liberdade após saber que, na verdade, estava respondendo por um crime cometido pelo seu irmão, segundo a PF. Muito famoso por seu programa de rádio e por passar trotes para pessoas de todo o Nordeste, Mução, desta vez, foi a vítima de uma grande pegadinha. E o pior, protagonizada pelo próprio irmão, que trabalhava com ele. O humorista chorou e ficou muito abalado, ao saber que estava preso porque seu irmão teria criado e-mails e perfis nas redes sociais em seu nome, de onde acessava e compartilhava imagens de bebê, crianças e adolescentes em cenas de sexo explícito. O que é crime. De acordo com os delegados da PF, depois da prisão de Mução, as diligências continuaram até que se chegou ao irmão dele, que é engenheiro da computação. O rapaz que não teve o nome revelado foi intimado a depor na PF de Fortaleza e lá confessou o crime que cometeu usando a identidade do irmão. Foi indiciado por isso, mas segue em liberdade. Ele poderá responder ainda por falsidade ideológica.

Delegados falaram sobre o caso nessa sexta-feira

Durante todo o dia dessa sexta-feira, a imprensa pernambucana ficou de plantão na PF do Recife à espera de notícias sobre o destino de Mução, que chegou ao Recife pouco antes das 9h escoltado por policiais. A PF iria mandá-lo para o Centro de Triagem, em Abreu e Lima, mas logo mudou de ideia após uma suposta ameaça dos presos daquela unidade prisional. Na noite dessa sexta-feira, os advogados de Mução chegaram à sede da PF e informaram que a prisão dele havia sido revogada. Pouco tempo depois, os delegados Nilson Antunes e Kilma Caminha concederam uma entrevista coletiva explicando os motivos pelos quais Mução estava sendo solto. O radialista deixou a PF sem falar com a imprensa e teria se comprometido a dar uma entrevista neste sábado, no entanto, segundo os advogados, Mução pode divulgar apenas uma nota sobre o que aconteceu. Mais informações no portal www.diariodepernambuco.com.br ou no twitter @wagner__oliver.

Presos do Cotel teriam ameaçado Mução

A Polícia Federal (PF) decidiu que não vai mais mandar o radialista Rodrigo Vieira Emerenciano, o Mução, para o Centro de Observação Criminológica e Triagem, Cotel, em Abreu e Lima. Segundo a PF, a delegada responsável pelo caso teria recebido uma informação de que os presos estariam esperando o humorista chegar à unidade prisional. Devido a isso, ele deve ser encaminhado para outro presídio, para um batalhão da PM ou até mesmo passar a noite na sede da PF, no Cais do Apolo.

Mução segue prestando depoimento e nega envolvimento no esquema criminoso. O advogado dele já adiantou que vai entrar com um pedido de habeas corpus em favor do radialista. Mução foi preso durante uma operação da PF que investiga uma quadrilha que praticava pedofilia pela internet. Familiares alegam que ele é inocente. O radialista pode ir fazer o exame de corpo de delito ainda nesta sexta-feira.

Informações direto da sede da Polícia Federal, no Cais do Apolo.

Mais notícias pelo twitter @wagner__oliver

Mução já está no Recife para depor na Polícia Federal

 

O humorista Mução já chegou ao Recife e está sendo recambiado neste momento para a sede da Polícia Federal (PF), no Cais do Apolo. Rodrigo Vieira Emereciano, 35 anos, foi detido nessa quinta-feira, em Fortaleza, suspeito de fazer parte de uma quadrilha de pedofilia através da internet. Familiares e advogados do artista afirmam que ele é inocente. Mução chegou ao Recife pouco antes das 9h, num voo da Azul. Ele vai ser ouvido por delegados pernambucanos.

Até o final da noite dessa quinta-feira, os advogados estavam aguardando que o pedido de habeas corpus em favor do radialista fosse julgado, o que não aconteceu. De acordo com o advogado Waldir Xavier, Mução não tem qualquer ligação com o grupo que está sendo investigado por disponibilizar e trocar imagens na internet de cenas de sexo explícito envolvendo bebês, crianças e adolescentes. Um total de 32 pessoas foram presas em nove estados do Brasil, como resultado da Operação Dirty Net (rede suja).

Mais informações em instantes.

 

Mução fez exame de corpo de delito e segue preso

 

O radialista Rodrigo Vieira Emereciano, 35 anos, mais conhecido como Mução, continua preso na Polícia Federal de Fortaleza. Na tarde desta quinta-feira, o humorista chegou a deixar o prédio da PF para fazer exame de corpo de delito no Instituto de Medicina Legal (IML) de Fortaleza, mas retornou à prisão. Mução foi ouvido pelos investigadores cearenses. Ele está acompanhado de uma advogada, dos produtores do seu programa, além dos familiares.

Os advogados do artista informaram que irão entram com o pedido de habeas corpus ainda hoje para tentar tirá-lo da prisão. “Ele está tranquilo porque não tem nada haver com essa situação. Mução disse que confia na Justiça e na lisura da investigação, que irá provar que ele não tem envolvimento com esses crimes”, disse o advogado Valdir Xavier.

Segundo a PF, o radialista seria suspeito de disponibilizar material de pornografia infantil na internet. A informação foi confirmada nesta manhã durante entrevista coletiva concedida pela Superintendência da Polícia Federal em Pernambuco sobre a operação DirtyNet.

 

Produção de Mução diz que ele é inocente

 

Os produtores do radialista Rodrigo Vieira Emereciano, 35 anos, mais conhecido como Mução, afirmam que ele é inocente. Mução está sendo ouvido neste momento pela Polícia Federal (PF) de Fortaleza, após ter sido preso temporariamente. Além dele, que está sendo acompanhado por uma advogada, funcionários do programa A hora do Mução, que está no ar há 16 anos, também estão sendo interrogados. Segundo a PF, o radialista seria suspeito de disponibilizar material de pornografia infantil na internet. A informação foi confirmada nesta manhã durante entrevista coletiva concedida pela Superintendência da Polícia Federal em Pernambuco sobre a operação DirtyNet.

Segundo o produtor de Mução, Rogério Emereciano, existem provas de que o humorista é inocente e que em breve será divulgada uma nota explicando o que teria acontecido. O programa A hora do Mução é transmitido para 45 rádios de todo o Nordeste. Mução foi detido na casa onde mora, no bairro de Meireles, em Fortaleza. De acordo com investigações realizadas pela PF, o radialista faria parte de um círculo fechado de 160 pessoas, 97 estrangeiras e 63 brasileiras, que trocavam conteúdo ilegal com imagens de adolescentes e crianças em situações pornográficas.

Além do mandado de prisão temporária contra Mução, os policiais federais também cumpriram mandados de busca e apreensão em imóveis do radialista no bairro da Imbiribeira, no Recife, em Fortaleza e em Natal e ainda na emissora de rádio onde ele atua, no bairro de São José, no Recife. Nos locais foram apreendidos materiais como computadores, Cds e DVDs. Ainda de acordo com a PF, caso os agentes encontrem entre o material recolhido conteúdo de pornografia infantil, será decretada a prisão preventiva, diante das provas de materialidade do crime.

 

 

Humorista Mução é preso em operação da Polícia Federal

 

O apresentador de rádio Mução foi um dos suspeitos presos na manhã desta quinta-feira pela Polícia Federal (PF) que está realizando uma operação de combate à pedofilia e pornografia infantil nos estados de Pernambuco, Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, Ceará, Maranhão, Rio Grande do Norte e no Distrito Federal. O humorista que apresenta um programa diário numa rádio local foi detido em Fortaleza. A superintendência da PF em Pernambuco realiza nesta manhã uma entrevista coletiva para apresentar o balanço da ação.

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Segundo a PF, pelo menos quatro dos 15 mandados de prisão expedidos pela Justiça já foram cumpridos. A operação DirtyNet (internet suja), como foi batizada, pretende cumprir ainda 50 mandados de busca e apreensão. O objetivo é desarticular uma quadrilha que compartilhava material de pornografia infantil pela internet. Os suspeitos vinham sendo investigados há cerca de seis meses. Durante esse período os integrantes do grupo foram flagrados trocando arquivos com cenas de adolescentes, crianças e bebês em contexto de abuso sexual. Os suspeitos também relatavam crimes de estupro cometidos contra os próprios filhos, além de sequestros, assassinatos e atos de canibalismo.