Vigília pede fim da violência contra mulher no Cabo

O Centro das Mulheres do Cabo de Santo Agostinho promove nesta quinta-feira a vigília que tem como tema: “Pelo Fim da Violência Contra as Mulheres e Pela Punição dos Agressores e Assassinos”. A concentração será às 16h, em frente à Delegacia da Mulher, na Vila de Santo Inácio. De lá, as feministas irão caminhando para a Praça da Estação no Centro do Cabo, o término do ato está previsto para as 20h.

Cidade quer o fim da violência contra a mulher. Foto: Betinho Gomes/Divulgação

Cidade quer o fim da violência contra a mulher. Foto: Betinho Gomes/Divulgação

Ação tem como finalidade dar enfrentamento a violência contra a mulher que tem sido uma das principais bandeiras de luta do movimento feminista, conforme salienta a coordenadora geral do CMC, Nivete Azevedo. “Apesar de toda nossa luta as mulheres continuam sendo violentadas e esses dados são preocupantes porque desafiam as políticas públicas que foram garantidas pelo estado”, afirmou.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), uma em cada três mulheres já foram vítimas de agressão física e da violência sexual, isso representa um terço das mulheres do mundo inteiro. A OMS também concluiu que 38% das mulheres vítima de homicídio foram mortas por seus companheiros 42% das vítimas de violência física ou sexual por parte de parceiros e sofreram lesões como consequência.

Com informações da assessoria de imprensa

Intervenção federal para conter maus-tratos contra jovens infratores

Um pedido de intervenção federal nos estados está sendo estudado pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias para garantir que instituições para jovens infratores respeitem a legislação da área. Deputados também vão visitar locais de internação de adolescentes para conferir as condições de acolhimento.

As providências foram apresentadas depois de audiência pública nessa quarta-feira na comissão, onde representantes do governo federal, da Justiça e do Ministério Público mostraram como está a recuperação de jovens infratores no País. A opinião unânime foi de que a lei que determina como deve ser o atendimento a esses adolescentes (Lei 12.594/12), sancionada ano passado, não vem sendo cumprida integralmente.

Centros de internação serão visitados. Foto: Teresa Maia/DP/D.A.Press

Centros de internação serão visitados. Foto: Teresa Maia/DP/D.A.Press

O integrante do Conselho Nacional de Justiça, Guilherme Calmon Nogueira da Gama, afirmou que o sistema socioeducativo até hoje não conta com o apoio efetivo dos governos estaduais e distrital. “Seja por falta de uma política pública efetiva por parte do poder executivo estadual, seja também por falta de gestão.”

O coordenador-geral do Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (Sinase), Cláudio Vieira da Silva, admite a falta de estrutura. Precisa-se de investir bastante da estrutura física, na capacidade de desenvolver ações pedagógicas para os adolescentes, pois temos capacidade técnica muito boa no Brasil.”

Atividades educativas
A constatação da Justiça e do Ministério Público é que ainda existem maus-tratos e que faltam atividades educativas e profissionalizantes. Também existe superlotação. Seriam necessárias cerca de 10 mil vagas para o País se adequar ao que diz a lei.

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Artesanato de presos de Pernambuco expostos na Fenearte

Os produtos feitos pelos reeducandos de Pernambuco estarão disponíveis a partir desta quinta-feira na XIV Fenearte, que acontece até o próximo dia 14. As peças foram fabricadas por artistas de 11 unidades prisionais masculinas e femininas. Para confeccionar os produtos, eles utilizaram vários tipos de matéria prima, como madeira, papel, tecido, metal, palhas e material reciclado.

Produtos foram feitos dentro do presídio. Foto: Seres/Divulgação

Produtos foram feitos dentro do presídio. Foto: Seres/Divulgação

Dentre as diversas peças expostas estão tabuleiros de xadrez,  casinhas de boneca, barcos, artigos para decoração, brinquedos infantis, toalhas bordadas e baú decorativo.
As novidade desta edição serão as obras em marchetaria confeccionadas pelo  reeducando Alexandre Pimentel, do Presídio de Igarassu, e as bolas de futebol em couro fabricadas no Presídio de Pesqueira.

Com informações da assessoria de imprensa da Seres