Polícia Militar realiza sonho da sertaneja Judite Ferreira de andar numa viatura

Judite com as sobrinhas Angélica e Nicaelle. Foto: Facebook

Judite com as sobrinhas Angélica e Nicaelle. Foto: Facebook

A universitária Judite Ferreira, 31 anos, realizou um dos seus maiores sonhos, na semana passada, graças à Polícia Militar de Pernambuco. Depois de saber que a sertaneja moradora do sítio Macambira, no município de São José do Egito, e que é portadora de uma síndrome rara desde a infância, tinha o desejo de andar em uma viatura da Polícia Militar, o comandante do 23º BPM, major Wellington, tornou realidade a vontade da estudante de matemática. O encontro foi proporcionado após mediação do Comando Geral da Polícia Militar.

Universitária tirou fotos com PMs do Gati na rua. Foto: Facebook

Universitária tirou fotos com PMs do Gati na rua. Foto: Facebook

Judite andou numa viatura pelas ruas de Afogados da Ingazeira e tirou várias fotografias com policiais militares da 3ª companhia e do GATI nas ruas da cidade. Além da emoção vivida por Judite, os militares também se emocionaram com a história de vida da moça que foi contada por mim em março do ano passado no Diario de Pernambuco.

Com os militares que a foram buscar no sítio. Foto: Facebook

Com os militares que a foram buscar no sítio. Foto: Facebook

Leia mais sobre a história de Judite em:

Judite, meu presente de aniversário

 

Morte em apartamento no Espinheiro será investigada pelo DHPP

A partir desta segunda-feira, o delegado Isaías Novaes, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), deve assumir o inquérito para apurar as circunstâncias da morte de Geraldo Martins de Souza Júnior, 27 anos, no último sábado, no Edifício Tamataúpe, 316, na Rua do Espinheiro, no bairro de mesmo nome. A Polícia Civil está investigando se a morte foi acidental ou proposital e se há envolvimento do crime com o uso de drogas. Por enquanto, há indícios de óbito por asfixia. Ontem pela manhã, peritos do Instituto de Criminalística estiveram no local para coletar material no apartamento.

Segundo testemunhas, a vítima estava com outros quatro homens dentro do imóvel, entre eles o proprietário, Péricles Filho, quando teria entrado em surto e tentado saltar do terceiro andar. Nesse momento, na tentativa de contê-lo, um dos colegas teria dado uma gravata em Geraldo. Uma testemunha, que pediu para não ser identificada, disse que ouviu muitos gritos vindos do apartamento. “Desde a madrugada já estava acontecendo um bate-boca, uma gritaria. Ele (a vítima) parecia estar descontrolado, querendo pular. Um dos homens estava na janela tentando impedir o salto e o outro segurava ele. Depois ouvi uma quebradeira e o silêncio”, contou.

Em seguida, dois homens foram vistos descendo com o corpo por um dos elevadores do edifício. Um deles, identificado apenas como Gabriel, contou à polícia que Geraldo era traficante de drogas e teria entrado em surto. Após pedirem socorro em um hospital, os colegas de Geraldo chamaram a polícia, que chegou ao local para investigar uma suspeita de overdose. O dono do apartamento morava no imóvel com o pai e um irmão mais novo. Moradores informaram que ele usava drogas e que o apartamento funcionaria como ponto de distribuição. O assunto já teria sido discutido em uma reunião de condomínio.

Do Diario de Pernambuco

Detento de Pesqueira busca ressocialização lutando MMA

Era a sua primeira vez num octógono e ainda que Leandro Cabral não se sentisse à vontade, não permitiu que qualquer traço de desconforto permeasse sua expressão. Enquanto caminhava sem intimidade com o ringue, tentava encontrar o rosto de seu adversário com socos lançados sem precisão. Mesmo assim, havia algo em si que chamava a atenção do público que lotava as arquibancadas daquele ginásio abafado e mergulhado em penumbra. A frieza com a qual encarava um oponente maior e mais experiente era inquietante. Intimidadora. A mesma frieza com a qual, cinco anos antes, planejou e cometeu um assassinato.

Agora, a agressividade que guiou as mãos de Leandro enquanto ele executava o crime brutal pode ser também seu passe de saída da prisão. Desta vez, canalizada. Moldada pelos princípios rígidos das artes marciais. Figura central de um projeto idealizado por seu pai, Leandro passou a ter aulas de taekwondo e jiu jitsu dentro do presídio de Pesqueira há um ano e meio. Em 9 de março, foi liberado pela juíza Orleide Rosélia Nascimento Silva para participar de um evento de MMA em Belo Jardim.

A matéria completa você pode conferir na edição impressa do Diario de Pernambuco deste domingo. O trabalho é de autoria dos repórteres Brenno Costa e Celso Ishigami. As imagens são do fotógrafo Paulo Paiva.

Confira o vídeo com reportagem

 

Presidente do STF quer fim das iniciais de réus em inquéritos

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa, defendeu nessa quinta-feira o fim do uso de iniciais para identificar réus em inquéritos e ações penais que tramitam na Corte. A regra foi adotada na gestão de Cezar Peluso, em 2010, e fica a critério de cada ministro suspender o sigilo quando considerar necessário.

Os ministros começaram a discutir a regra em reunião administrativa em março do ano passado. De um lado, os ministros Marco Aurélio Mello e Carlos Ayres Britto votaram pela revogação da regra, enquanto Antonio Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski acreditam que é preciso resguardar a privacidade dos denunciados. A discussão foi suspensa por pedido de vista do ministro Luiz Fux.

O assunto voltou à tona durante julgamento de inquérito envolvendo o deputado federal Paulo Cesar Quartiero (DEM-RR). O processo traz apenas as iniciais do deputado, PCJQ. Marco Aurélio pediu para registrar sua insatisfação com o uso das iniciais e Barbosa disse que, por ele, a regra seria revogada.

Fux disse que o assunto está sendo discutido administrativamente pelo Tribunal, o que motivou nova manifestação de Barbosa. “Traremos uma solução em breve para isso, não é, ministro?”, cobrou.

Da Agência Brasil

Retrato falado de corpo inteiro vai ajudar investigação policial do estado

O Instituto de Identificação Tavares Buril (IITB) está produzindo agora o retrato falado de corpo inteiro. O trabalho é desenvolvido pelos peritos papiloscopistas e pode ajudar ainda mais na identificação de criminosos. O primeiro trabalho em Pernambuco com a nova técnica chamada Representação Corporal Humana foi feito pelos peritos papiloscopistas Inaldo Menezes e Pedro Ivo.

O retrato de corpo inteiro é de um homem suspeito de ter estuprado uma estudante em um bairro nobre do município de Caruaru, no Agreste do estado. O método que deve trazer muitas vatagens para a polícia foi desenvolvido pelos peritos papiloscopistas Inaldo Menezes, Pedro Ivo, Alexandre Jorge de Brito e Paulo Sérgio Nogueira. O material retrata, além do rosto do suspeito, o corpo, as roupas, marcas, sinais e tatuagens.

A técnica vai subsidiar de forma mais abrangente a investigação policial no que diz respeito à captura dos autores dos crimes. Nos últimos dois anos, a Secretaria de Defesa Social tem investido pesado na inovação tecnológica para combater a criminalidade e oferecer melhor condição de investigação aos policiais civis, militares, bombeiros, peritos e médicos legistas.

CTTU e SDS agora têm 558 câmeras monitorando o Recife

Ocorrências como roubos de carro, acidentes, assaltos e depredação do patrimônio público poderão ser flagradas e investigadas com mais facilidade a partir de agora, com a integração dos circuitos de câmeras da Secretaria de Defesa Social (SDS) e da Companhia de Trânsito e Transporte Urbano do Recife (CTTU). Juntos, os dois órgãos terão 558 equipamentos vigiando as ruas do Recife todos os dias. A parceria inédita no estado foi assinada ontem pelo prefeito Geraldo Julio e o secretário de Defesa Social, Wilson Damázio. O convênio permitirá a integração entre 519 equipamentos da SDS e 39 das 66 câmeras da CTTU.

A operação conjunta é implementada em um momento em que o órgão de trânsito da capital passa por uma reformulação para melhorar a mobilidade e a segurança na cidade durante a Copa das Confederações, que acontecerá no mês de junho. O Centro de Monitoramento da CTTU tem câmeras que podem identificar veículos com infrações pendentes ou estacionados de forma irregular. Outro equipamento, que está em testes, foi feito especialmente para registrar acidentes de carro e disparos de arma de fogo.

A presidente da CTTU, Taciana Ferreira, lembrou que a integração já existia informalmente e agora está oficializada. “Ambas as centrais de monitoramento funcionam 24 horas por dia, todos os dias da semana. Haverá pessoas da SDS trabalhando no nosso sistema, assim como teremos servidores da CTTU na central do Ciods”, informou.

O secretário de Defesa Social, Wilson Damázio, ressaltou a importância da parceria. “Já temos um resultado muito bom com o monitoramento das nossas câmeras no que diz respeito à solução de crimes e prisões de pessoas que cometem delitos. Agora, iremos obter um desempenho ainda melhor”, previu.

O secretário de Segurança Urbana do Recife, Murilo Cavalcanti, frisou as diferente funções do sistema. “Teremos mais de 500 câmeras espalhadas pela cidade, cujos ‘olhos’ estarão voltados para o trânsito, a segurança e outros problemas”.

 

Mutirão do TJPE agiliza sentenças relacionadas a crimes contra a vida

A Justiça expediu 899 sentenças relacionadas a crimes contra a vida durante o regime especial implementado nas duas varas do tribunal do júri de Jaboatão dos Guararapes. O corregedor-geral do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), desembargador Frederico Neves, comemorou o resultado da ação, que foi divulgado nesta quarta-feira. Ele informou que nos últimos 12 meses o número de processos deste tipo caiu de 2.730 para 2.272. O próximo passo, segundo Neves, é garantir a realização de um mutirão de júris, ainda sem data para acontecer.

Corregedor Neves comemora resultados. Foto: TJPE/Divulgação

Corregedor Neves comemora resultados. Foto: TJPE/Divulgação

“Os resultados são animadores e revelam o empenho dos juízes e servidores pernambucanos no combate aos crimes contra a vida”, afirmou. O corregedor-geral explicou que o regime especial, ao longo do último ano, demandou “um grande esforço de magistrados, servidores, promotores, defensores e policiais”.

Segundo dados divulgados pela assessoria de comunicação da Corregedoria Geral, o regime especial terminou com 347 réus pronunciados, 856 audiências de instrução e 155 júris realizados. Ainda há 66 processos aguardando júri no município, mas todos estão com datas marcadas e devem acontecer ainda neste ano. Outros 144 processos aguardam o trânsito em julgado da sentença de pronúncia e em breve poderão ser concluídos.

Frederico Neves comentou que houve dificuldades por causa da falta de recursos para a nomeação de servidores e do número insuficiente de promotores e defensores, o que levou, inclusive, ao adiamentos de júris e audiências.

O relatório concluiu que a situação das varas do júri de Jaboatão ainda merece atenção especial, pois há um elevado número de processos. O relatório recomendou a designação de dois magistrados exclusivos para cada vara.

Saiba mais

Balanço do regime especial de Jaboatão dos Guararapes

899 sentenças

347 réus pronunciados

856 audiências

155 Júris realizados

66 processos aguardam julgamento, mas todos com data marcada

144 processos aguardam o trânsito em julgado da sentença de pronúncia

2.272 procedimentos relacionados a crimes contra a vida tramitam ao todo no município de Jaboatão

458 processos foram concluídos

Fonte: Corregedoria do TJPE

O desabafo de uma vítima da violência e da inoperância policial

Por Juliana Fraga*

Quinze minutos. O que se consegue fazer nesse intervalo de tempo? A princípio, pode parecer pouco, mas, acreditem, foi o suficiente para que meu dia fosse inteiramente virado pelo avesso. Quinze minutos foi o tempo que demorei para fazer um exame de sangue em um laboratório de Bairro Novo, em Olinda, e descobrir, depois, atônita, que meu carro havia sido violado e todos os pertences que estavam dentro dele haviam sido furtados. Além da sensação de impotência, de revolta e de raiva, a cidadã aqui, em dia com todas as suas obrigações com o Estado, que fique registrado, ainda teve que enfrentar a incompetência e inoperância de quem faz a segurança pública nesse mesmo Estado.

Passava um pouco das 10h, sol brilhando e rua movimentada. Estacionei embaixo da sombra de uma árvore, a menos de cem metros do meu destino, tentando me prevenir do calor que me esperava na volta. Talvez esse tenha sido meu erro. Ou talvez tenha sido acreditar em um falso sentimento de segurança, que me permitiu deixar pertences de valor, mesmo que escondidos debaixo do banco, dentro do carro.

Na volta, ao tentar destravar o alarme, nenhum barulho. O estranhamento veio seguido da certeza do que havia acontecido. Ao abrir a porta, o início do susto. Do som, restaram apenas fios expostos e arranhões no painel. Do notebook, recém comprado e pelo qual ainda terei que pagar nove parcelas, nem rastro. Movida pelo impulso abri a mala… e o pneu reserva também não estava mais lá. Duas caixas com papeis, canetas, agendas e outros materiais pessoais totalmente revirados. Ainda levaram coisas menores, que nem valem o registro.

Dois homens que trabalham numa construção quase ao lado viram tudo. Não entenderam que se tratava de um furto, ou pelo menos assim disseram. Falaram que dois homens, um bem vestido e outro “sarara”, se aproximaram em um outro carro, um Ágile preto, com os números da placa 9003. Um deles desceu, e fez o famoso “rapa”. Profissional. Tudo profissional. Só isso é possível concluir. Quem consegue abrir o capô de um automóvel, desligar a bateria, forçar a porta e retirar tudo de dentro em quinze minutos só pode ter muita prática no que faz. “Eles acabaram de sair, moça. Se a senhora correr ainda pega eles no sinal”, me disse um dos operários. Por motivos óbvios, não segui o conselho do homem, que afirmou já ter visto o mesmo carro na área outras vezes.

Revoltada, arrasada (sim, eu sei que foram apenas bens materiais. No entanto nada justifica o ocorrido e nada vai trazer de volta arquivos importantes e únicos que estavam em meu computador) fui até a delegacia mais próxima. Ou seja, estava fazendo o Boletim de Ocorrência menos de trinta minutos depois do fato. Já na frente do policial que faria o BO, a primeira decepção. “Infelizmente é assim mesmo, senhora. É quase impossível recuperar os pertences agora. Esses caras vendem isso rapidinho”, me desenganou o homem da lei.

Atônita, não sabia o que falar. Terminei de relatar o que tinha acontecido e o documento foi impresso. Nesse momento, a segunda tapa na cara. O policial me entregou as duas vias do BO. Ainda questionei se realmente teria que ficar com as duas. A resposta? “É. Não adianta deixar aqui, não. Aqui é só plantão e a gente não pode fazer nada”. Muda, constrangida pelo absurdo que tinha acabado de ouvir, fui embora para casa, onde eu ainda me sinto segura para chorar minhas perdas.

Do que vivi hoje, apenas questionamento… Que polícia é essa que não pode fazer nada pelo cidadão? Por que não se acionou a Polícia Militar e se fez uma ronda na área? Por que me deixaram fazer um Boletim de Ocorrência sabendo que seria absolutamente em vão? Quantas pessoas fizeram o mesmo que eu e viram sua tentativa de ao menos registrar a violência ser apenas perda de tempo e esperança? É assim que o governo enche a boca para falar da redução da violência no Estado? Números mascarados, polícia sem função, cidadãos jogados à própria sorte. Esse é o Pernambuco melhor para se trabalhar e viver!?

* Juliana Fraga é jornalista e teve o carro arrombado na manhã desta quarta-feira.

 

Presos do Ceará vendem artesanato em seminário no Recife

Dois detentos do sistema prisional do estado do Ceará estão participando do Seminário Nacional – Sistema Prisional e Reinserção Social, que acontece até esta quarta-feira no Golden Tulip Recife Palace Hotel, em Boa Viagem. Os dois reeducandos fazem parte do projeto Mãos que Constroem, desenvolvido pela Secretaria de Justiça do Ceará.

Grupo veio do estado do Ceará para o seminário. Foto: Wagner Oliveira/DP/D.A.Press

Grupo veio do estado do Ceará para o seminário. Foto: Wagner Oliveira/DP/D.A.Press

Segundo o coordenador de Inclusão Social do Preso e do Egresso da Sejuc, Rodrigo Moraes, eles foram convidados para expor os trabalhos realizados pelos presos do Ceará aqui em Pernambuco. “Esses produtos que estão sendo vendidos aqui são todos produzidos pelos reeducandos. Os detentos estão sempre realizando algum tipo de trabalho. Na construção do estádio Castelão, por exemplo, tivemos 25 presos empregados. Além disso, teremos 290 detentos que irão trabalhar na construção do VLT do nosso estado e uma previsão de cerca de dois mil para trabalharem nas obras do Minha casa, minha vida”, adiantou Moraes.

Simônio e Madalena estão felizes com o trabalho. Foto: Wagner Oliveira/DP/D.A.Press

Simônio e Madalena estão felizes com o trabalho. Foto: Wagner Oliveira/DP/D.A.Press

Para o detento Simônio Freitas Martins, 32 anos, que cumpriu pena por assalto, essa oportunidade tem mudado sua vida. “Antes de entrar no sistema, eu já pintava um pouco. Depois do presídio, eu aprendi mais e passei a ensinar a outros presos. Hoje, eu já estou no regime aberto e esse trabalho está sendo importante na minha volta à sociedade”, revelou. Madalena Mara Tavares de Melo, 33, está presa por tráfico de drogas e encontrou no artesanato a oportunidade de ressocialização.

Confira o vídeo com o trabalho de pintura de Simônio:



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Cerca de oito mil detentos de Pernambuco estudam no presídio

Missa de um mês em memória de Suany Muniz será nesta quarta

Será celebrada às 19h desta quarta-feira, na igreja Matriz da Várzea, a missa de um mês em memória da alma da auxiliar de almoxarifado Suany Muniz Rodrigues, 33 anos, que foi asassinada no dia 20 de fevereiro durante um assalto ao ônibus da linha Barra de Jangada/Curado IV.

Suany, que trabalhava no Estaleiro Atlântico Sul, foi baleada na cabeça dentro do coletivo. Ela ainda chegou a ser socorrida, mas não resistiu. Dois homens envolvidos no crime foram presos e já estão no Centro de Triagem, em Abreu e Lima. A vítima deixou uma filha de quatro anos que está sendo cuidado pelo pai e pelos avós.

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A coincidência, o crime e o pedido de perdão do homem que apertou o gatilho

BR-101 Sul e Avenida Sul são campeãs em registro de assalto a ônibus